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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO DA MAIORIA ABSOLUTA E DAS ABSOLUTAS ARBITRARIEDADES...

O comentário que se segue, do meu amigo Arnaldo Mamede e que me foi deixado aqui no Blog a propósito da 'ponte suspensa' de Cabeda, merece ser trazido 'cá para cima', em forma de post...

 

Pelos vistos a Câmara 'cinco estrelas' onde tudo é transparente e onde os munícipes estão sempre em primeiro lugar, continua a fazer de conta que em Portugal não existe propriedade privada de terrenos.

Mas pior do que isso é dar indicações a terceiros - EDP, BeWater, por exemplo - de que o "caminho é por aqui e podem abrir à vontade"!

 

Por aqui porra nenhuma! Façam o vosso trabalho em condições e aprenda a olhar para as plantas topográficas que existem, com olhos (e com vontade) de ver, antes de darem autorização para abrir valas, demolir marcações, instalarem infra-estruturas!

 

Claro que o Mamede até tentou falar com o responsável da fiscalização da Câmara para obter explicações sobre o atentado mas está quieto é o falas!

____________________________________

Captura de ecrã 2017-11-21, às 12.13.37.png

 

publicado às 12:11

A PONTE SUSPENSA DE ALFENA...

Captura de ecrã 2017-11-19, às 22.19.49.png

 

A ‘novela’ de mau-gosto envolvendo a construção da ponte de Cabeda (Rua de S. Vicente) em Alfena está começar a azedar (ou a feder)!

 

Ao que parece, os terrenos por estas bandas costumam ter donos.

(A Câmara de Valongo pelos vistos pensava que não...).

Vai daí, resolveu começar uma obra numa via estruturante sem cuidar da planificação – se o tivesse feito teria descoberto um dono com quem teria previamente que negociar – e como se costuma dizer, “deu com os burros na água” - que ali e por estas alturas de seca intensa é pouca ou nenhuma. Mesmo assim, os "burros" não há maneira de se desatascarem...

 

O pior (para os alfenenses) é que os tempos da Justiça não são os tempos da Câmara nem dos cidadãos que diariamente perdem a paciência com os desvios que têm de fazer, isto já para não falar no pequeno comércio e outras actividades que se têm mantido numa espécie de enclave a ver passar os comboios lá em cima, os aviões ainda mais em cima e os autocarros ali ao lado...

 

O assunto é demasiado sério para se brincar com ele.

Por isso, o pequeno texto que se segue é (apenas) uma espécie de 'manual de instruções' para desmontar a 'bomba-relógio' que a Câmara tem nas mãos...

 

Em Cabeda a ponte está suspensa

(A ‘novela’ não, essa continua intensa)

Por isso e para distender a tensão

Evitando uma perigosa explosão

Liguem de uma vez as pontas da dita

À Rua (de S. Vicente) que espera aflita

Alfena tem (no tempo) uma ponte suspensa

Pois que (por cabos) a tenha suspensa

E cortem de uma vez a maldita fita!

 (Parece que saiu meio rimado mas não foi propositado...)

 

 

publicado às 22:51

ALFENA E A 'CAIXA DE PANDORA'...

 

Breve e prévia 'declaração de interesses':

 

- Não estou de nenhum modo envolvido em nenhuma disputa partidária nem nada que o pareça;

- Na última campanha eleitoral autárquica critiquei publicamente a candidatura alfenense do PS por causa de algumas críticas populistas que foram feitas - com fotografias e tudo - atribuindo ao executivo da Junta de Freguesia a responsabilidade por reparar passeios, tapar buracos, limpar terrenos, etc., etc.

Essa responsabilidade cabe como sempre coube à Câmara cujo anterior e actual presidente apoiou esses seus candidatos em Alfena;

 

(A candidatura dos Unidos por Alfena - UpA - não me desmentiu então, nem rejeitou esse meu "apoio" que alguns consideravam favorecer a candidatura do PSD ao Município!!!!).

 

Posto isto... 

 

(Créditos das fotos a Jorge Moutinho, na sua página do Facebook).

 

Captura de ecrã 2017-11-18, às 11.44.49.png

 

Tenho vindo a constatar o envolvimento da Junta em tarefas que são da competência da Câmara e como habitante de uma Cidade a quem a Câmara tem tratado como 'gata borralheira' no que toca a dotações orçamentais e investimentos de qualquer tipo e isso preocupa-me.

A limpeza compulsiva e/ou pequenas reparações em espaços/terrenos privados obedece a regras e procedimentos de carácter administrativo - para que os custos  resultantes dessas operações possam ser imputados aos incumpridores, inclusive com um agravamento de 25%. 

 

Duvido que qualquer substituição das funções da Câmara por parte da Junta sem que para tal tenha qualquer delegação de competências, possa alguma vez ser devidamente ressarcida.

 

Se a Junta de Freguesia de Alfena quer realmente defender o erário público obrigando os incumpridores vários a suportarem os custos do seu desleixo só pode juntar-se a quem há muito tem batalhado para que a Câmara - seja PS, PSD ou de qualquer outra cor - cumpra as suas obrigações.

 

(A não ser que a ideia seja exactamente a de avançar por uma assumpção irregular de funções que depois possibilite ao(s) incumpridor(es) a recusa liminar de qualquer custo que lhes venha a ser imputado. Mas confesso que me custa a acreditar em tanto calculismo...).

 

Mas que esta prática - a prosseguir - é uma espécie de 'caixa de Pandora' muito perigosa, lá isso é!

publicado às 11:07

NÃO GOSTO DE CHUVA OU FRIO EM AGOSTO.PONTO!

Captura de ecrã 2017-11-11, às 19.55.44.png

 

Do Marcelo eu gosto tanto como, aposto, gostamos de ter chuva e frio em Agosto.

 

Torra-se-me a paciência ver tanta sapiência, tanta palavrosa beneficência  prodigalizadas a esmo e ao preço da uva mijona...

 

Ele é 'aqui, além e acoli', em contexto biquíni ou em passo encenado e apressado – “já é uma da manhã e ainda tenho uma distribuição de abraços ali ao lado” - prodigalizando afectos e ‘abreijos’ ao Povo destroçado por esta ou aquela concreta, pequena ou grande desgraça e deles tão necessitado...

 

E foram tantas as frentes em que teve de se desdobrar que até se tem esquecido de despachar - sim, um presidente republicano despacha!

Os incêndios, as discotecas encerradas por servirem música contrafeita e genuína bordoada em doses igualmente exageradas, os desavindos do PSD e o 'cafuné' de emergência ao Santana Lopes, enfim...

 

Não gosto "sua magestade el-Rei Marcelo", porque não sendo finge sê-lo - monarca absoluto, el-Rei da traquitana de Lisboa e dos Algarves e de todos os alarves que se  sentem (por ele) representados - nem me incluo no grupo de 'todos os portugueses' do seu já gasto cartão de visitas institucional. 

 

Não gosto de Marcelo ponto.

 

Associo-o inevitavelmente à canção “já fui ao Brasil” e onde ele já foi mil vezes mil, não comigo - credo! - mas com Ricardo Salgado.

 

 

Não gosto do seu sorriso embevecido enquanto lhe saem, quase espontâneas, as múltiplas  e ‘orgásticas epifanias’ ao imaginar-se o centro do mundo ou de um bananal qualquer onde (só) faltam as maravilhas para que as 'Alices' que habitam em todos nós se sintam felizes.

 

Não gosto do Marcelo por encarnar no pior sentido esta descrição do Grande Fernando Pessoa - «O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente» - Marcelo é assim mesmo não sentindo dor!

 

Gosto tanto de Marcelo como do vinho a martelo, como da marmelada feita sem marmelo, como de ir a Marrocos e não andar de camelo.

 

Não gosto.Ponto final!

 

_______________________________

PS: Ah! E também não gostei nada de ler isto:

Captura de ecrã 2017-11-11, às 20.23.14.png

 

 

publicado às 15:20

ALFENA E O SEU 'PARQUE VALE DO LEÇA' - PROMESSA FEITA TEM DE SER PROMESSA HONRADA!

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O Parque Vale do Leça é já e indiscutivelmente uma grande mais-valia para Alfena!

 

Pena que o estado (ainda) visivelmente embrionário do projecto se arraste por demasiado tempo à espera do cumprimento da palavra dada e (ainda) não honrada pela Câmara constituindo um claro 'handicap' - perdoem-me o estrangeirismo - à plena fruição do espaço por parte dos cidadãos.

 

- Falta concluir/melhorar alguns acessos;

- Falta impedir/limitar o acesso de viaturas automóveis ao espaço - alguns abusos já detectados aconselham atenção a este aspecto;

- Falta iniciar a recuperação do velho moinho e respectivo canal;

- Falta rever/ampliar o projecto de arborização;

- Falta instalar - para 'começo de conversa' - algum equipamento de lazer e conforto;

- Falta instalar (pelo menos) um ponto de fornecimento de água potável; 

- Falta começar também a mover o olhar para Sul, para os lados de Ermesinde, que o Leça não para em Alfena e o espaço multiusos como primeira etapa, está ali tão perto e ao alcance de qualquer míope..

 

- Etc., etc., etc.

 

Apesar de todas estas lacunas e promessas por cumprir, é já um enorme prazer presenciar em certas alturas do dia as dezenas de pessoas que por ali vão passeando, correndo (ou 'manquitando' de forma mais ou menos evidente como é o meu caso) fruindo o espaço, cada um à sua maneira e da forma que pode ou melhor lhe convém.

 

E é em atenção a todos e também aos muitos que seguramente virão quando o local se assumir como um verdadeiro e condigno tributo de Alfena ao seu Leça, que o que falta fazer tem de ser feito!

 

publicado às 22:58

VALONGO DA MAIORIA ABSOLUTA E DAS NOSSAS IMENSAS DÚVIDAS...

Captura de ecrã 2017-10-29, às 23.44.50.png

 

Durante uma parte significativa do meu percurso profissional muito diversificado e muito gratificante, exerci a profissão de serralheiro de moldes cunhos e cortantes numa grande empresa industrial (fundição de ferro maleável) onde as tecnologias de ponta que em grande parte do nosso tecido industrial davam então ainda os primeiros passos, no nosso caso já eram uma componente importante do nosso sistema de trabalho.

Esta foi a parte da minha carreira que teve mais a ver com a minha formação de base, o antigo curso de formação de serralheiro das escolas industriais e comerciais, mais tarde lamentavelmente extintas.

Um serralheiro de moldes é por natureza - tem de ser - um profissional meticuloso, miudinho, preocupado com os mínimos detalhes e para quem a unidade de comprimento milímetro é uma enormidade absolutamente insuficiente para medir o detalhe da maioria das operações do dia a dia de trabalho.

Teria sido possível vivermos sem o mícron (e o micrómetro)? Se calhar até podia mas não seria a mesma coisa...

 

Mas onde eu queria mesmo chegar com este longo arrazoado era à arrumação do posto de trabalho!

 

Esta era a área em que nos orgulhávamos de sermos verdadeiramente diferentes - desde logo, em relação aos nossos 'parentes mais próximos', os serralheiros civis (de construção civil) e os serralheiros mecânicos...

A nossa semana de trabalho só terminava depois de uma arrumação meticulosa da bancada, da limpeza e da arrumação da gaveta das ferramentas e da envolvente próxima da bancada de trabalho e nenhum dia podia começar sem a preparação do 'teatro de operações': as ferramentas previstas para a tarefa a iniciar ou a recomeçar dispostas sobre a bancada, o EPI (equipamento de protecção individual) - óculos, luvas, protecção auricular, etc. devidamente em ordem e à mão.

 

Vem isto a propósito de... ah! já me recordo!

 

Transpondo para o assunto que se segue o clássico 'suponhamos' - imaginemos que os 6 vereadores a tempo inteiro ou meio tempo na Câmara de Valongo em que se inclui o presidente dos quais apenas 2 transitam da 'jornada anterior' são os 'serralheiros de moldes' da velhinha Eurofer (agora Sakthi) na Maia do exemplo anterior.

 

Nessa linha de pensamento e estando a iniciar uma nova e longa de 4 anos jornada de trabalho, bastante exigente e onde se calhar já nem o mícron é suficiente para as rigorosas medidas que terão de se aplicar ao longo da mesma, não seria avisado utilizar 'ferramentas' fiáveis - sem desprimor  para a 'loja do chinês'?

 

Atenção também ao ambiente de trabalho limpo e organizado, à planificação rigorosa das tarefas, à optimização dos meios.

 

E se não podes ter uma fresadora de comando numérico só para ti por exemplo, então terás necessariamente de implementar, sistematizar e desenvolver em permanência uma organização de tarefas que te permita o seu uso em conjugação com os interesses dos que dela igualmente necessitam.

 

Depois, muita atenção também aquela regra basilar da preparação do 'teatro de operações' referida no exemplo...

 

Portanto...

 

Libertem os armários das quinquilharias que só estorvam - esqueletos incluídos - arrumem a casa, varram o chão, não deixem ferramentas dispersas.

 

 

Ah! E tenham também especial atenção à 'fresadora de comando numérico' que por ser tão cara tem de ser partilhada. Quem usa estima e o último a usar deixa-a para o próximo como gostaria de a encontrar! 

 

"Dictum sapienti sat est"... (para o homem comum e comum vereador da Câmara de Valongo - que como todos sabemos está muito para lá de sábio - 'meia palavra' já é mais que suficiente)...

publicado às 21:47

VALE (SEMPRE) A PENA LUTAR PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

Captura de ecrã 2017-10-29, às 13.41.44.png

 

Os 'links' da lista que se segue remetem para a autêntica 'barragem de fogo' que o presidente da Câmara de Valongo fez descarregar sobre mim nos dias seguintes à minha condenação em primeira instância no Tribunal de Valongo. 

(A sua assessora de comunicação paga por todos nós, conhecendo bem por dentro a Agência LUSA, fez - na óptica do mal - um trabalho excelente).

 

(Recordo que me eram exigidas duas indemnizações de 50 mil euros - divididas entre presidente e Câmara tendo na sentença ficado esse valor ficado reduzido a um total de cerca de 20 mil euros).

 

Curiosamente, o relevante Acórdão da Relação do Porto que me elibou completamente não mereceu nenhuma atenção da Agência LUSA nem de nenhum Órgão de Comunicação social da nossa praça. Excepção relevante para o Jornal de Notícias que escreveu sobre os dois momentos - o da 1.ª instância e o da Relação do Porto...

 
Um dia destes, vou aceitar a ajuda de um qualquer mecenas para poder publicar uma notícia num ou dois jornais de dimensão nacional, no sentido de divulgar o referido Acórdão e deixar claro que em Portugal ainda existem razões para nos orgulharmos da nossa Justiça...
 
(Porque a esmagadora maioria da nossa Comunicação Social não é livre e uma grande parte dos Jornalistas, voluntariamente ou por imposição de quem lhe paga nos finais de mês, aceitaram há muito ser meros moços de recados dos 'donos' da sua Liberdade).
 
 
VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
 
_________________________________
 
A lista de 'links':
 
publicado às 12:02

FALANDO DE NADA E MENOS ALGUMA COISA...

Captura de ecrã 2017-10-26, às 22.31.09.png

 

Amanhã há greve na Função Pública...

Amanhã é sexta-feira;

Segundo Ana Avoila, sexta-feira é (apenas) um dos 5 dias úteis da semana;

(O de amanhã, ainda que sexta-feira seja, não será obviamente útil para a maioria dos portugueses que pagam os Serviços Públicos e que amanhã não os terão). 

Pergunta de (mera) retórica:

Podia uma greve de funcionários públicos ser marcada para outro dia útil que não uma sexta-feira?

(Poder até podia mas não seria a mesma coisa)...

___________________

E sobre a Ana Avoila...

Quem é (mesmo) Ana Avoila? - um contributo para o (não) esclarecimento desta (não) relevante duvida existencial.

Será que a Ana encontra vaga no cabeleireiro para se poder apresentar aos milhares de jornalistas que a vão interrogar sobre a jornada de luta de amanhã?

Há quantos anos é que a Ana não muda o discurso do costume, de 'abanadora mecânica' de todos os governos - ainda que eventual ou concretamente diferentes - com que se tem defrontado (!) ao longo dos anos?

Será que na frente comum - e em todas as 'frentes comuns' deste País - não existem dirigentes melhor preparados para debitar um discurso igualmente reivindicativo mas menos susceptível de provocar alergias, mais assertivo e que não se limite à velha cassete que já nem os novos dirigentes do PCP - que é suposto mandar nas Anas Avoilas deste País - usam?

_____________________

Eu Fui dirigente sindical - há muitos anos atrás - num grande Sindicato do Distrito do Porto, fui formador sindical, fui quadro partidário - no tal Partido que é suposto mandar nas Anas Avoilas - fui também, antes de me reformar, funcionário público num Hospital Central do Porto e não me revejo - nem um bocadinho - neste discurso requentado, insensível perante a sociedade que vai muito para além dos funcionários públicos, redondo e falho de conteúdo!

 

Tenho dito, se é que consegui dizer alguma coisa sobre a (quase) greve de amanhã - quase greve, quase ponte, quase ida à praia neste Outono que não é Outono porque é ainda o Verão que já passou.

 

(E não, não conheço nenhum cabeleireiro que aceite uma marcação em cima da hora para a Ana Avoila).

 

 

 

publicado às 21:12

JUMENTOS DO DIA, PIZZAS DO DIA, RODÍZIOS DO DIA...

Captura de ecrã 2017-10-26, às 20.44.50.png

 

(Créditos da foto a sua excelência o Director-geral do Blog O Jumento).

 

Até para se ser jumento é preciso ter sorte e mais sorte tem de se ter ainda para conseguir ser um qualquer  "jumento do dia" em qualquer lugar e num qualquer dia comum.

 

(Isto pensarão um jumento sem pedigree ou um simples exemplar do povo simples...).

 

Acabei partilhar na minha página do Facebook este post do Blog 'o Jumento' e que, pelos vistos, despertou algumas sensibilidades/alergias em pessoas mais propensas a pruridos cutâneos.

Antecedi a partilha do texto que coloco a seguir:

"ZURRE AGORA OU CALE-SE PARA SEMPRE"...

Estamos a ficar sensíveis, é? O Jumento é um animal simpático logo não vejo onde é que a sua hipotética comparação com sua excelência o o 'rei dos afectos' possa ser considerada ofensiva...
Apenas para simplificar, ambos se movimentam em terreno aberto como peixe na água e com equivalente desenvoltura e ambos também, vá-se lá saber porquê, despertam simpatias mesmo que não entendamos o essencial do seu vocalizar.
'Jumento do dia' é para o Blog 'O Jumento' o mesmo que a 'pizza do dia' na pizzaria do bairro, ou o 'rodízio do dia' na rodiziaria da esquina: variações mais ou menos evidentes sobre o mesmo produto de base.
'Jumento do dia' é pois uma figura de estilo, um destaque do blogger para um assunto/personalidade do dia e que no caso em apreço e que originou toda esta controvérsia, teve apenas a ver com o tom do 'zurro' do 'senhor dos afectos', que como todos nos temos apercebido, não tem andado especialmente melodioso no 'zurrar'...

 

publicado às 20:17

ALFENA JÁ TEM NOVO 'GOVERNO'...

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Hoje tomaram posse os novos Órgãos da Autarquia de Alfena - Assembleia e Junta de Freguesia.

Como seria de esperar, uma sala cheia onde já não couberam muitos alfenenses que quiseram testemunhar o acto público, condições que certamente desmotivaram muitos outros de lá ir uma vez que já sabiam que ficariam no hall de entrada.

Alfena precisa mesmo do antigo cinema da Paróquia recuperado e já ontem era tarde para o começo das obras.

Por acaso o padre Manuel Fernando até esteve presente na sessão - à entrada e de pé embora lhe tivessem feito sinal para um lugar que numa emergência sempre se arranja mas ele recusou.

Presentes ainda, entre muitas outras personalidades, o presidente da Assembleia Municipal, (creio que) dois vereadores - um deles a nossa conterrânea Manuela Duarte - o nosso vizinho presidente da Junta de Campo/Sobrado e os presidente e comandante dos Bombeiros Voluntários de Ermesinde.

Instalação feita lidos os dois discursos de circunstância - pelo representante do PS e pelo representante dos UPA e (de novo) presidente da Junta é hora de vestir a camisola que  tem  escrito 'Alfena' no peito e nas costas e partir para o terreno e para o trabalho concreto.

 

Uma breve nota de desalento...

 

Os Unidos por Alfena aplicaram-se de forma tão intensa no trabalho que os conduziu à vitória por uma robusta maioria absoluta que até se esqueceram de como as mulheres conseguem fazer a diferença (para melhor) em qualquer grupo de trabalho: o novo executivo da Junta terá 'lamentavelmente' neste mandato que agora começa - e coloquei 'aspas' para amenizar a palavra - apenas homens de barba rija.

É que nem sequer poderão invocar a desculpa de não existirem em Alfena mulheres capazes e ao mesmo tempo bonitas para preencherem  um ou dois lugares no executivo, mas enfim, o 'mal' está feito - novamente as 'aspas'...

Bom trabalho a todos em prole de Alfena! 

publicado às 00:01

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