UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.
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publicado por cneves, em 15.05.12 às 23:49Link do post |  O que é?

A propósito de uma notícia publicada no Jornal Novo de Valongo AQUI, onde entre outras coisas Arnaldo Soares fala do 'umbigo do PSD' - o mesmo umbigo onde ele ainda há dias se acoitava, que os umbigos são espaços confortáveis, de temperatura controlada, mas onde, como podemos constatar, podem também medrar fungos e bactérias - ocorrem-me desde já alguns reparos:

O que diz Arnaldo Soares não é relevante, como nunca o foi o seu contributo para Valongo, como nunca o foi antes disso, para Alfena e como provavelmente, continuará a não o ser no futuro para ninguém.

O que me abespinha verdadeiramente, são outros umbigos, com voz virtual - 'voz de ventríloquo' - e que fingem ter vida própria como se o 'boneco' a pudesse ter.

O Jornal Novo de Valongo não tem obrigação de conhecer os meandros da vida partidária, nem da dos Grupos Independentes. Não tem igualmente obrigação de estar informado sobre as regras de funcionamento dos mesmos, nem se uns e outros, têm porta-vozes formais, embora não lhe ficasse mal perguntar quem é quem.

Claro que no que ao 'independente' Arnaldo Soares diz respeito, esse problema não se coloca, porque ele não tem problemas de representatividade: representa-se a ele próprio e isso lhe basta. Tudo o que vier a seguir, virá por acréscimo.

Já quanto à Coragem de Mudar, é algo abusivo que o Jornal Novo de Valongo tenha escrito o que escreveu -  "Quanto aos independentes da Coragem de Mudar, Maria José Azevedo, que será entrevistada na próxima edição do Jornal Novo de Valongo, disse ao Jornal de Noticias esta segunda-feira, que não será candidata, nem o movimento apresenta nenhuma candidatura. Nas últimas eleições a Coragem de Mudar obteve perto de 23% dos votos" - sem ter confirmado isso junto dos Órgãos eleitos da Associação, porque se o tivesse feito, teria descoberto que estava a publicar uma coisa que não tem nenhuma relação com a realidade.

Como já escrevi num post anterior, a Direcção da Coragem de Mudar não tomou ainda nenhuma posição sobre este assunto - e também porque razão é que já o deveria ter feito a esta distância das eleições? - e portanto a 'informação' acima reproduzida alegadamente com base em declarações da nossa 1ª Vereadora eleita e fundadora da Associação Coragem de Mudar - mas que actualmente já não integra os seus Corpos Sociais - a ser verdadeira, só a ela vincula!

Também nestes pequenos pormenores em que algumas 'pedras' se começam a posicionar no tabuleiro de xadrez com demasiada pressa e de forma algo atabalhoada, conviria que pelo menos os Órgãos de Informação local mantivessem algum formalismo - as 'brancas no lugar das brancas' as 'pretas no lugar das pretas' -  para que não se corra o risco de cada valonguense - exagerando um pouco, obviamente - começar a ser 'porta voz' de partidos e grupos que não passaram procuração a ninguém para que alguém os substituísse.

No caso específico da Associação Coragem de Mudar, não apreciamos por aí além a arte de 'ventríloquo' e portanto, na altura certa, a voz que se ouvir, será a da pessoa certa e investida das funções certas que lhe darão o direito de falar!


 

PS:

1) Do Jornal Novo de Valongo recebi um email onde explicam que se basearam na reportagem do JN e nas declarações da Drª Maria José ali publicadas no enquadramento de uma reportagem mais abrangente. Obviamente não pretendi atribuir qualquer intenção de manipulação na informação ao JNV, mas se de algum modo a minha crítica foi entendida como direccionada ao JNV, aqui ficam as minhas desculpas. O culpado nunca pode ser o 'mensageiro'!

2) Da Jornalista Dora Mota, a autora da reportagem do JN - aliás bastante completa e abrangente como já disse acima, onde procura tocar todos os pontos que caracterizam a situação volátil que se vive em Valongo - recebi também um email sobre o assunto, em que explica que se limitou - no caso da Coragem de Mudar - a reproduzir a opinião da Drª Maria José Azevedo, que continua a considerar a Coragem de Mudar um projecto que se esgotou com a sua candidatura.

Da mesma forma, tive oportunidade de explicar à Jornalista Dora Mota que o 'mensageiro' nunca é culpado pela notícia.

De qualquer forma, ela manifestou inteira abertura - como aliás também o JNV - para veicular a posição formal da Associação.

Estranho é que sejam os fundadores da Associação, que apresentaram inclusive um projecto de Regulamento Interno antes de abandonarem os cargos directivos e participaram na Assembleia Geral onde esta Direcção foi eleita, a consideram agora e neste momento preciso,  o projecto esgotado...

 

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publicado por cneves, em 15.05.12 às 10:54Link do post |  O que é?

Depois de ter escrito no post anterior sobre 'ovos no cu das galinhas' alguém na Câmara de Valongo parece ter sido avisado e preocupado com o assunto das 'poedeiras', veio cá ver o que se passava.

E já que estava com tempo, leu também o artigo intitulado 'nós tentamos, nós conseguimos'.

Obviamente agradeço a visita e os 16 minutos e 11 segundos que por aqui ficaram e só posso recomendar: voltem sempre que queiram!

Não recebo royalties pelas visitas, mas apesar disso, é sempre com alguma satisfação que verifico o gráfico diário - devo perecer nessas alturas um daqueles maluquinhos dos bancos ou da bolsa, a olharem para computadores, a verem os 'picos' das subidas e descidas dos valores.

No meu caso, as 'barras' são todas para cima, como se pode ver no recorte seguinte, embora com variações de acordo com a curiosidade despertada ou com o dia da semana.

Muito obrigado e vamos mas é ao trabalho!

 

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publicado por cneves, em 14.05.12 às 23:26Link do post |  O que é?

Parece que andam para aí uns papagaios - ou serão araras? - a vaticinar estratégias eleitorais para o assalto ao poder na Câmara de Valongo, agora que a 'cadeira' vai ficar seguramente mais vulnerável, sem o peso pesado do 'dinossauro excelentíssimo' a servir de lastro.

'Decidem' quem vai ou não a votos, falam em divisões entre os outros transformando-as em somas a seu favor, enfim, parece que se está a preparar um 'projecto UpA' em versão Municipal, sob a figura tutelar e intergaláctica do '8º passageiro do OVNI de Alfena' - que como todos sabemos não se trata de imaginação fértil de alguns, porque o vemos mesmo por aí em voos rasantes nas incursões catequizadoras do costume.

Segundo o '8º passageiro', a Coragem de Mudar de Maria José Azevedo não concorre, o PS está dividido e em guerra fratricida e o PSD não se coliga com o CDS, ou vice versa. Portanto, pista livre para a descolagem da nave...

Puro engano ou burrice de quem assim faz contas, porque pela Coragem de Mudar, que é uma Associação com Corpos Sociais eleitos e com Estatutos e Regulamento Interno devidamente aprovados, quem decide e quem fala, é a sua Direcção pela voz do seu Presidente, Dr. João Loureiro Castro Neves e não qualquer associado individual por mais importante que se julgue ser o seu 'estatuto'!.

Ora a Direcção da Coragem de Mudar ainda não se pronunciou - e porque havia de fazê-lo a esta distância? - sobre qualquer hipótese, o que quer dizer que em termos académicos, todas estão em aberto. Tão simples quanto isso!

Resumindo e baralhando, qualquer afirmação que contrarie esta 'não decisão' é pura especulação que vincula apenas quem a produz.

Além do mais, cantar vitória com base na mesma, quando a procissão ainda nem sequer está próxima do adro, costuma dar azar.

Ou dito de outra forma, 'contar com o ovo no cu da galinha' é seguramente uma péssima ideia e como se costuma dizer, com ele lá dentro, ninguém fará nenhuma omeleta!

Imaginemos que a galinha morre de morte natural antes de o pôr, ou é atropelada pelo tractor do dono da quinta que a esborracha com ovo e tudo, ou é roubada por um qualquer assaltante furtivo de galinheiros alheios, ou, ou...

Por enquanto, limitem-se às cartas que têm na mão porque neste jogo, ninguém jogará com o baralho todo!

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publicado por cneves, em 14.05.12 às 21:39Link do post |  O que é?

17 de Maio 10 horas e alguns minutos, no Salão Nobre da Câmara, a habitual e habitualmente pouco preenchida - em termos de conteúdo relevante obviamente, que pontos até tem bastantes - reunião semanal da Câmara de Valongo.

O habitual apelo aos valonguenses - que eu acho que devia ser feito pelos eleitos se se desse o caso de a nossa presença ali representar para eles alguma satisfação:

Que não deixem cair a 'democracia directa' completamente em desuso nem que seja apenas para travar o incontido sorriso de contentamento que se pressente nalgumas fisionomias menos herméticas quando constatam que são apenas os 'habituais poucos' do costume.

Segue-se a Agenda de Trabalhos. Parece extensa, mas depois do ponto de 'Antes da Ordem do Dia' - o mais importante e onde ocorrem por vezes algumas surpresas -  aquilo será 'sempre a abrir'.

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publicado por cneves, em 13.05.12 às 21:58Link do post |  O que é?

Parafraseando Obama, 'we tried, we did it!'. Valongo alijou alguma da carga que o constrangia e limitava!

Prefiro a língua de Camões que alguns tentam atropelar com o semi trailer atravessado a que chamam acordo ortográfico para dizer que Fernando Melo se vai embora, porque 'Nós tentamos! Nós conseguimos!'

É claro que Valongo e arredores, vai assistir nos próximos dias ao enorme esforço de 'contenção de danos' - que aliás, já começou a ser ensaiado, do género 'vou embora porque estou cansado, porque a saúde já não é a melhor, já tenho alguma dificuldade de locomoção...'

Se fosse apenas por isso, só teríamos que respeitar, de sermos até solidários - porque Fernando Melo como pessoa, deve merecer-nos o mesmo respeito que todos os valonguenses merecem e a quem ele em boa verdade nem sempre tem respeitado!

No entanto, pagar na mesma moeda, poderia satisfazer alguns, mas ficaremos bem melhor connosco próprios não cometendo os erros que ele cometeu ao longo dos seus mandatos.

Portanto, não sendo pelas razões avançadas, Fernando Melo só pode ir-se embora, apenas porque não tem orçamento para continuar a funcionar à sua maneira - a dos velhos  tempos áureos das 'vacas gordas' e do inesgotável 'filão das minas de Valongo'.

Fernando Melo vai-se embora, porque não aceita ter de adaptar as suas despesas de representação a um cartão de crédito a que o estado de falência obrigou a  retirar demasiados quilates com a consequente e significativa perda do ofuscante brilho que o tom 'dourado' lhe dava. Ora todos sabemos que o brilho do ouro, num 'cartão/chave virtual', tem o efeito semelhante à sua correspondente física: abre muitas portas e até consegue transformar plebeus em autênticos reis (da festa). 

Fernando Melo vai-se embora, porque se cansou de ouvir vezes demais para o seu gosto, exigências de processos disciplinares, críticas contundentes, questões desagradáveis envolvendo gente amiga - e de lhe virem sistematicamente com a velada ameaça: 'se o Senhor Presidente não se sentir confortável, nós apresentaremos a proposta por escrito para ser votada por esta Câmara' e ter que respirar fundo, contar até dez e depois responder que não seria preciso, porque mandaria fazer o que diplomaticamente lhe estava a ser exigido.

Fernando Melo vai-se embora, porque retirou o Pelouro das finanças ao Vereador emigrante que o detinha, alegadamente para o reforçar (ao Pelouro)  com o peso do seu estatuto político e o seu poder de lobby(?) e ao fim de todos estes meses, o resultado está à vista.

Fernando Melo vai-se embora, porque como tem ficado patente em muitas das intervenções dos seus parceiros de coligação na Assembleia Municipal, o 'estado de graça' já se esfumou há imenso tempo e já não conta com os incondicionais 'adoradores de deuses falsos' do costume.

Finalmente, Fernando Melo vai-se embora, não por ter deixado de gostar de ser Presidente, mas por ter constatado que nós já há muito que tínhamos deixado de gostar de o ver por ali - pela Câmara - de vez em quando e pela Assembleia Municipal, quase nunca!

Fernando Melo merece no entanto o nosso agradecimento, por nos poupar o esforço supremo em termos democráticos que seria o de mais tarde ou mais cedo termos de o 'empurrar democraticamente borda fora': a profunda reflexão que nos prometeu numa reunião de Câmara umas semanas atrás e que o conduziu ao anúncio da sua saída, tornado público na passada sexta feira, tem pelo menos o mérito de poupar dinheiro ao País em campanhas eleitorais antecipadas numa altura em que ele faz falta para pagar a factura da luz e do gás e até a conta do padeiro. 

Bem haja por isso 'dinossauro excelentíssimo' por ao menos por uma vez ter tido uma atitude desprendida que nos merece incondicional aplauso - embora umas más línguas tenham vindo logo a público dizer que chegou a perguntar aos Serviços se não teria direito a alguma indemnização.

Coisas de gente maldosa que não é capaz de respeitar os vencidos numa altura em que eles já estão por terra e merecem pelo menos, ser tratados de acordo com a 'Convenção de Genebra' - com as devidas adaptações à nossa escala...

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publicado por cneves, em 11.05.12 às 23:59Link do post |  O que é?

 


Vencido pelo cansaço de não fazer nada, ou pior, de fazer tudo errado, ameaçado pela oposição com processos por gestão danosa, detentor de um palmarés invejável de gafes e situações embaraçosas para os valonguenses, mas (ainda) com um ego do tamanho do mundo, foi difícil convencê-lo a partir para o remanso do lar. Valongo ficará seguramente a ganhar com a sua partida, mas mais importante que isso é saber se ganhará com quem lhe sucede.

 

Inegavelmente mais assertivo, tem no entanto deixado transparecer episodicamente algum pendor para um autoritarismo de tipo idêntico ao do 'futuro antecessor': é dele uma frase que cito de memória a propósito das intervenções do público - na circunstância visava-me a mim próprio:

"Se gosta tanto de falar, de intervir em todas as reuniões, tem um bom remédio: candidate-se, ganhe eleições e depois já pode falar à vontade"...

Uma boa(?) definição para um certo entendimento sobre o conceito de 'democracia representativa' que tem medrado a olhos vistos naqueles corredores, mas que esperemos não venha a fazer escola para bem de Valongo!

Preocupante a dita frase? eu também acho, mas é hábito nestas circunstâncias, concedermos sempre o benefício da dúvida a quem chega de novo e ainda por cima numa altura difícil e julgo que neste caso não deve haver excepção...

 

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publicado por cneves, em 11.05.12 às 20:05Link do post |  O que é?

Se existem pessoas com razões mais que suficientes para defenderem a democracia representativa, eu sou uma delas. Ao longo dos mais de 40 anos de democrata que me orgulho de ser – de forma consciente e assumida, obviamente, que ‘democrata’ já eu tinha escrito na testa quando nasci, mas só comecei a dar por isso um pouco mais tarde -  fui-o na ‘forma representativa’ em inúmeras situações relevantes desde a representação em comissões de trabalhadores  e no movimento sindical de base de uma das então grandes empresas do País e passando pelo desempenho de cargos de direcção  em estruturas de topo – se é que se pode aceitar esta designação - no movimento sindical português.

 

Um dia destes, ainda vou conseguir arranjar tempo e vontade para preparar uma versão em papel do meu portefólio pessoal,  devidamente encadernada  e depois oferecê-la a um ou outro democrata representativo da nossa Câmara que me anda a incomodar com definições minimalistas sobre o conceito de Democracia Representativa. Bem sei que esse entendimento minimalista que alguns vereadores têm sobre as funções em que foram investidos pelos eleitores, não é uma pecha de que apenas Valongo padeça. Todos sabemos que poucos são os deputados nacionais que têm a preocupação sistemática  – e o respeito também – de se reunirem periodicamente com os eleitores do seu círculo, ou pelo menos com aqueles que integraram o seu staff eleitoral e sem os quais não teriam conseguido seguramente subir o caminho que os conduziu ao pódio. Mas uma coisa é sermos ‘representados’ por omissão – a situação mais habitual, menos lesiva, mas nem por isso menos criticável -  outra bem diferente é sermos representados de forma errada, comprometedora dos nossos legítimos interesses e desnecessariamente litigante em relação a pessoas que por razões que não vêem ao caso, até nem mereceriam que o fizéssemos.

 

E como tudo poderia ser diferente se as regras mínimas de articulação que a nós próprios nos ‘impusemos’  na nossa relação com os eleitos e na deles connosco, estivessem a ser devidamente aplicadas.

 

Vem isto a propósito da reunião de Câmara de hoje – deveria ter sido por aqui que eu deveria ter começado – e de uma  intervenção de um Vereador da Coragem de Mudar que independentemente de poder ser feita à mesma, de não estar em causa o direito que tinha de a fazer, deveria ter sido direccionada para alvos reais e não virtuais, alvos bem ‘grandes’ por sinal e onde até seria mais fácil acertar e ao cidadão comum compreender as verdadeiras razões porque gastamos as nossas munições.

 

Assim, tenho ideia que vão ficar a pensar que nos andamos apenas a entreter numa divertida 'caça aos gambozinos' deixando o ‘tubarão’ – há quem lhe chame ‘polvo’ - à vontade para continuar a provocar os estragos do costume...

Como diria o Diácono Remédios – um ‘boneco’ criado pelo grande Herman José – ‘não havia necessidade’! E a frase fez hoje todo o sentido, na reunião pública de Câmara.

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publicado por cneves, em 10.05.12 às 19:39Link do post |  O que é?

Na Câmara de Valongo não existe corrupção. A Justiça é que sofre de alucinações!

 

Na Câmara de Valongo não existe incúria ou falta de lealdade que possam representar motivo para instaurar processos disciplinares a funcionários superiores. A oposição é que anda com a 'mania da perseguição' e obrigou o Presidente - que como se sabe foi 'feito refém'  há alguns meses atrás e se encontra manietado desde então - a instaurá-los!

 

Na Câmara de Valongo há apenas excelência autárquica. A oposição e a maioria dos valonguenses é que sofrem de deficiência visual congénita e só conseguem ver defeitos onde existem qualidades 'acima da média'!

 

(Se calhar, é devido a essa 'deficiência' que quando percorremos o território do Concelho, por mais que tentemos 'usar a imaginação', apenas conseguimos ver um rei que vai nu e ainda não deu por isso!).

 

Para que os valonguenses não se esqueçam, vale a pena relembrar aqui, dois dos casos (ainda) em julgamento - entre muitos outros que conseguiram de várias formas, passar pelos 'pingos da chuva', onde se inclui o da famosa certidão que levaria Fernando Melo a julgamento, mas que se esfumou por artes mágicas, que nessas Valongo tem de facto nome feito.

 

Apesar da gravidade das acusações dos tais dois casos que a seguir repesco do JN, eles não implicaram em nenhuma consequência para os visados nem para o exercício das respectivas e relevantes funções na Câmara e pelos vistos também não representam nenhum desconforto para os mesmos:


PS: Impõe-se aqui a frase do costume: "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória".



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publicado por cneves, em 08.05.12 às 22:28Link do post |  O que é?

Desta vez à sexta feira - dia 11 de Maio - reunião pública semanal da Câmara de Valongo.

'Ementa' espartana, que não há dinheiro para grandes 'iguarias' e o governo não ata nem desata no desbloqueamento da tal 'linha especial de crédito' para as autarquias.

Assim sem orçamento e com duodécimos bem regrados, fica difícil fingir que se desenvolve trabalho, quanto mais executá-lo mesmo!

Depois dos valonguenses terem depositado as maiores expectativas (?) no 'poder de lobby' de Fernando Melo, na altura em que retirando todos os pelouros a Arnaldo Soares declarou que era 'para usar a sua influência e  o seu peso político' na gestão do Plano de Saneamento Financeiro, constatam ao fim de poucos meses,  que afinal está tudo pior que na mesma, isto é, mal e que o homem não tem peso nenhum, que corre mesmo sérios riscos de levantar voo se não houver o cuidado de lhe colocarem algum lastro em alturas de maior turbulência.

Talvez seja exactamente por isso que ele evita aparecer em lugares desamparados como sessões da Assembleia Municipal e outros sítios igualmente 'ventosos'.

Seguramente com a melhor das intenções, muitos valonguenses, uns mais ilustres que outros - politicamente falando, claro! - têm vindo a aconselhar Fernando Melo a 'abdicar do trono' e a entregar a navegação a gente com mais peso efectivo e mais genica para a 'navegação não assistida', mas ele habituou-se de tal maneira àquele confortozinho que o lugar proporciona, que por mais que lhe digam que a qualidade das pantufas evoluiu muito nos últimos anos, que a televisão já tem dezenas de canais que passam filmes o dia todo - alguns até, veja-se, de banda desenhada! - não há maneira de o convencer!

Continuamos portanto com uma Câmara 'fechada para obras', com uma máquina semifuncional ou semiparada, - a eterna história do copo meio cheio ou meio vazio - com despesas correntes fixas que 'comem' todo o duodécimo e não sei se chega.

Mas enfim, que é que se pode fazer, se quem pode mudar as coisas não quer e se entretém por enquanto a 'contar espingardas' e quem quer (nomeadamente o povo de Valongo) não tem poder de iniciativa nos termos da lei?

Cá vai então a ementa, perdão, a Agenda de Trabalhos:



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publicado por cneves, em 07.05.12 às 18:57Link do post |  O que é?

Uma semana mais tarde, reune na próxima quarta feira pelas 21,30 horas a Junta de freguesia - local habitual e com uma Ordem de Trabalhos em formato bem minimalista - para não variar:

Se me é permitido dizer isto aos alfenenses (uma vez mais) não é por terem uma Ordem de Trabalhos pouco extensa que as reuniões deixarão de representar uma boa oportunidade para apresentação de problemas, para fazer críticas, ou até - que 'gostos não se discutem' - para tecer louvores.

Àqueles que pela sua idade não tenham passado por isso, eu direi que sou do tempo em que os cidadãos não tinham esta oportunidade - e bem que gostariam então de a ter.

Agora que a têm, convém que não a deixem cair em desuso

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