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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO E O 'PRINCÍPIO DE PETER'

Toda a gente já percebeu, eu já escrevi, os jornais regionais e alguns nacionais também  eo  próprio o confirmou, que João Paulo Baltazar será 'o candidato' à presidência da Câmara de Valongo em 2013. Entende-se que assim seja, percebe-se que o PSD local e Nacional não possam nem queiram ser inovadores, atrevendo-se a contrariar pela primeira vez, o conhecido 'Princípio de Peter' (Laurence Johnston Peter) - "Num sistema hierárquico, todo o funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência" - Wikipédia.


João Paulo Baltazar começou por baixo aprendeu a 'arte' num percurso feito à moda antiga, como 'aprendiz, oficial de terceira, segunda, primeira' e foi por ali acima até chegar à 'gerência', já moldado, formatado, igual ao mestre, isto é, incompetente como ele - e aqui, 'incompetente' não não envolve obviamente qualquer tipo apreciação pessoal, mas apenas funcional...


(Um parênteses para dizer, que na fase imediatamente anterior à abdicação de Melo, 'criador e criatura' já se confundiam sendo que neste caso, não foi seguido um outro princípio também muito conhecido, segundo o qual, o criador tende a matar a dita').


Funcionando de acordo com a matriz 'meritocrática' atrás referida que regra geral, não admite a despromoção (uma excepção recente apenas para Arnaldo Soares) é uma espécie de pirâmide invertida com escadinhas em que cá, como noutros municípios que que aplicam o mesmo princípio, a 'solução' é alargar cada vez mais o imenso topo e preencher os degraus que vão vagando, a partir do vértice/base,  não por saída de ocupantes, mas pela subida dos mesmos, num ciclo infernal interminável em que um dia a pirâmide, com tão desconforme topo, acaba por entrar em inevitável desequilíbrio - estrutural, conjuntural ou o que se lhe queira chamar e ou é escorada de forma robusta, ou acabará por ruir sobre si mesma numa espécie de implosão sem necessidade de explosivos.


Na fase do 'equilíbrio' relativo, a analogia mais fiel será a do pião da nossa meninice, bojudo, mais ou menos pesado, mas que lá se vai movendo sobre o bico metálico, enquanto a energia gerada pelo lançamento não descer abaixo de um determinado limite.


Na (invertida) pirâmide/pião de Valongo, estaremos prestes a ultrapassar o referido limite com o inevitável risco de desabamento  - se entretanto o 'senhor dos Passos' continuar a dizer e a agir em conformidade: 'que se lixem as eleições'...

publicado às 10:40

REACTIVADA A 'FRENTE DEMOCRÁTICA DE LIBERTAÇÃO DE VALONGO'

Dada a relativa actualidade do assunto, aqui se reproduz o texto da rendição de Fernando Melo perante o 'Comando Supremo da Frente Democrática de Libertação de Valongo' e ao qual fizemos referência na altura num outro espaço (o 'Facebokas').

Chegaram-nos entretanto notícias algo preocupantes em relação ao integral respeito do generalíssimo pelas cláusulas de rendição acordadas, nomeadamente:

a) Que antes de sair, terá oferecido o iPad a um dos seus afilhados entregando a embalagem original com um fragmento de tijoleira cortada à medida no seu interior e o celofane habilmente reposto, conseguindo iludir assim  a pessoa incumbida de fazer o espólio;

b) Que e em vez do telemóvel topo de gama, entregou um modelo contrafeito comprado na loja do chinês, que nem sequer dá para tirar fotografias e cujo menu vem todo ele em... chinês;

c) Que não devolveu as mangas de alpaca conforme foi acordado, sendo que neste caso o incumprimento assume especial gravidade, dado o inegável valor histórico - e não só - das mesmas, pois segundo consta, nunca terão sido lavadas o que as pode transformar em prova material de alguns 'actos ilícitos' eventualmente cometidos;

Em contrapartida, o generalíssimo deixou, seguramente por esquecimento, num canto do seu gabinete três caixas com garrafas de Barca Velha, colheita de 1966, estando por isso o Comando Supremo a ponderar, dado o seu elevado valor monetário, retê-las como compensação dos objectos referidos em a) e b) - com a condição de devolver o bem mencionado em c).

Por último e dado que a rendição não resultou em melhorias significativas para o Concelho - o 'Regente' clonado que assumiu funções saíu praticamente igual ao original - estamos em condições de garantir que o Comando Supremo está a trabalhar numa reformulação do clausulado do texto da mesma, que abaixo se reproduz, admitindo-se o retomar das hostilidades por parte da FDLV no sentido de conduzir a uma solução equivalente para o referido 'Regente' ou no mínimo à rigorosa parametrização dos seus poderes até à futura convocação das 'cortes' no ano excelentíssimo de 2013.

 

O Texto da rendição:

 

COMANDO SUPREMO DA FDLV - PROCLAMAÇÃO AO CONCELHO:


Após renhidos combates de rua que culminaram em vários episódios de luta 'corpo a corpo', envolvendo os combatentes da FDLV e a guarda pessoal do 'generalíssimo', de Valongo, este acabou encurralado sem espaço de progressão, pelo que só lhe restava a fuga incondicional ou negociada.

Depois de depor (na passada sexta feira) e mandar aos seus que fizessem o mesmo, as armas de destruição maciça usadas ao longo de 18 penosos anos de desvarios no Concelho, foi negociado entre as partes um armistício pelo tempo suficiente para que:

a) O generalíssimo pudesse perguntar por escrito aos Serviços se teria direito a alguma indemnização e que pudesse aguardar a resposta sentado (ainda) na respectiva cadeira;

b) Conseguisse encaixotar os ditos 18 anos, separados por temas e com os devidos cuidados, não vá aparecer por ali de forma imprevista e inconveniente - nestas arrumações acontecem sempre surpresas - a incómoda certidão desaparecida anos atrás;

c) Que o generalíssimo findo este período, seja conduzido à residência, sem escolta e em viatura descaracterizada, onde ficará impedido de se ausentar para fora do território sem conhecimento e autorização prévios desta FDLV;d) Por último, o generalíssimo deverá devolver todos os bens materiais e imateriais pertencentes à comunidade, a saber:

Materiais:

O computador pessoal que nunca usou, o iPad que mantém na embalagem original e ainda com o celofane intacto, o telemóvel topo de gama com o qual nunca se conseguiu entender (poderá no entanto levar aquele 'tijolo' de funções básicas e fácil utilização, embora sem nenhum tarifário activo a partir do final do corrente mês) a viatura de matrícula espanhola recondicionada há alguns meses atrás (supõe-se que já legalizada) o motorista privativo (a escravatura já foi abolida faz uns bons séculos) e as mangas de alpaca que usava sempre que tinha que despachar algum processo mais conspurcado - os arquitectos têm a mania de andar com os mesmos por montes e vales e obviamente que os sujam.

Imateriais:

A versão draft da sua biografia autorizada, os seus longos e elaborados discursos em actos públicos e por último, aquele célebre vídeo do You Tube onde a propósito da sua previsão de uma monumental vitória eleitoral, ele se limitava a dizer ' vamos ganhar largamente'.São três peças pessoais de elevado valor histórico, que por isso mesmo justificam plenamente o presente confisco.

 

Assinado em Vallis Longus no dia 11 de Maio do ano excelentíssimo de 2012

Pel'O Comando Supremo da FDLV,

(ilegível)

Pel'Os vencidos,

('dinossauro excelentíssimo')

publicado às 15:30

'ALFENA TRADE CENTER' - ALGUÉM SE LEMBRA?


O 'gabinete de arquitectura' mais mediático para cá do rio Douro - pelos piores motivos, obviamente - trabalhou intensamente no projecto, preparou os dossieres até ao mais ínfimo pormenor - que ganhar dinheiro que se veja sem investir nada que se veja, também dá trabalho!

O engenheiro-arquitecto-desenhador sonhou riscou, fez maquetes, esticou terrenos para neles encaixar os desenhos à justa medida dos seus sonhos a a 'obra' - parte dela - nasceu.

Para ser tal como disse Fernando Pessoa, só faltou Deus, que nestas coisas de falcatruas os Deuses não costumam querer...

Como cogumelos, foram nascendo várias empresas e tal como eles quando não são aproveitados no tempo certo, tiveram quase todas vida efémera - umas colhidas pela crise que já por aí andava, outras simplesmente porque acreditaram no 'canto da sereia' que anunciava em trinados musicais a vinda próxima do polo que faria mudar tudo - para melhor, obviamente e segundo o engenheiro-arquitecto-desenhador: o 'ALFENA TRADE CENTER'

Tardou porém em saltar do papel para o terreno, seja porque o 'outro papel' - aquele que dá vida própria a tudo que sejam negócios - já começava a faltar, seja porque nunca terá passado de um enorme bluff, tudo começou a ruir a apodrecer a enferrujar a 'ir por água abaixo' e hoje, é aquilo que se vê: a vergonha de Alfena, precisamente junto à entrada da nossa querida cidade!

Entretanto, o gabinete onde se projectam sonhos e depois se  vendem futuros pesadelos, lá continua, na sua actividade produtiva seguindo em frente, a todo o terreno, indiferente às vítimas que vai deixando para trás.

Igual ao País, igual ao governo, igual à Câmara - que neste caso concreto tal como em todos aqueles onde tresanda a corrupção, não podia deixar de estar envolvida!

Está comprovado desde há muito que realidade e 'realidade virtual' são coisas diferentes, mas nunca é demais alertar para o facto de estas imagens serem simples fotomontagens, fruto da imaginação fértil do Sr. Camilo Moreira.


PS:

Em momento oportuno, colocarei aqui em confronto as fotografias correspondentes à dura realidade que se vive naquele espaço...

 

publicado às 23:45

VALONGO EM STAND BY - O FIEL ESCUDEIRO...

Apesar da 'revisão em baixa' da opinião que os portugueses têm vindo a formar sobre os políticos, questão transversal que abarca todo o leque partidário e não apenas aqueles partidos genericamente designados como do 'arco do poder', ainda podemos constatar alguns bons e honrosos exemplos de independência face às 'máquinas', sobretudo a nível do poder local, mas também na educação, na saúde e noutras frentes onde aqueles que mexem de uma forma mais próxima com as questões do dia a dia dos cidadãos que de algum modo representam ou servem, não hesitam nem por um momento em afrontar os interesses instalados, colocando sempre em primeiro lugar os dos seus representados.


Sempre que vemos uma referência a um desses casos, renasce em nós uma renovada confiança na democracia - uma sensação apesar de tudo dolorosa, por resultar de 'mortes e ressurreições' demasiadamente repetidas. Por isso é que nos desgosta, nos revolta, nos força por vezes a acentuarmos um pouco além da conta a truculência com que transpomos para a forma escrita, aquilo a que com desgosto vamos assistindo no dia a dia.


O caso de Valongo é paradigmático:


O comportamento subserviente, engajado, cumpridor de todas as ordens que vai recebendo dos que mandam a partir de Lisboa, por parte do novo presidente da Câmara contrasta de forma demasiado evidente com os casos exemplares - dentro do seu próprio Partido - a que já fizemos referência. Ele aceitou com demasiada facilidade ser um 'Fernando Melo II', não tendo a coragem de fazer o que se lhe exigia, de limpar o que se impunha, de afrontar os interesses instalados que todos conhecemos. Temos portanto um presidente clonado do anterior com todos os 'handicap' que a clonagem acarreta, mas encontrando mesmo assim e curiosamente, ânimo e falta de decoro bastantes, para se atrever a propor aos valonguenses que acreditem que está com eles e que devem votar no seu projecto em 2013!


Mas qual projecto?


Um presidente que garante aos valonguenses que a urgência do seu hospital não vai fechar e não apresenta nenhuma garantia nesse sentido - fala na palavra do ministro, mas desde quando é que a palavra do ministro vale alguma coisa? - não merece crédito! É que bastará um simples gesto dos 'governantes de facto' vindos de terras longínquas, para que o carrasco do Serviço Nacional de Saúde se 'esteja lixando' para o que quer que seja que tenha prometido! Aliás, tenho dúvidas de que Paulo Macedo saiba sequer onde fica Valongo, a não ser que um secretariozito de Estado que por lá anda a prazo, chamado Marco António Costa lhe tenha feito um boneco a explicar...


Um presidente que vai para os jornais exigir que a ARS-Norte desminta imediatamente o encerramento da Urgência e depois 'fica sentado à espera', limitando-se apenas a 'exibir como garantia' as suas próprias convicções tresanda a 'vendedor de banha da cobra' por todos os poros!


Um Presidente que não é capaz de afrontar o bando de 'afilhados de perfilhados e equiparados' de Fernando Melo e que este lhe deixou como herança inalienável e recomendação peremptória para que fossem tratados como sempre o foram no seu reinado, não merece sequer o benefício da dúvida!


Em 2013, não queremos clones de ninguém - sobretudo de alguém que marcou Valongo pelas piores razões!

Em 2013, temos de transformar a Câmara numa Instituição credível - e 'gerível' - libertando-a de quem apenas ocupa espaço tão necessário àqueles que trabalham - sim, porque na Câmara de Valongo há muita gente capaz, muita gente com vontade de fazer mais, mas confinada à minúscula 'prateleira' onde Fernando Melo normalmente arrumava aqueles que lhe estorvavam os movimentos e os negócios!


E entre todos esses, não está seguramente João Paulo Baltazar, ele que anda por ali desde 1993 como oficial às ordens ou fiel escudeiro do homem 'alegadamente mais corrupto' para cá do Rio Douro!

publicado às 13:30

A CRISE...

Vivemos tempos difíceis que alguns - talvez para facilitar o entendimento - designam de forma algo imprecisa por 'CRISE'.

Nestas alturas costumam medrar inúmeros focos infecciosos de etiologia distinta - sim, porque esta não é 'a crise' mas apenas mais uma entre as muitas que já tivemos - sendo que cada um deles conjugado de forma premeditada ou não, contribui para o avolumar da 'bola de neve' que irremediavelmente nos há-de conduzir um dia à trágica avalanche social, moral, ou mesmo civilizacional.

 

Não fazem (felizmente) parte da nossa tradição de pequeno País do Sul da Europa, aqueles folclóricos pregadores de rua anunciando o dilúvio final se não nos ajoelharmos para rezar a um Deus qualquer, se não seguirmos no fim do dia de trabalho - aqueles que o têm - para um qualquer templo de oração se não entrarmos numa qualquer 'corrente de energia' para esconjurar o mal causador de tudo isto. Mas poupados que somos ao 'massacre' destes vendedores da banha da cobra e de deuses a preço de saldo, restam-nos os comentadores televisivos, radiofónicos, os escrevedores de colunas de opinião, todos eles 'especialistas' em análise de crises, mas curiosamente também, todos eles a leste das razões históricas e mais ou menos remotas que a elas nos têm conduzido.

 

Por mim que não sou especialista neste tipo de análises a partir do sofá, não acredito em milagres de nenhum tipo e muito menos naqueles que visem corrigir as maldades dos homens. Se milagres houvesse, eles deveriam começar por impedir que este projecto idiota que vingou numa Europa que se pretendia dos cidadãos mas que se contentou em ser apenas do capital se tivesse mantido a cavar durante tantos anos a vala comum para onde os buldozer nos vão atirar um dia destes.

 

E para desconsolo de muitos teóricos que gostam muito de atribuir a estas desgraças uma relação directa causa/efeito entre a existência de diferentes regimes, que eles com toda a sua sabedoria catalogam ideologicamente - socialistas democráticos, totalitários, liberais, neoliberais, etc., etc., - esta crise trocou-lhes literalmente as voltas:

Qual 'ovo de colombo' ela é apenas o resultado da convivência conflituosa - no presente elevada ao extremo - entre ladrões e vítimas, sendo que do lado dos maus e sem qualquer distinção relevante entre eles, está o poder financeiro de que os governos são apenas a face mais visível e do lado dos roubados, estão os cidadãos individuais e as empresas de maior ou menor dimensão - aquelas que se regem por métodos socialmente validados desde há muitos anos, que também existem as outras que têm 'pontos de toque' com o 'covil dos quarenta'.

 

Enquanto não alterarmos a relação de forças entre os dois lados, enquanto não transformarmos um ou vários desses espaços designados por offshore, em espaços prisionais gigantes com capacidade para internar os '40 elevados à décima potência', nada será resolvido.

 

Ah! E não pode ser com base nos métodos actuais! Fafe talvez nos ajude  - e à Europa - a encontrar o caminho...

 

 

publicado às 13:48

CÂMARA DE VALONGO - A CRISE E AS CONTRADIÇÕES!

Como todos sabemos, a Câmara de Valongo tem uma maioria absoluta...mente minoritária. Tem por isso conseguido 'aguentar-se nas canetas' apenas com as conivências tácitas ou explícitas a 'norte' ou a 'sul' do centro do poder (duas a 'norte' e três a 'sul para sermos mais precisos).

De tão óbvio que isto é, nem vale a pena perdermos muito tempo a escalpelizar quem é que tem apoiado quem.

Mas quer queiramos considerar ou não relevante o problema que Fernando Melo representava para Valongo, a verdade é que com a sua saída, muitos caminhos passaram a ser possíveis, muitas correcções que se impunham passaram a ser exequíveis, muitos dos métodos de funcionamento da Câmara que se justificavam - que se impunham mesmo - depois da retirada de competências ao homem 'alegadamente mais corrupto a Norte da foz do Douro', deixaram de ser necessários a partir do seu abandono dos valonguenses.

Como todos recordarão, com a 'despromoção' de Fernando Melo, as reuniões da Câmara passaram a ser semanais, sendo que por cada uma delas, os Vereadores sem pelouros atribuídos e portanto, sem estarem em regime de tempo inteiro ou meio tempo, recebem uma senha de presença de 75,00 euros.

Ora tirando aquele ponto de 'antes da ordem do dia' em que alguns dos intervenientes da oposição gostam de exibir - com todo o direito e legitimidade - os seus dotes oratórios, os assuntos da agenda são despachados em menos de uma hora (a penúltima reunião durou mesmo meia hora e a última, em que não pude estar presente, acho que andou próximo disso).

Basta pois de inventarmos motivos para facturarmos! Se estamos em crise, comportemo-nos de acordo com as exigências da mesma: cortemos nas mordomias e nas despesas prescindíveis.

E não esqueçamos que as reuniões de Câmara, além da despesa directa que já referi, exigem a presença de duas funcionárias que tratam do apoio processual e da recolha de elementos para a elaboração das actas, de um funcionário incumbido da gravação áudio, do chefe de gabinete do presidente e às vezes, da interrupção do  trabalho de outros funcionários, para virem esclarecer pequenas dúvidas suscitadas pelos Vereadores.

Neste momento, ninguém conseguirá justificar sem nos contar uma 'grande história', a necessidade de reuniões semanais!

publicado às 12:58

EM VALONGO NADA DE NOVO - O QUE (NESTE CASO) É MAU!

Valongo da nossa desgraça' - como tantas vezes tenho escrito e me criticam por o fazer - continua a caminhar calma e serenamente rumo ao nada, ao zero absoluto!

Claro que bem gostaria de escrever coisas diferentes, bem gostaria de ter de seleccionar entre muitos motivos de orgulho, aqueles mais importantes para os poder destacar, bem gostaria de assinalar o empenho do novo presidente de Câmara na mudança de paradigma do Concelho, na limpeza da máquina, na anulação dos lugares cativos distribuídos por Melo, colocando os afilhados a trabalhar ou quem sabe, negociando com os mesmos a sua saída - porque tenhamos a noção de uma realidade incómoda: na Câmara há gente a mais! -  no controle da despesa, na moralização do uso de bens públicos como viaturas, telemóveis, computadores pessoais - ou tablets como agora está na moda - nos tarifários das comunicações móveis, etc., etc.

 

Mas isso doi! Isso iria incomodar a 'outra máquina', a do Partido, onde nem tudo está ainda sob controlo!

João Paulo não tem pois margem de manobra para fazer o que deve e no meio deste deserto de inacção - que contrasta com a actividade que se constata apesar da crise, nalguns Concelhos vizinhos - o único contributo que nos vai fazendo a diferença é o das Associações, a nadar em dificuldades por falta de apoios - que diga-se desta vez em abono da verdade, a Câmara não pode dar-lhes, porque não tem nem com que 'fazer cantar um cego'!

 

Dizem-me alguns tristes e desempregados políticos de última hora, que escrever sobre isto é denegrir Valongo. Dizem até, veja-se como são as coisas, que quem governa a Câmara está a trabalhar e aproveitando a embalagem e o assunto do encerramento das urgências, chegam ao desplante de produzir este tipo de afirmações:

'(...) vamos avançar, pois a questão das urgências do hospital de Valongo já esta resolvida (?) não por parte de quem critica mas sim por parte de quem trabalha' (?) - Paulo Vale Neves dixit - (PVN é 'braço direito, ou esquerdo de Afonso Lobão, o homem que escreve por ele no blogue OK Valongo  e no Facebook, que ao que parece, o Dr. Afonso não se entende muito bem com as novas tecnologias!) - mas sobre isto não quero alongar-me mais, que não sendo minha a 'seara' não devo meter nela a minha 'foice'.


Claro que o grupo Afonso Lobão, a braços com enormes vigarices internas, vai-nos entretando - e aos valonguenses - com este tipo de comentários, talvez com a ideia de que assim fazendo, se livram do risco que correm de enfrentar a Justiça - porque os Partidos também são obrigados a cumprir regras e parece que eles não as cumpriram nas últimas concelhias de Valongo - sobretudo em Ermesinde.


Mas não falemos de quem não tem arcaboiço, nem político nem pessoal, para ser motivo de conversa e falemos antes de uma Câmara que urge devolver ao Povo, uma Câmara onde existe tanto para fazer, que quem se perfilar para a 'roubar' ao PSD, só pode contar com muito sacrifício pessoal e nunca pelas razões infelizmente habituais. Mas vai ser uma batalha difícil! A Câmara de Valongo é o centro de muitos interesses ilícitos! É uma espécie de 'casa dos segredos' onde ninguém dos que lá estão quer pensar na expulsão - significando isso que o seu segredo foi descoberto e há-de ser conhecido por todos os que não dava jeito nenhum que o conhecessem!


Pelo meio, veremos alguns exóticos camaleões a mudar de cor, veremos coisas que nos incomodarão, veremos alianças espúrias, veremos muitos a dar o dito por não dito - o que nos obrigará a muita 'pesquisa histórica' para os desmascarar, mas se no fim disso tudo Valongo ganhar, ganharemos todos ainda que a tranquilidade de uns poucos - aqueles que terão de enfrentar o 'monstro' - o seu 'direito' ao repouso no fim do dia, o normal e regular convívio com a família, tenha que sofrer algumas adaptações.

 

 

 


publicado às 11:17

REPOSICIONAMENTOS TÁCTICOS...

Agora já é seguro: Seguro acaba de receber a desvinculação do Dr. Afoso Lobão de militante do PS.

Não gosto de 'meter a foice em seara alheia', mas deixar um Partido onde já foi 'Grande' só porque nas voltas da vida perdeu uma batalha eleitoral a nível concelhio?  Sinceramente, parece-me pouco...

E olhe que falando em processos menos transparentes, ainda me está 'a dever' - a dever, porque foi o Dr. Afonso Lobão que me disse que um dia ainda me falaria sobre isso, a propósito do que então escrevi no meu blogue - a 'tal' explicação sobre algumas insólitas ajudas por parte de uns quantos alfenenses - não socialistas - nos contactos pré eleitorais para a sua candidatura!

E por aqui me fico, que cada um tem o direito de escolher a forma que mais lhe convenha para a sua intervenção política - ou até, de não escolher nenhuma e 'calçar simplesmente as pantufas'.

 

Notícia do JN de Hoje

publicado às 12:36

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