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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

DESCULPAS DE MAU PERDEDOR (OU MAU PAGADOR)?

 

 

Com a devida vénia ao JN reproduzo abaixo a notícia hoje publicada e assinada pelas jornalistas Carla Sofia Luz e Dora Mota:


 

 

Título: 115 militantes deixam PS/Valongo em rutura com líderData: 28-02-2013
Fonte: Jornal NotíciasPáginas: 16 
  C/ Foto | PB
 

115 militantes deixam PS/Valongo em rutura com líder  
 
VALONGO  
 
HÁ 115 MILITANTES, incluindo três deputados municipais, de saída do PS de Valongo. A debandada em rutura com o líder da Concelhia e candidato socialista à presidência da Câmara local aconteceu nesta semana. A gota de água foi o convite de José Manuel Ribeiro ao movimento de cidadãos Coragem de Mudar (terceira força política no concelho) para firmar uma "coligação" nas próximas eleições autárquicas. A oferta de lugares elegíveis na lista dos socialistas à Câmara e à Assembleia Municipal de Valongo desagradou a mais de uma centena de militantes, que deixaram duras críticas a José Manuel Ribeiro num comunicado interno e já fizeram chegar o pedido de desvinculação à sede nacional do PS. A Concelhia de Valongo possui cerca de 1500 militantes.  
 
As deputadas Raquel Campos e Cândida Bessa (mulher do vereador Afonso Lobão, que se desvinculou do PS há um ano também por litígios com o líder do PS/Valongo) vão ocupar o lugar na bancada da Assembleia Municipal de hoje na condição de independentes. Também Sérgio Bessa, segundo deputado suplente, figura na lista dos 115 socialistas decididos a abandonar o partido.  
 
Os militantes condenam o "clima de sectarismo", imposto por José Manuel Ribeiro, "que, em vez de unir, está a dividir o partido local". No comunicado interno, apontam para a imaturidade e a falta de experiência e sensatez do candidato socialista, do qual não conhecem uma ideia mobilizadora para o concelho. "Desvaloriza os quadros do PS de Valongo, comprando apoios com oferta de lugares. Sendo assim, não nos revemos neste candidato e na prática deste partido", acusam ainda.  
 
Ao JN, José Manuel Ribeiro garantiu que não há problemas no PS/Valongo e preferiu assinalar o desafio eleitoral que se aproxima: "Estou concentrado na campanha eleitoral e nos problemas de quase 10 mil desempregados do concelho e das famílias que passam dificuldades que têm uma Câmara mal governada há 20 anos".  
Carla Sofia Luz e Dora Mota  
 
DEPUTADOS NÃO DEIXAM ASSEMBLEIA .  
 
Cândida Bessa e Raquel Campos saem do PS, mas não deixarão de ser deputadas municipais. "Não perdemos os direitos de cidadania. Fomos eleitas e vamos continuar a participar", sublinha Cândida Bessa. que passará a desempenhar o cargo como independente.  
 
"Estou concentrado nos problemas dos quase 10 mil desempregados que têm uma câmara mal governada há 20 anos". José Manuel Ribeiro Líder do PS/valongo

 


Não gosto de meter foice em seara alheia - nem os socialistas de Valongo precisam ou aceitariam que o fizesse. Porém, como a Coragem de Mudar aparece de certa forma como 'alibi' para a saída desses 115 socialistas(?), vamos tentar colocar 'os pontos nos ii'!

Aquilo de que esta notícia trata, não passa - reduzida à sua verdadeira dimensão - de um claríssimo caso de 'mau perder' por parte de Afonso Lobão e para que se perceba do que falo, sempre é bom que se conheçam todas as variáveis do 'problema'. Aqui e para que fique registado,  Afonso Lobão está a esconder deliberadamente a mais relevante de todas:

Na sua legítima tentativa de ganhar a concelhia do seu partido, ele não hesitou no entanto em recorrer a métodos criticáveis sobre os quais já aqui falei na altura, desde o arrebanhar de militantes de outros concelhos, apresentando moradas que não correspondiam às verdadeiras, com quotas pagas por atacado e outras irregularidades similares, comportamento que terá dado origem a um processo interno cujo actual estado desconheço como é óbvio.


Mas Afonso Lobão fez coisas igualmente criticáveis sob o ponto de vista ético - e não sei se estatutário: Em Alfena - e provavelmente não só - entregou listas de socialistas inactivos a pessoas que não tinham nem têm nada a ver com o PS, que fizeram e continuam a fazer muito mal a Alfena, que se envolveram e continuam envolvidos em negociatas ilícitas, para que tentassem com a sua influência, ganhá-los para o apoio à sua Lista de candidatura. 

Perdeu mesmo assim, mas nem por isso aceitou democraticamente a derrota e por isso desvinculou-se já há algum tempo do PS. É um direito seu mas ao qual, como qualquer pessoa de bem faria, ainda por cima com o grau de responsabilidade que detinha como eleito pelo PS, deveria corresponder a devolução ao Partido, do seu lugar de Vereador - porque sendo o voto secreto, ele não pode ter a certeza que os votos que o elegeram estejam todos com ele em relação ao seu mau perder!

Nem o fez ele, nem o fazem os deputados municipais de que a notícia fala e que tomaram agora idêntica atitude e isso é igualmente criticável sob o ponto de vista ético.


E já que a notícia fala na Coragem de Mudar, antes de passar à questão de fundo, refiro aqui a atitude do nosso deputado Eng.º Bandeira que considerando em determinado momento que na Assembleia Municipal o nosso grupo não estaria de corpo inteiro a servir os interesses dos Valonguenses e sobretudo daqueles que votaram em nós e de acordo com os princípios que ele defende, decidiu apresentar a sua demissão - porém, com o cargo 'anexo' para ser ocupado pelo suplente seguinte!


Agora a questão do 'acordo entre o PS e a Coragem de Mudar' envolvendo lugares elegíveis:


Esta é uma completa mistificação, partilhada aliás e em abono da verdade, entre Afonso Lobão e elementos da Coragem de Mudar entre os quais se contam os dois vereadores eleitos pela nossa Associação!


Tivemos um único encontro - a Direcção da CM e a Comissão concelhia do PS - e em momento algum se falou em lugares. Aliás e como não poderia deixar de ser, a única coisa que prometemos é que iríamos ouvir os nossos eleitos - o que já fizemos - e depois os nossos associados - o que vai ocorrer no próximo dia 16 de Março.

Se a opinião for a de juntarmos forças para pôr cobro a 18 anos de desvarios em Valongo, os quais e para os mais distraídos, não terminaram com a saída de Fernando Melo, pois continuam bem visíveis no terreno,  teremos mais possibilidades de ajudar os valonguenses a fazer um apelo a um suplemento energético de coragem para mudar o paradigma da governação do nosso Concelho - onde impera ainda e por enquanto, uma claríssima sequela que eu já designei por 'reinado de Fernando Melo II'.

Se pelo contrário, for outra a opção, ela não será nunca - disso temos a certeza - a de apoiar ou pactuar com o desvario! Não está no nosso 'ADN' por muito que isso pudesse agradar a alguns - e também não somos do tipo de 'pegar de enxerto'!


É este o ponto da situação no que à Coragem de Mudar diz respeito e embora a título individual - mas com a certeza de que sou acompanhado pela totalidade da Direcção - não posso aceitar que me atribuam processos de intenção ou de reserva mental, capaz de andar com um acordo no bolso e a dizer aos nossos associados que não está nada decidido.


Encontrem os 115 militantes(?)' voadores' que agora anunciam o 'abandono' do PS com base nesta falácia outro álibi, porque este não cola! E deem-se por satisfeitos alguns, por o seu caso não ter assumido contornos de caso de polícia que era o que mereciam que acontecesse - Paredes é ali ao lado, mas não pertence a Valongo!


Apenas um apontamento final bastante curioso: Toda esta encenação ocorre no momento em que Marco António Costa promove Afonso Lobão a Director, na estrutura do Centro Distrital do Porto da Segurança Social.

(Parêntesis para referir que talvez isso o ajude a regularizar uma dívida de alguns milhares de euros ao Partido, ainda da última campanha eleitoral e da qual ouvi falar há já bastante tempo atrás, mas que julgo que ainda se mantém. Fechar parêntesis) - recorte a seguir:


Há quem acredite em bruxas. Eu claramente não acredito, mas os espanhóis têm uma frase  engraçada que contraria as minhas convicções: '(...)pero que las hay las hay'! 

publicado às 15:21

E SE ANGOLA SE LEMBRA DE COMEÇAR A INVESTIGAR A LUSA CORRUPÇÃO?

 

Já aqui escrevi várias vezes sobre coisas com as quais não concordo relativamente ao regime angolano: uma vasta casta de governantes que se locupleta com a imensa riqueza que aquele grande País consegue gerar e que deveria reverter prioritariamente em benefício do seu Povo maravilhoso, exibindo ostensivamente uma cultura de novo riquismo por várias capitais do mundo rico, sobretudo da Europa - que os diamantes e o petróleo dão para tudo.


Mas isso sou eu a dizê-lo ou a escrever na qualidade de simples cidadão e coisa bem diferente, é a nossa Justiça, que se esmera em proporcionar 'alçapões' para os nossos criminosos e corruptos mais 'ilustres' que se escapam pelas malhas que eles próprios tecem à sua respectiva medida, andar agora a investigar uma hipotética lavagem de dinheiro do Procurador Geral da República de Angola!


70 mil dólares, parece ser o valor denunciado pelo banco Santander Totta relacionado com uma transferência a partir de uma offshore!


Mais do que isso, gastou Sócrates naquele pequeno almoço com Luis Figo.

Mais do que isso ganhou Cavaco usando informação privilegiada sobre os timings para investir e resgatar aplicações no BPN e ninguém investigou nada sobre isso - Oliveira e Costa ainda chegou a estar preso, mas o estabelecimento prisional não tinha televisão por cabo e mandaram-no aguardar (sentado) em casa!

Mais do que isso. gastou o grupo Espírito Santo a 'comprar motosserras' para abater sobreiros e ninguém se incomodou.

Mais do que isso gastou Portas a comprar submarinos que não temos dinheiro para manter a flutuar e continua a trautear o corridinho 'com os ditos a tiracolo' - sem contrapartidas e sem nenhuma condenação relacionada com o incumprimento das mesmas - e ninguém vê mal nenhum na sua continuação como ministro. Aliás, com tantos 'rabos de palha', curiosamente ainda consegue ser um dos melhores ministros do incompetente governo de Passos Coelho!


Por isso Angola e os jornais cujos editoriais costumam funcionar como uma espécie de posição oficiosa do governo, neste caso têm toda a razão:

Portugal nunca, mas mesmo nunca poderá ter o direito de 'atirar a primeira pedra' a ninguém em tudo o que tenha a ver com corrupção!

Portugal - o regime que não a Pátria portuguesa - tem CORRUPÇÃO como apelido!


A Justiça portuguesa, uma Justiça de casta, parcial e direccionada, lenta por opção própria ou dos políticos a quem beneficia, encontrou agora um novo 'brinquedo': investigar a eventual corrupção de estrangeiros e pior do que isso, anuncia-o para se tornar ela própria o centro das luzes da ribalta.

A nossa Procuradoria Geral da República ainda não se deu conta de que a música que imagina escutar é apenas uma gravação pirata e que a seguir à ribalta não existe nenhuma orquestra, não existe sequer o habitual fosso onde costuma tocar mas sim um precipício sem fundo para onde com a sua ajuda todos vamos caminhando.

Qualquer dia, teremos a nossa PGR a investigar os negócios de alguns dirigentes chineses ou o mensalão do Brasil! 


Haja pachorra para tanta ausência de bom senso!

 

publicado às 22:22

UNIDOS por ALFENA, MAS SEM EXAGEROS...

Nunca tal se viu na 'casinha de bonecas' de Alfena - por enquanto aquela que a nossa cidade merece, não passa de uma miragem consubstanciada na promessa de cedência por parte da Câmara de uma parcela de terreno público na urbanização Francisco Sá Carneiro.

O insólito ocorreu na última reunião pública da Junta, onde os Unidos por Alfena não conseguiram esconder mais as fissuras de já que se falava à boca pequena, mas que agora se tornaram evidentes.

 

Como todos sabemos desde a primária, o número 5 (tantos são os elementos do executivo da Junta) não é divisível por dois - quando muito, poderia dar-se o caso de ficar o 'livro' com metade das folhas para cada lado e a lombada presidencial funcionar como charneira, mas parece que as coisas não vão de feição para o lado da charneira, talvez porque já cheira a palco eleitoral e nesta matéria, as independências por estes lados, já não são aquilo que eram na versão original dos UpA.

 

Não é que ao contrário do que sempre fazia questão de nos explicar o digníssimo presidente - "toda a gente percebe que os assuntos quando chegam a estas reuniões para serem votados, já foram previamente discutidos e por isso, ninguém deve estranhar a rapidez com que essa votação é feita" - agora a maioria anda a fazer-lhe muitas perguntas, a colocar muitas objecções, a lembrar coisas que ficaram de ser feitas, mas obviamente não o foram!

 

Na última reunião, quase caíu o Carmo e a Trindade, porque a parte minoritária dos UpA (Rogério Palhau e António Peixoto) - desculpem a ilacção que eu retiro do contexto em que a reunião decorreu, mas neste caso, acho que aquilo que parece, desta vez é mesmo - está disposta a aceitar uma pequena intervenção da Câmara no espaço sob o viaduto da A41. Segundo Rogério Palhau, ela terá lugar na parte menos controvertida e aquela que menos riscos corre de ser alvo de providências cautelares por parte dos expropriados.

A maioria de 3 achou que "não podia ser assim, que a Câmara se tinha comprometido com um projecto e agora quer apenas fazer uns arranjos, que mais isto e mais aquilo e aqueloutro e - isto sim relevante! - "esta questão não foi discutida entre nós e portanto, teremos que ver exactamente os contornos do 'projecto revisto', que a Câmara se propõe executar".

 

(Abro um parêntesis para informar que questionei o presidente da Câmara na última reunião pública deste Órgão e foi-me dito que a coisa se resumiria a "um pequeno arranjo com uma pequena camada de betuminoso, na zona do lado esquerdo da Rua de S.Vicente, no sentido Alfena-Ermesinde, que desse alguma dignidade ao espaço e alguma possibilidade de utilização - foi dado o exemplo de um jogo de andebol ou pequenas actividades lúdicas semelhantes - mas nada de espaço para feiras e muito menos, construção de infraesturas", fechar parêntesis)

 

Vamos ver no que ficamos, porque aquilo ali, era a 'menina dos olhos' de Rogério Palhau e de Arnaldo Soares - que esteve presente na já referida reunião pública de Junta, mas que 'nos premiou com o ouro do seu silêncio'.

 

Curioso foi ainda o tom em que foi dado o 'puxão de orelhas' do mestre ao seu 1º. secretário: "Oh Sérgio, eu vou-te esplicar mais uma vez (...) porque é que a Câmara resolveu optar pela intervenção minimalista e eu acho que devemos aceitar". 

 

a cor das faces do n.º 2 passou de laranja a encarnado - o que no caso concreto, não condiz muito bem com o seu perfil - mas havia público a olhar e lá teve de engulir em seco  aquilo que mais tarde consta que terá dito.

 

Ouve ainda perguntas - não! mais uma vez, não foram do público, mas sim da mesa - sobre as diligências junto das Estradas de Portugal relativamente aos passeios na Rua 1º. de Maio, à colocação de passadeiras, etc.

 

Resumindo e concluindo e usando a analogia da atitude da China em relação aos ex territórios de Hong Kong e Macau: 'uma maioria e dois sistemas'...

publicado às 21:04

ANÍBAL, O REVISOR OFICIAL DO DIÁRIO DA REPÚBLICA (OU SERÁ "DE REPÚBLICA")?

 

'Presidente da Câmara' versus 'Presidente de Câmara'...


Nunca me tinha dado conta do quanto pode significar (em euros) a singela preposição simples "de" ou a sua contracção com o artigo definido "a"

Que eram diferentes, saltava à vista de todos, mas que essa diferença pudesse ter a força suficiente para dar novo fôlego a dinossauros como Luís Filipe Menezes e outros, é coisa que não lembraria nem ao diabo.

Claro que vendo bem as coisas, não há dúvidas de que a diferença faz toda a diferença - desde logo, para os próprios interessados, obviamente!
Cavaco que como todos sabemos é reconhecidamente um verdadeiro especialista nesta vertente específica da ciência que estuda a questão dos artigos definidos, descobriu-o a tempo. 


A tempo de travar o aparecimento de mais providências cautelares no sentido de impedir que o País passe a ser sobrevoado pela nova subespécie de dinossauros voadores e descobrindo-o, comunicou-o de imediato à segunda figura do Regime - Conceição Esteves, presidente da Assembleia da República (ou deverei dizer 'de' Assembleia da República)?.


Ainda bem para o País que os 'dinos' foram salvos da extinção. 
Quem não irá ficar muito contente com esta relevante descoberta, serão aquelas dezenas - centenas talvez? - de boys que já se aprontavam para o tiro de partida rumo às gamelas municipais. Temos pena! Os dinossauros são uma espécie protegida - por Cavaco e não só - e como tal, vão continuar a ter lugar garantido enquanto as cadeiras de rodas os conseguirem transportar até à gamela.

publicado às 23:10

GUANTÁNAMO - LIBERTEM OS QUE LÁ ESTÃO LEVEM OS QUE CÁ TEMOS!

Os desvarios dos governantes deste País avariado, os dislates de alguns ministros desbocados, a incompetência colectiva de um governo feito em cacos e que se mantém de pé graças apenas à ténue e ineficaz camada de 'cola nada' fornecida pelo amigo da China, estão a conduzir o estado do Estado a um estado de degradação tal, que se nada for feito, se ninguém fizer o que deve ser feito, não tardará muito, atingiremos o ponto de não retorno, onde tudo pode acontecer a qualquer momento e onde nada deve ser encarado como estável.

Nem emprego, nem salário, mesmo quando este existe (e para cerca de um milhão de portugueses não existe nem um nem outro), nem garantia de estabilidade nas reformas assentes em direitos construídos e consolidados por força dos descontos feitos ao longo de dezenas de anos de trabalho e com os quais a segurança Social andou a especular (e a perder) na Bolsa, nem estabilidade nos impostos, que em qualquer Estado de direito existem mas têm regras justas e estáveis.


Entre a qualidade da governação que nos é proporcionada por estes biltres e aquela que teríamos se optássemos por colocar a 'camorra' no poder, a diferença é nenhuma. Roubados sob a ameaça de nos despejarem da nossa casa, de nos levarem o nosso carro, de nos penhorarem o armário, a cama, o frigorífico, o fogão, ou acontecer-nos tudo isto sob a ameaça de uma qualquer arma de fogo, o resultado final é o mesmo.


E o pior de tudo, é que contra este conjunto de 'malfeitores' eleitos por nós num momento de ingenuidade ou temporário desvario, nem sequer temos a vaga hipótese de gritar "oh da guarda!" - porque a guarda ou a polícia se vierem, não será para prender aqueles que nos espoliam dos nossos bens, mas apenas para nos algemarem, a fim de que eles o possam fazer de forma mais fácil.

Perderam a vergonha, perderam a dignidade, compraram com o produto do roubo, MP3's topo de gama devidamente apetrechados com headphones, para ouvirem o 'bailinho da Madeira' se lhes atiramos com a 'Grândola Vila Morena' às 'fussas'. E ainda nos retribuem a 'homenagem' com aquele sorriso de plástico inventado por Relvas mas copiado já por quase todos os restantes elementos do gang.


Um dia destes hei-de ver na Wikipédia uma definição possível para 'terrorismo' mas tenho quase a certeza que aquilo que 'Bin Passos Coelho' e 'Vitor Laden Gaspar' estão a fazer aos portugueses, é algo que se fosse nos 'States', já estariam sob custódia em Guantánamo vestidos de fato macaco cor de laranja.

A única diferença, é que os cidadãos americanos, onde a compra e o uso de armas é livre - situação com a qual devo dizer que não concordo - perante os assaltos à luz do dia de que estamos a ser vítimas, já teriam abatido alguns deles em legítima defesa, enquanto que no nosso caso, teremos de aguardar pelo julgamento da Justiça em causa própria.

Porque a Justiça - a sua superestrutura - emana ela própria deste poder iníquo.  

publicado às 16:25

VALONGO PRECISA DE MUDAR - ASSIM EXISTA CORAGEM!

 

Como forma de fazer o contraponto relativamente à governação indigente do nosso Concelho e também como contributo para a comparação dos projectos que se posicionam na 'calha' - o plural talvez seja um pouco excessivo da minha parte, dado que o presidente actual e eventual próximo candidato, por enquanto, trabalha com o hardware e o software do tempo do Melo, o que diz tudo sobre a qualidade do serviço que é prestado aos valonguenses - publico a seguir, com a devida vénia ao JN e à Jornalista Dora Mota, a entrevista concedida por José Manuel Ribeiro:


 

Título: José Manuel Ribeiro: "Valongo alternativa ao mar"Data: 19-02-2013
Fonte: Jornal NotíciasPáginas: 22 
  C/ Foto | Cor
 

"Valongo é alternativa ao mar"  
 
ENTREVISTA A JOSÉ MANUEL RIBEIRO É candidato à Câmara de Valongo pela segunda vez. Afirma que o PS aprendeu com os erros e que o passado "é um farol". Entre críticas para dentro e para fora, garante não precisar de 20 anos no poder "para pôr o concelho no mapa" da Área Metropolitana  
 
Dora Mota  
 
- O slogan de campanha do PS é "Mudar Valongo". O que quer mudar?  
 
- Mudar é acreditar nas pessoas. É incompreensível que, em 20 anos, a Câmara nunca tenha feito um orçamento participativo. Quem não pergunta às pessoas coisas tão simples como onde gastar parte dos recursos é porque não acredita nelas. Também quero mudar o facto de o concelho ter ficado para trás na Área Metropolitana do Porto (AMP), com peso e visibilidade praticamente zero. No seu entender, porquê? Porque tem tido maus governantes, que não tiveram o engenho e arte para convencer os parceiros da AMP a tornar as serras de Santa Justa e Pias um espaço metropolitano, é área de protecção local. E ainda há pouco tempo ficamos espantados com a assunção da Câmara de que não foi tida nem achada na agregação dos agrupamentos de saúde de Maia e Valongo. É preciso mudar caras também para acabar com vícios. Recorde-se a parceria público-privada do estacionamento: alguém acredita que um presidente de Câmara desconhece que tem uma pinga de quase 200 mil euros no seu telhado?  
 
- Em que é que o PS se vai distinguir da gestão atual, ao nível financeiro?  
 
- Podemos ser uma comunidade transparente, com uma gestão rigorosa e sustentável. Neste mo mento, é o contrário.Faz-se festa com o facto de se ter assinado o Plano de Apoio à Economia Local (PAEL), mas eu acho que, em 308 câmaras, as 200 e muitas que não têm dívidas é que são supergestoras. Os valonguenses ficam satisfeitos quando se fala em promover a ardósia, fazer uma confraria do pão, mas aí somos obrigados a perguntar ao PSD o que andou a fazer nos últimos 20 anos.  
 
- Fernando Melo foi sempre eleito nesses anos, como explica isso?  
 
- Há muitas formas de criar expectativas, de conseguir manter o apoio da população - com obras para encher o olho ou apoios a determinados sectores. Aguentou-se muitos anos por culpa também da oposição, que nunca soube criar uma alternativa.  
 
- É uma autocrítica ao PS?  
 
- É, não me custa fazer autocríticas. A oposição tem uma parte dessa responsabilidade. Fernando Melo veio para Valongo numa altura em que havia muito dinheiro a circular, sobretudo da construção civil, e foi possível criar muitas expectativas. Ao fim de 20 anos, vemos o resultado. Fizeram-se centros culturais em todas as freguesias, que estão fechados ou com pouco público. Tivemos uma expansão urbana brutal, mas temos um cemitério de prédios inacabados. Nunca houve plano estratégico para o concelho. Alguma coisa falhou e é isso que vai estar em causa nas próximas eleições.  
 
- E o que tem agora o PS que não tinha em eleições autárquicas anteriores?  
 
- É um partido unido em torno de um projeto, com uma mensagem. Do contacto que tenho na rua com as pessoas, percebo que acham que chegou a nossa hora, que somos uma alternativa. E nós aprendemos com os erros.  
 
- Quais foram esses erros?  
 
- Isso não é o mais importante. O passado não pode ser encarado como um ancoradouro, mas como um farol que nos dá luz para o futuro. Fizemos, no ano passado, um processo de primárias amplamente participado e disse que o meu compromisso é desafiar todas as forças que estão na oposição. É um acto de grande generosidade, de quem aprende com os erros do passado. A Coragem de Mudar está neste momento num processo interno de debate em relação a uma coligação connosco.  
 
- Está confiante que vai ser eleito?  
 
- Sim, e que vou ter condições para fazer um bom trabalho. Não preciso de 20 anos para pôr Valongo no mapa. Vejo Valongo como a primeira alternativa ao mar na AMP, um local de grande qualidade para viver. Valongo tem tudo para dar certo. Tem uma população de quase 100 mil pessoas, com uma elevada percentagem de jovens, uma localização estratégica, tradições, património. Outros concelhos com muito menos fazem muito mais  
 
- Qual vai ser a primeira coisa a fazer se for eleito?  
 
- Pôr a Câmara em ordem, assim que conhecer o seu estado real. Ninguém fora do poder conhece verdadeiramente o estado da Câmara.  
 
- Descreve um concelho sem peso político e uma Câmara falida. O que o move para deixar a sua carreira e ser presidente de Câmara de Valongo?  
 
- Gosto muito de Valongo, sou daqui, cresci aqui. E não me resigno com o facto de Valongo estar nesta situação. Acho que é obrigação de todos os valonguenses darem um contributo para pôr Valongo no mapa. O que me move é isto porque hoje ser autarca é só dificuldades.  
 
[PERFIL]  
 
José Manuel Ribeiro, 41 anos. casado e com dois filhos, nasceu em Valongo, onde já é experiente nos órgãos municipais. Foi candidato do PS à Câmara em 2001, onde foi vereador sem pelouros entre 1998 e 2005. Há oito anos que é deputado municipal. Foi deputado na Assembleia da República durante cinco anos, até 2011. Líder da concelhiade Valongo do PS, foi o primeiro a assumir a candidatu ra à Câmara. É licenciado em Relações Internacionais e tem um MBA em Gestão de Empresas. Foi presidente e diretor geral do Instituto do Consumidor e conselheiro das Entidades Reguladoras da Comunicação Social e dos serviços Energéticos. Atualmente, trabalha como técnico superior no Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

 

publicado às 14:14

TERRORISMOS - O PERIGO DAS GENERALIZAÇÕES...

 

Hoje 'digeri' com acrescida dificuldade alguns nacos intragáveis dos vários telejornais - com alguns flashes de Relvas, algumas pérolas do omnisciente professor Marcelo e coisas do género pelo meio. Nada de muito diferente em relação à generalidade dos dias que nos atormentam há dias demais, mas a dado momento da minha 'autoflagelação' registei um facto preocupante que por enquanto vou manter sob atenta vigilância - não sou daqueles que ao menor sinal suspeito em relação à sua saúde (neste caso mental) vão logo a correr para o especialista.


Enquanto o meu apêndice auditivo da direita ouvia as várias asneiras dos governantes, comentadores e afins sobre a crise, sobre as razões da mesma e as hipóteses de cura que no entender deles, todos escolhidos a dedo e portanto, todos muito entendidos na matéria, existem e vão começar a curto prazo a ser aplicadas aos doentes - podemos portanto começar a falar com o cangalheiro - o apêndice esquerdo começou a ouvir em fundo aquele barulho característico dos muitos aviões que costumam passar lá muito em cima, mas mesmo assim por cima da minha casa (a rota do Aeroporto Sá Carneiro é mais ou menos por aqui).


Sem dar por isso, o conteúdo visual que ia passando no LCD da parede em frente, na minha sala de jantar, passou a 'OFF' e comecei a 'ver' em diferido aquela cena do ataque às torres gémeas naquele fatídico 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos.


Uma ideia ganhou consistência na minha mente - que só mais tarde descobri, se tinha deixado adormecer: E se naquelas torres não estivessem cidadãos anónimos, trabalhadores, empresários honestos, chefes de família exemplares, crianças, elementos válidos da sociedade americana, mas apenas políticos corruptos, profissionais da guerra e do terrorismo de Estado, torturadores legais, 'lobbystas' da indústria de guerra, organizadores de golpes de Estado em países 'inimigos', tudo 'espécies' que na América abundam, como todos sabemos?


Será que este acto - o mesmo acto, com os mesmos executores, os mesmos aviões e as mesmas torres - seria mesmo assim um horrendo acto terrorista?


Depois, como é normal que aconteça com uma mente adormecida, comecei a imaginar os nossos governantes todos e mais a catrefada de boys, consultores, consultores dos consultores, corruptores e corruptos que proliferam à sua volta e com os quais interagem - sem esquecer os equiparados anteriores, que nisto da alternância, a única coisa que costuma mudar são as 'moscas' - todos enfiados num daqueles paquetes grandes, o maior de todos e ao qual tivesse sido 'desaparafusado' o fundo para que conseguisse flutuar apenas até ao mar alto, onde os  deixássemos como uma espécie de miminho para os tubarões degustarem.


Será que esta imaginada (sonhada) acção alguma vez tivesse a hipótese de ser executada,  seria classificada como 'horrendo acto terrorista'?


Teremos então por absurdo, de considerar que existem em Portugal cerca de 10 milhões de terroristas e que as vítimas - aquelas a quem seria devido um qualquer monumento de homenagem (em alto mar não iria ser fácil) - seriam os tais milhares de facínoras atrás referidos?

publicado às 23:52

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE VALONGO REÚNE NA FREGUESIA DE SOBRADO!

 

Cumprindo calendário e seguindo a boa prática de realizar anualmente e de forma rotativa, uma sessão da Assembleia Municipal em cada uma das 5 constituem o Concelho de Valongo, este Órgão reúne em sessão Ordinária, dando cumprimento à Lei. Desta vez é em Sobrado - uma das 5 freguesias do nosso Concelho, que não é pelo facto de Relvas a ter 'parido' e ter sido publicada no 'Diário do Governo', perdão, parece que agora se chama Diário da República, que a agregação Sobrado/Campo vai ser assimilada pelos valonguenses.


(Abrir parêntesis para ver se João Paulo Baltazar 'os terá no sítio' - usando uma expressão popular - para levar até às últimas consequências legais a promessa que fez aos sobradenses e aos campenses. Fechar parêntesis).


A sessão terá lugar no próximo dia 28 de Fevereiro, conforme referido no recorte do Edital que coloco a seguir:


publicado às 18:01

DINOSSAUROS VOADORES...

 

Gosto de ouvir o deputado António Filipe do PCP sempre que intervém na Assembleia da República. Mas isso é apenas quando tem razão naquilo que diz, nas posições frontais que assume e que o tornaram respeitado mesmo nas outras bancadas.

 

Não foi isso que agora se passou, (gostar de o ouvir) a propósito de uma nova subespécie animal em franco desenvolvimento, à qual por enquanto e na falta de outra melhor, decidi atribuir a designação de dinossauros voadores.


António Filipe não precisava de ficar nesta fotografia.

Ainda que o PCP seja parte interessada na defesa desta subespécie, sempre podia ter escolhido um daqueles exemplares mais jovens para proferir a asneira - aos jovens desculpa-se sempre mais a falta de discernimento em função da idade - porque saída da boca do histórico António Filipe, não faz 'pandam' com esta habilidade manhosa de manter ligados à... gamela espécimes que já deveriam em muitos casos estar 'mumificados' há muito.


António Filipe bem podia ter evitado o desbaratar do crédito acumulado e do reconhecimento de todos nós pelas boas intervenções que como deputado da Nação tem produzido na defesa das boas causas.


Porque claramente, esta é uma má causa e que cheira àquilo que é: o apego demasiado óbvio à teta da porca!


 

Título: PCP junta-se ao PSD e defende candidaturas de autarcas dinossaurosData: 15-02-2013
Fonte: iPáginas: 
Autor: PEDRO RAINHO C/ Foto | Cor
 

 

PCP junta-se ao PSD e defende candidaturas de autarcas dinossauros  
 
O deputado do CDS Hélder Amaral defende que o parlamento devia clarificar lei da limitação de mandatos. "A lei tem buracos consideráveis'  
 
PEDRO RAINHO  
 
O PCP juntou-se ao PSD e defendeu ontem, no parlamento, que a limitação de mandatos não se aplica a autarcas que se candidatem a outra câmara, como Fernando Seara, em Lisboa, ou Luís Filipe Menezes, no Porto.  
 
Numa intervenção aplaudida pelos sociais-democratas, o deputado comunista António Filipe defendeu que "os cidadãos que tenham exercido três mandatos consecutivos como presidente de câmara municipal ou junta de freguesia não podem recandidatar-se a um quarto mandato consecutivo, mas não ficam inibidos de exercer o seu direito cívico e político de se candidatar a um primeiro mandato noutra autarquia".  
 
António Filipe disse ainda que "não há nada na lei" que proíba a candidatura numa autarquia diferente da actual e que "não há interpretação da lei conforme à Constituição que o impeça". O deputado do PCP recorreu à Lei Fundamental para sustentar a ideia de que "as leis restritivas de direitos fundamentais, como é o caso, devem ser interpretadas restritivamente e não podem ter uma interpretação extensiva".  
 
"Não somos nós que o dizemos, é a Constituição que o determina no artigo 18.°", acrescentou. Com a intervenção de ontem, António Filipe alinhou a posição dos comunistas com a do PSD. Já os bloquistas, pela voz de Luís Fazenda, defenderam que quando foi aprovada a lei de limitação de mandatos "o que se parecia querer evitar eram os dinossauros autárquicos, mas parece que eles reentram, por uma espécie de amizade serôdia, pelo parque jurássico".  
 
O ex-líder parlamentar do BE acrescentou que esta limitação visa "não deixar amadurecer" conivências locais entre o poder político e económico e salientou que há vários constitucionalistas "com opiniões diversas" sobre a interpretação da lei. O CDS não falou durante o debate, mas o deputado Hélder Amaral admite que "a lei tem buracos consideráveis" e que o partido "devia ter uma posição política" sobre a mesma, o que passaria por uma clarificação do diploma aprovado em 2005 no parlamento. "Se as circunstâncias mudaram, vamos clarificar a lei", defende o deputado centrista, para quem "valia a pena haver um grande consenso sobre estas matérias". Por isso, seria "bom que os partidos clarificassem".  
 
O CDS, porém, não vai avançar com qualquer iniciativa para clarificar a lei. Ao i, fonte da direcção centrista assegura que "não está previsto, da parte do CDS, tomar a iniciativa por qualquer clarificação da lei" - desde logo, porque o partido está "dividido ao nível da própria direcção", mas também porque, a avançar agora, ficaria a imagem de ser "feita à pressa".  
 
Também o PSD, pela voz do líder parlamentar, Luís Montenegro, se tinha escusado a avançar para uma clarificação, depois de o ministro Miguel Relvas ter dito que "cabe ao parlamento" fazê-lo. 


publicado às 10:34

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