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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

FÁBULAS DE VALONGO - A RAPOSA E O GALINHEIRO...

Captura de ecrã 2015-03-31, às 17.32.11.png

 

Ainda sobre o famigerado processo da REN de Valongo e corrupções conexas acabo de receber da IGAMAOT um 'sucintíssimo' ofício que reproduzo abaixo.

 

Em jeito de lacónico comentário - para bom entendedor meia palavra basta - a IGAMAOT ao remeter o processo para a CCDR-N é um pouco como se o Ministério Público tivesse incumbido o Paulo Pereira Cristóvão de liderar a investigação do processo que o vai levar a julgamento.

 

Ou dito de outra forma, pôr a raposa a guardar o galinheiro só pode dar naquilo que Valongo tem sido e continua a ser - para nossa desgraça...

 

IGAMAOT.jpeg

 

 

publicado às 17:10

POLVO À VALLIS LONGUS - SEGREDOS DA PREPARAÇÃO, A CONTA E OUTROS DETALHES...

Captura de ecrã 2015-03-27, às 22.21.38.png

 

Falando ainda sobre polvo - neste caso, sobre uma forma muito específica de o preparar: "polvo à Vallis Longus"...

 

É de bom tom - decorre aliás da Lei - que quem entre numa qualquer tasquinha, roulotte, casa de pasto ou restaurante e de pé, ao balcão ou sentado de forma mais ou menos refastelada consuma o saboroso molusco marinho da classe cefalópode, o deve pagar de acordo com as condições anunciadas na tabela de preços escrita na lousa pendurada na parede ou no cardápio mais ou menos elaborado, quiçá encapado em pele embelezada com letras douradas. É do senso comum e tão básico que questioná-lo cheira a procedimento manhoso ou caloteiro...

 

No caso do molusco "à Vallis Longus" o 'cliente', que aliás não era um cliente qualquer mas o futuro presidente da Câmara, ou seja, José Manuel Ribeiro, ou seja ainda, o 'amigo da onça' Zé Manel, resolveu enveredar por aquela habilidade manhosa que de tão básica nos provoca sempre uma estrondosa gargalhada - isto se a vítima for outra que não nós próprios:

"Vou ao WC e já volto"  e ali ficou o 'amigo que não era da onça' a contas com o empregado plantado na sua frente qual estátua e o olhar ameaçador de quem diz sem falar "nem penses em sair de fininho como o outro" enquanto nos estende o linguado (de papel, evidentemente) onde se lê uma soma de 3 digitos - ah! pois! O pitéu bem amanhado do cefalópode com guarnição esmerada não costuma ser barato...

 

Mas o mais revoltante na atitude do 'amigo da onça', ao ponto de quase fazer este 'amigo que não é da onça' (eu próprio) perder as estibeiras, é o facto do caloteiro ainda se dar ao desplante de 'assobiar para o ar' enquanto vai dizendo a quem lhe pergunta sobre o episódio de que se começou a falar já há muito 'à boca pequena': "Polvo? Qual polvo, se eu até nem gosto! Se 'ele' mandou servir que pague!"

 

Ai não que não gosta! E até deu 'dicas' para a sua preparação como se pode ver pela imagem seguinte.

 

Por acaso, no exemplar em bruto que ele propunha para ser cozinhado, havia um 'tentáculo' que não me parecia em condições e que eu mandei sub-repticiamente 'amputar' - conforme assinalado na imagem...

 

(Sinceramente, parecia-me um 'implante' demasiado artificial e que não condizia com o bicharoco...).

 

Polvo_proj_1.png

Polvo_proj_2.png

 

________________________

 

PS:

Se por acaso alguém sentir alguma vontade de aprofundar um pouco mais este 'assunto de culinária' pode por exemplo - é uma dica - investigar qual foi a base de dados utilizada para a distribuição massiva do 'petisco'... 

 

 

 

publicado às 21:42

A 'JOVEM (FALSA) PROMESSA' DO PS DE VALONGO...

Citando o Jornal VERDADEIRO OLHAR de hoje - AQUI:

 

VO_1.png

VO_2.png

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Comentário breve - ou nem tanto:

 

Ao longo deste ano e meio que já decorreu sobre a sua eleição, José Manuel Ribeiro teve todas as oportunidades de fazer por 'merecer' que eu me mantivesse am silêncio:

Cumprindo os objectivos do seu programa, realizando obra concreta, 'transformando-se' - por um mandato pelo menos - numa pessoa de bem, numa 'espécie de estadista'...

 

Lamentavelmente - para ele - nem capaz foi de 'refinar' estrategicamente a sua configuração manhosa de "ex-pior de tudo aquilo que as jotas de todos os quadrantes possam ter"!

 

A constatação que foi ocorrendo e se se foi consolidando ao longo deste tempo, de que a 'jovem promessa' era afinal igual a si próprio, não me desculpará, na parte em que aceito ter sido conivente, mas ajudará a perceber o diferimento que lhe proporcionei relativamente a esta denúncia

 

Se o eleito presidente da Câmara se tivesse vindo a redimir através de acções concretas - cumprindo apenas e afinal, o seu programa eleitoral - relativamente a tudo o que de errado fez para conseguir essa eleição não faria sentido, considero eu, estar a repescar erros de percurso - em prole de um bem maior: a estabilidade de um bom mandato que estivesse a exercer.

 

Acontece que não foi isso que aconteceu!

 

José Manuel Ribeiro não só traiu todos aqueles que acreditaram nele, como passou mesmo a perseguir muitos deles - e às vezes apenas por o criticarem ou discordarem de muitas das suas decisões.

E como se fosse possível fazer ainda pior - com José Manuel Ribeiro isso é sempre possível - ele fez tudo para dar a  entender que se algo de errado ou menos transparente tinha ocorrido na sua campanha - e parafraseando Ricardo Salgado a propósito das contas marteladas do BES - "a culpa teria sido (não do contabilista mas) do seu braço direito, ou quiçá do esquerdo, ou quiçá eu próprio"...

 

Mas desiluda-se o seu principal adversário de 2013, João Paulo Baltazar - 'quilómetros' à frente aliás, porque não dizê-lo. em termos de frontalidade, de capacidade de liderança e de trabalho (sendo que no caso do 'trabalho' eu nunca escondi as divergências que se mantêm em relação à forma como o direccionava). Desiluda-se João Paulo Baltazar, dizia eu, em relação a este 'líder' concelhio do grande partido que é o PS, se pensa que todos os ataques da 'jovem promessa' o visaram apenas a ele ou alargando um pouco mais, aos adversários em presença em 2013!

 

No plano da insídia, José Manuel Ribeiro nunca ficaria pelos 'serviços mínimos' - até porque adversários igualmente 'perigosos' ele tinha-os (e pelos vistos tem) dentro e fora do partido:

 

Utilizou por isso todas as formas possíveis, mesmo as mais condenáveis e que por isso nunca assumiu publicamente, para atingir não apenas os adversários naturais, mas também os seus 'camaradas' que ele imaginava pudessem 'roubar-lhe' apoios internos numa máquina onde ele nunca foi especialmente 'amado'!

 

Não digo o que digo de ânimo leve e pode ser comprovado - num outro momento mais oportuno.

E faço-o não por despeito - por não ver atendida qualquer pretensão de protagonismo ou por recusa de alguma benesse - mas porque um ano e meio é tempo mais que suficiente para consolidar a minha total descrença em qualquer regeneração de quem tendo "nascido torto, tarde ou nunca se endireitará"...

 

 

 

 

publicado às 14:53

VALONGO E ALFENA - 'MANHAS E CASAS VELHAS'...

Captura de ecrã 2015-03-23, às 20.05.45.png

Queremos saber como são utilizados e com que fins, os nossos equipamentos colectivos!

 

A Câmara de Valongo custeou a quase totalidade das despesas - ao abrigo dos mais elementares princípios da transparência gostaríamos de as ver publicamente detalhadas (por exemplo, no Boletim Municipal - da recuperação do antigo Jardim de Infância de Cabêda, para aí instalar a Plataforma Solidária de Alfena protocolada entre a própria Câmara, a Junta e a AVA.

Constam do referido protocolo os pontos seguintes:

Captura de ecrã 2015-03-23, às 18.29.31.png

 

Como é sabido, o terceiro outorgante (a AVA) viu-se forçado a abandonar o local em consequência do boicote sistemático que era feito pelo segundo outorgante (Junta de Freguesia) ao desenvolvimento das suas actividades, ficando o espaço a ser gerido apenas pela Junta e nos moldes a que Arnaldo Soares nos habituou há muito e que me dispenso de especificar.

 

- Fica por saber em que moldes é que os custos de gestão são partilhados.

- E no que toca ao ponto 6 - "funcionamento da Academia Sénior/Escola Sénior em moldes a definir posteriormente" - fica também por saber em que pé está essa definição.

 

É claro que a 'vox populi' vai comentando alguns intrigantes apontamentos relativos à gestão clientelar implementada pelo edil local e pelo seu grupo de colaboradores mais próximos e por isso mesmo, seria importante que a Câmara, a quem pertence o equipamento e a quem se deve a sua recuperação, se pronunciasse com urgência sobre o assunto.

Requeri há já quase um mês uma informação nesse sentido mas parece que aqui a Lei é letra morta, prevalecendo o estranho princípio de que os eleitos só precisam de prestar contas da sua gestão e dos seus actos a quem muito bem entendam e de preferência a quem não se atreva a pô-los em causa!

 

Chegou ao meu conhecimento que a técnica superior de Serviço Social que ali presta serviço - a Dr.ª Vera - que era paga ao abrigo de um protocolo entre a Junta (600 €) e a AVA (400€), passou a trabalhar depois das eleições apenas para a Junta, que lhe paga 1.500€ com a promessa de abrir um concurso para um lugar de técnica superior.

 

Resta saber duas coisas:

 

- Como justifica a Junta o pagamento dos tais 1.500 €?

(Consta-se que apesar da ruptura com a Junta, a AVA mesmo assim e para não prejudicar a referida técnica, aceitou receber a transferência da importância ao abrigo do protocolo anterior e pagar depois à mesma!).

- Estará o referido procedimento concursal de acordo com a Lei?

 

Até  que tudo se esclareça - ou não... - a técnica do Serviço Social vai organizando visitas a discotecas e idas em low cost a Lisboa, para ir mantendo e alimentando fidelidades eleitorais por parte dos menos jovens.

O custo inicialmente previsto com a tal viagem a Lisboa era de 29,90€ por bilhete mas a Dr.ª Vera  só conseguiu alguns lugares.

Dada a 'visibilidade' que o financiamento desta viagem através da 'feijoada solidária' ganhou, criou-se aqui um problema difícil de solucionar.

Conseguidos mais uns quantos lugares a 49,90€, mesmo assim insuficientes, os últimos já custaram 79,90€.

Como tinha sido acordado com as cerca de 40 pessoas interessadas o preço mais baixo atrás referido, a 'vox populi' vai comentando que a animação da festa em honra de S. Lázaro que ontem teve lugar, contou com 'serviço de esplanada' assegurado pela Junta - o Salão de Chá encontra-se encerrado e em processo concursal para futura concessão -  destinando-se o lucro apurado a custear o acréscimo do custo dos tais bilhetes low cost.

 

Seria interessante saber:

 

- Se as regras de higiene e salubridade na manipulação de alimentos que um espaço público como o Salão de Chá exige terão sido cumpridas.

(O que vale é que nós somos um Povo de brandos costumes caso contrário  o assunto já seria do conhecimento da ASAE)...

- Não terão as Finanças nada a ver com o facto de as receitas geradas não terem sido sujeitas ao respectivo imposto?

(Presumo que a registadora não estivesse a funcionar, até porque a Junta não está habilitada a facturar comes e bebes...).

 

 

Como se pode ver e apesar desta gestão manhosa dos negócios locais, o presidente da Câmara que é 'tão bom' como o presidente da Freguesia, não se sente constrangido e sempre que o convidam ele aparece - como fez no caso da 'feijoada solidária' e não sei se ontem também...

 

publicado às 17:41

VALONGO, AS HORAS TROCADAS E (TALVEZ TAMBÉM) A MEDICAÇÃO A HORAS ...

Captura de ecrã 2015-03-19, às 23.28.39.png

Ouvimos contar há tempos atrás que tinha sido publicado em Diário da República o inquinado PDM de Valongo. Acho até que já comentei sobre isso aqui.

 

Soube hoje, através de um e-mail da senhora chefe de gabinete do 'prefeito' valonguense (ver recorte abaixo) que afinal o processo de discussão pública deste instrumento decorre(u) entre 14 de Maio e 17 de Julho de 2015.

Esperemos então, porque afinal já não falta muito.

 

Portanto...

 

O 'não confiável' presidente da Câmara - que eu acusei publicamente de não ter respondido (em fase de elaboração do Relatório de Ponderação do PDM) às reclamações apresentadas pelas Associações Coragem de Mudar, Al Henna e Clube 9 de Paus - merece um pedido de desculpas da minha parte:

Não respondeu, porque afinal o 'período de discussão pública' ainda não começou! Tão simples quanto isso...

 

E já agora, não se esqueçam de dar a medicação ao senhor presidente - e ao seu staff - às horas certas!

 

Captura de ecrã 2015-03-19, às 23.57.22.png

Indo ao encontro de alguns humoristas do 'subúrbio' que têm glosado ultimamente com a "questão sensível" da elevação de Ermesinde à categoria de Concelho, eu acho que pode passar por aí a verdadeira solução:

De uma só penada realizávamos o sonho antigo dos ermesindenses e limpávamos o condomínio de tanta incompetência, de tantos atropelos à Lei, de tanto favorecimento ilícito, de tanta protecção aos corruptos de sempre mas agora com relevante e especial protecção presidencial.

 

- Ermesinde a Concelho já!

- Valongo a sucursal 'suburbiana' já (também)!

 

REC_1.png

 

(...) 

 

Sobre os restantes pontos da 'relevante' resposta falarei noutra altura - nomeadamente sobre a não instrução das reclamações de acordo com o CPA e ainda com o facto de a Câmara não possuir o endereço de correio dos reclamantes (!)...

publicado às 22:00

CÂMARA MUNICIPAL DE VALONGO - A OPACIDADE CONCERTADA...

Captura de ecrã 2015-03-18, às 22.38.51.png

 

(Funcionário: s.m. Empregado. Empregado público titular de um emprego permanente num grau da hierarquia administrativa (dicionário online de português).

 

'Edificante' a forma como a funcionária Dr.ª Susana Gomes se refere a um deputado municipal ao pedir instruções ao chefe sobre a forma como deve elaborar a resposta a um Requerimento daquele - "Ele formula o pedido(...)".

 

Captura de ecrã 2015-03-18, às 19.59.49.png

 

 

O Requerimento:

 

Rec_1.png

 

A resposta (na sequência das instruções do chefe):

 

Captura de ecrã 2015-03-18, às 20.03.55.png

 

 

(De·pu·ta·do - in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa - substantivo masculino:

1. Aquele que é comissionado para curar de negócios de outrem.
2. Membro de uma assembleia legislativa eleito por sufrágio universal).

 

Lamentável displicência da funcionária Dr.ª Susana Gomes (com o alto patrocínio do chefe) para com um deputado municipal que ao contrário dela, foi eleito pelos valonguenses, mas apesar de tudo, relevante o 'núcleo' da sua resposta - que retenho cuidadosamente - e do qual não me esquecerei se alguma vez resolverem voltar à "negociação secreta" agora interrompida...

 

Sabemos que o edil alfenense não é de desistir facilmente de ideias consolidadas - até porque já terá assumido, pelo menos informalmente, compromissos com os 'aceleras' locais - mas espera-se que desta vez a Câmara tenha uma réstia de respeito para com os alfenenses que têm os seus negócios e as suas residências naquela urbanização e que muito contribuíram para que em Setembro de 2013 tivesse ocorrido na Câmara a "mudança de sinal" que ocorreu e que continua a notar-se muito pouco!

 

 

 

 

 

publicado às 20:07

ALFENA, UMA TERRA DE OPORTUNIDADES...

Captura de ecrã 2015-03-12, às 20.02.59.png

Captura de ecrã 2015-03-12, às 19.55.28.png

 

 

O PDM  de Valongo - na zona do Lombelho (Alfena) - já mexe!

 

Pois é...

 

O presidente da Câmara disse que este instrumento representaria  a curto prazo novas oportunidades de negócios/investimentos e tinha razão.

 

Junto à Escola Secundária de Alfena - UOPG 16 - as oportunidades não esperaram muito e já estão a ser trabalhadas pela Remax...

 

O valor de referência do lote que está a ser anunciado é de 1,5 Milhões de Euros, mas é claro que o mais importante não é o preço pedido pelo terreno de 63.000 m2 e sim aquele que ele tinha antes da aprovação do PDM.

 

E aqui chegados é altura de manifestar a minha curiosidade relativamente a dois "pequeninos" detalhes que bem gostaria de conhecer melhor:

1) A quem pertence o dito terreno? Dizem-se coisas, mas eu só vou comenta-las depois de obter mais pormenores...

2) Quem apresentou propostas/reclamações para aquela UOPG 16 em sede de discussão pública do PDM? 

 

Como veremos mais vezes, Alfena é de facto - e com a ajuda da Câmara - uma terra de oportunidades e de negócios. Mais claros ou mais escuros, isso dependerá muito do estado do tempo...

________________________

 

PS: Aqui dá para ver melhor...

PDM_UOPG 16_Alfena.jpg

 

 

publicado às 20:45

ASSALARIADOS DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ERMESINDE - "INOVAÇÃO" OU OPORTUNISMO?

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_________________________

 

Com a devida vénia ao Jornal VERDADEIRO OLHAR, partilho aqui a notícia sobre aquilo que - até prova em contrário e não tendo eu nenhuma preocupação de ser 'politicamente correcto' - considero ser um claro exemplo de puro oportunismo de um reduzido número de Bombeiros assalariados dos BVE.

 

Tanto tempo que tiveram de fazer reivindicações deste género, incluindo os mais de 6 meses em que a anterior Direcção, usando de todos os expedientes processuais conseguiu bloquear a tomada de posse dos actuais Corpos Sociais e de repente resolvem "inovar" com um pré aviso de greve deste género.

 

Eu que já fui dirigente sindical de um grande Sindicato deste País posso dizê-lo com conhecimento de causa que este "processo negocial" começou ao contrário: a preocupação de aumentar o número de sócios e o consequente reforço das quotizações mensais, impediu a direcção do Sindicato de liderar como devia todo o processo e de ter sobre o mesmo uma opinião isenta e descomprometida.

 

Os associados nem sempre têm razão, mas sobretudo, o  Sindicato deveria ter conduzido as negociações não se deixando "conduzir" pelos acontecimentos e por estratégias escondidas dos seus associados.

publicado às 15:08

PORTUGAL DO FUTURO - UM PAÍS DE ALCATRÃO E GARIMPOS A CÉU ABERTO?

Captura de ecrã 2015-03-11, às 20.37.04.png

 

Vale a pena ler nas entrelinhas este comunicado (ponto 1) do conselho de ministros de 26 de Fevereiro passado.

 

Apesar destas explicações do governo adivinha-se nele mais autonomia - mais ainda? - para o influente 'lóbi' dos patos bravos e também para a economia informal representada pelo não menos influente 'lóbi' dos garimpeiros...

 

Numa reacção menos atenta às intenções do governo, o cidadão comum tenderá provavelmente a pensar que "se vem aí mais autonomia para as autarquias e para as comissões de coordenação regional, isso é bom"...

Nada de mais errado!

Tomando como exemplo o que se tem passado em Valongo nos últimos anos, sabemos que não é assim, que isso não é bom e que se o País for por aí,  não tardará muito para que Valongo deixe de ser o tal pulmão da região metropolitana do Porto, sendo que muitos outros pulmões por esse País fora seguirão o mesmo caminho, deixando também de funcionar. 

 

Por este andar e se não estivermos atentos à forma como vamos colocar a cruzinha nas próximas legislativas, não tardará muito a ouvirmos falar em Reserva Ecológica Nacional (REN) ou Reserva Agrícola Nacional (RAN) como "coisas do passado que só dificultavam o desenvolvimento"...

publicado às 19:36

ALFENA - A "IPSS" DA JUNTA E OS CUSTOS DO 'LOW-COST'...

Captura de ecrã 2015-03-9, às 23.55.12.png

Peço desculpa se este meu post complicou um pouco a estratégia delineada pelo 'centro de negócios solidários' da Junta de freguesia destinada a custear os custos do 'low-cost' da viagem dos utentes da Escola Sénior de Alfena a Lisboa...

 

A promessa feita - "ninguém se preocupe com os custos porque alguém há-de pagar" - virou agora conversa de ouvido com entoação urgente - "traga o dinheiro até sexta-feira (passada) porque anda aí um linguarudo a complicar" - o 'linguarudo' serei eu...

 

Uma coisa consegui com o meu post: retirar as "aspas" do adjectivo (solidária) da feijoada, evitando que o produto da mesma embarcasse sem regresso no tal 'low-cost'...

publicado às 23:35

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