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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO - TODOS IGUAIS?

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Ontem foi dia de Assembleia Municipal em Valongo...

 

Para além dos outros, os 'ingredientes' que mais atenções suscitaram por parte dos deputados - da oposição sobretudo - foram as contas da Câmara e da empresa municipal Vallis Habita.

 

A maioria, que já leva 'um ano e meio de nada' e quase se tem limitado à promoção de eventos - festa e 'fórró' é praticamente tudo o que José Manuel Ribeiro tem oferecido ao seu Povo para justificar a promessa de 'Mudar Valongo' - confrontou-se ontem de forma lamentável e atamancada com a revolta das palavras por parte de uma fatia assinalável dos representantes desse mesmo Povo.

 

O primeiro grito de denúncia de que "o Rei vai nu", veio logo no período inicial de intervenção do Público, da parte de dois dirigentes do Sporting Clube de Campo.

Já sabíamos que para josé Manuel Ribeiro e para os seus acólitos 'batedores de palmas', existem instituições que são 'mais iguais' do que outras.

Os atletas, dirigentes e apoiantes deste Clube com História, são no entanto 'menos iguais' que muitos outros: nem apoio conseguem, num processo judicial com que se debatem e que a Câmara tinha, por razões objectivas e ontem mais uma vez demonstradas, obrigação de apoiar.

 

Mas não foi caso isolado o protesto de Campo.

 

Alfena, também ela desde sempre discriminada - em Alfena não existe nenhum equipamento desportivo municipal, sendo que nesta área quase tudo assenta na livre iniciativa do Atlético Clube Alfenense em maior grau mas também do Centro Social e Paroquial de Alfena - pela voz do seu Presidente de Junta, Arnaldo Soares, deixou claro o seu protesto relativamente à despudorada discriminação.

Contra todas as naturais divergências relativamente a muitos outros assuntos, ontem eu não fiz grande esforço para "assinar por baixo" todas as críticas que ele ali expressou.

O Atlético Clube Alfenense por sua inteira iniciativa candidatou-se e ganhou dois financiamentos comunitários para intervenções importantes nos seus recintos, num montante que ronda os 600 mil Euros.

Como é normal nestes casos, o Clube terá que dispor de uma percentagem deste montante e quando solicitou à Câmara uma pequena parte do valor em falta - 100 mil Euros, a Câmara negou.

Depois e a exemplo do que fazem os nossos simpáticos feirantes de etnia cigana, começou a "marralhar" com os dirigentes do Clube tendo chegado ao montante de 'pegar ou largar' de 90 mil Euros...

Arnaldo Soares deixou ontem bem clara esta enorme e evidente injustiça para com o ACA.

Por mim que não costumo dar para o peditório dos  'futebóis', tenho de reconhecer no entanto que o ACA tem muito mais direito a ser apoiado do que muitos outros. E por aqui me fico...

 

Entramos depois num ponto também ele merecedor de críticas do Presidente de Junta de Alfena: As contas do Município.

Segundo Arnaldo Soares - e segundo todos aqueles que olharam para este documento sem 'filtros cor de rosa' nos olhos - investimentos em Alfena "zero"!

Arnaldo Soares desafiou José Manuel Ribeiro a provar o contrário!

 

É Claro que José Manuel Ribeiro "tinha a impressão" de que do montante global de cerca de 1,8 ME, Alfena situou-se dentro da média geral de 18%!

 

"Zero! Zero! Zero"! foi o que o presidente de Alfena não se cansou de repetir. E ninguém, sobretudo o presidente da Câmara a quem em primeiro lugar cabia essa tarefa, conseguiu demonstrar o contrário!

José Manuel Ribeiro ficou-se para ali a folhear a versão impressa das contas, fingindo que via nelas o que mais ninguém via: os tais 18%.

 

A seguir, vieram as contas da "Vallis Habita", a empresa que gere apenas metade das habitações sociais do Município. E como gere apenas metade e essa metade dá lucro, nem a Câmara resolve - porque não quer - o problema da discriminação que sobra para a outra metade dos moradores do parque habitacional, nem arranja uma qualquer forma de evitar a acumulação de lucros 'pornográficos' face às inúmeras carências que têm vindo a ser denunciadas e que estão desde há muito elencadas.

 

Portanto, aquilo que ontem se votou, foram as contas da Vallis Habita 1.

A 'outra' e inexistente Vallis Habita, aquela que sendo irmã gémea, não tem passado no entanto da eterna enjeitada de sempre, essa pairou sobre as consciências de todos mas sobretudo das de quem governa, mas como sempre, incomodando mais a oposição do que o poder, mais preocupado com festinhas e convívios do que com as infiltrações e a degradação dos empreendimentos municipais onde (também) vivem valonguenses!

 

Parece portanto que a Câmara irá lamentavelmente continuar a ser a 'empresa de eventos' do costume e a fazer aquilo que melhor sabe.

 

Saia mais uma rodada de cavaquinhos e bombos para animar a malta e... siga a rusga!

publicado às 20:41

ALFENA DOS ENCHIDOS OU O "OURO-DOS-TOLOS"...

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Aos noue dias do mes de Fr.º de mil seis sentos e nouenta annos em o alto da serra chamada ual de porcos que he em a frg.ª de Alffena, sita em a Com.ª da Maya, termo e jurisdiçam da muyto nobre e sempre leal sidade do Porto, ahi estando prezente o doutor Jozeph da Crus, Juiz do Tombo do Coll.º de nossa sr.ª do Carmo da Uniuersidade de Cohimbra. Ahi perante elle Juiz pareseo prezente Manoel de Payua, procurador do dto. Coll.º e por elle foi requerido a elle Juiz que elle fizera sitar a Ber. [N.R.: «Bertholameu»] Ferras de Almeida comendador da comenda de Sam Juliam de Augalomga com quem comfina esta frg.ª de Alffena p.ª q em o dia de hoye pla huma ora dipois do meyo dia se achace no prezente lugar ou seu procurador p.ª se continuar com esta demarcaçam de emtre huma frg.ª e outra, e que elle Juiz o mandace appregoar plo porteiro e que nam parecendo a sua Reuelia se fosse continuando com a dtª demarquaçam o que uisto por elle Juiz seu requerimento confirmado de mim escriuam de como fis a dtª sitaçam mandou apregoar ao dito comendador Ber. Ferras de Almeida, o coal o dtº porteiro aprregoou e logo paresseo prezente elle Juiz Manoel de Oliua, e apresentou a procuraçam atras proxima que eu escrivão reconhesi ser feita e asignada pla mão do dito Ber. Ferras e disse que em uertude della uinha asistir a dita demarquaçam e que por tal effeito se louuaua em Pedro Franc.º da mesma frg.ª de Auga Longa ao coal elle Juiz mandou uir perante sim e lhe deu o juramento dos santos euangelhos sob cargo do que depois de lhe por sua mão direita lhe encarregou que bem e uerdadeiramente declarasse a diuizam de entre as freiguezias e declarece adomde era nesessr.º levantar marcos pª se desfazerem as duuidas que nisso podia aver o que elle prometeo fazer uerdade comforme emtendece plo juramento que elle Juiz lhe daua de que elle Juiz mandou fazer este termo que asignou com os ditos louuados e procurador e eu Manoel de Souza Barboza escrivão das sizas neste Conc.º da Maya, e deste Tombo que o escreuy // Jozeph da Cruz // Manoel de Oliua // de Pedro Franc.º louuado Franc.º da Costa //

 

Primeiramente comesaram elles louuados a medir pela deuizam de emtre as freiguezias do alto da serra chamada val de porcos donde estaua feito huma Crus em hum penedo que era o ultimo marco que estaua posto adomde comesaua a d.ª frg.ª de Sam Juliam e dahi indo pela serra abaixo athe junto o sobrejro uentoso coatrocentas e uinte e duas uaras adonde diseram era nesesr.º leuantar um marco o que elle juis mandou leuantar e dar um prégam pelo porteiro Manoel Fran.co que com pena da lei nimguem o arranquáce nem emtendêce com elle.

E logo foram medimdo elles pela deuizam de emtre as freiguezias the o p.ro [N.R.: primeiro] outeiro de junseda cemto e doze uaras a ahi se fes huma Crus em hum penedo que serue de marco da deuizam.

E logo foram medimdo mais elles louuados pela deuizam de emtre as freiguezias em dir.to p.ª o poente athe o outro outeiro adomde chamão tambem junceda em direito do penedo piqueno sempre augas uertentes cemto e oito uaras, se fes huma crus em huma pedra q. fiqua tambem seruindo de marco.

E logo foram medindo elles louuados pela deuizam de emtre as frg.as em direito p.ª o poente the o alto da serra adomde chamam penas altas em a Recham delle seis sentas sesenta e sete uaras e ahi disseram era nesessr.º leuantar outro marco o que elle juis mandou leuantar e dar prégam conforme o p.ro.

E logo elles louuados foram medimdo pela deuizam de emtre as freiguezias em d.to p.ª o northe athe o alto da serra defronte de penas altas adomde está hum penedo duzemtas e uinte uaras em o coal fizeram tambem huma Crus em o d.º penedo o q.l [N.R.: qual] fica tambem seruindo de marco.

E logo foram elles louuados medimdo direito p.ª o norte pela deuizam de emtre as freiguezias athe o ualle da Ribr.ª junto ao caminho cemto carenta e oito uaras e ahi disseram elles louuados era nesessr.º leuantar outro marco o qual elle juis mandou leuantar e dar prégam na forma dos mais.

E logo foram medimdo elles louuados direito the o Rio Leça por rredor da parede da bouça de An.to Luis setenta e oito uaras e serue a d.ª parede de deuizam. (…)»

 

Esta descrição, bastante clara, coloca--nos, num primeiro ponto, no alto da Serra de Vale de Porcos ou do Sobreiro Ventoso, elevação existente entre os vales da Fonte da Prata e de Porcos, a sul da atual A41, no ponto onde se tocam as três freguesias, Alfena, Sobrado e Água Longa (ainda hoje lá está o penedo citado no Tombo).

A partir desse ponto, o limite segue para noroeste, atravessando os terrenos que foram recentemente alvo da especulação imobiliária de que a imprensa deu nota, descendo para o “Sobreiro Ventoso”, junto ao Ribeiro de Junceda, nas imediações do Nó de Transleça/Cruz da A41, local onde, até às obras de construção da auto-estrada existia um marco do Colégio do Carmo (infelizmente nem sempre as leis de proteção do Património são cumpridas e a construção da A41 foi um bom exemplo disso…). Depois o limite segue, quase em linha reta, pela cumeada dos outeiros da Junceda, onde ainda hoje existem os penedos referidos no Tombo (verdadeiros sobreviventes à força cega das buldózeres e à incompetência dos técnicos que deveriam cuidar da defesa do nosso Património), pela encosta das “Penhas Altas” ou “Penhas d’Abelhas” (hoje conhecidas pelo moderno topónimo do “Alto Catorze”, numa alusão à casa do vigia da linha elétrica de alta tensão ali existente até há alguns anos, o 14º desde a origem da linha, construção de que hoje apenas subsistem ruínas…), até chegar a um pequeno planalto ou “Recham” onde ainda hoje se encontra um outro marco com o monograma do Carmo.

Da Rechã o limite continuava a quase linha reta anterior pela cumeada da elevação conhecida por “Serradinho”, descendo até ao “Caminho do Vale da Ribeira”, caminho público secular que liga os lugares de Transleça (Alfena) e da Cruz (Água Longa) pelo vale do Rio Leça, e deste caminho pela “Parede da Bouça de António Luís” até ao Rio Leça (esta parede existiu até há alguns anos até que o proprietário dos terrenos de ambos os lados do limite resolveu retirá-la para unir as terras e tentar obter maior rendimento agrícola).

Num próximo artigo voltaremos ao tema para concluir a descrição do limite de Alfena com Água Longa a norte do Rio Leça.

 

Por: Arnaldo Mamede (*)

(*) Membro da AL HENNA – Associação para a Defesa do Património de Alfena.

 

Respigado do Blog Sentir Água Longa

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Fonte da Prata portanto - ou Sobreiro Ventoso...

 

Nomes que remetem o nosso subconsciente para uma qualquer zona de mineração - ou então, para um incipiente e inóspito povoamento de sobreiros, quiçá algum exemplar único fustigado pelo vento, daí o 'ventoso'...

 

Graças no entanto ao esforço de um abnegado autarca do nosso burgo, essa grande figura do ordenamento do Vallis Longus que foi destacado vereador do Urbanismo e denodado 'homem de mão' do soberano Fernando Melo, de seu nome José Luís Pinto e em conjugação de esforços com a benemérita instituição Banco Santander, foi possível transformar em ouro a modesta prata e acabar com o ventoso do Sobreiro - desde logo, demolindo o próprio Sobreiro!

 

O Progresso é mesmo assim que se constrói e se na senda do mesmo houver prata ou ouro, os sobreiros que se atravessem devem ser demolidos - ainda que para tal, o 'faroeste' urbanístico tenha que ser descriminalizado...

 

Foi o que fez o soberano do tempo presente, outro eminente autarca do 'subúrbio' que tendo começado por ser um batalhador destacado contra os adoradores de bezerros de ouro, se foi convertendo paulatinamente num entusiástico militante do dEUS dos enchidos e enlatados feitos de bezerros de carne e osso.

 

José Luís Pinto, dizem, terá sujado as mãos por quase nada - há sobreiros que demoram anos a demolir e prata que demora séculos a virar ouro e ele não teve tempo de assistir à metamorfose - mas a jovem promessa de avental vestida oriunda das hostes socratistas, essa não brincou em serviço e atacou no momento certo, aquele momento em que a metamorfose se deu - e a prata virou ouro....

Era um jogo de fortuna e azar e ele atento, soube agarrar a fortuna no momento certo pela mão do tal dEUS dos enchidos e enlatados.

 

Contra ventos e marés - os ventos que fustigavam o tal Sobreiro da elevação e as marés que agitavam as águas do Ribeiro de Junceda - lá vai a jovem promessa socratista de Valongo sujando as mãos e as botas,  enquanto vai posando para memória futura ao lado dos monstros roncadores que vão arrasando o que já estava semi-arrasado. Mas não arrasarão a história do lugar que essa ficará por ali durante muitos anos a atormentar as noites de azáfama no fabrico das salsichas.

 

Portanto, de avental e mãos sujas pela poeira efémera do 'ouro-dos-tolos', que é o único que sairá da prospecção, vamos continuar a ver o nosso jovem edil a calcorrear o "Alto do Catorze" gastando as solas dos sapatos, até que um dia terá forçosamente de "dar corda aos mesmos" para escapar a alguma maria bernarda justiceira de que ninguém está livre - sobretudo quando esse alguém faz tudo para fazer jus à asserção "cá se fazem cá se pagam"... 

publicado às 00:36

HOJE É DIA 25 DE ABRIL - EXCEPTO EM VALONGO...

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Poderá haver Democracia (...)?

____________

 

Hoje teve lugar uma sessão solene da Assembleia Municipal de Valongo.

 

Para assinalar os 41 anos da 'Revolução dos cravos', diziam no anúncio os seus promotores e alguns até os ostentavam - os cravos - na respectiva lapela, como era o caso de José Manuel Ribeiro, presidente da Câmara de Valongo...

 

Lamentável lapso o dele, porque o 24 de Abril não se comemora e muito menos com cravo na lapela!

 

No 'discurso de circunstância' da representante do Grupo Municipal do PS, Catarina Lobo - bom dia Catarina! - havia uma interrogação repetida várias vezes e a propósito de situações contraditórias que se vivem no País:

"Poderá haver Democracia (...)?"

 

No incidente protocolar que tive de provocar a seguir às intervenções de todos os representantes das forças políticas - e antes do discurso do presidente da Câmara - eu perguntei em voz alta, "off the record" e antes de abandonar a sala:

 

"Pedindo desculpa a todos os presentes, quero fazer minha a interrogação de há pouco da representante do PS:

- Poderá haver Democracia quando um deputado independente desta Assembleia é impedido de falar?

- A resposta é que não. Por isso vou sair e aguardar pela Democracia ali ao lado".

 

E saí...

 

Eis a intervenção que não me deixaram ler:

_____________________

 

Assembleia Municipal de Valongo

 

Celestino Neves

(Deputado independente)

 

Senhor Presidente da Assembleia Municipal

Senhores membros do Executivo

Senhores convidados

Senhores munícipes

Senhores jornalistas

Caros colegas deputados

 

Completam-se hoje 41 anos sobre uma data que foi vivida ‘em directo’ pelos mais velhos de nós ou apenas apreendida pelos que apanharam um pouco mais adiante a História lamentavelmente já editada, adulterada, vandalizada, quase reduzida à pompa e circunstância da anual cerimónia - que é aquilo que hoje fazemos aqui.

 

Só faz sentido comemorar datas históricas, quando conseguimos respeitar e preservar a fidelidade histórica dos acontecimentos concretos a elas associados.

O dia 25 de Abril de 1974 ocorreu mesmo e teve motivações que ainda não estão cumpridas! Tenho dele a memória viva de quem iniciava nesse dia o seu segundo emprego a seguir à tropa, numa empresa onde também teve início a minha vida de militância sindical e recordo do ‘antes dele’ as manifestações estudantis do 1.º de Maio na baixa do Porto que ajudei a promover através da distribuição daqueles panfletos clandestinos que me deixavam escondidos à porta da Ferreira Lino & Irmão em Ermesinde – o meu primeiro emprego depois da guerra colonial .

 

Tenho pois de vos confessar como me sinto profundamente triste por constatar que quem organizou pela segunda vez esta comemoração atribuiu à data concreta apenas a pompa e circunstância de uma modesta sessão solene associada à também modesta contribuição para a economia local no que toca à venda dos cravos vermelhos que todos nós ostentamos na lapela.

É modesto e ao mesmo tempo muito redutor este contributo.

 

Mas não apenas de omissão se faz a falta de respeito pelo 25 de Abril por parte de quem governa esta autarquia.

 

Quem aqui nos trouxe, ou melhor, quem aceitou em nome de terceiros mais resguardados patrocinar este evento, não merece esta comemoração nem pegar na bandeira maior quando no dia-a-dia põe em causa os princípios que a data celebra!

 

Infelizmente, tenho exemplos concretos que justificam que me atreva a ensombrar um pouco este acto solene – antes não tivesse!

Talvez por isso nunca tenha acreditado que quem nesta casa atenta diariamente contra os princípios de Abril, fosse capaz de nos aparecer hoje à frente de fatiota e cravo vermelho ao peito – como se em Valongo do nosso descontentamento os princípios do 25 de Abril fizessem parte do seu livrinho de cabeceira!

 

Mas já que aqui estou, quero aproveitar o momento para um genuíno Viva ao 25 de Abril!

Ao autêntico, àquele que emerge dos sorrisos e das gargantas do Povo, lá fora no convívio, na festa, na vivência mais ou menos combativa da efeméride, mas sempre imbuída do significado concreto e autêntico que só a rua consegue proporcionar.

 

 

publicado às 12:26

'AS BELAS E O MONSTRO'...

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Um amigo lançava há pouco no Facebook duas interrogações (e respectivas respostas) relacionadas com o conjunto de fotos publicadas na página do Município de Valongo e associadas à minha citação de 'Mateu 4:1-11' também no Facebook:

"Será esta uma grande obra da Câmara de Valongo? Claro que não! Será para aparecer na fotografia? Claro que sim!"

 

De facto, é verdadeiramente caricata a pose destas duas 'alminhas' - 'belas quanto baste, ao lado do monstro feio quanto baste também' - como se tivessem alguma coisa 'a ver com o filme', ou seja com a obra que decorre a bom ritmo.

 

(A bom ritmo, mas a expensas do merceeiro-mor do País com sede na Holanda - Alexandre Soares dos Santos/Jerónimo Martins (plataforma logística de Alfena (ou Sobrado?) para os menos informados sobre as negociatas do subúrbio)...

 

Bem, com este filme não têm mesmo nada a ver e nem sequer pagarão as 'entradas'.

Já com o 'banquete' dos 16 milhões de mais-valias num único dia - o do enriquecimento ilícito da NOVIMOVEST/SANTANDER, José Luís Pinto & associados, com esse, não sei não. Cheira-me a "Grande Farra II"...

publicado às 18:44

0 25 DE ABRIL E A GUERRA COLONIAL NA ESCOLA...

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O 25 de Abril e a guerra colonial mereceram a atenção e a pesquisa minuciosa dos alunos da disciplina de História da EB2/3 da Maia e foram transformados num conjunto interessantíssimo de documentos expostos no espaço do anfiteatro da Escola.

 

A manhã de hoje foi o momento de completar o trabalho de professores e alunos, debatendo o tema e esclarecendo algumas dúvidas com quem viveu a guerra colonial na primeira pessoa - e já vão rareando os protagonistas capazes de com algum sacrifício do seu tempo livre poderem aceder a este tipo de solicitações dos muitos interessados.

 

Lá estive a convite dos responsáveis da escola, para falar sobre Moçambique e Cabo Delgado 1970/1972, juntamente com outro protagonista, por sinal um antigo professor da Escola, que nos falou sobre o mesmo período (1970/1972) mas relacionado com a Guiné.

 

A análise histórica de acontecimentos relevantes faz sempre sentido mas enquanto a podemos fazer com actores vivos tanto melhor...

 

Espero que no meu Concelho esteja a ser dedicada atenção semelhante a estes temas e embora 'santos de ao pé da porta não façam milagres' se acharem que eu e outros protagonistas do período histórico compreendido entre os anos de 1961 a 1974 podemos de algum modo ser úteis, disponham - tal como os vossos colegas da Maia dispuseram...

publicado às 13:24

VALONGO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO (actualiz.)

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Hoje foi dia de reunião pública de Câmara...

 

É cada vez mais um acto de pura militância cívica ir a estas reuniões e hoje não podia ser excepção.

 

90% do tempo foi gasto em 'futebóis (litígio em torno do estádio dos Sonhos - ESC 1936), recusa de apoio financeiro ao Alfenense e assuntos afins'.

 

Vou começar pelo 'registo de interesses' politicamente incorrecto que já todos conhecem mas eu quero repetir:

 

Reafirmo que tendo em conta o actual estado de indigência das finanças da Câmara de Valongo e as múltiplas e urgentes carências a que tem de atender, sou frontalmente contra a 'festa e a festança, o financiamento dos futebóis e as actividades afins' de que José Manuel Ribeiro tanto gosta.

 

Posto isto, tenho abertura mental suficiente para reconhecer que quando a actual Câmara de Valongo financia este tipo de actividades e infra-estruturas desportivas em algumas freguesias, cria inevitavelmente expectativas de sinal contrário noutras onde o vazio de investimentos tem sido quase absoluto e que portanto têm todo o direito a serem atendidas de forma equitativa.

 

Eu explico melhor...

 

Se houve dinheiro para os estádios de Valongo, Campo e Sobrado, se há intenção de negociar com o Abílio de Sá o litígio em torno do estádio dos Sonhos com base num pagamento de 300 mil Euros em dinheiro mais dois terrenos em Valongo num valor total superior ou próximo de 1 milhão de Euros, então Alfena nunca perceberá aquilo que José Manuel Ribeiro disse hoje: "a Câmara no momento actual não pode ajudar o Alfenense com 100 mil Euros para a parte que lhe cabe num investimento que candidatou a fundos comunitários e que foram aprovados, num valor de 600 Euros!

 

(Abro um parêntesis, por uma questão de justiça para com o ESC 1936, para dizer que em boa verdade a Câmara não tenciona coisa nenhuma dar à Imosá os tais 300 mil Euros e mais os dois terrenos!

O que José Manuel Ribeiro tem feito, não é mais do que boicotar deliberadamente qualquer hipótese de acordo com Abílio de Sá:

Dizer que o advogado da referida empresa e o próprio empresário andaram a enganar o executivo anterior e que nunca tiveram intenção de fazer um acordo sério, é tão simplesmente romper unilateral e sub-repticiamente as negociações, para depois poder alegar "estão a ver? Eles é que não querem negociar!". Fecho parêntesis).

 

Portanto...

 

Quem pensava que o compadrio e o favorecimento de algumas freguesias em desfavor de outras dos tempos de Fernando Melo tinha acabado com a vitória do projecto MUDAR VALONGO nas eleições de Setembro de 2013 pode começar a interiorizar de forma definitiva - ou pelo menos enquanto José Manuel Ribeiro estiver no poder - que não mudou coisa nenhuma ou se mudou, foi para pior!

 

Ermesinde continuará a assistir à novela "Câmara de Valongo contra Abílio de Sá - 0-0 ao intervalo" e em risco de ser despejado judicialmente a qualquer momento.

O Alfenense esse, se não quiser perder os tais fundos comunitários de 600 mil Euros terá de procurar outro parceiro que não a Câmara para financiar os tais 100 mil de que terá de dispor.

 

João Paulo Baltazar até sugeriu uma possibilidade de arranjar os tais 100 mil Euros que a Câmara diz não ter mas tem.

Bastaria ir ao bolo de 135 mil destinados às obras de acabamento interiore no edifício de Faria Sampaio em Ermesinde e que tão contestadas foram na altura em que foram discutidas na Assembleia Municipal, mas como se trata de Alfena, José Manuel Ribeiro assobiou para o ar e chutou para canto - ou pelo menos pareceu-me...

 

A reunião pública de hoje teve direito à presença de membros da estrutura partidária do PS local.

 

Espero caros amigos, que tenham saído bem elucidados sobre a qualidade do vosso presidente socialista e sobre a forma atamancada como conduz as reuniões de Câmara e gere os interesses do burgo.

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PS:

Importa lembrar que Alfena não tem 'estádio municipal'. O principal dinamizador desportivo é o ACA (Atlético Clube Alfenense) e o complexo desportivo que possui foi construído com (quase) nenhuns apoios da autarquia. 

Mesmo não considerando os 'futebóis e afins' prioritários, é difícil não nos revoltarmos com esta desigualdade de tratamento!

publicado às 19:48

VALONGO - 'GRAU ZERO' DA POLÍTICA (Cont.)...

Que fique claro: 

 

O  comentário que se segue - a propósito do lamentável momento político que se vive em Valongo - é de cariz estritamente político.

O enquadramento a nível da Justiça seguirá os seus trâmites e eu, na qualidade de co-arguido estarei - não poderia deixar de estar - à disposição do Ministério Público e do Tribunal para que a verdade e nada mais que a verdade seja apurada em relação à matéria controvertida.

Num Estado de Direito que todos pretendemos - mas ainda não temos - a Justiça não deve constituir um 'papão' e encaro as futuras diligências sem nenhum dramatismo ou constrangimento.

Os cidadãos mais exemplares não estão livres de num momento menos bom da sua vida cometerem um qualquer pequeno delito - chamarem 'doutor' a quem não o é, infringirem o código de estrada, dizerem sobre alguém aquilo que presumem ser verdade mas que numa análise mais cuidada se venha a constatar não o ser...

 

Regressando ao momento menos bom de Valongo...

 

O que direi ao Ministério Público ou ao Tribunal, na qualidade de co-arguido será rigorosamente o mesmo que diria na qualidade de testemunha se João Paulo Baltazar mo tivesse pedido.

 

José Manuel Ribeiro é o responsável pela publicação anónima e sobre a forma como a mesma foi editada, paga e distribuída nada sei.

Participei apenas no arranjo gráfico em 'alta definição' (a pedido do interessado) e nada mais - e posso evidentemente comprovar o que afirmo.

 

Mas posso acrescentar que relativamente a este assunto, os dois principais interessados . o queixoso João Paulo Baltazar e o eventual co-arguido José Manuel Ribeiro, estiveram mal. 

 

Explico:

 

João Paulo Baltazar 'matou' o assunto - na sua vertente criminal - quando numa das primeiras reuniões de Câmara desafiou o presidente a declarar se tinha alguma coisa a ver com a publicação e acrescentando "esteja à vontade porque nem sequer tenciono tomar nenhuma atitude".

Se não tencionava, porque a tomou agora?

Se José Manuel Ribeiro tivesse assumido nessa altura a autoria da publicação o assunto teria ficado encerrado...

 

José Manuel Ribeiro esse esteve mal desde o início ao não aceitar a posição que eu sempre defendi de que a publicação deveria ser assumida pela candidatura de forma aberta!

 

Independentemente da forma de abordar a informação contida no flyer - porque é de informação que se trata - não existe no mesmo nada de falso ou sequer calunioso ou ofensivo.

Esse contexto de 'calúnia' é-lhe atribuído exactamente por se ter enveredado pela publicação anónima - como se quem afirma tivesse receio das consequências da sua afirmação!

 

Mas pronto, o mal está feito - porque José Manuel Ribeiro sempre preferiu a forma rasteira e encoberta de agir - e agora só resta que quem de direito se pronuncie sobre a 'matéria de facto'.

 

Para mim, o importante mesmo, é saber o seguinte:

 

1. O que diz a Concelhia do PS sobre o assunto e sobre a forma de actuação do seu presidente?

2. Como foram pagos os milhares de fyers - dado que, tanto quanto sei, essa despesa não consta das contas de Campanha;

3. Saber se foi utilizada de forma indevida a Base de Dados da Câmara para o envio da publicação;

publicado às 14:07

VALONGO - 'GRAU ZERO' DA POLÍTICA...

É um texto de 13 de Novembro de 2014 mas bem apropriado ao momento político actual que se vive em Valongo, este que - com a devida vénia - reproduzo a seguir.

Foi publicado por Francisco Coelho da Rocha (Director do Jornal Verdadeiro Olhar) no seu Blog "Alinhamentos".

 

Estava 'escrito nas estrelas' que mais tarde ou mais cedo aquilo a que FCR chama 'grau zero da política' haveria de chegar, ou não conhecêssemos (quase) todos muito bem o actual edil valonguense.

 

Em rigor, podemos até dizer que o 'momento' não chegou. Já lá estava quando José Manuel Ribeiro 'tomou' a Concelhia de Valongo do PS para se candidatar à Câmara - Afonso Lobão que o diga - e a partir daí passou a ser um somatório de 'momentos...

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 O grau zero da política

Há aproximadamente um ano, em Valongo, no período compreendido entre as eleições autárquicas e a tomada de posse do novo executivo municipal, o deputado municipal socialista Celestino Neves, através do seu blogue, alertou para o facto de haver uma pessoa a apagar informação importante dos computadores da Câmara Municipal de Valongo. Nesse mesmo alerta, que foi difundido não só pelo blogue, mas através de listas de correio electrónico e mensagens telefónicas, era pedido aos funcionários municipais que ajudassem a proteger a Câmara Municipal e partilhassem a informação.

Identificado, no tal alerta, como a pessoa que estaria a apagar os tais ficheiros da Câmara Municipal, o visado deduziu uma queixa contra Celestino Neves que chegou a Tribunal e na semana passada ficou provado que o conteúdo da mensagem de alerta era falso e o próprio Celestino Neves admitiu, de forma humilde, que se tinha deixado enganar por alguém que lhe havia passado a informação como sendo fidedigna. E esse alguém – revelou Celestino Neves em Tribunal e no seu blogue – foi o actual presidente da Câmara Municipal de Valongo.

O deputado municipal eleito pelo PS escreveu que “nessa data, escrevi o texto convicto que tais factos correspondiam à verdade, até porque me foram transmitidos por pessoa que merecia, à data, credibilidade. Fi-lo, nessa data, repito, convicto que dizia a verdade, por me ter sido transmitido e solicitado pelo Sr. Dr. José Manuel Ribeiro nesse dia, à data presidente da Câmara eleito e ainda não investido, tendo-me enganado e usado para alcançar um fim político, no mínimo, censurável”. E acrescentou: “Sem conhecer os visados pelo meu ‘alerta’ – não conhecia mesmo – a partir de certa altura comecei a desconfiar que tinha apenas sido usado à ‘boa maneira’ de José Manuel Ribeiro. Sobretudo quando perguntado sobre a consistência da informação e respectivas provas, ele hesitava na resposta, gaguejava, mudava de assunto ou respondia: ‘Na altura, logo vemos isso…’”.

Celestino Neves admitiu ainda que, durante a campanha eleitoral, denunciou outros casos relacionados com uma vereadora do PSD, sempre a pedido do actual Presidente da Câmara Municipal de Valongo. “Aceitei na altura pactuar com a estratégia do então candidato José Manuel Ribeiro, que achou que a exploração destes casos por parte do mediático blogue ajudaria ao desenvolvimento da sua estratégia”, escreve o deputado socialista.

Estas revelações foram feitas no final da semana passada. Hoje, no dia em que escrevo este editorial, recebemos no jornal um panfleto impresso em gráfica (ao que parece, também o receberam centenas de pessoas e entidades no concelho de Valongo) que acusa Celestino Neves de ter construído ilegalmente um telheiro e um galinheiro na parte de trás da sua casa. O panfleto traz fotografias tiradas de helicóptero e pormenores gráficos produzidos por algum gabinete de arquitectura.

Ou seja, este ataque anónimo ao deputado municipal eleito pelo PS poucos dias depois de ele ter denunciado o actual Presidente da Câmara Municipal de Valongo é uma grande coincidência. E, em política, não há coincidências.

 

 

 

publicado às 17:42

'POLVO À EMÍDIO NAVARRO'...

JMR.jpg

Enquanto não sou constituído arguido - como 'co-réu' acrescento...

 

Soube hoje - não parei de atender telefonemas de Jornalistas - da reacção compreensível de João Paulo Baltazar a este post onde desvendei a autoria do 'Polvo à Vallis Longus'.

 

(Parêntesis para dizer que é compreensível mas algo contraditória com a interpelação que fez a José Manuel Ribeiro numa das primeiras reuniões públicas de Câmara do actual mandato, mais ou menos nestes termos - e cito de memória:

"Senhor Presidente, quer confirmar ou desmentir aqui, se existe alguma responsabilidade da sua candidatura nesta publicação (...)? E esteja à vontade, pois nem sequer equaciono tomar alguma atitude legal relativamente ao assunto(...)" - fechar parêntesis).

 

É claro que José Manuel Ribeiro não confirmou - 'encolheu-se que nem um rato' e preferiu ficar à espera que a poeira assentasse...

E claro que assentou, mas como sempre acontece, as poeiras quando 'assentam' e não são varridas, à primeira rajada de vento mais forte levantam de novo.

 

José Manuel Ribeiro conhecia-me o suficiente para saber que eu não sou de varrer para debaixo do tapete - sobretudo quando não me sinto responsável pela lixeira e era este o caso.

 

José Manuel Ribeiro sabe também que não é possível um filho ter dois pais. Quando muito, admite-se, embora rara, a possibilidade de existirem gémeos com pais diferentes como é referido AQUI.

 

Só que este 'Polvo' nasceu de um único óvulo fecundado - e o edil valonguense deveria ter sabido antecipar que se algum dia alguém decidisse iniciar um processo de investigação de paternidade eu nunca iria aceitar pagar a pensão de alimentos.

 

José Manuel Ribeiro deveria ter adoptado portanto a atitude mais óbvia no momento em que foi interpelado pelo seu rival, mas com o passar do tempo já deu para irmos percebendo que o óbvio nem sempre liga muito bem com a sua maneira de agir - ou melhor, o 'óbvio' dele não é bem igual ao nosso. 

 

Encontrar-nos pois (talvez) um dia destes ali para as bandas da Emídio Navarro (o Tribunal de Valongo), para mais uma vez incomodar a Justiça que tem tantas outras coisas (bem mais) importantes para resolver e para detalhar melhor os pormenores da confecção da iguaria que já começa a ganhar alguma fama.

A existirem 'aplausos' ou 'apupos' deixo-os por inteiro para a 'jóvem promessa' do PS e agora presidente da Câmara de Valongo - porque a ementa foi (de facto) inteiramente idealizada por ele!

 

Pequena nota final: embora como 'co-réu', compreendo João Paulo Baltazar - aparentemente, como já disse, em contra-ciclo com o que disse na tal reunião de Câmara acima referida.

Não recorrerei por isso ao 'photoshop' para editar a 'fotografia' em que apareço.

 

Aliás, João Paulo Baltazar só pode ter este seu pequeno momento de glória porque eu decidi em 22 de Março - e garanto que antecipei o actual cenário - acabar com o abuso de José Manuel Ribeiro em querer atribuir-me de forma cobarde e sub-reptícia a autoria de uma coisa que para o bem e para o mal tem o seu 'ADN'!

publicado às 20:26

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