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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ESPOLIADOS DA SEC - Sociedade de Empreitadas e Construções - A JUSTIÇA QUE TARDA...

 

 

 

 

 

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SEC - Sociedade de Empreitadas e Construções, uma empresa de Valongo enquanto activa, mas manhosamente 'deslocalizada' para a capital do reino quando deu início ao processo de insolvência...

 

Quem se lembrar das várias publicações que aqui partilhei, sobre esta empresa 'socialmente irresponsável e dirigida por pessoas socialmente irresponsáveis' será levado a pensar que o relativo silêncio que se abateu sobre todo o processo significará que o mesmo tenha já sido concluído e que o muito ou pouco que restou na massa falida após todos os desvios já estará devidamente repartido.

 

Completamente errado!

 

Os espoliados da SEC continuam como sempre, isto é, espoliadosos espoliadores, esses continuam também como sempre, ou seja, passeando os 'sinais exteriores de pobresa' pelo burgo 'montados em bicicletas de marca' - marca Mercedes, BMW ou equivalente!

 

As apreciações que fui fazendo neste Blog ao longo da parte inicial do processo de insolvência relativamente ao comportamento de Almerindo Carneiro e seu filho Artur Carneiro como administradores e gestores da SEC agora falida, nunca tiveram nada de pessoal - não conheço pessoalmente Almerindo Carneiro e quanto ao Artur o que conheço dele, não sendo muito abonatório também não seria suficiente para fundamentar alguma apreciação mais 'assertiva' e directa...

 

Portanto, tudo o que foi sendo pubicado aqui tem apenas a ver com a forma como eles como empresários trataram os seus trabalhadores em todo o processo de falência e que me foi sendo relatada pelos lesados ao longo do processo.

 

Foi um tipo de solidariedade que incomodou tanto os prevaricadores, habituados a serem vistos no burgo como mecenas sociais e que por isso mesmo decidiram invocar as várias publicações do Blog para fundamentar contra mim duas queixas por difamação junto do Tribunal de Comarca de Valongo. Fui julgado e, como também já aqui divulguei, integralmente absolvido.

 

São estas as principais publicações a que me refiro:

 

  1. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/ainda-os-roubos-da-sec-no-jornal-546240
  2. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/sec-uma-falencia-a-margem-da-lei-a-545864
  3. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/a-auto-flagelacao-de-almerindo-carneiro-545615
  4. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/no-limite-a-verdade-so-a-verdade-nada-541222
  5. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/sec-voltem-viaturas-estais-perdoadas-499449
  6. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/a-palavra-aos-espoliados-da-sec-498256
  7. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/498059.html
  8. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/487632.html
  9. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/a-sec-sociedade-de-empreitadas-e-480575
  10. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/relembrando-a-sec-sociedade-de-477597
  11. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/a-sec-e-as-arrumacoes-encomendadas-a-474884
  12. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/litigancias-de-ma-fe-474517
  13. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/a-sec-em-processo-de-insolvencia-a-473072
  14. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/procuram-se-responsaveis-da-sec-estao-467051
  15. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/a-sec-de-almerindo-carneiro-prole-466579
  16. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/464415.html
  17. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/454858.html
  18. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/444577.html
  19. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/442801.html
  20. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/441822.html
  21. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/424257.html
  22. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/423687.html
  23. http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/402994.html

 

Inconformados com a decisão do Tribunal e com a notável sentença proferida pela meritíssima Juiz e como apesar das 'dificuldades' invocadas para a falência da SEC o dinheiro e o vasto património sonegado ao 'bolo' da massa falida tudo permitem, Almerindo e Artur Carneiro decidiram recorrer para o Tribunal da Relação.

 

Aguardo serenamente a decisão do douto Tribunal sobre este assunto.

 

Fiz esta espécie de 'ponto de situação' relativamente ao caso SEC e através do mesmo pretendo deixar claro duas coisas:

A primeira, é que nada do que até agora escrevi foi editado ou apagado. Mantém-se online e acessível a todos, porque a verdade não deve ser escondida, sobretudo se ela já não for, como é o caso,  apenas pertença minha mas dos trabalhadores espoliados da SEC que comigo a quiseram partilhar, e que lamentavelmente continuam à espera de uma Justiça que tarda.

A segunda, é que a minha solidariedade para com esses trabalhadores não se esgotou na ajuda modesta que este Blog lhes disponibilizou até aqui nem foi de algum modo abalada pela tentativa da SEC de me 'amedrontar' ou silenciar através do recurso abusivo à Justiça.

Fui julgado e absolvido dos 'crimes' que me eram imputados, o que me dá (ainda) mais ânimo para continuar a ser solidário.

 

E posto isto... 

 

Fui há dias novamente procurado por alguns dos espoliados da SEC a quem Almerindo e Artur Carneiro sonegaram direitos tão elementares como o direito à remuneração pelo trabalho prestado, o direito ao posto de trabalho livremente contratado ou à indemnização legalmente prevista e em condições de respeito pela dignidade de quem se vê privado da principal forma de assegurar a sua subsistência e a dos seus, sempre que se manifeste impossível a manutenção desse vínculo. 

Antes que me contassem ao que vinham pressenti neles a imensa revolta em consequência dos sucessivos atrasos na conclusão do processo de falência da SEC.

 

Na sequência do atribulado processo de falência foi efectuado um leilão público dos bens da massa falida para onde foram carreados todos aqueles que Almerindo e Artur Carneiro não conseguiram desviar a tempo - mesmo assim e graças às várias denúncias que fomos fazendo, alguns ainda conseguiram chegar a tempo de 'responder à chamada' - e quando se esperava que finalmente o processo caminhasse rapidamente no sentido da sua conclusão, afinal tudo continua na mesma.

 

Muitos daqueles que aguardam ansiosamente a sua parte no rateio da massa falida,  sobretudo os mais jovens ou com menos tempo ao serviço da empresa, já deixaram de receber subsídio de desemprego e em cada dia que passa vêm as suas dificuldades e das respectivas famílias a agravarem-se,  enquanto que aqueles que os colocaram nesta situação continuam como já referi, 'ricos' como sempre e 'montados nas tais bicicletas de marca Mercedes ou equiparada'.

 

Faço minhas as dúvidas e interrogações que me expuseram de viva voz:

 

  • Porque é que os advogados que representam os trabalhadores não contestaram logo no início do processo de insolvência a deslocalização manhosa e infundada da sede da SEC para Lisboa;

 

  • Porque é que os mesmos não têm, que se conheça, desenvolvido quaisquer esforços concertados com a Administradora Judicial no sentido de recuperar património (máquinas, viaturas, materiais e equipamentos) desviado, escondido ou vendido, promovendo a respectiva apreensão;

 

  • Porque é que todos eles (a administradora desde que substituiu o anterior administrador Dias Seabra) não exigiram a entrega das instalações e respectivas chaves que sempre permaneceram na posse dos anteriores donos, ocorrendo até a situação caricata de há meses atrás ter sido interposta uma acção contra a massa falida para reclamar créditos relativos ao aluguer das mesmas, num contrato de arrendamento em que o primeiro outorgante é Almerindo Carneiro e o segundo é... Almerindo Carneiro. (Nesta acção, é indicada uma testemunha - um cidadão ucraniano - com alegada residência numa localidade próxima das instalações da sede da empresa, mas que na verdade reside desde sempre na... própria sede);

 

  • Porque é que a Administradora não solicitou a apreensão da contabilidade da SEC que - pasme-se! - não foi ainda entregue, apesar de já terem sido solicitados à massa falida honorários por parte do respectivo contabilista;

 

  • Porque é que tiveram de ser sempre os trabalhadores a tomar a iniciativa de denúncia - como foi o caso daquela que foi remetida ao Tribunal de Comércio de Lisboa e também ao Ministério Público de Valongo (cuja investigação decorre) e onde são inclusivamente apontados indícios de destruição de documentação relevante da empresa, isto apesar de tudo terem feito para envolverem os advogados e a Administradora neste processo de denúncia;

 

  • Porque é que nunca, que se saiba, foi tentada a reversão a favor da massa falida, de uma extensa lista de imóveis que pouco antes da insolvência passaram para o nome da ex(?) esposa de Almerindo Carneiro, lista essa também já aqui divulgada e que faz parte integrante da tal denúncia;

 

  • Porque é que atempadamente não foram encetadas quaisquer dilligências legais no sentido de exigir à EGEO (uma empresa ligada ao sector da gestão dos resíduos urbanos) os documentos relativos à caracterização e quantificação da carga de vários contentores de equipamento e máquinas que se encontravam na anterior sede em Alfena, cargas essas que foram documentadas fotograficamente e para as quais foram sendo oportunamente alertados quer os advogados, quer o anterior administrador de insolvência;

 

É uma frase feita mas mesmo assim vale a pena repeti-la:"a Justiça só é justa quando julga no tempo certo".

No caso da SEC existe o sério risco de ser mesmo injusta ao arrastar no tempo a reparação de todos os danos e mesmo que essa reparação venha a ocorrer ela será de tal forma fora do 'tempo certo' que já não conseguirá anular os efeitos nefastos resultantes deste arrastamento.

É que a satisfação das necessidades básicas e de subsistência, próprias ou da família, é constante e não pode ser diferida!  

 

 

 

 

 

 

publicado às 23:35

A OPACA 'TRANSPARÊNCIA' DA CÂMARA DE VALONGO

Os dois tópicos iniciais da minha intervenção na reunião pública de Câmara de hoje:

 

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  • 212 mil ou 111 mil ? Em que ficamos?

 

Entre o custo anunciado na inauguração (o primeiro) e o contratado (o segundo) existe ‘uma derrapagem e peras’ !

 

Como sempre, o presidente da Câmara ‘respondeu’... nada, nicles, coisa nenhuma!

 

Tópico seguinte: a página da CMV na Internet (transparência Municipal)

 

Porquê a sistemática - deliberada? - falta de actualização?

 

 Na CULTURA (ainda) não constam os custos relativos a:

  • MIT 2015
  • EXPOVAL 2015
  • MAGIC VALONGO 2015
  • Feira do Livro e das Artes 2015
  • Dia Internacional da Mulher – Mónica Sintra
  • Vila Doce - Xana Toc-Toc (?)
  • Festa do Brinquedo
  • Há Festa na Aldeia
  • Conjunto musical – festa das Associações em Campo
  • Festas da Cidade de Valongo
  • Outros (?)

Ainda relativamente à Cultura:

 

Fala-se em custos acumulados/2015 até agora >250 mil € e ainda faltam:

  • Festa de Natal (diz-se que não vai haver dinheiro)
  • Concerto de Natal (idem)

Também aqui, José Manuel Ribeiro optou por uma saída evasiva:

- “Talvez faltem ainda algumas fichas (sobre custos) mas somos um exemplo de transparência”...

 

Sobre os 250 mil € e a Festa e Concerto de Natal:

- “Não comento boatos”...

 

Veremos...

______________________________________________________________________________ 

 

Este foi o conjunto de questões enviadas previamente por correio electrónico até meia hora antes do início da reunião, colocadas por mim ao senhor presidente e para serem respondidas (talvez) um dia, ainda neste século, espero...

 

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Breve explicação sobre os quatro itens:

 

- Primeiro item:

 

Em Ermesinde uma rua sem saída tem prioridade sobre uma rua principal - a principal tem direito a... STOP!

Existe uma personalidade ilustre do nosso burgo para quem o tempo é dinheiro e não pode estar à espera que lhe facilitem a saída da garagem...

Entreguei ao senhor Presidente detalhes fotográficos da 'anomalia' para que possa actuar - se fizer o obséquio.

 

- Segundo item:

 

Segundo os protocolos publicados na página da Câmara, a Junta de Freguesia de Alfena 'ainda tem o GIP e o apoio social a funcionar no Centro Cultural de Alfena'.

 

Não tem não!

 

- Terceiro item:

 

Ainda na mesma página (protocolos) 'a AVA ainda integra a Plataforma Solidária (com a Câmara e com a Junta').

 

Não integra não!

 

- Quarto item:

 

Um munícipe enviou ao Senhor Provedor de Justiça uma queixa sobre o tratamento desigual da Câmara relativamente a ele e um vizinho num processo de reposição da legalidade urbanística.

A Câmara adiou o mais que pôde a resposta ao Senhor Provedor e quando não conseguiu 'esticar' mais o prazo, enviou-a sem dar conhecimento ao reclamante.

Descontente, este dirigiu-se ao Gabinete do Munícipe e requereu como é seu direito, uma cópia da referida resposta - fê-lo em 28 de Outubro e só hoje, depois de eu ter levantado a questão do incumprimento dos prazos por parte dos Serviços, recebeu essa resposta.

 

Assim vai Valongo com José Manuel Ribeiro...

 

 

 

 

 

publicado às 21:30

ESPAÇO 'MULTIUSOS' DE ALFENA (OU FEIRA 'tout court')...

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Créditos: página do Facebook do Município de Valongo 

 

Hoje foi dia de 'festa na aldeia', o dia em que foi inaugurado o espaço 'multiusos' de Alfena - sob o viaduto da A41...

 

Depois de muitos anúncios falhados de que o evento seria 'não sei quando' e de promessas incumpridas somadas a outras igualmente por cumprir, eis que desponta o 'Dia D' de todos os outros dias que não conseguiram sê-lo, o dia da pompa e circunstância em que os políticos falam só na fotografia que se vê e se esquecem de falar nas restantes fotografias sucessivamente editadas e que no calor da festa já ninguém se lembra de lhes lembrar...

 

Houve um tempo em que o poder em Alfena falou naquele espaço como se estivéssemos ainda na clandestinidade, dizendo que 'pretendia (apenas) construir uma área de lazer e um espaço destinado a feiras temáticas (de artesanato sobretudo)'. Falar em 'feira que é feira' esteve sempre fora de questão e o então presidente da Junta, Rogério Palhau, até se zangava quando alguém se atrevia a insinuar que estariam a ser elaboradas clandestinamente eventuais listas de feirantes com vistas ao aluguer de postos de venda.

 

O tempo, esse grande editor de histórias mal contadas, encarregou-se de ir compilando numa única e ainda incompleta verdade, a soma de todas as meias mentiras do passado recente com as quais se procurou serenar a resistência dos expropriados daqueles terrenos por onde passa o viaduto da auto-estrada que dividiu Alfena e onde os Alfenenses têm de pagar sempre que saem de casa para  'ir ali ao lado' à Maia ou mais ao lado ainda ao Aeroporto Sá Carneiro...

 

Os expropriados diziam que não aceitariam que um espaço expropriado nos termos da Lei, logo, em condições que todos os 'espoliados' neste género de expropriações bem conhecem, fosse transformado numa fonte de rendimento para a Junta de Freguesia. Local de eventos sim, de lazer também, de feiras temáticas eventualmente, de Feira 'tout cout' nunca!

 

Mas o tempo foi serenando os ânimos e o silêncio cauteloso em torno de hipotéticas negociações com feirantes, ajudou a esfriar um pouco as discordâncias e a obra concluída aí está, finalmente inaugurada e com todas as infra-estruturas necessárias a todas as feiras ou à Feira 'tout court'.

 

(Feira essa que "terá lugar às quartas-feiras a partir de Janeiro" - palavras do Presidente da Junta de Freguesia no discurso da inauguração).

 

Não tenho mais nada a dizer sobre o assunto.

Não sou um dos expropriados/'espoliados' daqueles terrenos nem fui eu que disse que não admitiria que alguém ganhasse dinheiro com um terreno que não foi expropriado para esta fim.

 

Gostaria até que fosse possível rentabilizar o melhor possível aquele espaço agora devidamente infra-estruturado e que me parece ter potencialidades para ser uma mais-valia para os alfenenses, mas se alguma coisa não correr bem, isso só se ficará a dever à falta de transparência em torno do projecto e à incapacidade de assumir 'olhos nos olhos' com os referidos expropriados a inteira verdade e o relevante interesse público de que o uso pretendido se reveste. 

A explicação aos mesmos da importância que a sua generosa anuência teria para a comunidade seria seguramente compreendida por eles e tenho a certeza que teria sido bem mais fácil o acordo - se é que ele existe.

 

publicado às 20:50

FALSAS VIRGENS - E AINDA POR CIMA OFENDIDAS...

Tenho o maior respeito por toda a gente que trabalha, mesmo aquela que por qualquer motivo ou sem motivo nemhum escolheu a 'mais velha profissão do mundo'. Ponto!

Mas na mesma linha de pensamento, também acho que todos os profissionais que escolhem (livremente) a dita profissão, só merecem ser respeitados quando sabem dar-se ao respeito.

 

E já agora...

 

Seja em Valongo ou em qualquer outro ponto do País ou do mundo, a ausência de 'virgindade' já há muito que deixou de constituir um labéu ou sequer servir de motivo para impedir a realização de um bom casamento.

 

 

Logo...

 

Deixa de fazer qualquer sentido o afã com que certas 'falsas virgens' tentam esconder a sua vasta experiência na 'tal profissão mais antiga'.

E se não faz sentido, porquê mesmo gastarem tanta energia a esconder que afinal e feitas as contas, são umas verdadeiras depravadas?

 

Quando se escolhe um modo de vida, dê o mesmo muito, algum ou nenhum prazer, por uma questão de dignidade ele deve ser exercido com um sorriso nos lábios - mais ou menos e exagerando um pouco, como se do respectivo desempenho possa resultar a salvação da humanidade.

 

 

Portanto...

 

'Falsas virgens - e ainda por cima ofendidas' - de Valongo e do resto do mundo em redor, o vosso único pecado será o de tentarem fingir que fizeram voto de castidade e pior do que isso, que respeitam o mesmo!

 

Por uma estranha associação de ideias que ainda estou a tentar perceber, veio-me à memória este excerto de uma palestra sobre o PDM de Valongo em que participou um amigo que há-de ser - espero - o futuro Presidente da República em Portugal, Paulo Morais.

 

O vídeo:

 

 

 

 

 

publicado às 00:46

LITIGÂNCIAS DE MÁ-FÉ...

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Como já aqui referi, tenho uma queixa da ADICE contra mim "por difamação" que um dia destes chegará à barra do Tribunal de Valongo. Tem a ver com um post sobre as comemorações dos 15 anos daquela Instituição comemorados numa Quinta em Campo onde como todos se recordarão, esteve o primeiro-ministro de Portugal e curiosamente, também o actual presidente da Câmara de Valongo.

Foi isto que escrevi em 9 de Março passado e não fora a necessidade de retaliar por causa dos casos que refiro a seguir, transformar este assunto numa queixa para ser julgada em Tribunal 'não lembraria ao diabo'.

 

1) Queixa em 15 de Abril de 2014 na CADA (Comissão para o Acesso aos Documentos Administrativos) contra a ADICE na pessoa da sua Presidente Maria Trindade Vale e também contra a Directora-adjunta do Centro Distrital de Segurança Social do Porto, a Dr.ª  Ana Venâncio (*) por recusa em me facultarem os Relatórios de Contas e a lista dos Corpos Sociais da Instituição nos últimos mandatos.

A CADA deu-me razão, mas mesmo assim, nem a Dr.ª Trindade nem a Dr.ª Ana Venâncio cumpriram o que aquela Comissão decidiu.

Até hoje e porque outras prioridades se levantaram e o assunto perdeu também alguma oportunidade, tenho-o mantido em 'stand by'...

 

2) Denúncia da utilização da viatura de função e respectivo motorista da Câmara para transportar a afilhada da então vice-presidente,  a filha do Dr. Marco António Costa, para o estabelecimento de ensino que frequentava, uma denúncia que me chegou de forma anónima acompanhada de um vídeo e um conjunto de fotografias que entreguei no Ministério Público;

 

3) Denúncia também no Ministério Público, de um caso envolvendo uma declaração falsa da ex vice-presidente, declarando aos serviços de fiscalização da autarquia  "ter já demolido uns anexos ilegais" detectados numa vistoria à sua residência (**);

________________________________________________________________________

 

(*) 

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Em 29 de Julho de 2013 a Jornalista Ana Henriques do Jornal PÚBLICO Ana Henriques escreveu sobre Ana Venâncio, uma amiga comum da Dr.ª Tridade e do seu compadre Dr. Marco António Costa.

 

(**) 

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Também no PÚBLICO e em 7 de Novembro de 2013 o Jornalista António Cerejo escreveu sobre a declaração falsa da vice-presidente da Câmara.

 

Basta somar todos estes casos para ajuizar sobre a consistência e motivações da queixa da ADICE contra mim. 

_________________________________________________________________________

 

Nota de rodapé: Apesar de tudo, é justo referir que a Drª. Trindade tem mantido para comigo desde sempre toda a cordialidade, nunca tendo deixado de me cumprimentar. Talvez porque ao contrário do meu ex-amigo e actual presidente da Câmara de Valongo - que também apresentou uma queixa contra mim relacionada com publicações do meu Blog - tenha percebido que nada disto envolve questões do foro pessoal.

 

publicado às 19:29

CÂMARA DE VALONGO - 'VIR'O DISCO E TOCA O MESMO', OU PIOR...

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De cada vez que 'revisitamos' os registos recentes do presidente da Câmara Municipal de Valongo tropeçamos quase sempre num qualquer exemplo da lamentável 'geometria variável' que o caracteriza e na quase total ausência de vergonha - política pelo menos...

Com ele e como bem diz o nosso Povo, quase sempre 'não diz a letra com a careta' e a grande maioria das promessas que fez em 2013 para conseguir ser eleito rapidamente transitaram para o enorme 'caixote do lixo' em que o seu gabinete de função se transformou.

Até 2013 ele criticou ferozmente a 'gorda' máquina municipal e quando chegou ao lugar deu mesmo início a um alegado 'corte' nos cargos de chefia multiplicando-se em comparações críticas com a situação herdada.

Porém, os boys and girls que o rodeiam desde a pré-campanha, escolhidos por opção própria uns quantos e outros impostos pela imensa máquina partidária, exigem espaço na 'gamela do Orçamento'. Daí que ninguém estranhe este concurso de chefias de que o Verdadeiro Olhar faz eco na edição desta semana.

Com José Manuel Ribeiro as promessas eleitorais são sempre formuladas com o dedo indicador e médio cruzados atrás das costas e os interesses do Município só contam na exacta medida em que coincidam com os dele próprio e dos amigos.

publicado às 14:30

E AINDA SOBRE O DEPUTADO "ABSTÉMIO"...

Citando o AVENTAR.eu:

 

DEPUTADO DO PSD RECUSA TESTE DE ALCOOLEMIA ÀS 5 DA MANHÃ

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Dia 2 deste mês o Correio da Manhã, no seu website, noticía que, ontem, o deputado do PSD, Miguel Santos, recusou submeter-se ao teste de alcoolemia depois de ter sido parado pela PSP quando seguia de moto, às 5 horas e 5 minutos da madrugada, na Avenida do Brasil, no Porto. O argumento do deputado Miguel Santos para se recusar a fazer o teste do álcool foi segundo o agente da PSP a “ imunidade parlamentar “.

Mas qual é o cidadão português que se pode recusar a fazer um teste de alcoolemia refugiando-se na “ imunidade parlamentar “? Então os deputados, governantes, conselheiros de estado, presidentes da república porque possuem imunidade parlamentar podem andar nas estradas portuguesas alcoolizados, livres de fazer testes de alcoolemia, correndo o elevado risco de matarem cidadãos portugueses que vão tranquilos e sossegados na estrada ou na via pública? E já agora estes indivíduos que ocupam estes diversos cargos públicos podem desobedecer às autoridades tendo por base a “ imunidade parlamentar “?

Mas o mais curioso é que o deputado Miguel Santos na mesma notícia disse “ Eu não tinha bebido álcool, aliás, nem bebo”. Então qual era o problema para fazer o teste da alcoolemia? Este senhor só pode estar a tentar fazer de todos os portugueses parvos.

Também curioso é que Miguel Santos apenas trazia consigo o cartão de deputado. Então não seria mais prático e prudente fazer-se acompanhar do seu cartão do cidadão? Ou será que o cartão de deputado é usado como “ arma de intimidação “ junto das autoridades? Será que o deputado Miguel Santos vai dizer que estava, às 05h05 da madrugada de um Domingo, em missão parlamentar?

Coincidência, ou talvez não, Miguel Santos é um dos conhecidos “SHM” de MAC.

Este deputado é exactamente o mesmo que na anterior legislatura na sequência de um protesto, no Parlamento, de um doente com Hepatite C, que aguardava há mais de um ano por um medicamento inovador que lhe podia salvar a vida, tenha dito que a situação em causa se tratava de ” um circo ” sublinhando ” que são pessoas que cá estão e que querem criar um incidente “. Nessa altura o cronista do Expresso, Daniel Oliveira escreveu um artigo de opinião apelidando este deputado de ” sociopatatendo também no programa ” Eixo do Mal ” da SIC Notícias referindo-se a toda esta desagradável situação.

Este tipo de atitudes reiteradas de Miguel Santos envergonham o Partido Social Democrata e o Parlamento, apenas possível de um indivíduo desprovido de qualquer sensibilidade humana e social, que se considera acima da lei. Aliás, este deputado tem responsabilidades acrescidas atendendo a que é vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, Director do Jornal do Partido ” Povo Livre ” e vice-presidente da Distrital do PSD do Porto, que é presidida por Virgílio Macedo, actual Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna, que tutela precisamente a Polícia de Segurança Pública.

Na altura do caso da comissão parlamentar da saúde dirigi uma carta aberta ao presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, a solicitar a abertura de um processo disciplinar a Miguel Santos visando a sua expulsão. Porém parece que nada foi feito.

Espero agora, que perante estes novos factos, o Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, retire de imediato a confiança política a Miguel Santos, demitindo-o de todos os cargos políticos que exerce, nomeadamente, as funções de vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, de director do jornal Povo Livre, de vice-presidente da Distrital do Porto do PSD e de presidente da concelhia do PSD de Valongo, sendo aberto de imediato um processo disciplinar com vista à expulsão de militante do Partido Social Democrata.

P.S. – Informo que solicitei ao Sr. Ministro da Administração Interna, Dr. João Calvão da Silva e ao Sr. Director do DCIAP, Dr. Amadeu Guerra, a abertura de um inquérito para apuramento total dos factos.

(Aventar)

publicado às 23:28

TODOS SOMOS IGUAIS, MAS UNS SÃO 'MAIS IGUAIS' QUE OUTROS...

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Notícia completa AQUI 

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À cabeça coloco já o conveniente 'disclaimer':

 

"Até prova em contrário o deputado da Nação Miguel Santos deverá ser considerado um abstémio puro e tudo poderá girar á volta de mais uma das muitas campanhas do maléfico Correio da Manhã, para fingir que afinal não ataca só o ex primeiro-ministro José Sócrates.

Ou então tudo não passará de uma pequenina vingança do polícia que registou a contravenção como consequência das malfeitorias de Miguel Santos e respectiva maioria na Assembleia da República contra os reformados, os funcionários públicos, as forças da ordem e os portugueses de um modo geral. Não será até de excluir a hipótese do referido polícia ter rapado do bolso de forma sub-reptícia uma daquelas miniaturas de bebidas espirituosas e ter aspergido a fatiota do deputado de forma comprometedora para depois poder alegar que 'cheirava a álccol'.

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Colocada esta delimitação de responsabilidade, impõe-se a meu ver e só - porque excluída sequer a hipótese de Miguel Santos ser consumidor de álcool - saber o que é que um deputado da Nação fazia às 05h05 da madrugada de Domingo na Avenida do Brasil (zona da Foz) a conduzir de forma irregular uma moto e sem documentos da mesma.

 

Já quanto à recusa de fazer o 'teste do álcool' ela é perfeitamente natural, digo eu. Um deputado não é um cidadão comum que possa ser obrigado por 'dá cá aquela palha' a fazer aquilo que ao cidadão comum se exige. 

 

Recorrendo a esta analogia que é do mais elementar senso comum, um deputado da Nação 'confecciona' leis, logo, está isento de as cumprir da mesma forma que num qualquer restaurante não se obriga o cozinheiro ou os seus auxiliares a pagarem as refeições que ingerem enquanto estão de serviço e um deputado da Nação está permanentemente em serviço. Mesmo no bordel  mais xunga ou na mais sofisticada das discotecas existem eleitores ávidos de serem contactados.

 

E pronto, acho que a partir daqui virará asneira 'gastar mais cera com tão fraco defunto'... 

 

 

 

 

 

publicado às 12:14

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