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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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VALONGO - CRENÇAS E CONVICÇÕES...

Captura de ecrã 2016-09-08, às 22.46.33.png

 

Segundo Fernando Gil Convicção e crença não são exactamente a mesma coisa...

Hesito por isso entre uma e outra para explicar o inefável estado que me invade neste momento em que basicamente acabo de me convencer de que ainda podemos acreditar em alguns políticos, em certos autarcas (presidentes de Câmara ou de Junta), em alguns técnicos superiores (das Câmaras ou das Juntas) e em alguns adjuntos ou assessores de todos eles, nomeadamente no que ao 'subúrbio' diz respeito - e também na virgindade daquele(a) trabalhador(a) independente de beira de estrada que presta aquele relevante serviço à Sociedade...

 

Cada vez estou mais convencido (ou crente)  da necessidade de se criar em Valongo uma congregação para as causas dos santos de pau oco), a exemplo do que acontece com a similar(?) da Igreja Católica para os outros (os que são apenas Santos). 

 

Penitencio-me portanto - acho até que que vou usar cilício durante um bom par de meses - por ter sequer pensado até há pouco tempo atrás na simples possibilidade de existir (ou ter existido) em Valongo algum acto de corrupção passiva ou activa envolvendo anteriores ou actuais autarcas ou técnicos superiores, ou assessores de autarcas, ou assessores dos assessores de todos eles... 

 

Mereço o cilício e vou saboreá-lo até à última contorção de dor!

 

Neste momento, reconciliado com a minha consciência, quero ditar para registo de memória futura, que acredito firmemente que naqueles terrenos designados por piada 'garimpo de Alfena' (junto ao nó da A41/Senhora do Amparo) onde se ultima a instalação da plataforma logística da Jerónimo Martins e que pertenciam - uma parte ainda pertence - à NOVIMOVEST/Santander, jamais houve sequer indícios de actos corruptos.

 

Acredito ainda, que a alteração à Carta REN de Valongo envolvendo a Câmara, a CCDR-N, a Direcção Geral do Ordenamento do Território e outras Entidades, foi um simples acto de gestão visando salvaguardar o interesse público erradicando do local inestéticos Ribeiros e linhas de água, alguns sobreiros, alguns carvalhos e muitos eucaliptos.

 

Acredito que nem o actual presidente da Câmara de Valongo, José Manuel Ribeiro, nem quem o antecedeu no cargo - sobretudo a partir de 2007 - tiveram algum interesse ou de algum modo se constituíram como facilitadores de qualquer acto de urbanismo ilegal ou selvagem, vulgo 'faroest'.

 

Acredito que José Luís Pinto, que por alturas de 2007 era o Vereador do Urbanismo de Fernando Melo, tem já processo aberto na tal congregação para as causas dos santos).

 

Acredito que Jaime Resende (a quem algumas pessoas de má índole apelidaram na altura de 'testa de ferro' - o mesmo que esteve envolvido nos negócios com os terrenos onde está implantado o 'Mar Shoping' e loja do IKEA em Matosinhos - no caso do 'garimpo de Alfena' intermediou apenas uma simples operação de compra e venda de terrenos que 'não valiam grande coisa' e que todas as partes envolvidas no negócio - anteriores proprietários e NOVIMOVEST/Santander - dispunham no momento da transacção de informação exactamente igual.

 

Acredito portanto, que naquela Conservatória de Matosinhos onde tiveram lugar as duas escrituras públicas de compra e venda, em nenhum momento caíu do céu qualquer documento que não fosse do conhecimento de todos os envolvidos.

 

Acredito - e neste caso profundamente - que aquela inesquecível viagem de José Manuel Ribeiro à sede da Jerónimo Martins onde foi plantado o óvulo fecundado que iria mais tarde dar lugar à gravidez em curso e ao promissor parto da plataforma logística daquele grupo foi apenas uma viagem de catarse em que se libertou das reservas e objecções - será que alguma vez as teve? Será que na viagem de ida ainda as tinha? - relativamente ao negócio da NOVIMOVEST/Santander.

 

Por último, acredito (e uma vez mais, também profundamente) que a NOVIMOVEST é apenas uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social) como todas as outras que conhecemos, que apenas persegue o objectivo  de promover... exactamente, a solidariedade e o bem comum.

 

E termino como comecei:

 

Acredito na virgindade daquele(a) trabalhador(a) independente de beira de estrada que presta aquele relevante serviço à Sociedade.

 

 

 

publicado às 20:47

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