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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

PORTUGAL E AS FORÇAS ARMADAS - AS "MORDOMIAS" QUE ANULAM (OU LIMITAM) OS DIREITOS DOS CIVIS...

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O caso do roubo (?) de armamento em Tancos e o comportamento da estrutura militar - com especial e lamentável destaque para a PJM (polícia judiciária militar) tem colocado as Forças Armadas "debaixo de fogo"...

No que toca ao cabal apuramento dos factos e das responsabilidades dos envolvidos nesta monstruosa e, salvo melhor opinião, mistificação organizada ao mais alto nível de decisão, tem conduzido a um preocupante avolumar das dúvidas de muitos anos sobre a necessidade de continuarmos a manter - pelo menos nos moldes actuias - Forças Armadas em Portugal.

 

A guerra colonial terminou há mais de 40 anos.

 

* Tenha sido uma boa ou má decisão, pertencemos juntamente com a Espanha à União Europeia e as nossas fronteiras terrestres estão abertas e só em casos muito especiais podem ser encerradas;

* A Espanha, nosso inimigo de outros tempos, é hoje uma Democracia e embora permaneça no campo monárquico,  o Rei tem o poder que tem e todos conhecemos e não me consta que ele inclua o direito de decretar a invasão de Portugal; 

* Para o bem e para o mal, Portugal é membro da Nato e a aliança, pelo menos é suposto que isso aconteça, teria sempre a obrigação de nos defender em caso conflito externo;

 

Portanto...

 

Existe alguma justificação racional para a existência de Forças Armadas em Portugal?

* Existe alguma justificação para a manutenção de um Serviço de Saúde Militar paralelo e redundante com o Serviço Nacional de Saúde e com "mordomias" inaceitáveis em termos democráticos?

 

Um exemplo concreto

 

Por motivos que só a mim dizem respeito, tenho ido ultimamente e com alguma frequência ao Hospital dos Lusíadas (Avenida da Boavista) no Porto.

Estaciono - quando tenho vaga - em frente ao Hospital Militar D. Pedro V e, como todos os civis - que em Portugal são a esmagadora maioria - tiro o meu ticket do parquímetro (ou carrego a respectiva aplicação) para pagar o tempo que demoro.

Por vezes fico no carro (quando não sou eu o doente, evidentemente) e tenho a oportunidade de ver o movimento daquela enorme e cara estrutura militar de saúde, com a permanente entrada e saída de enfermeiros civis, de médicos civis, de prestadores diversos de serviços civis, de familiares diversos dos militares de carreira no activo ou já reformados (pais, esposas ou maridos, irmãos, tios, primos, namorado(a)s (eventualmente), de amantes (eventualmente)...

Alguns dos utilizadores do parque de estacionamento do Hospital Militar entram, estacionam e não raras vezes antes até de concretizarem a finalidade que ali os levou, lá saem a pé para tratar da vidinha no exterior, voltando a entrar muito tempo depois e, não raras vezes, com 'sinais exteriores' de operações comerciais variadas...

Eu por acaso, também sou civil, mas tenho uma (pequena) especificidade: fui furriel miliciano enfermeiro e em 1969/1970 (não me lembro bem e também não me apetece ir à procura da minha caderneta militar para conferir) fiz ali uma parte do meu estágio de enfermeiro.

Mas nem que me permitissem - por especial e estranha deferência - o acesso à "mordomia" de um Serviço de Saúde específico e injustificado eu não aceitaria!

 

* As especificidades de um Serviço de Saúde militar justificaram-se enquanto existiu uma guerra colonial com a prevalência de doenças tropicais, de feridos de guerra, de urgência específica na recuperação dos militares feridos.

 

* Não é essa a situação que vivemos e por isso, acabem de vez e com urgência com o esbanjamento orçamental dos "D. Pedro V deste País", com as ambulâncias militares sub-aproveitadas, com os carros e os motoristas pessoais ao serviço do senhor general (ou coronel ou brigadeiro, ou 'pastel de belém') com os meios auxiliares de diagnóstico redundantes, com a contratação de profissionais de saúde tão escassos no Serviço Público e com todas as mordomias atribuídas a grupos específicos de cidadãos, sejam eles militares (ou familiares de) juízes ou outros!

 

 

publicado às 14:24

ÀLERTA SOBRADO! CÂMARA FEZ AJUSTE DIRECTO COM A RETRIA!

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Esta eu não posso deixar passar em claro José Manuel Ribeiro!

 

As gentes boas da Freguesia de Sobrado - aquela que o Relvas riscou do mapa de Valongo agregando-a à de Campo - não merecem esta pulhice do seu presidente de Câmara!

 

Várias vezes, inúmeras pessoas - deputados municipais, vereadores e outros munícipes de Sobrado e não só - se têm referido à vergonha em que consiste a actividade da empresa RETRIA em Sobrado.

Numa dessas ocasiões, numa Assembleia Municipal realizada em Sobrado o presidente da Câmara concordou com as críticas e acrescentou que "a Câmara tem feito várias diligências, já lá mandamos a fiscalização mas não somos autorizados a entrar. A culpa foi de quem fez esta concessão sem acautelar a saúde dos sobradenses, mas nem por isso deixaremos de continuar a tentar e... blá-blá-blá".

 

Ora bem...

 

Uma empresa cuja actividade o próprio presidente da Câmara  considera criminosa - fica agora demonstrado que de forma completamente hipócrita - teve direito a um dos famigerados "AJUSTES DIRECTOS à Zé Manel": em 28-03-2018 no valor de 74 mil euros!.

Ver recorte a seguir

'Link' da página da BASE para melhor leitura:

 

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Não sei até, se na tal Assembleia Municipal onde o assunto foi mais uma vez levantado, o Zé Manel não teria vindo directamente do acto de assinatura do contrato!

 

Eu se fosse a ele nunca mais apareceria em Sobrado - pelo menos de cara levantada - e se fosse sobradense tentaria a todo o custo obter um saquinho daquela merda mal-cheirosa de que se tem vindo a falar em relação à RETRIA para na primeira oportunidade a atirar à cara deste autarca que me envergonha 

(No sentido figurado evidentemente, que eu não sou de usar nem aconselho a ninguém a violência no sentido literal)...

 

Até parece que no País não existem outras empresas a tratar resíduos - e se calhar de forma mais responsável!

 

Nem que o mesmo serviço custasse o dobro do preço, os valonguenses não o criticariam por isso, porra!

 

 

publicado às 21:50

VALONGO, UMA estância turística DE RELEVO EM TODO O PLANETA E QUIÇÁ EM... VALONGO!

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Fala-se ainda - e seguramente falar-se-à durante muito tempo mais - da 'Operação Éter' e da detenção do presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal, Melchior Moreira e mais 4 pessoas, entre as quais, Manuela Couto, que é administradora da W Global Communication (antiga Mediana) e que há dias assinou um 'ajuste directo' com a Câmara de Valongo superior a 70 mil euros... 

 

(Os detidos continuam (neste momento) a ser ouvidos por um Juiz e devemos deixar para a Justiça o que à Justiça compete fazer)...

 

Venho aqui apenas para lembrar esse "enorme e relevante investimento" que foi a implantação no nosso 'subúrbio' da Loja Interactiva de Turismo de Valongoem 13 de Junho de 2014, com a pompa e circunstância que José Manuel Ribeiro nunca dispensa - um "investimento" de cerca de 157 mil euros...

 

Não sei se houve corrupção pelo meio, não sei se José Manuel Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Valongo estará muito ou pouco à vontade para dar a cara pela relevância deste "investimento".

Não sei mesmo e não deixo (sequer nas entrelinhas) qualquer insinuação, por leve que seja, sobre o assunto...

 

Mas sei isso sim, que aquele "investimento" tem passado completamente despercebido - pelo menos até agora - à esmagadora maioria dos valonguenses - e também à maioria daqueles que, vindos de fora, procuram conhecer o que de mais relevante temos para lhes mostrar ou oferecer.

 

E quando um "investimento" passa despercebido a (quase) toda a gente só pode merecer as enormes  "aspas" que eu coloco na palavra!

 

(E sobre "CORRUPÇÃO" não falo por agora, porque este é o tempo da Justiça).

publicado às 10:31

VALONGO, DA 'TRANSPARÊNCIA', DOS AJUSTES DIRECTOS E OUTRAS OPACIDADES...

O presidente do Turismo Porto e Norte de Portugal foi preso hoje, juntamente com alguns colaboradores e beneficiários directos da sua gestão (eventualmente) corrupta.

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Uma da personalidades detidas é mulher do presidente da Câmara de Santo Tirso. Evidentemente que não faço aqui qualquer ligação a este facto...

 

Mas Maria Manuela Barreira da Mota de Sousa Ferreira Couto tem uma empresa - a WGC Branding & Communication, unipessoal, Lda que celebrou no passado dia 15 um 'Ajuste directo' com a Câmara de José Manuel Ribeiro, perdão, de Valongo, para lhe tratar da imagem - de Valongo, evidentemente...

 

Não estou evidentemente a retirar qualquer conclusão precipitada nem a avançar com qualquer hipótese de haver aqui  corrupção envolvida;

 

Constato apenas e só, tratar-se de mais um 'Ajuste Directo' tão ao gosto de José Manuel Ribeiro...

 

Constato ainda - só e apenas - que a gestora do contrato é Lúcia Reis, oriunda da LUSA e contratada já no primeiro mandato de JMR para lhe tratar da imagem.

Pelos vistos continua a fazê-lo e da melhor maneira que sabe e pode - à nossa custa...

 

E é tudo... por agora!

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publicado às 21:15

VALONGO, NO LIMITE... SEM LIMITES!

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"Valongo, um território a descobrir"...

 

Uma simples frase-feita que, na realidade concreta e definida deste "subúrbio" da Mui Nobre e Invicta Cidade do Porto, pode assumir um significado improvável...

 

(E bem podem barafustar os "patriotas locais" contra a minha falta de 'patriotismo', que assumo por inteiro o termo "subúrbio", embora me sinta no dever de explicar melhor a sua utilização).

 

Temos inúmeras belezas naturais, umas visíveis outras escondidas, umas melhor ou pior aproveitadas ou preservadas, outras simplesmente esquecidas ou abandonadas - ou até mesmo votadas a uma quase criminosa e paulatina destruição.

Quem conhece minimamente o nosso território - e eu conheço-o relativamente bem, apesar de só por aqui andar há cerca de 40 anos e continuar a ter saudades do meu Santo Tirso do coração - sabe que não especulo com estas coisas.

 

(Até naquilo que vai recuperando e valorizando, Valongo tem, perece, vergonha de assumir e prefere dar-lhe 'apelidos' alheios. Veja-se o caso das "Serras do Porto").

 

Valongo tem História?

 

Tem, evidentemente! Todas as terras a têm, mas em Valongo e graças sobretudo ao empenho do actual soberano absoluto que nos governa desde 2013, um entusiasta da governação 'socratista' e da arte de cavalgar a toda a sela esse 'fenómeno extremo' que alguns teimam em apelidar de "corrupção", graças a ele, a nossa História resume-se a declarações vazias ou historicamente inconsistentes com uma ou outra publicação encomendada a historiadores de sofá que por aí abundam e são clientes habituais da mesa do orçamento na organização dos eventos tão ao gosto apurado de sua majestade o rei...

Foi o caso do livro cuja imagem ilustra o topo do texto e que é uma verdadeira vergonha!

 

Mas não era sobre esta "história" que eu hoje queria falar...

 

A História de Valongo tem sido ao longo dos (pelo menos) últimos 40 anos, infelizmente, mais feita de corrupção, gestão danosa - das finanças e do bem público - de favorecimento ilícito, de destruição da (verdadeira) História e, sobretudo, da paulatina e lamentável construção de um verdadeiro e acomodado subúrbio do Porto.

 

Se procura um 'dormitório' de fácil acesso - para um período mais ou menos longo ou apenas para uma noite, com 'aquecimento de pés' do tipo familiar ou em regime de 'pago à hora', com massagens tailandesas ou lusitanas, com entrada pelo 'lobby' ou pela garagem, Valongo tem.

 

Se procura um terreno disponível para instalar o seu negócio e aproveitar as relativamente boas condições de acessibilidade, não se assuste com o facto de a sua pretensão lhe parecer colidir com uma qualquer zona condicionada ou de reserva (agrícola ou ecológica), Valongo tem.

Tem e consegue dar a volta a todos os obstáculos que se oponham à sua ambição.

 

Veja o exemplo do que foi feito na naquela imensa área da Senhora do Amparo onde se implantou a plataforma logística da Jerónimo Martins e onde tudo continua a mexer - cremos até que já muito para além do inicial perímetro da Unidade Operativa de Planeamento e Gestão - UOPG 06.

 

Em Valongo o limite não é a Lei - as Leis são sempre muito incómodas para quem busca um enriquecimento sem grandes preocupações, sejam elas de ordem social ou de ordem ambiental.

 

Em Valongo o limite é determinado (quase sempre) pela ambição de quem investe e de quem governa para 'certos tipos' de investimento. 

 

Em Valongo o 'limite', no limite, pode mesmo não ter limites!

 

Mas como neste tipo de dissertações sobre o 'fenómeno da corrupção e do favorecimento ilícito' que, digam o que disserem, permanece umbilicalmente ligado à actual dinastia reinante do "subúrbio" corre o risco de se eternizar, voltarei em breve para mais e mais detalhados desenvolvimentos...

 

Portanto, o habitual (CONTINUA)...

________________________

 

PS: Amanhã, integrarei uma (nova) embaixada que se deslocará ao Ministério Público (DIAP) de Valongo para uma (nova) denúncia sobre gestão danosa e favorecimento ilícito na área do Urbanismo... 

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 09:28

CÂMARA DE VALONGO - AS PREVARICAÇÕES DO COSTUME...

Contra a vontade dos moradores da Urbanização 'Adão Inácio Lopes' (Junto à rotunda da A41/restaurantes 'D. Garfo'  e 'O Teles') em Alfena, o executivo da Câmara Municipal de Valongo que é detentora de um terreno resultante das cedências legais no âmbito daquela urbanização e destinado nos termos do respectivo Alvará a  'equipamentos públicos', resolveu à sucapa cedê-lo à Associação Moto Clube de Alfena, recusando atender um 'abaixo-assinado' dos moradores pedindo para serem recebidos a fim de exporem as razões da sua discordância em relação a esta cedência.

Não levou ainda em conta quase duas dezenas de 'reclamações fundamentadas' apresentadas atempadamente no Gabinete de Apoio ao Munícipe durante o período de discussão pública - nem sequer emitiu qualquer resposta ainda que negativa em relação às mesmas - e passou o referido terreno de domínio público para privado cedendo-o a seguir ao Moto clube.

Para 'facilitar' o nebuloso processo e obter a aprovação expedita quer da Câmara quer da Assembleia Municipal, escondeu dos vereadores e dos deputados da oposição a discordância clara de todos os moradores bem como os documentos atrás mencionados.

 

* Esteve muito mal o presidente da Câmara, que representando todos os munícipes se esqueceu de um vasto conjunto de alfenenses que vivendo numa zona massacrada pelo atravessamento do seu território pelo então IC24 e agora A41 e onde equipamentos (áreas ajardinadas, parque infantil e outros são 'mordomias' que escasseiam ou simplesmente não existem. Mereceriam claramente (muito) mais atenção da sua parte;

 

* Esteve muito mal também o presidente da Junta de Freguesia de Alfena - a autarquia mais próxima e portanto, aquela que deveria estar mais atenta aos seus fregueses - que privilegiou um grupo de amigos (o Moto clube de Alfena) em desfavor daqueles para os quais o terreno se destinava.

(Importa lembrar que a primeira sugestão apresentada na Câmara, à qual se seguiu o pedido formal do Moto Clube, foi apresentada pelo presidente da Junta de Freguesia);

 

Mas apesar de todas estas lamentáveis atitudes e do estado avançado em que se encontra o projecto da nova sede da referida associação - projecto esse e segundo julgamos saber custeado inclusivamente pela própria Câmara - ainda nada é definitivo:

 

- A oposição começa a movimentar-se exigindo a clarificação desta situação.

 

* A CDU na Assembleia Municipal apresentou na última sessão pública a sua posição sobe a actuação da Câmara e sugere mesmo que esta reveja a cedência e encontre um terreno alternativo (que não prejudique as expectativas do Moto Clube de Alfena - que no fundo é aquela que menos culpa, ou nenhuma mesmo, tem neste nebuloso processo).

ver recortes da Acta da última Assembleia.

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(...)

- Por outro lado, a regularidade na aprovação do projecto da referida obra estará sempre dependente da verificação dos alinhamentos das construções consolidadas no local e de as mesmas estarem devidamente legalizadas, situação que está longe de corresponder à realidade...

 

- Em última instância, o envio de todo o processo - que felizmente está muito bem documentado - para o Ministério Público, poderá conseguir aquilo que o 'poder local democrático' (?) não teve o cuidado de fazer.

 

Poderá mesmo no limite, levar à perda de mandato do Presidente da Câmara.

 

No próximo dia 27 de Setembro tem lugar (em Campo) uma Assembleia Municipal descentralizada onde seguramente este assunto será de novo abordado.

 

Ver recorte seguinte.

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(...)

______________________

PSAté pode soar ligeiramente a estranho o que vou dizer mas, continuando a ser tecnicamente possível a reversão ou a alteração do processo de cedência  gostaria que, quer o presidente da Câmara quer o presidente da Junta de freguesia de Alfena, 'metessem a mão na consciência' e pensassem no que é mais importante para o interesse comum dos alfenenses - e melhor servirá também os seus respeitáveis interesses políticos no que toca às suas (expectáveis e compreensíveis) ambições futuras...

 

 

 

 

publicado às 14:00

FÉRIAS (CÁ DENTRO)...

Quando se fala de férias é quase instantânea a ligação mental que se faz com o contexto 'beira-mar' mais ou menos 'chic' - dependente sempre do poder de compra e disponibilidade da agenda de cada um...

Algarve - de facto, cada vez mais 'Allgarve'... - e daí para cima, a enorme variedade de areais pejados de bronzes, com bandeiras mais ou menos azuis, com mais ou menos centímetros quadrados de areia 'per capita', com mais ou menos graus da temperatura líquida, mais ou menos vento norte, são as opções para quem se dispõe a ficar cá dentro.

Para os exibicionistas das redes sociais que gostam de partilhar coisas do género "olha eu aqui em (não sei onde) a estrelar ao sol", existem também opções 'baratíssimas' que podem ir de Espanha (Ibiza, Benidorme, Lanzarote...) até um pouco mais longe (Cuba (Varadero, Trinidad, Santiago...) entre muitos outros exemplos - passe a publicidade que ninguém me paga...

Mas se formos a ver bem, quanta desta gente que partilha imagens apelativas de fazer inveja ao pãozinho bem torrado onde só falta pôr manteiga, não conhece o bom que existe para se desfrutar neste nosso Portugal! 

 

'Fora de rota'? Talvez, mas quem não gosta de uma boa saída de estrada para quebrar de vez em quando a monotonia das 3 vias de alcatrão sem fim ou do ronronar dos motores do voo low cost que nos faz cruzar oceanos e onde o espaço que nos reservam nos remete cada vez mais para a posição fetal de outros tempos?

Deixo aqui uma boa experiência - uma breve escapadinha - que este ano me calhou em sorte fruir...

 

QUINTA DA TEIMOSA, AQUI, ainda AQUI e também AQUI em Milagres, Cambeses, Monção - um negócio familiar ligado ao conceito do agroturismo e inserido numa propriedade onde se produz uma marca também familiar de vinho Alvarinho - o MILACRUS.

 

A vinha foi renovada este ano (ver algumas imagens) e o 'Milacrus' disponível para venda,  uma interessante combinação fonética entre o nome da localidade, Milagres e o apelido do proprietário da quinta, Pedro Cruz, reporta-se às produções até 2017. Daqui a 2/3 anos, a marca e a qualidade terão a continuidade assegurada e quiçá melhorada - porque a juventude das cepas neste caso serão certamente uma mais-valia. 

 

Parabéns Pedro e Sónia, pela qualidade do serviço e pela simpatia agregada!

As boas experiências são para ser partilhadas...

 

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publicado às 16:22

CÂMARA DE VALONGO EM MODO MAIORIA ABSOLUTA(mente) DEPLORÁVEL...

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Hoje foi dia de reunião pública de Câmara - em Valongo, às 10:30 e... muitos minutos de atraso.

 

Alguém - que não se tenha dado ao trabalho de ligar previamente para o Gabinete de Apoio ao Munícipe - sabia desta reunião?

Eu também não!

 

* Uma Câmara que gasta dezenas de milhar de euros em publicidade encapotada em jornais locais, regionais e nacionais para se auto-promover não se dá ao trabalho de manter o 'site da Internet do Município - https://www.cm-valongo.pt - devidamente actualizado e com os anúncios que verdadeiramente interessam aos munícipes, como é o caso das reuniões de Câmara e da Assembleia Municipal, entre outros!

 

* Uma Câmara que mantém 4 vereadores a tempo inteiro e 2  a meio tempo, não tem tempo nem o respeito para com os munícipes de começar, uma vez que seja, as reuniões públicas a tempo e horas, como foi o caso da de hoje!

 

* Uma Câmara que promete fazer mais pelos seus munícipes do que aquilo que foi feito nos tempos 'da outra senhora' (antes de 2013) mantém a maioria ruas do Concelho em estado lastimável e grande parte dos passeios esburacados ou de configuração pouco amigável - os que existem evidentemente porque dos outros, dos que se prometeu construir, continuamos à espera...

 

* Um presidente de Câmara que prometeu maior proximidade e até reservou um dia da semana para atender aos pedidos de audiência dos seus munícipes, mantém uma longa "lista não oficial e secreta" de inscritos aos quais não dá resposta...

 

* Uma Câmara que, sabendo do défice de equipamentos colectivos em todo o Concelho - pequenos espaços de lazer ou desporto, parque infantis, etc., cede por 50 anos o último terreno resultante das cedências no âmbito da urbanização existente ao lado da rotunda da A41 em Alfena (junto ao restaurante 'D. Garfo' à Associação (muito respeitável seguramente e não é isso que está em causa) Moto Clube de Alfena para ali construir a sua nova sede e ainda paga - pagamos todos nós - os custos com a elaboração do projecto!

 

* Uma Câmara que tanto criticou a "outra senhora" pelas relações de compadrio que desenvolveu e manteve durante anos com algumas 'associações do regime' sabe que, na mesma urbanização atrás referida, existe um terreno cedido há vários anos à AVA - Associação Viver Alfena,  de que foi presidente a actual vereadora Manuela Duarte, afim de nele construir a sua sede, mas que se mantém até agora desocupado e ao abandono, porque na verdade apenas teve a finalidade de constituir património que justificasse à altura o reconhecimento da mesma como IPSS!

 

(Não se justificaria neste caso de consolidado desinteresse, utilizar a figura da 'reversão' do processo de cedência?)

 

Esta é a autarquia, este é o presidente, estes são os vereadores a quem os valonguenses deram a maioria absoluta em 2017, uma maioria que se assume como socialista e muito transparente, por oposição às cores da 'outra senhora' e à (alegadamente) menor transparência de procedimentos de então. Lamentavelmente e em muitos aspectos, que posso detalhar num outro momento, tenho de reconhecer que o Povo tem uma enorme sabedoria quando diz que "atrás de mim virá...".

Não chego (ainda) ao ponto de interpretar à letra o ditado popular mas pelo caminho que as coisa levam...

 

Esta é a autarquia que (alegadamente) caminha em velocidade de cruzeiro para um terceiro mandato de José Manuel Ribeiro - o mandato que lhe dará direito à tal reforma antecipada de 'tonalidade levemente dourada'...

__________

PS: Esta publicação teve pelo menos um mérito: demonstrar que na Câmara seguem - continuam a seguir - o meu Blogue. Tanto assim é, que logo a seguir à publicação do 'post', lá apareceu no site do Município a ordem de trabalhos para a reunião de hoje. A destempo, evidentemente e sem qualquer utilidade...

publicado às 18:48

VALONGO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO - O 'ERRO DE CASTING' PERSISTE...

 Nota prévia:

 

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Depois da retumbante derrota em toda a linha do 'Polvo (geneticamente modificado) de Valongo' na batalha (quase) da minha vida e que ficará conhecida como "O Julgamento do Século", eu tinha prometido que iria conceder a mim próprio um tempo de 'relax' para fruir em pleno e de forma mais ou menos prolongada o sabor agridoce da imensa vitória que não me envolveu apenas a mim, mas também a muitos amigos sem a ajuda dos quais o resultado teria sido evidentemente bem diferente...

 

Porém...

 

Valongo - o Concelho e não o vasto território de imensas belezas naturais e algum Património natural e edificado que nos orgulha - é um perfeito 'case study' de sucessivos erros, de acumulação de asneiras, de decisões que nada têm a ver com a defesa dos interesses das populações da região e que ao longo dos anos persistem e se têm mesmo agravado em comparação  - desde logo - com aquela que já foi a 'progenitora' da maior parte do nosso território: Maia (Terras do Lidador ou Terras da Maia)

Se quiséssemos simplificar - e não queremos mesmo fazê-lo - poderíamos dizer que talvez a assimetria advenha das potencialidades do território maiato propriamente dito, com uma maior proximidade ao litoral e ao turismo que sempre o prefere, da sua maior vizinhança com a Grande e Invicta Cidade.

 

Não é no entanto esse o nosso problema!

 

Valongo, este lamentável Concelho nasceu torto e tarde ou nunca se endireitará, porque tem a má sorte de (quase) sempre ter sido governado por gente medíocre.

 

Reportemo-nos apenas ao pós-25 de Abril de 1974:

 

* A Maia teve o privilégio de contar com esse 'monstro' do Poder Local, Vieira de Carvalho e logo a seguir com Bragança Fernandes e o actual, Domingos da Silva Tiago.

 

* Em Valongo contentamo-nos com João Moreira Dias, Fernando Melo, João Paul Baltazar e o que agora temos - para nossa desgraça, José Manuel Ribeiro.

 

* Na Maia, as Instituições e o tecido associativo recebem apoios assinaláveis, as empresas são atraídas pela qualidade das infraestruturas colocadas à disposição dos investidores e cuida-se do território como se deve cuidar de um investimento que quanto melhor preservado for mais investimento conseguirá atrair.

 

* Em Valongo é a desgraça total, o desleixo completo a falta de respeito para com um território bonito, pleno de belezas naturais mas ao abandono e cuja preservação estará sempre, na ordem das prioridades, a seguir a qualquer concerto do Quim Barreiros, da Xana Toc-Toc ou de uma qualquer e deficitária edição da Expoval.

 

* Na Maia não se contratam pseudo-escritores para divagarem sobre a história das Terras do Lidador. Quem escreve sobre a Maia - e muitos o fazem - fá-lo por conta própria e por causa do imenso acervo sobre o qual pode discorrer.

 

* Em Valongo, até para resumir 180 anos de memórias da elevação a Concelho - um resumo mal compilado, ficcionado, deturpado e que mais se assemelha a um volumoso panfleto para vender 'banha da cobra' a turistas ocasionais com pouco tempo para investigarem pormenores perdidos no tempo sobre um território ao qual dedicarão um ou dois dias de atenção antes de seguir viagem rumo à Grande Cidade ou ao vasto litoral mais a sul - tem de se arranjar um avençado e pagar-lhe a peso de ouro.

 

(Sobre o dito livro/panfleo e sobre Alfena por exemplo, existem no mesmo verdadeiras anedotas que um dia destes tentarei com algumas ajudas externas desmontar, tais como o famoso (!)  "Pilar de S. Lázaro" ou a leprozaria que se teria localizado na margem direita do nosso Rio Leça (!).

 

Valongo é um território bonito e as suas gentes não merecem ser governadas assim!

 

(Ou talvez mereçam se persistirem - se todos persistirmos  - em curvar a cerviz perante o nepotismo, a negligência, a corrupção, o privilégio dos 'boys' no acesso aos lugares próximos do trono do actual monarca reinante).

 

Nota final:

 

Por tudo isto e muito mais é que o propósito que tinha de me conceder um tempo de lazer e fruição das muitas coisas boas que me têm andado escapar continua a assemelhar-se à ponte da letra da música dos Jáfumega: "...uma miragem p'ra outra margem" - mas qual margem?...

 

 

publicado às 13:37

VALONGO, UM CONCELHO ONDE A LEI SE REINTERPRETA...

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No dia 11 de Maio requeri ao excelentíssimo senhor presidente da Assembleia Municipal de Valongo, Dr. Abílio Vilas Boas Ribeiro, a consulta da gravação da segunda parte da última sessão deste Órgão e que teve lugar em Alfena a 3 de Maio.

 

Numa atitude verdadeiramente lamentável, a primeira figura do Município decidiu ter dúvidas (!) sobre o meu direito e solicitou um parecer à CADA (Comissão para o Acesso as Documentos Administrativos).

 

Contra todas as suas inconfessadas expectativas, a CADA respondeu em tempo record e desfez as dúvidas que o Dr. Vilas Boas nunca teve mas decidiu fingir que tinha.

 

Na passada sexta-feira, recebi do serviço de apoio aos eleitos um e-mail informando-me de que poderia "(...) consultar a gravação da sessão da Assembleia Municipal, realizada em Alfena, a partir da próxima segunda-feira, dia 23 de Julho, indicando previamente da hora e dia que pretende efectuar a audição da gravação". Aparentemente portanto, o problema estava sanado...

 

Ou seja... nada disso!

 

Sua excelência, que entretanto foi de férias, deixou uma indicação expressa à funcionária do Serviço no sentido de que a audição da gravação teria de ser uma "audição corrida e ininterrupta", seja lá o que isso possa significar e que eu "apenas poderia tomar 'pequenas notas" (sic).

 

Temos portanto um pequeno(?) problema que resulta de três - pelo menos - incapacidades que confesso desde já:

 

- Não possuo memória de elefante;

- Não consigo fazer a destrinça entre 'notas', 'pequenas notas' e 'notas grandes ou muito grandes'; 

- E tampouco tenho pachorra para aturar desaforos e birras de gentinha pequena a quem o poder subiu à cabeça;

 

Uma nota final:

 

Como sua excelência estava de férias e não me retribuiu nenhuma das várias tentativas de contacto, tentei chegar à fala com o primeiro secretário da Mesa da AMV - e presidente em exercício - o Dr. Queijo Barbosa, que mandou dizer que "a orientação previamente estabelecida era a que se aplicaria" (!)

 

O Dr. Queijo Barbosa é advogado. Conhece portanto (alegadamente) melhor a Lei do que o médico Dr. Vilas Boas. 

Ambos no entanto resolveram partilhar solidariamente o 'espaço exterior' das normas legais aplicáveis, isto é e dito sem anestesia, colocaram-se fora da Lei e assumiram uma lamentável postura de pequenos títeres.

 

Daqui até sexta-feira vou decidir o que fazer em definitivo sobre esta pequena habilidade saloia.

publicado às 20:14

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