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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

UM PAÍS DE "FACE OCULTA"...

Era uma vez...

Um País imaginário Grande na sua História, toda ela repleta de feitos heróicos cometidos por Homens Grandes, um País que tal como acontece com todos os Países do grupo dos "civilizados", não estando imune às "doenças", sempre conseguiu auto gerar os anticorpos suficientes para reverter as situações a seu favor. Fê-lo com êxito várias vezes ao longo da sua história, a última das quais em Abril de 1974.

Importa talvez dizer aqui, que tal como acontece com as doenças humanas, também as "doenças" dos Países começam normalmente com uma fase de incubação quase sempre atípica e assintomática,  a que se segue regra geral a manifestação da doença propriamente dita.

O País de que falamos, tem vivido ao longo dos últimos anos uma invulgarmente longa fase atípica, mas agora, pelo agudizar dos sintomas, é absolutamente indesmentível a gravidade da doença que o afecta: Múltiplas pústulas invadem todos os seus Órgãos, tolhendo-lhe o caminhar rumo ao futuro, diminuindo a capacidade auto-regeneradora dos seus tecidos (empresariais, sociais e outros) reduzindo-lhe o débito respiratório (não o outro débito, que esse não para de aumentar)... Enfim, é um País cujos Órgãos  estão tão doentes tão doentes, que já nem é capaz de nos olhar de frente - olha-nos quase sempre de soslaio e se lhe procuramos "o olhar", encontramos regra geral, apenas a sua  "Face Oculta"...

Dizem vários entendidos - diz-me o meu "olho clínico" - que o "cancro" alastrou tanto que a situação se tornará a muito curto prazo, completamente irreversível.

E aqui chegados, deparar-nos-emos nessa altura com o seguinte dilema: Mantemos o "morto" ligado à máquina sabe-se lá por quanto tempo mais, ou como já o fizemos no passado, autorizamos mais uma vez os "médicos" - montados em Chaimites ou a pé, apetrechados com G-3,  Glocks ou fisgas, a fazerem o que tem de ser feito?

Ora bem... Imaginemos por breves momentos, que esse País não é imaginário, mas sim o País concreto em que vivemos. Acho que se assim fosse (se assim for) mais uma vez teríamos (teremos) de ser fortes e tomar a ÚNICA atitude certa: Cortar o mal pela raiz!

publicado às 20:38

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