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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

IN MEMORIAM...

Orlando Zapata Tamayo morreu anteontem em Cuba. Não nesse vergonhoso enclave chamado Guantánamo, onde George W. Bush enfiou todos aqueles que, com ou sem provas, resolveu acusar de terrorismo, mas na outra parte da Ilha, um dos últimos redutos de um pseudo-socialismo onde as pessoas comuns, têm apenas liberdade para morrer.

O regime actualmente liderado pelo mais moderado dos irmãos Castro, ainda não foi ao ponto de impedir as pessoas de morrerem: de fome, desde há muito que o podem fazer, mas agora fica claro, que as autoridades tudo farão para que esse direito seja alargado a todos aqueles que jazem (ainda vivos) nas prisões cubanas misturados com criminosos de delito comum, apenas por discordarem politicamente das regras de um regime caduco e mais doente que o seu mentor, o irmão mais velho do ditador em exercício.

 

"Orlando Zapata Tamayo era um canalizador oriundo da província de Holguin e membro da organização de defesa civil Directório Democrático cubano (ilegal), foi preso em 2003 e condenado a uma pena de 18 a 25 anos de prisão pelos crimes de desrespeito da ordem pública, desordem e resistência ao Governo da ilha.
A Amnistia Internacional classificou-o como um dos 58 “prisioneiros de consciência” em Cuba. Segundo a Comissão Cubana para os Direitos Humanos existem 200 prisioneiros políticos na ilha – um número que baixou em um terço daquele que existia antes de Raul Castro receber o poder na ilha do irmão, Fidel. As autoridades de Havana consideram estes prisioneiros “mercenários” e “agentes” ao serviço dos Estados Unidos para desestabilizar o Governo cubano."

 

 

Tamayo não será o último a morrer às mãos do Castro mais novo - a não ser que a comunidade internacional se deixe de hipocrisia e se decida a fazer o que deve ser feito: isolamento total em relação ao regime cubano - não o imbecil isolamento caracterizado pelo bloqueio económico imposto pelos anteriores líderes americanos que apenas castiga o Povo, mas um eficaz isolamento político que reduza os actuais títeres à sua real expressão: a de "fósseis políticos" à espera de serem arrumados na prateleira da história.

publicado às 12:24

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