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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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REGALIAS, MORDOMIAS E OUTRAS MALFEITORIAS...

Ministério da Justiça compra 5 carros de luxo
A aquisição ronda um total de 176 mil euros. Nos bastidores a compra está a gerar polémica. Há magistrados que já recorrem à boleia da Judiciária para realizar diligências.

 

A contenção orçamental parece não ter chegado ao Ministério da Justiça. Pelo menos é isso que pensam alguns magistrados que, segundo o DN, mostram algum mal-estar face à recente aquisição da tutela de cinco viaturas topo de gama, isentas de imposto automóvel (o qual as instituições públicas não têm de pagar).
No total, a compra rondou os 176 mil euros por ajuste directo e realizou-se sem autorização do ministério das Finanças, adianta o DN.
A aquisição de carros de alta cilindrada, um dos quais com equipamentos opcionais, está a ser mal recebida nos meandros judiciários, em particular nos tribunais, numa altura em que a administração pública está sujeita a restrições de vária ordem.
Além de não haver dinheiro para comprar materiais básicos para o exercício da sua actividade, os magistrados do Ministério Público queixam-se de algumas vezes terem de recorrer à boleia da Polícia Judiciária para realizarem diligências. Contactado pelo matutino, o gabinete de Alberto Costa confirmou a compra das viaturas de luxo e desmente qualquer violação da lei - "o processo decorreu no estrito cumprimento do enquadramento legal".


Estradas de Portugal tem 800 veículos para 1800 funcionários 

08.01.2008 - 09h38 PUBLICO.PT
Almerindo Marques promete corte drástico nos custosA empresa pública Estradas de Portugal (EP) detém uma frota de 800 veículos para um total de 1800 funcionários, número que dá um rácio de quase um automóvel por cada dois funcionários, avança hoje a edição do “Jornal de Negócios”, que aponta para um custo anual desta rubrica, incluindo o combustível, de seis milhões de euros.
A nova administração da empresa, liderada por Almerindo Marques, não quis comentar estes números, mas informou o jornal que está em curso um processo de racionalização de custos e de aumento da produtividade na empresa.
O jornal avança que o objectivo da administração é reduzir o parque automóvel da empresa a metade e conter os cartões de combustíveis de quem permanecer com viatura para um consumo mensal de 50 euros. Só nesta componente dos gastos com combustíveis, há registos de trabalhadores que apresentavam facturas anuais de combustível superior a 10 mil euros.
O antigo presidente da empresa, António Laranjo, escusou-se a comentar esta notícia, informando o jornal que “não comentava a actual administração da EP”.
A função principal de Almerindo Marques na EP é adoptar um plano de saneamento financeiro que permita reduzir os custos e aumentar as receitas, um processo que tem alguma semelhança ao que executou nas suas anteriores funções de presidente da RTP.


Ai!...                                                                                          

Ora cá está este senhor a querer ser mais papista que o Papa... Se o Ministro da Justiça diz que é possível alargar o cinto (apesar do seu colega das Finanças dizer o contrário...) e dar uma alegria a si próprio e aos colaboradores mais próximos (garantindo quiçá, melhores condições para uma maior pontualidade na chegada aos respectivos departamentos, logo em prole do interesse público...) com que direito é que o Dr. Almerido Marques (um modesto presidente do conselho de administração de uma empresa Pública...) se arroga  o direito de vir remar contra a maré - colocando-se quem sabe, no limiar da ilegalidade ao retirar direitos adquiridos aos seus trabalhadores? E fique sabendo sr. Dr., que apesar de eu ser um modesto aposentado da Função Pública - chamo a atenção para o facto de não ter digitado a palavra modesto a itálico, nem a ter colocado entre aspas! - não me escandalizo nem um pouco com o facto de muitos funcionários de uma empresa Pública usufruirem de regalias como as que são relatadas! Andamos todos a bradar contra os políticos que nos governam, porque a sua incompetência nos faz divergir cada vez mais da Europa em termos de salários e poder de compra (com algumas excepções honrosas por parte de alguns gestores públicos...) e depois quando aparece alguém a pretender elevar o patamar - bem sei que no caso do Ministro era apenas para ele próprio e alguns colaboradores mais chegados... - escandalizamo-nos? Em que é que é que ficamos afinal? Se temos de convergir, temos de começar por algum lado!

Mas já agora, sr. Dr., se quer ir mesmo para a frente  na sua senda populista, pelo menos não ponha os carros a leilão (como parece que chegou a admitir). Entregue-os ao Ministro da Justiça! Sempre queria olhar para a cara dele ao recebê-los e ver que já não tinha justificação para a compra dos tais topo de gama, adiando (abandonando irremediavelmente talvez...) a gratificante massagem aos respectivos egos, que tal compra representaria.

Eh!Eh!Eh!

 
 
 
 
 
 
 
 
 

publicado às 20:43

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