O SEXO E O REI...

D. DUARTE DE BRAGANÇA - «Em muitos aspectos concordo com José Sócrates»
(...)
Há questões, como o divórcio, que na Monarquia seriam impossíveis!
Hoje em dia é mais fácil despedir a mulher ou o marido do que um funcionário de uma empresa. Ora, a estabilidade de um emprego não é mais importante do que a estabilidade da família.
A questão do aborto também?
A lei do aborto livre é para muitos uma lei que escraviza as mulheres porque hoje ela pode ser obrigada a abortar pelos patrões, amantes e pais. Esta é a situação de muitas mulheres, pois é raro que queiram abortar por vontade própria. Esta lei, que as escraviza, é ultraliberal e ultra capitalista e não percebo como é que a esquerda em Portugal apoia isto.
Considera que o país está mais preocupado com as causas fracturantes do que com a realidade?
Claro! Tornar obrigatório o ensino da educação sexual resume-se a dizer: forniquem à vontade, divirtam-se, façam o que quiserem mas com higiene. Praticamente é só isso, em vez de dar referências éticas e morais em relação ao desenvolvimento de uma sexualidade saudável. Ao mesmo tempo, desencorajam-se as aulas de educação moral e estamos a dizer que a moral não tem importância, que só a sexualidade livre é fundamental para a felicidade dos portugueses.
(...)
Estas são apenas algumas das "pérolas" repescadas da entrevista do "nosso" candidato a Rei à Revista "Notícias Sábado" do DN...
Se tivesse que eleger a mais "preciosa" escolheria obviamente a última, porque estando normalmente habituado a ver os Reis por esse mundo fora portarem-se de forma mais circunspecta e mais comedida na linguagem, achei que o "nosso" desta vez se excedeu.
Talvez que SAR pouco menos habituado a enfrentar os jornalistas do que aquele a quem confessa admirar (José Sócrates) se tenha deixado simplesmente descair, mas que a palavra sexo ganha uma sonoridade algo estranha dita por "Sua Alteza", isso ganha...
Francamente SAR! "Fornicar" (dito) assim em público e sem "bolinha"? Não havia necessidade...