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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA - LIMITES GEOGRÁFICOS E... INTELECTUAIS!

Ainda e mais uma vez, retomo o assunto Reunião pública do Executivo da Junta do passado dia 9...

Isto porque, ou muito me engano, ou nos próximos tempos vamos ter de nos referir muitas mais vezes a esta reunião, como uma espécie de marco histórico ao contrário para os interesses da nossa Vila.

Com efeito, a prosseguirem nesta senda de verdadeira insanidade, os nossos "cinco magníficos" autarcas independentes - mas já agora se mal pergunto, independentes de quem? dos Partidos, ou do Povo que os elegeu? - arriscam-se a ter um lugar, não na História do Burgo, mas seguramente num desses muitos moloks para onde deitamos tudo aquilo que deixou de ter qualquer serventia.

Uma das leituras possíveis do "saldo" dessa reunião, é que a mesma não passou de uma espécie de rampa de lançamento (não confundir com outro tipo de rampas aqui discutidas num passado recente) do nosso homem de Leis  para se guindar ao patamar honorífico de "herói popular" de Alfena.

Só que os seus desejos dificilmente se traduzirão em realidade, até porque já todos nos apercebemos que, ainda que a sua subida pudesse eventualmente culminar em vitória, deparamos-nos à partida com dois pequenos detalhes: Ele não pretende de forma alguma subir a pulso mas sim às nossas costas e depois, a tal hipotética vitória nunca seria a vitória do Povo, mas sim a de uma "clique" já bem conhecida de todos os Alfenenses, presente em quase todos os negócios que por aí se fazem e onde a transparência não pontua.

O nosso autarca-mor pretende enveredar - e levar-nos com ele - por um percurso idêntico ao de muitos ditadores da nossa história nacional e mundial - algo entre o "quero posso e mando" ou o "orgulhosamente sós" que todos bem conhecemos -  que não tem em conta regras elementares de um Estado de Direito, a preocupação de nunca fechar portas ao diálogo com eventuais adversários - aliás um ditador nunca tem adversários mas inimigos - ou a ligação constante com a realidade próxima ou os interesses genuínos daqueles que representa.

E como a estratégia que se propõe não convenceu ninguém a não ser ele próprio e o seu "eco" a quatro vozes, irritou-se pelo desplante de alguns dos presentes mais afoitos que tiveram a ousadia de pôr em causa a sua táctica.

Apelidar de ligeira, leviana ou inconsistente a estratégia por ele defendida, quase provocou um incidente com um dos presentes - um alfenense que não vivendo em Alfena conhece seguramente mais desta terra do que o nosso autarca algum dia há-de conhecer.

Arnaldo Mamede tem uma faceta que Rogério Palhau não aprecia: não tem "papas na língua" nem a "arte" de burilar as palavras, mas tem muitos saberes para oferecer a Alfena no sentido de ajudar a esclarecer este problema que enfrentamos. O Presidente em privado e no dia anterior, aceitou essa colaboração e agarrou com as duas mãos o dossier que este conterrâneo lhe entregou. Já em público, assumiu o papel arrogante de um "mau Juiz" que ameaça mandar para os calabouços um cidadão mais afoito só porque se atreve a pôr em causa a sua omnisciência.

Ficou mal na fotografia Dr. Rogério. E também ficou mal - a seu lado - o seu dilecto amigo e antecessor que "voou" de Valongo até aqui para matar dois coelhos com a mesma cajadada: Assistir ao "comício" da tomada de posse dos Corpos Sociais do Alfenense e meter a colherada num assunto relativamente ao qual até deveria ter vergonha de falar: os limites de Alfena!

Aliás, sobre estes falou pouco e quase se limitou a dizer que o assunto "estava a ser muito bem tratado". Acreditamos que sim, que será tratado com o mesmo "cuidado" com que ao longo de muitos anos o tratou e que nos conduziu a este ponto.

Voltarei ao assunto muito em breve.

publicado às 14:35

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