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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A "RATIFICAÇÃO" DE ALFENA - VENHA DE LÁ AGORA ESSA RECTIFICAÇÃO...

Ponto um: Volto ainda e mais uma vez ao tema do momento (mas que seguramente nos vai acompanhar por muito mais "momentos" no futuro próximo) - a questão dos limites territoriais de Alfena - para dizer uma coisa que me anda aqui "atravessada" desde a última reunião pública do Executivo da Junta em que a questão dos mapas foi discutida:

Estavamos nós quase no final da discussão, quando fomos surpreendidos(?) pela aterragem inusitada da conhecida personagem, vinda da galáxia mais próxima - o Atlético Cube Alfenense, onde tinha pelos vistos acabado de "brilhar" no comício em que os seus amigos transformaram a tomada de posse dos novos Corpos gerentes do Clube...

Não que como alfenense não pudesse ali estar, mas atendendo à iniludível responsabilidade que tem de lhe ser assacada em todo este processo, é preciso ter muita "cara de pau" como dizem os brasileiros, para fazer aquela incursão e sobretudo, para botar faladura - como o fez - em relação ao assunto que nos preocupa! Ele que, ainda que continue a negá-lo, tem mais responsabilidades do que se possa pensar relativamente ao mesmo.

Mesmo assim ousou falar, dando-se mesmo ao desplante de afrontar alguns dos presentes num registo que não lhe cai bem, que não tem mesmo o direito (moral) de assumir, tendo em conta a opção que fez, quando rumou de armas e bagagens em direcção ao "eldorado" de Valongo, onde as oportunidades para quem não faça da ética uma questão essencial, são seguramente maiores do que nesta pequena Vila em que temos o prazer de viver.


Ponto dois: Aliás e ainda em relação à criticável personagem idêntica crítica no que se refere à Assembleia de Freguesia do dia 14 - a da "Rectificação que virou Ratificação" - onde o Executivo da Junta, para além do aparente "tiro no pé" a que nos fez assistir da tribuna, mais não fez do que transformar-se em parte no problema , em vez de ser parte na solução como todos esperávamos que fosse !

Também nesta Assembleia o nosso migrador autarca fez uma aterragem discreta para assistir no meio dos alfenenses à cena triste com que os continuadores do seu "independente" projecto resolveram brindar-nos.

Igualmente aqui, tal como na Reunião da Junta, não se coibiu de nos afrontar com a sua presença, fingindo que não tem nada a ver com o assunto, que apesar de andar pela Câmara desde as eleições a conviver com todos os dossiers e a conversar com todos os que vão cozinhando os problemas com que nos vamos debatendo, que não sabia de nada sobre limites, que a revisão do PDM nunca lhe passou pela frente, e que se calhar o coordenador do projecto de revisão é que resolveu num qualquer dia em que acordou mal disposto, sonegar sem mais aquela, um terço do território de Alfena!


Ponto três: O português é - na óptica dos estrangeiros - uma língua complicada... Claro que eu, tal como a maioria dos portugueses que fizeram a escolariadade obrigatória, não concordo inteiramente. Mas aqueles que mesmo assim continuem a ter algumas dificuldades, podem sempre lançar mão das novas oportunidades, recorrer à formação de adultos, investir mais na leitura, ou optar pelo regresso aos livros escolares, enfim, tantas e tantas as formas que existem de se reconciliarem com a sua língua mãe que me dispenso de as enumerar todas.

Para além do facto de poderem também recorrer à ajuda desinteressada dos muitos e bons professores que temos a sorte de poder encontrar aqui por Alfena .

(Apenas uma pequena ressalva: Nem sempre o título de professor garante o bom domínio da língua. Que o digam os professores que integram os Órgãos da nossa autarquia alfenense e que não conseguiram aperceber-se em tempo útil da incómoda e incontornável diferença entre "rectificação" e "ratificação" e que gerou aquele momento anedótico da Assembleia de Freguesia a que já me referi).

publicado às 17:06

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