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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

O PERIGO DA FALSA SENSAÇÃO DE SEGURANÇA...

 

 

Então Dr. João Paulo Baltasar? Os seus assessores têm que ser mais cuidadosos a proteger-lhe a imagem! O número dois da Câmara - e portanto, também da Protecção Civil Municipal - não pode aparecer com uma máscara deste tipo numa fotografia a ilustrar um acidente com uma fuga de cloro de uma garrafa que se encontrava num monte de sucata(!) de uma empresa de reciclagem de metais em Campo e que ontem  provocou 14 feridos. O acidente ocorreu quando operários de empresas vizinhas e bombeiros tentavam remover a referida sucata na sequência de um incêndio de tipo florestal na Zona Industrial de Campo que ameaçou algumas unidades industriais. Ver notícia AQUI...

O mais comum dos cidadãos sabe que o cloro é extremamente nocivo e também sabe que não seria com uma máscara dessas que o meu caro amigo escaparia aos efeitos do cloro - isto se no momento da fotografia ele ainda estivesse presente na atmosfera!

Já agora - e sem qualquer intuito publicitário - aqui vai uma dica para uma protecção possível - ainda que aligeirada - para uma situação do género da reportada na notícia em questão.

Nós - modestos entendidos em prevenção e segurança - costumamos dizer nas nossas acções de formação, que não há nada pior que a falsa sensação de protecção: se esta não existe, o ser humano por puro reflexo, adopta uma posição defensiva, mas ao contrário, quando está convencido que se encontra protegido reduz a atenção e é aí que os danos podem ocorrer...

Mas já agora Dr. João Paulo, onde eu queria mesmo chegar, era à questão de sempre:

Em Protecção Civil - na Municipal também - o problema dos incêndios não reside (apenas) nas condições climatéricas (vulgo época de incêndios) nem sequer na eventual (mais que provável) origem criminosa da maior parte deles. Reside isso sim, na quase completa ausência de um trabalho de fundo na sensibilização das populações, sobretudo proprietários particulares de terrenos, no sentido de promover a limpeza voluntária dos mesmos muito antes da tal "época". E reside ainda no facto de, quando isso não é possível, os serviços Camarários não providenciarem essa tarefa imputando os custos aos prevaricadores - para além da inexistência de uma política mais "musculada" em termos de coimas, aplicada com uma eficaz visibilidade. Neste campo e dada a sensibilidade desta questão, os munícipes só teriam a agradecer aos seus autarcas a mão firme. Assim eles (e os interesses escondidos) tivessem interesse nisso!

publicado às 19:44

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