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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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ALFENA - "À MULHER DE CÉSAR..."

À mulher de César, não basta ser séria. Nem a ela, nem a muita gente que administra a "coisa pública", seja a nível central, seja ao nível mais próximo como é a Freguesia, onde qualquer dúvida tem um impacto mais directo...

E quando a dúvida se instala e aqueles sobre quem a mesma recai, nada fazem para a esclarecer, quando pelo contrário, adoptam uma atitude semelhante àquele bichinho que (cada vez menos) ainda vamos encontrando pelos nossos campos - o porco espinho - então nada pode impedir que aqueles que duvidam expressem essa mesma dúvida - das formas mais diversas, escrevendo dizendo, requerendo, intimando, demandando judicialmente...

Nunca é agradável para ninguém e menos ainda para um autarca eleito, que exerce as respectivas funções, que pratica os actos que pratica em nome do Povo que o elegeu, confrontar-se com suspeitas ou dúvidas sobre o exercício dessas mesmas funções ou sobre a transparência dos seus actos.

Mas se na génese dessas dúvidas estiver uma atitude de opacidade relativamente à forma de gerir os "negócios do Povo", então não tem de que se queixar.

Sobre este mesmo assunto e com a devida vénia ao Blog ALFENA DA LIBERDADE deixo aqui o oportuno artigo que se segue:


"Aproveitando a circunstância, o Dr. Rogério Palhau, de modo progressivamente exaltado, apontou ao Sr. Celestino Neves a gravidade dos escritos do seu blogue, que havia visitado pela primeira vez há dois ou três dias. Considerava esses escritos insultuosos, atentatórios da sua honradez e que a tal ponto o haviam transtornado que, declarou, não responderia por si caso, na rua, se cruzasse com o Sr. Neves, por essa altura.
Não pode ser senão lamentável tal discurso. O Dr. Rogério Palhau não se pode esquecer que estava, naquele momento, no exercício das suas funções de Presidente da Junta de Freguesia, circunstância que, necessariamente, o obrigava a ser comedido.
O Dr. Rogério Palhau, Presidente da Junta de Alfena, parece esquecer que é, queira ou não, uma figura pública, sujeita, portanto, a todo o tipo de críticas. Pode não gostar delas, pode achar que são injustas, pode achar que são mentirosas, mas tem que as aceitar como uma realidade inerente à sua função. Como, aliás, muitos outros autarcas. Mesmo que a caricatura e o sarcasmo sejam a ferramenta usada. E ainda bem que assim é, para denúncia de todas as situações incorrectas e impróprias em que, tantas vezes, eles são exímios.
Pelo que li no blogue que ele também leu, nada existe de pessoal contra o Dr. Rogério Palhau. Desafio-o, mesmo a intentar acção judicial por virtude dos artigos, mas não acredito que o faça. Como advogado que é, sabe perfeitamente que não tem matéria para tal.
Repito o que noutro postal escrevi: não fora o secretismo dos actos do Presidente da Junta e dela, mesma, no que respeita a certas questões sobre as quais, aliás, toda a Alfena se interroga, não fora certa promiscuidade que se procura esconder a todo o transe, não fora o à vontade com que se põem de lado as mais elementares regras de gestão autárquica como se a Lei não existisse, nada do que se passou se passaria.
Uma vez mais, à mulher de César não lhe basta ser honesta. Tem que parecê-lo e nada ter que se lhe aponte."

 

publicado às 10:17

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