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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO/ALFENA - INVESTIMENTOS SEGUROS...

O texto que se segue foi-me deixado neste espaço - no post "Alfena - "uva de mesa" versus "uva mijona" - por um seguidor atento - o A. da Vicência - e pela importância do mesmo, achei que não deveria ficar meio esquecido na zona de "comentários": Apesar de tudo, esta zona dos Post tem um pouco mais de visiblidade.

Valongo e Alfena afogam-se em corrupção e todos os "nadadores salvadores" que se prontifiquem a ajudar, merecem o nosso apoio!


 

Caro Neves
O que na verdade se passa,só não vê quem não quer ou anda distraído, é que, capturado o poder, os partidos transformam-se em verdadeiras centrais de negócios, ou de negociatas melhor dizendo.
Através de "testas de ferro" cujo nome esconde os verdadeiros promotores e beneficiários, valendo-se da capacidade de decisão ao próprio nivel que exercem e dos tentáculos instalados a outros níveis, conseguem o milagre de transformar o solo florestal, agrícola, mesmo da reserva ecológica em terrenos de construção com os índices mais convenientes...
Neste caso da dita zona industrial de Alfena, o "testa de ferro" do partido autárquico que está no Poder, comprou solo florestal e ecológico que no minuto seguinte vendeu como sendo de construção industrial com o índice de 0,5 garantido pela Câmara, como consta na respectiva Escritura.
Graças a estas manigâncias obtêm margens de lucro verdadeiramente indecorosas, mesmo obscenas...
Refira-se,entre outros, o caso de um proprietário de Transleça que vendeu o seu terreno por 270.000€ (54 mil contos) o qual foi vendido no mesmo dia por 2.986.902€ (590 mil contos).
Estas façanhas apenas estão ao alcance das tais centrais de negócios referidas acima, bandeadas com financeiros agiotas.
Quanto ao resto, as cartas dos "leitores" no pasquim da propaganda do regime que nós pagamos, têm a importância
que têm. A mesma que a ladainha dos "postos de trabalho", da "criação de riqueza", blablablabla... que os "papagaios" da situaçâo repetem até à exaustão na tentativa, espero que vã, de encobrir aquilo que verdadeiramente os move...
Um abraço.
A. da Vicência

publicado às 19:48

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