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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

PORQUE HOJE É SÁBADO, CARLA E CLÁUDIO...

Mas não um Sábado qualquer! É antes, o Sábado de todos os Sábados, o vosso Sábado!

Fim e princípio simultaneamente: fim de uma caminhada a solo embora já lado a lado, onde cada um de vocês aproveitou para ir lendo o “manual de instruções” do outro – acredito até, que esse estudo tenha incluído de parte a parte um cuidadoso “trabalho de campo”!

Hoje ides iniciar uma nova etapa:  a caminhada comum, onde  a divisão das dificuldades (mas também dos êxitos) é feita por 2.

Tal como na matemática, o resultado final será bem diferente: “dividir” por 1 ou por 2 é como todos sabem, substancialmente diferente...

(Excepção para a “divisão” das vossas alegrias e  dos vossos êxitos, onde este princípio básico da matemática  será completamente subvertido a vosso favor: ao “dividirdes” obtereis sempre um resultado igual ao da multiplicação!)

Por isso, nós que vos amamos nos sentimos também profundamente felizes ao partilhar este dia convosco.  E fazendo-o transformamo-nos em exemplos vivos da tal “subversão” matemática: A vossa alegria – que generosamente dividis connosco – não é maior que aquela que sentimos por a partilhar!

Que este dia feliz que hoje viveis, seja apenas um entre os muitos mil que vos estão reservados!


(Escrito no dia em que a minha querida sobrinha Carla se casa com o - a partir de hoje - querido sobrinho Cláudio. Porque também eu quero “dividir” com todo o mundo a alegria que sinto...)


publicado às 00:06

ATÉ QUANDO (2) - O BY-PASS

Petrogal acusada de poluir com conduta "clandestina"


Manuel Vitorino

Terá sido através de uma conduta enterrada na zona de protecção do ecossistema dunar que, há uma semana, a Petrogal lançou para o mar a descarga poluente, junto à ribeira da Guarda, na praia da Aldeia Nova, em Perafita, Matosinhos. "Até hoje [ontem], não havia conhecimento daquela conduta nem da sua autorização. Posso ser levado a considerá-la clandestina. A situação é muito grave", alertou Rui Lopes, presidente da Junta de Perafita.

Apesar da maré ter já limpo muita sujidade, sente-se, ainda, no areal o cheiro a derivados do petróleo. As pedras amareladas e o fio escuro de água a correr pela ribeira são indícios da agressão ao ambiente. "Foi preciso cá vir um tractor e vários camiões para levarem os sacos com a imundície. Quando aconteceu a descarga, não se podia estar aqui. O ar estava pesado, irrespirável", contou, ao JN, uma testemunha da descarga, ocorrida no dia 8.

Ontem, o JN, voltou a percorrer a zona e, apesar das operações de limpeza levadas a efeito pelos técnicos da Câmara de Matosinhos, permanecem visíveis os vestígios da descarga de derivados de hidrocarbonetos, através da conduta de betão localizada a 100 metros do emissário fluvial da ribeira da Guarda.

"Não temos dúvidas de que foi cometido mais um crime ambiental. A conduta estava camuflada e coberta por vegetação. Só não sabemos se foram ou não feitas mais descargas. Por isso, vamos pedir às autoridades com responsabilidades no Ambiente uma investigação às condutas situadas na orla costeira", referiu, ao JN, o autarca de Perafita.

(JN - edição de 17 de Agosto de 2007)


 

Pois é...

Ninguém com poder de decisão e obrigação de zelar pela saúde e bem estar  das pessoas deu pela construção da conduta, ninguém ouviu o barulho das máquinas, ninguém se apercebeu da implantação da cloaca sinistra no terreno, e apesar dos inúmeros episódios de descargas poluentes até agora relatados (talvez menos intensos que este último) a Câmara também nunca desconfiou de nada e "só soube agora" - talvez porque a defecação foi mais intensa e o autoclismo teve que debitar maior volume...

A junta de Freguesia, idem aspas...

Quanto ao cidadão comum, esse sempre soube que existia algures um  ânus sinistro quiçá o do próprio presidente da Petrogal...) a defecar às escondidas no seu território!

Só que o dito, ao que parece, sempre que se aliviava, o fazia por detrás da moita  - moita essa, que tanto a Câmara como a Junta de Freguesia conhecem bem e tinham obrigação de vigiar!

Agora, porque finalmente alguém mais atrevido espreitou melhor e viu o buraco, vai finalmente iniciar-se o correspondente procedimento legal - espera-se que ligeiramente mais célere que os processos da Casa Pia ou do Apito Dourado...

Até lá, um desafio a algum construtor civil com engenho e arte quanto bastem e uma dose de coragem à medida da tarefa,  para tentar - igualmente às escondidas - construir  um by-pass  à dita cloaca, fazendo com que o trânsito intestinal do monstro, saia (pelo menos uma vez) directamente no gabinete do Presidente do Conselho de Administração da Petrogal!

Se for necessário, eu posso dar uma mãozinha...

 


publicado às 23:13

ATÉ QUANDO?

  

 

PORTO
Petrogal deixa libertar
mancha de crude na praia

Uma descarga de derivados de hidrocarbonetos, ocorrida anteontem, na praia da Aldeia Nova, em frente à Petrogal, em Leça da Palmeira, Matosinhos, provocou a indignação entre os banhistas e trouxe à memória anteriores focos de poluição provocados pela refinaria.

(JORNAL DE NOTÍCIAS - 10 de Agosto) 


O lucro da Galp Energia aumentou 71 por cento no primeiro semestre deste ano, face a igual período do ano passado, para 285 milhões de euros, superando a expectativa dos analistas, segundo os resultados ontem divulgados pela petrolífera portuguesa.
(CORREIO DA MANHÃ - 9 de Agosto)


Pois é...

Não bate a bota com a perdigota!

Como é que uma empresa de topo no panorama empresarial português - e mesmo mundial - pode arrogar-se o direito de continuar a reger-se por parâmetros autenticamente terceiro-mundistas na área ambiental?

(Isto para não falarmos nas questões ligadas à segurança, onde têm ocorrido também acidentes/incidentes indiciadores do mesmo tipo de cultura empresarial...)

É a pergunta que seguramente, todos os portugueses farão, começando obviamente pelos que têm a má sorte de viver nas proximidades das instalações da empresa - no caso da notícia, os portugueses de Leça da Palmeira ou que tenham decidido aproveitar as praias ali existentes...

Enquanto o Estado (ou um regulador em seu nome, se existir) não fizerem cumprir o que está legislado, ficará sempre no ar a suspeita, de que as Leis não são para todos.

Porque será que soa a puro folclore mediático a atitude do Regulador para a área das Telecomunicações, ao aplicar uma coima de valor astronómico à Portugal Telecom por abuso de posição dominante?

E mesmo assim, será que tomaria a mesma atitude, se  do lado dos queixosos, estivessem cidadãos comuns em vez de empresas igualmente poderosas?

Por causa da total ausência de escrúpulos, da ambição sem limites dos grandes tubarões do mundo empresarial e da completa subserviência dos Estados perante o poder económico que deles (tubarões) emana é que o nosso planeta se encontra à beira do colapso!

 

 

   

publicado às 13:53

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