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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

"CAUTELA COM OS AMORES..."

D. José Policarpo costuma ser mais contido quando emite opiniões - sobretudo em público e perante a comunicação social sempre ávida em apanhar gafes...

Falava nos perigos que as nossas jovens correm quando se apaixonam e  casam com muçulmanos...

- Mas eminência, não está esse risco sempre presente seja qual for o credo professado pelo noivo?

Mesmo no caso em que os dois são católicos, há sempre a possibilidade de o noivo ter mau hálito, cheirar mal dos pés, ressonar durante o sono, sofrer de gases e eu sei lá que mais!

Depois, subsiste sempre - mesmo na ausência de qualquer destes problemas - a questão incontornável de ter que dividir o território, começando desde logo pela cama... É que faz toda a diferença, ter uma (cama) só para nós, onde podemos esticar uma perna para cada lado e onde eventuais problemas de aerofagia nem sequer se colocam, ou ter que a dividir com um condómino! Sobre isso porém, D.José não disse nada - porque não tem experiência própria (e mesmo que a tivesse, seguramente não o referiria...) 

Mas sempre é bom recordar, que desde os Descobrimentos (ou achamentos) portugueses, que temos mantido uma prática que vai noutro sentido! (Por alguma razão, quando viajamos por esse mundo fora, costumamos encontrar entre chineses, indianos, egípcios, africanos, etc., apelidos bem portugueses como Cabral, Gama e outros...)

Com tantas guerras para nos apoquentar, tinha logo o D.José Policarpo de abrir mais uma frente com os nossos irmãos muçulmanos portugueses? "Não havia necessidade!"

 

publicado às 10:10

PORTUGUESES ILUSTRES (actualização)...

Em 13 de Janeiro colocava aqui a seguinte interrogação (a propósito da possibilidade dos Obama poderem vir a adoptar um cão d'água português): "Porque é que os bons portugueses têm sempre que emigrar?"

Afinal viemos hoje a saber que não vai ser bem assim: Vai ser de facto um cão d'água português, mas "naturalizado" nos States...

Sendo assim, o mais provável é que nem sequer fale português, pelo que a ocorrer ainda alguma  visita do nosso Primeiro à Casa Branca neste seu resto de mandato, lá vai ter que se dirigir ao "português d'água" no seu "inglês técnico" do costume...  

 

publicado às 21:14

LARA (DE NOVO) NO HABITAT...

Afinal, contrariando as expectativas mais pessimistas de ontem, a Lara melhorou ligeiramente (tenho que descobrir o Deus a quem fico a dever esta...) e pôde regressar ao seio da família - hesitei em usar o itálico, porque na verdade, é assim que aqui em casa nos sentimos em relação a ela...

Continua porém com um prognóstico muito reservado e tem que ingerir ao longo do dia uma catrefada de medicamentos, mas do mal o menos:

Já come (dieta renal) com apetite, já não tem soro e está bem mais dinâmica e reactiva - alegre mesmo - e muito carinhosa com os donos.

Vamos pois viver um dia de cada vez e o melhor que a ela e a nós nos seja possível...

publicado às 00:02

NÚVENS CARREGADAS...

Se houver algum Deus - qualquer que seja o seu reino - interessado em atender pedidos relacionados com o sofrimento dos animais de companhia, gostaria de lhe endereçar uma súplica:

- Que ajude a minha cadela Grand Danoir, a Lara, a vencer a situação grave de doença que neste momento enfrenta: extraiu um rim e quando convalescia dessa intervenção, surgiu um problema (aparentemente) semelhante no outro, o que obrigou a novo internamento que ainda se mantém,  para fazer fluido terapia enquanto aguardamos uma opinião do Laboratório de patologia para onde foram enviadas amostras recolhidas depois da nefrectomia…

Temos ido visitá-la com regularidade e é sempre com um aperto no coração, que enfrentamos o olhar triste com que se despede dos donos…

Hoje não fugiu à regra: Uma explosão de alegria e lambidelas quando nos viu, que nem sequer a parafernália dos adesivos e do cateter do soro, enrolado provisoriamente para nos poder “receber” impediu. Mas depois, na altura da despedida, o mesmo olhar implorativo das outras vezes…

Só que ainda não há um diagnóstico minimamente consolidado e por isso, ainda não é hoje que poderá regressar ao seu habitat (será que o vai poder mesmo fazer?)

 

publicado às 19:12

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