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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA - O "LIVRO DOS CALOTES"- Take 2...

 

 

"Continuai a acreditar"...


Slogan bem apropriado Dr. Palhau e que diz quase tudo sobre o projecto de continuidade em que embarcou e fez embarcar a maioria dos alfenenses à custa das promessas de prosperidade num imaginário reino do prestes João em que já só você é que  acredita.

Nesse dia 11 de Outubro de 2009 - como o tempo voa Dr.! Já lá vai quase um ano de "viagem"- o senhor prometeu que era capaz de fazer e a maioria acreditou em si.

(Podia até nem ser propriamente uma crença, dado o seu histórico pouco consistente, mas pelo menos, deu-lhe o benefício da dúvida...)

Quando será então que vamos ouvir alguém da sua tripulação gritar "terra à vista"? É que já andamos há tempo demais no mar alto, enfrentando procelas, passando privações e os "viveres" já começam a escassear. Não tarda nada alguém vai começar a comer as solas dos sapatos - ou pior do que isso, pode mesmo ser tentado comer o seu próximo, começando obviamente pelos membros da tripulação, que como é sabido, são de entre todos, os mais nutridos!

Mas passemos ao que me trouxe aqui em concreto: Um livrinho de três folhas onde a páginas tantas encontramos lavradas pelo seu "próprio punho" as seguintes parcelas à espera de "boa cobrança" e a que eu - pouco respeitador, econheço-o - prefiro chamar CALOTES:


Então é assim caro Presidente dos UPA e da Junta de Freguesia de Alfena , Dr. Rogério Palhau:
Até mesmo uma pessoa ilustre como você, não se pode eximir ao cumprimento de um conjunto de regras de boa governação que as Sociedades hoje em dia exigem.
Bem sei que se considera um pouco acima dessas "niquices" da palavra dada, da Lei, da transparência, da administração aberta, da boa gestão da coisa pública, blá-blá-blá, mas mesmo mesmo assim, não equaciona sequer a vaga hipótese de "começar a pagar o que deve"?
publicado às 09:55

ALFENA - O "LIVRO DOS CALOTES"- Take 1...

Continuando nesta tarefa de remexer no baú das memórias começo agora a folhear o Programa Eleitoral do nosso ilustre advocatus e ilustre em igual medida Presidente da Junta de Freguesia.

(Folhear talvez seja exagero, pois o dito é constituído apenas por uma folha dobrada em três e cujo maior atributo talvez se resuma mesmo apenas à óptima qualidade do papel)

Logo na introdução dei de caras com uma autêntica "declaração de interesses" que define de forma clara o perfil dos actuais donos do poder em Alfena.

Não consegui por isso resistir a fazer um recorte que coloquei logo no início deste post.

Infelizmente para os Alfenenses, uma leitura atenta do mesmo vem demonstrar que desta vez o Dr. Palhau e seus acólitos não têm a culpa toda:

Eles avisarem, eles disseram ao que vinham, eles afirmaram-se iguais aos "outros", eles até se deram ao desplante de gozar connosco - "continuai a acreditar" - e apesar de tudo isso, o Povo deu-lhes a maioria dos votos!

Mas vamos então ao "Rei posto", tal como fizemos com "Rei morto" de que falamos nos post anteriores:


publicado às 16:31

AS "DIVIDAS" DA JUNTA DE FREGUESIA DE ALFENA - take 6-7

Conclui-se aqui o "rol de débitos" do cidadão Arnaldo Soares, actual Vereador da Câmara e referente ao seu "ambicioso" programa eleitoral para Alfena sufragado pelo burgo em 2005.

Tal como vem acontecendo com o seu actual reinado de Vereador que não está a correr nada bem - veja-se o "Orçamento realista" da Câmara que ele defendeu com unhas e dentes e que só passou graças à "muleta" do PS, e que já deu para ver que não tem nada a ver com a realidade - também no que se refere a Alfena as suas promessas levou-as o vento e obra que se veja, nem vê-la!

Mas o pior para Alfena, é que a "família" que tomou conta herança já provou igualmente não ser fiável.

Como se comprovará no post seguinte, além de não pagarem o "calote" que herdaram, já vão a caminho de um ano à frente dos negócios  "familiares" e a única coisa que têm feito, é juntarem mais dívidas à dívida.

Vamos então à última parcela da "conta Arnaldo Soares":

 

Curiosa mesmo e digna de destaque, é a forma como termina a apresentação do Programa:
(...) "gente de palavra, dinâmica e experiente que nunca se acomodará e sempre lutará por uma Alfena melhor. Queremos a Junta de Freguesia mais próxima de cada Alfenense" !

 

publicado às 12:21

AS "DIVIDAS" DA JUNTA DE FREGUESIA DE ALFENA - take 4-5

Ora bem...

Vamos lá debitar mais duas “facturas” na conta do cidadão “voador não identificado”...

Ficam a faltar apenas duas "parcelas" e depois, como diria o Guterres, é só fazer as contas, isto é,  soma-se tudo, subtraem-se as "entregas por conta" e teremos o valor a cobrar...

(Estarei a ficar pitosgas ou não existem mesmo quaisquer "entregas por conta"?)


 

publicado às 00:02

AS "DIVIDAS" DA JUNTA DE FREGUESIA DE ALFENA - take 2-3

E pronto... cá vão mais dois "take" - para abreviar, que quero chegar aos "caloteiros" actuais...

Quero acrescentar apenas - tal como o fez há pouco um dos seguidores amigos num comentário ao último post - que este "Programa Eleitoral" também chegou a convencer-me durante algum tempo - até verificar que tal como os fregueses do merceeiro a que aludi no post anterior, a única coisa que fazem era mandar "pôr no livro"!

Fazem-me lembrar certos bonecos insufláveis cuja "rijeza" dura pouco tempo: Rapidamente regressaram ao que sempre foram e continuam a ser, isto é, flácidos contentores de "projectos de projectos de projectos" que nunca irão conseguir pôr em prática...


publicado às 12:48

AS "DIVIDAS" DA JUNTA DE FREGUESIA DE ALFENA - take 1

Até podem começar a chamar-me "cobrador de promessas".

Até podem...

Mas quando temos pela frente a pior espécie de caloteiros que se conhecem - os caloteiros políticos - quando os prazos de pagamento das suas dívidas já se esgotaram faz muito tempo, quando continuamos a vê-los por aí acumulando "calotes" jurando sempre que os vão pagar, então chega a altura de dizer BASTA e fazer como aquele merceeiro de que algumas televisões deram notícia aqui há tempos, que cansado de esperar de receber o seu começou a expôr no exterior da loja o nome dos "esquecidos".

Claro que no nosso caso - e porque os nomes dos caloteiros são conhecidos de todos - vamos publicar apenas as dívidas acumuladas.

A ver se ganham vergonha e perdem a prosápia de pesoas importantes que estão a fazer alguma coisa pelos seus concidadãos!



P.S.: Esta é apenas a primeira página do "calote". No próximo post, trarei aqui mais "dívidas" deste cidadão e logo depois de somadas todas as parcelas, passarei às de um dos seus "sócios" (de projecto) que também já vem acumulando passivo há quase um ano e já é mais que tempo de começar a pagar...

publicado às 19:46

ALFENA E OS "FORA DA LEI" - VENHA DE LÁ A IGAL!

 

 

O "share" deste Blog nos últimos meses (e também o detalhe dos IP's dos meus visitantes)a conselar-me-iam a tentar diversificar um pouco os assuntos sobre os quais vou escrevendo por aqui, mas por muito que queira e tente, Alfena e a sua gestão autárquica continuam a ser - infelizmente pelas piores razões - a principal fonte da minha inspiração...

Em cada post que publico, prometo sempre a mim próprio que o seguinte vai ser sobre coisas positivas (o que excluiria desde logo escrever sobre a Junta de Freguesia de Alfena) - afinal, o tal detalhe acima referido diz-me que muitos dos meus visitantes, nem sequer são de Alfena...

Mas de cada vez que tento cumprir este propósito, alguém resolve fazer m**** na casinha de pedra do nosso burgo e lá tenho eu de voltar à "vaca fria"!

Desta vez e para variar, foi - e segundo a informação que a funcionária Liliana me transmitiu - o Presidente da Assembleia de Freguesia quem não acertou com o esguicho no penico...

Devo confessar que era para mim a pessoa mais improvável para tomar uma atitude destas - a não ser que tenha sido "torturado" até ao limite das suas forças e não tenha conseguido resistir...

A coisa conta-se em meia dúzia de linhas:

Como tive oportunidade de o dizer ao próprio Presidente da Junta, estava à espera da aprovação da Acta da Assembleia de 16 de Abril - aquela onde o Dr. Palhau disse que se estava marimbando para os interesses dos Alfenenses e que por isso não publicava na página da Junta as Actas das reuniões do Executivo (não exactamente com estas palavras, mas deu no mesmo), tendo acrescentado ainda de forma explícita que não o fazia "... precisamente para não lhe dar essa satisfação" - o "lhe" dirigia-se à minha pessoa.

E estava à espera da mesma, para poder formalizar uma queixa junto da IGAL - Inspecção Geral da Administração Local, assunto sobre o qual falarei mais terde.

Por isso, concluída a aprovação da referida Acta solicitei esta semana na Secretaria da Junta uma cópia autenticada da mesma.

Vamos então ao recado que o Presidente da Assembleia mandou que me dessem: "Não me pode facultar a Acta, porque ainda há umas alterações que têm de ser tratadas com os Deputados" (!)

Atente-se na coerência desta gente que temos à frente dos Órgãos da nossa Freguesia e no ridículo de algumas das sua atitudes:

1) A Acta da Assembleia do dia 16 de Abril, foi aprovada na sessão do dia 9 de Julho com (apenas) uma pequena alteração das três propostas pelo Grupo Coragem de Mudar e que foram recusadas, pelo que já não é susceptível de outras alterações, nem voltará a ser submetida aos Deputados!

Acresce que a Acta desta mesma sessão foi votada em minuta pelos referidos Deputados.

2) Na Assembleia do dia 14 de Junho - a da "ratificação das Plantas", a Acta - que não está sequer ainda aprovada em versão definitiva - foi votada também em minuta, para que pudesse ser enviada ao IGP/CAOP juntamente com as Plantas!

Temos então que: no primeiro caso a Acta não pode ser facultada apesar de aprovada em versão definitiva, por faltar (talvez) uma vírgula - que aliás, legalmente já nem sequer pode ser acrescentada. No segundo, nem vírgulas, nem pontos se conhecem, e mesmo assim pôde ser enviada ao IGP/CAOP!

Será que os neurónios daquelas "cabecinhas tontas" colapsaram de vez? Será que lhes passa pela cabeça que é com atitudes rasteiras de esperteza saloia que pensam evitar o recurso às Leis para pôr um travão aos seus desvarios? É que neste caso, o crime não vai compensar - por mais que tentem esconder o "corpo de delito"!

Por mais "esqueletos que tentem esconder no armário" chegará um dia em que a porta não conseguirá fechar e aí, fujam porque senão, levarão com eles em cima!

publicado às 23:51

O "PIOR PRIMEIRO MINISTRO" DE SEMPRE...

 

Quando não nos ocorre escrever mais nada - nem sobre Alfena, para variar - vale a pena citar os outros.

Neste caso, cito João César das Neves, a propósito do pior primeiro ministo de sempre - que afinal, é uma ficção. Defeito pois do ficcionista que criou tal personagem...


 

 

Só a ficção se controla

por JOÃO CÉSAR DAS NEVES 12 Julho 2010

 

 

José Sócrates não existe! O Diário de Notícias, após intensa investigação, confirmou um facto espantoso: o actual primeiro-ministro não passa de uma personagem de ficção. A figura foi criada por um laboratório de analistas políticos que há 12 anos mantém o complicado enredo da personalidade fabulosa. O homem que conhecemos por esse nome é realmente Manuel Lopes, um actor de profissão que dá corpo à personagem. Esta é a entrevista com Philip Widmark, o cérebro por detrás deste projecto.

 

DN - Sr. Widmark, é verdade que o nosso primeiro-ministro não existe?

PW - Não é bem assim. José Sócrates existe, mas como personalidade artificial criada nos estúdios especializados da nossa empresa www.makeyourleader.com. Trata--se, não de uma pessoa verdadeira, mas de alguém especialmente concebido por técnicos altamente treinados para garantir uma liderança de qualidade. O PS contratou os nossos serviços em 1998, quando Guterres entrou em decadência, e trabalhamos desde então.

DN - Quer dizer que a biografia, fotos antigas, carreira, foi tudo fabricado?

PW - Sim. Aliás a imprensa portuguesa apanhou certos aspectos do truque.

DN - Refere-se ao diploma de licenciatura?

PW - Isso, antigos projectos de engenharia e até os problemas dos parentes falsos, que nós criámos, foram detectados por jornalistas. Felizmente ninguém foi ao fundo da questão até à vossa descoberta.

DN - Este método de inventar personalidade é original?

PW - Claro que não. Isto é usado por todo o lado há muito tempo. Temos muito que fazer e grande sucesso. A nossa empresa apenas leva ao nível seguinte o trabalho de consultores de imagem e assessores de imprensa. Porquê tentar emendar defeitos e corrigir erros na carreira e personalidade de políticos reais, quando se pode imaginar alguém perfeito de raiz?

DN - Mas, dado que este projecto está a correr mal...

PW - Correr mal? Quem disse? Consideramos o "projecto Sócrates" um dos nossos maiores êxitos. Mantemos a criação no poder há mais de cinco anos, o terceiro mais longo PM desta democracia, e lutaremos pelo segundo lugar. Pelo menos!

DN - Mas a crise, os escândalos, os ataques, as críticas!

PW - Isso tudo é excelente para manter as atenções na figura do PM. Aliás alguns dos casos foram fabricados por nós, quando as coisas estavam a tornar-se mornas ou a realidade social a ficar demasiado influente.

DN - Quer dar-me um exemplo?

PW - O uso da golden share na PT foi a mais recente invenção do nosso laboratório, para anular os efeitos da subida de impostos e derrota no Mundial de Futebol. Foi brilhante!

DN - Quer dizer que foi tudo a fingir?

PW - Claro! A decisão não tem pés nem cabeça. Mas é uma genial jogada de diversão. O princípio básico é que a política deve ser mantida o máximo de tempo no reino da ficção. É essencial discutir assuntos inúteis. Quando o mundo real entra no debate público, as coisas saem do domínio, porque a realidade é imprevisível. Só a ficção se controla. O ideal é ter todos a discutir diplomas escolares do PM, corrupção, casamento gay, zangas de dirigentes e disparates afins. Afastar o mais possível a atenção dos problemas das pessoas. É para isso que serve a política.

DN - Então a finalidade do poder não é melhorar o bem-estar da população?

PW - Claro que não. Se fosse para isso não se teria criado este circo mediático que impede qualquer governação com seriedade. Com a imprensa e televisão a vigiar, especular e influenciar cada passo e decisão, é impossível governar. Os políticos servem para divertir o povo enquanto os verdadeiros decisores conduzem as coisas. Para isso é indispensável criar personalidades fictícias. Aliás, com o desprezo e insultos com que se tratam os dirigentes, eles têm de ser feitos de borracha. Se fossem pessoas verdadeiras não aguentavam a pressão. Esse é o nosso serviço.

DN - Quem são os verdadeiros decisores de que fala?

PW - Sei lá! Só me contratam para a ficção. Não trato do Governo e política. Apenas garanto que existe alguém a ocupar um lugar que nenhuma pessoa real conseguiria suportar.

publicado às 11:11

ALFENA DO NOSSO DESCONTENTAMENTO - HAJA PACHORRA...

Hoje não vou maçar os meus queridos e fiéis seguidores - nem os outros, os que não são queridos nem fiéis - com mais um longo post, que para não variar, só poderia ser uma vez mais sobre Alfena.

É que nossa Vila (a gestão autárquica da mesma) vai andar ainda durante muito tempo nas "bocas do mundo" pelos piores motivos: Corrupção, irregularidades, ilegalidades, gestão sem rumo, prepotência, abuso de poder, favorecimento dos compadres em desfavor dos fregueses, etc., etc., vão continuar a ser a regra por aqui - pelo menos enquanto "quem de direito" não sair a terreiro para "impor a Lei e a Ordem".

Portanto, só vim aqui escrever isto, porque li este excelente artigo sobre a "surreal Assembleia  de Freguesia do passado dia 9 de Julho".

Vamos pois continuar a acompanhar as deprimentes "novelas da vida real" que os os UPA - sequela nº III nos vão proporcionando em cada sessão da referida Assembleia, ou então, nos intervalos destas, nas reuniões públicas do Executivo.

Estranhamente, eu que não sou de orações, hoje ocorreu-me esta cuja origem não consigo identificar e muito utilizada nos grupos de entreajuda:

 

Dai-me coragem para mudar o que é possível mudar
Dai-me paciência para aceitar o que eu não posso mudar
Dai-me discernimento para distinguir entre uma coisa e outra.


publicado às 21:33

ALFENA PRECISA DE "POLÍTICA DE VERDADE"...

Muitas vezes acontece, que olhando para uma mesma coisa, um mesmo objecto, um mesmo texto, duas pessoas vejam coisas e objectos diferentes e façam leituras diametralmente opostas do texto em presença...

Acontece isso inúmeras vezes com o chamado "cidadão normal" e quase sempre com "o cidadão político" - como é o caso dos cidadãos do núcleo do PSD de Alfena com ESTE COMUNICADO.

De facto, não tivesse sido a actual estrutura do núcleo aquela que aniquilou nas últimas eleições autárquicas o projecto do PSD local para a Freguesia de Alfena e nem me ocorreria dizer nada sobre o referido comunicado...

Porém, o facto de ser o actual núcleo do PSD presidido precisamente pelo número dois do Executivo da Junta de Freguesia que é suportada pelo projecto "independente" dos Unidos por Alfena/versão III - o mesmo que beneficiou com o afastamento do projecto laranja (já com cartazes afixados) - a vir agora manifestar esta estranha "solidariedade" em relação à questão dos limites, é verdadeiramente "de cabo de esquadra", como diria o outro!

Então o núcleo do PSD esquece-se de que o que despoletou o problema foi a questão da revisão do PDM e a chamada "zona industrial II" de Alfena - quando "alguém" se deu conta que afinal era "zona industrial de Valongo"?

Esquecem também os membros do núcleo/Executivo da Junta, que desde a preparação do CENSOS 2001 - altura a partir da qual o problema dos limites teve origem, o Dr. Arnaldo Soares - actual Vereador da Câmara - já andava pelo Executivo da Junta de Freguesia, onde se manteve em funções diversas até Outubro de 2009?

Haja pois um mínimo de decoro!

Sou dos que (ainda) pensam que os Partidos políticos fazem falta à Democracia - e por maioria de razão, fazem-na também os núcleos locais como o do PSD/Alfena - mas também me incluo entre os muitos que pensam que, ou os Partidos mudam rapidamente de "perfil", adoptando uma postura de seriedade (política de verdade) - coisa que não acontece com o núcleo do PSD de Alfena em relação a este assunto - ou então, é preferível fazer um "reset" e começar tudo de novo - com gente não comprometida com o statu quo, seja o da política propriamente dita, seja o dos negócios menos transparentes que imperam um pouco por todo o lado e também aqui na nossa terra.


publicado às 11:12

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