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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VIVA ALFENA!

Hoje na Reunião pública da Junta e já no ponto destinado a perguntas do Público, oscilei entre dois tipos de sentimentos antagónicos: a euforia de ser informado publicamente pelo Presidente de Junta de que (finalmente) visitou o meu Blog e a depressão ao saber que em resultado dessa  mesma visita, ele me vai processar por causa do que tenho andado a escrever - acho que percebi que seria por difamação, atentado ao bom nome ou algo desse género...

Ora bem... Eu sei que os governantes sobre quem tenho dito "cobras e lagartos" neste modesto espaço - Sócrates, ministros da Justiça da Administração interna e outros - não são mais importantes do que o nosso digníssimo Presidente, mas convém respeitar prioridades e se uma figura pública como é um qualquer governante ou um Presidente de Junta tiverem que me processar por escrever sobre eles coisas de que eventualmente não gostam, ao menos que se respeitem as prioridades inerentes ao respectivo estatuto de cada um. E nesse caso, Sócrates estará obviamente em primeiro lugar para me levar perante a Justiça! Duvido é que me conceda alguma vez essa subida honra...

Pelo sim pelo não e à cautela, decidi colocar aqui uma espécie de errata relativamente a uma série de expressões que (por nítido e evidente lapsus linguae tenho utilizado no meu Blog e que poderiam (eventualmente) garantir algum "suporte" à tal queixa:

- Onde escrevo "autarcas fora da Lei" - exactamente assim, com "aspas" - deveria (obviamente) ter escrito "autarcas dentro da Lei" (*)

- Onde (parece que) escrevi que tinham andado a "comprar terrenos da REN a 1€ para depois os vender a 100€ a fim de construir a zona Industrial" quereria escrever exactamente o inverso - o que obviamente torna o negócio perfeitamente legal e até filantrópico!

- Onde escrevi "garimpo de Alfena" - expressão claramente pejorativa - quereria ter escrito "gigantesca movimentação de terras sem suporte legal", ou então "gigantesca e irresponsável alteração da morfologia dos terrenos sem suporte legal" ou outras equivalentes, mas nunca "garimpo" e muito menos com o tal sentido que parece ter passado para a opinião pública...

- Por outro lado, ao referir-me nalguns post aos DALTON como sendo de Alfena, cometo um nítido "lapsus calami", dado que toda a gente sabe de onde é que são os DALTON (**)!

Aliás, em relação a este último assunto, reconheço um outro "lapsus": Ao retirar da Internet uma gravura dos conhecidos bandidos para ilustrar os post onde me referia a eles, pitosgas como sou quando não tenho os óculos à mão, não reparei que essas mesmas gravuras eram montagens maldosas que procuravam atingir cidadãos honoráveis de Alfena. Agora que coloquei o segundo par de "olhos", reconheço o erro!

Espero sinceramente ter tranquilizado o nosso digníssimo Presidente de Junta com a publicação deste conjunto de correcções e serenado de vez a fúria inusitada, perdão, o calor com que me enfrentou e onde só faltou mesmo, foi chegar "às vias de facto"!

Como corolário de tudo o que acabo de escrever, quero aqui deixar claro, que resolvi juntar-me ao grupo dos que estão a organizar as comemorações oficiais do primeiro ano de mandato do Projecto Unidos por Alfena (Um projecto, um sonho, acima de tudo as pessoas) projecto esse que representou como todos sabemos, um ponto de viragem em relação à melhoria da qualidade de vida de todos os alfenenses!


 

(*) Lei que ainda não foi publicada, mas que acreditamos piamente o será em breve.

(**) Os Irmãos Dalton, Joe, Jack, William e Averell, são personagens fictícias que aparecem nas histórias de Lucky Luke.

Os Irmãos Dalton (Bob, Grat, Bill e Emmett) surgiram originalmente numa aventura de Lucky Luke, que ao contrário das restante que se seguiram, mostrava a suas campas sugerindo que tinham sido mortos. Estes Irmãos Dalton foram substituídos nas aventuras posteriores pelos seus primos, que herdaram a designação.

Ao longo das aventuras e desventuras desta família com Lucky Luke, vão surgindo outros familiares tais como a Mamã Dalton, que teve direito a um livro de título homónimo.

publicado às 23:30

ALFENA - BALANÇO DE UM ANO DE DESVARIOS...

Foram há mais de um ano as eleições autárquicas.
Mais precisamente, foi em 11 de Outubro de 2009 que a maioria dos eleitores Alfenenses deu (através de uma maioria expressiva de votos) ao Dr. Rogério Palhau a possibilidade de concretizar as muitas promessas que andou a fazer durante a campanha eleitoral - muitas das quais, incluíam outras tantas não cumpridas pelo seu antecessor.
Um ano e dois dias volvidos, já seria - já é - possível fazer um balanço relativamente ao nível de execução dos muitos e muitos projectos que há um ano atrás andaram a ser "vendidos" aos alfenenses.

Balanço festivo, ou pelo contrário, profundamente crítico? Essa é a verdadeira questão!

Julgo que a nenhum alfenense minimamente atento aos problemas da sua terra ocorrerá admitir sequer a hipótese da "sinalização festiva" deste primeiro ano de mandato dos Unidos por Alfena!

Mas para quem eventualmente possa oscilar entre as duas hipóteses, eu convido a uma "viagem revivalista" às profundezas do desdobrável então distribuído profusamente pelos correligionários do actual detentor deste projecto falhado - "Um projecto, um sonho, acima de tudo as pessoas"!

A partir daí, julgo que quaisquer eventuais dúvidas que ainda pudessem subsistir, deixam de fazer qualquer sentido!

A questão agora, é transformar em projecto concretizável, as carências de toda a ordem com que os alfenenses se debatem. A questão, é encontrarmos rapidamente uma forma de implantar de novo na nossa terra a "Lei e a Ordem" e levar perante a Justiça os "fora da Lei" que nos governam. A questão é ainda, ajudarmos a reconduzir Alfena ao lugar que lhe cabe no contexto da Autarquia de Valongo! Por último mas nem por isso menos importante, a questão é reconduzirmos a relação por vezes promíscua que existe entre os investidores privados e o poder local, aos parâmetros que se exigem e que a Lei impõe!

publicado às 09:43

ALFENA - CARRAPATOS MAL-CHEIROSOS...

A propósito - ou a despropósito - do que tenho andado a escrever sobre os nossos autarcas fora da lei, tenho andado a receber uns comentários "anónimos" - mais precisamente dois, mas que desconfio que tenham sido enviados pelo mesmo carrapato fedorento em entrar.

Como é óbvio, comentários anónimos apago-os de imediato, por isso escusa de insistir em entrar!

E já gora, veja lá se compra um GPS em condições, em vez de usar o que comprou na loja do chinês,  porque nem a minha casa nem o meu gradeamento estão a precisar de reparações - e mesmo que estivessem, recorrer à "tal carrinha" dos fora da lei estaria sempre fora de questão (acho que anda a confundir-me com algum vizinho, mas enfim...).

E para já é mesmo fim de conversa - que quando a morte de um familiar próximo nos bate à porta, ficamos sem pachorra para aturar este tipo de gente pequenina que só tem "coragem" de se movimentar na penumbra - a do anonimato...

publicado às 20:50

ALFENA - SERVIÇO PÚBLICO...

Devido certamente à enorme "carga de trabalho" que neste momento recai sobre os frágeis ombros do nosso autarca "fora da lei", mais uma vez foi adiada a reunião pública de Junta, a qual passou do dia 6 para o próximo dia 13 de Outubro.

Ou talvez estivessem à espera do resultado da reunião pública de Câmara que hoje teve lugar e que mais uma vez, parece não ter corrido de feição ao vereador infiltrado (pelos irmãos Dalton) para tentar desbloquear os negócios encravados aqui por Alfena.

Falou-se muito nesta reunião de Câmara, das Zonas Industriais de Alfena  - da "velha" onde existem muitas vagas por ocupar e algumas desistências relativamente a ocupações que não correram bem e também da "nova", onde à última hora, pressionados pelas perguntas incómodas que têm andado a ser feitas, arranjaram uma lista de empresas "interessadas" em se instalar ali...

Há quem pense no entanto, que essa lista foi retirada de uma pesquisa na Net e que nem os "interessados" devem saber que vão investir em Alfena. Aliás, se calhar a maioria deles nem sequer sabe onde fica Alfena...

Falou-se também de mais uma "obra clandestina" a cargo da Câmara e sob o "alto patrocínio" da nossa Junta: O negócio da feira temática sob o viaduto da A41 e foram pedidas explicações sobre esse licenciamento - ou falta dele...

Bem, mas para que não digam que não promovo a Junta, aqui vai o Edital da reunião do dia 13, onde pode ser constatado o esforço que eles fazem para arranjar assuntos. Espero bem que no meio da lufa-lufa se tenham lembrado de uma velinha para acender pela passagem do primeiro ano de de mandato - e também de intenso trabalho...

Nota:

Um amigo atento alertou-me para o facto de eu ter colocado o edital errado. Já corrigi e este é mesmo o do dia 13 de Outubro - curiosamente são também 3 pontos na Ordem de Trabalhos...


 

 

 

publicado às 23:08

GENTE DE PLASTICINA...

 

 

 

 

 

 

Abomino solenemente

Um certo tipo de gente

Inconsistente

Incompetente

Inconsequente

Gente de coluna instável

De seriedade negociável

Execrável

Abominável

Detestável

Gente feita de plasticina

Ou de resíduos de latrina

Interina

Cretina

Asinina

E mais ainda abomino

Se por mal do destino

No meio dessa gente

Inconsistente

Incompetente

Inconsequente

Estiver o nosso presidente


 

Post-scriptum:

Admito que o sentido do que acabo de escrever, possa levar alguém a uma eventual associação com a nossa realidade mais próxima.

Se assim for, quem o fizer, fá-lo por sua conta e risco. Por mim, se me for pedida opinião direi simplesmente que "não confirmo nem desminto"...

 

publicado às 23:06

ALFENA - OS "FORA DA LEI" AINDA A MONTE...

Foi mesmo há minutos atrás...

Ia a meio o meu passeio higiénico diário (que incluía uma subida ao "calvário" da Unidade de Saúde para levantar uma receita)  -  é nestas alturas que nos apetece perguntar pela incumprida promessa do novo Centro de Saúde - quando me cruzei com a famosa FX-45-12 (a tal carrinha privada que faz serviço público às ordens da Junta de Freguesia).

Nada de especial a assinalar em relação a este fugaz encontro (presumo que a mesma fosse mesmo em serviço...) a não ser o facto de me trazer à memória um dos muitos incumprimentos do nosso granítico autarca fora da lei: Um Requerimento escrito entregue - pasme-se! - já em 23 de Agosto, mas em relação ao qual o nosso atarefado Presidente ainda não teve tempo de se pronunciar.

Como ele costuma dizer, "a lei sou eu", daí que não seja especialmente relevante que o legislador tenha imposto um prazo para responder a este tipo de solicitações dos fregueses.

Ou então - e essa é a hipótese mais provável - o assunto em questão é demasiado incómodo e tem de ser tratado com "pinças", o que obviamente exige mais tempo do que o habitual...


 

REQUERIMENTO

 

O signatário (segue-se identificação e morada) vem por este meio requerer do Sr. Presidente da Junta de Freguesia, nos termos da legislação aplicável, a seguinte informação:

 

- Cópia do contrato de empréstimo – ou cedência não onerosa ou outro – celebrado entre o dono da viatura FX-45-12 e a Junta de Freguesia;

- Relação de despesas atribuídas directamente à mesma desde o início do referido contrato – manutenções, Seguros, inspecções obrigatórias, combustíveis, sobressalentes.

 

Alfena, 23 de Agosto de 2010


PS: A foto anexa, refere-se a uma das muitas tarefas da dita Ford Transit, tarefas em que a Junta se vai envolvendo em vez de resolver os problemas importantes da nossa terra: uso indevido de meios e dinheiros públicos para favorecimento de amigos...

publicado às 16:54

ALFENA - PERÍODO PALHAULÍTICO INFERIOR...

Deficit democrático, arrogância, "usurpação de funções" favorecimento ilícito de amigos, má administração da coisa pública, entendimento errado do que é - deve ser - o uso a dar à maioria absoluta conseguida mais à custa de manobras de bastidores, que da vontade clara e inequívoca do Povo.

Ou dito de outra forma talvez mais exacta, opacidade, ocultação da verdade, mistificação...

De tudo isto existe um pouco na gestão da nossa Freguesia/Vila agora com pretensões a Cidade - sendo que todos os "poucos" somados resultam num "muito" demasiado nocivo para todos nós.

Consequências mais que previsíveis, resultados mais do que esperados para quem como nós, já há muito tinha deixado de acreditar em sereias e muito menos no canto das mesmas! Portanto, um período Palhaulítico que não era preciso ser-se bruxo para adivinhar, de tão previsível que era...

A última Assembleia foi mais uma demonstração da confusão que os nossos autarcas/fósseis fazem sobre quais são as funções específicas de cada um dos Órgãos da nossa Freguesia - Assembleia e Junta.

E nada "melhor" do que o apagamento do Presidente da Assembleia, que tem abdicado literalmente do seu papel - e do Órgão a que preside - de acompanhamento, fiscalização, escrutínio, exigência de rigor e garante do cumprimento da legalidade por parte do Executivo da Junta, para dar corpo à sede de protagonismo do granítico autarca que o dirige, qual prepotente reizinho perante a plebe a quem se dirige com ar sobranceiro e displicente - como fez mais uma vez na última Assembleia...

Como se ali, ele estivesse "em pé de igualdade" com os Deputados e pudesse usar das mesmas prorrogativas destes em relação às intervenções!

Como se ali, lhe assistisse o direito de fazer humor com coisas sérias ou hostilizar os Deputados da Oposição, como se pertencessem a uma qualquer classe inferior!

Como se tivesse o direito de tomar a palavra sem que a mesma lhe tivesse sido concedida ou lhe tivesse sido pedido para dar alguma explicação!

Mas apesar de toda a verborreia isenta de conteúdo, esqueceu-se o granítico autarca de explicar porque é que se recusa a cumprir o Estatuto do Direito da Oposição, porque é que nunca lhe ocorreu a obrigação da consulta prévia às forças representadas na Assembleia - para além obviamente, daquela que se assume como o eco do seu inexistente projecto.

Um dia destes, alguém terá (inevitavelmente) de dizer ao Presidente do nosso Órgão Maior - a Assembleia de Freguesia - que das duas uma: ou assume de uma vez por todas o papel que lhe cabe e põe "ordem na casa", ou outros - que podem ser os Tribunais ou a IGAL, por exemplo - terão de o fazer por ele!

Para bem de todos nós, espera-se e acredita-se que este "desastre" que representa para Alfena o tal período Palhaulítico, não dure tanto como o da pedra lascada em que nos inspiramos para o baptizar - aqui faz sentido invocar a Wikipédia...

publicado às 17:01

VALONGO - CONTRIBUTOS PARA A MELHORIA DA PROTECÇÃO CIVIL...

Em 15 de Agosto enviei à nossa Câmara - de excelência autárquica apelidada - a "carta aberta" publicada AQUI.

Hoje mesmo, recebi do nosso vice-presidente o Ofício que publico abaixo e que desde já agradeço.

No entanto, antes de passar reprodução integral da mesma, talvez seja importante esclarecer algumas das questões suscitadas, compaginando-as com as respostas recebidas:

1. "(...) para preparação da denominada "época de incêndios" foram realizadas duas reuniões (...)"

Comecemos pelo erro que muitos cometem quando se referem a uma "época de incêndios":

De facto, não existe uma época de incêndios propriamente dita. Quando muito, estaremos a falar do período crítico em que eles ocorrem em maior número, o que não é a mesma coisa. Mas se nos cingirmos apenas à tal época (e à sua preparação) então o trabalho não se pode - não se deve - limitar aos corpos de Bombeiros, Associações Florestais e "Entidades competentes".

Já quanto à fase da Prevenção, às vezes "dá-nos jeito" não falar disso, mas a verdade é que ela começa na organização dos espaços florestais, na escolha das espécies com que fazemos a florestação ou reflorestação dos mesmos, na sua manutenção ao longo do ano e na sua limpeza atempada. Os bombeiros são (apenas) a componente mais visível do sistema, mas se antes deles não houver trabalho de campo eles pouco mais poderão fazer do que minimizar danos e salvar habitações. Façam-se os investimentos que se fizerem para os dotar com os melhores meios, estes nunca serão suficientes!

2. "Foi realizada uma acção de sensibilização por Freguesia (...)"

Não vamos duvidar da afirmação do meu caro vice-presidente de Câmara, mas as acções de sensibilização só são eficazes quando se faz tudo para chegar àqueles que se pretende sensibilizar. Ora se nem eu que me considero uma pessoa interessada e minimamente informada acerca  do que se passa na minha terra me apercebi da dita acção, algo não correu tão bem como seguramente se pretendia - e não digo que tenha sido culpa da Câmara!

3. Números da "Fiscalização no terreno (...):

Mais do que quadros bem elaborados com números e percentagens simpáticos, "fala" o estado do terrenos e sobre Alfena, estamos conversados: o que não foi feito esteve bem à vista de todos antes do tal "período crítico dos incêndios" e se tudo isto de que estamos a falar não for encarado por todos no futuro próximo, de forma mais séria e responsável vamos ter seguramente a mesma situação no próximo ano.

7. "(...) deu-se mais prioridade a estas entidades (outros agentes de Protecção Civil - Bombeiros, Autoridades Policiais, Organizações de Produtores Florestais) que actuam directamente na fase crítica dos incêndios".

Reforço a ideia já expressa de que todas estas Entidades são já o "fim da linha" e que se antes deles não existir o trabalho que se impõe, eles nunca poderão fazer muito mais do que têm feito até aqui.

Resumindo e concluindo:

Admitindo que todos os levantamentos (cadastro geométrico e titularidade dos terrenos em faixas de gestão de combustíveis) se encontram concluídos importa ter em conta que nestas coisas de "gastar dinheiro a limpar os montes" quase nenhum proprietário é voluntário e que se não for a pressão social dos vizinhos e o apoio visível de quem tem por missão fiscalizar e fazer cumprir, no próximo ano teremos "mais do mesmo"...

E para que a pressão social (no bom sentido) possa funcionar, nada melhor do que promover a tempo e horas, amplas acções de sensibilização com as populações locais - o que convenhamos, não tem de facto acontecido até aqui!

Em jeito de conclusão e em abono da verdade, sinto que é meu dever de deixar aqui expresso, que considero existir por parte do nosso vice-presidente de Câmara um real e genuíno interesse em ajudar a melhorar todo este trabalho, não deixando de ter razão quando lembra que a estrutura do SMPC propriamente dita, foi criada apenas em Março de 2010. Consideremos pois a hipótese de que em 2011 tudo venha a ser diferente - para melhor, obviamente!

Segue-se então o Ofício:


 































 

 


 


































publicado às 14:27

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