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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA /S.LÁZARO - IRRESPONSABILIDADES VÁRIAS...

Bem sei que numa terra onde as iniciativas culturais não abundam, um simples magusto pode fazer a diferença...

Portanto, dinamização sim, convívio saudável entre os alfenenses sim também - desde que isso não signifique prejuízos para o ambiente ou para os espaços utilizados.

Pelas fotografias seguintes, não me parece que seja isso que esteja a acontecer com o espaço de lazer de S.Lázaro:

Nuns casos, actos de puro vandalismo praticados seguramente durante a noite, têm provocado significativas destruições na protecção de madeira, situação que já deveria ter feito a Junta movimentar-se no sentido de lhes pôr termo, nomeadamente através de um pedido de reforço da vigilância por parte da GNR.

Mas o (mau) exemplo do publicitado magusto do último fim de semana, também não abona nada em favor da responsabilidade cívica e ambiental, quer dos organizadores, quer dos patrocinadores, mas sobretudo, dos "donos" do espaço que não tiveram a preocupação de estabelecer aquando da cedência do mesmo,  "um caderno de encargos" que impedisse que uma fotografia como a que publico a seguir - carros em cima do relvado - fosse possível de ser batida! Será que o sistema de rega ali instalado continuará a funcionar no próximo Verão?

Depois admiramo-nos como é que se gasta tanto dinheiro em manutenções, ou reparações de equipamentos colectivos...

publicado às 17:37

O CORREIO DO DOURO VIOLOU A LEI...

Num País onde os prevaricadores da política passam quase sempre impunes relativamente a múltiplas e comprometedoras promiscuidades no sentido de melhor subverterem (a seu favor) as "regras do jogo" - jogo obviamente viciado desde o início e onde só eles estão em condições de ganhar - sentimo-nos um pouco reconfortados sempre que algum dos muitos reguladores que vamos tendo cumpre o seu papel de fiscalizar e punir algum dos desmandos.

Foi o que aconteceu em relação à queixa que apresentei em devido tempo contra o Jornal Correio do Douro pela violação descarada da Lei aquando das últimas eleições Autárquicas.

Graças às "ajudas técnicas" proporcionadas pelo pasquim, as candidaturas do PSD/CDS-PP em Valongo e os Unidos por Alfena aqui, garantiram uma situação de excepção ao nível local, verdadeiramente vergonhosa - como se não existisse Lei, como se o País fosse a sua quinta, como se os seus "direitos" não tivessem de ser exactamente os mesmos que os dos outros concorrentes...

Esperemos que o Processo de contra-ordenação instaurado contra aquele Jornal tenha de facto consequências e sirva sobretudo para demonstrar ao verdadeiro "dono" do dito pasquim - a Câmara de Valongo, que o tem andado a financiar desde há muito com os dinheiros públicos - que o crime nem sempre compensa...

publicado às 19:31

CÂMARA DE VALONGO - "SINAIS DE FUMO"...

Ao que parece, a Câmara de Valongo ainda não beneficia das (enormes) vantagens da fibra óptica no que diz respeito à circulação da informação.

A velocidade da luz tarda em chegar à nossa Domus Municipalis e por causa disso, a transmissão de "dados" entre as várias fontes vai-se processando provavelmente com base em "sinais de fumo", facto que aliado a este período de baixas pressões que se têm feito sentir nos últimos dias, explicará o deficit de conhecimento que o vice presidente Dr. João Paulo Baltasar demonstrou na última reunião pública acerca da construção em curso da "nova Chronopost" em Alfena.

Disse ele a certa altura - em resposta à minha pergunta sobre o actual estado do licenciamento da referida construção - que "a obra está parada até que os serviços da Câmara se desloquem ao local para delimitar o espaço da construção propriamente dita, uma vez que até ao momento, só foram feitas movimentações de terras e regularização de terrenos (...)"

Ora bem... Com a melhoria das condições atmosféricas, é provável que as imagens que se seguem já tenham chegado - via "os tais sinais de fumo" - ao conhecimento do nosso número dois, mas se não chegaram caro Dr. João Paulo, não faça cerimónias... Sirva-se delas à vontade - para se actualizar!

publicado às 22:46

CÂMARA DE VALONGO - ONTEM COMO HOJE...

 

Calma!

Esta notícia é de 2009!

Mas que bem que ela encaixaria na situação actual da Câmara - não estivessem as solidariedades entre os "executivos" ainda demasiado condicionadas pela distância em relação ao próximo acto eleitoral e pela indefinição existente relativamente a qual dos "príncipes" se segue na linha de sucessão ao trono...

Por isso, o único argumento que vai sobrando, é continuar a dizer - como o fez o Dr. Arnaldo Soares na última reunião pública - que o "desiquilíbrio conjuntural" da Câmara se deve em grande medida à situação de crise do País... Pura demagogia!

("Desequilíbrio conjuntural" é um eufemismo que em Valongo equivale a rotura financeira, bancarrota, insolvência...).

Apesar da demissão a que o título faz referência ser a do vice presidente João Queirós em 30 de Junho de 2009, a verdade é que os desvarios continuaram neste mandato, os poderes para desbaratar os dinheiros públicos foram devolvidos ao Dr. Fernando Melo que como sempre, os distribuiu equitativamente pelos amigos próximos, com a conivência do Partido Socialista...

Espera-se - esperam os valonguenses - que o PS saiba desta vez reconhecer o erro que cometeu ao deixar o Dr. Fernando Melo em "roda livre" e na altura em que for discutido o famoso Plano de viabilzação financeira que o Dr. Arnaldo Soares anda a promover, se junte à parte restante da oposição - a Coragem de Mudar - como fez em relação ao PDM, para que se criem condições efectivas para uma real recuperação da trágica situação em que se encontram as finanças da nossa Câmara!

publicado às 18:44

ALFENA - "BEM PREGA FREI TOMÁS"...

Como diz o Povo, "bem prega Frei Tomás..."

Andaram os nossos "dinâmicos" autarcas alfenenses - os actuais e os anteriores - a vender-nos a ideia de que estavam empenhados de alma e coração na nobre missão de salvar o nosso querido Rio Leça. Alguns chegaram mesmo a vestir-se de trabalhadores, a calçar galochas e luvas - que aparecer na fotografia de fato e gravata não cairia bem...

Não tardou muito a constatar-se - pelo aumento gradual que se foi notando na poluição das águas e no progressivo assoreamento das suas margens - que o nosso Rio estava a ser relegado de novo para segundo plano em termos de prioridades dos Unidos.

Mais tarde, propuseram-nos "limpar Alfena" - integrando a iniciativa de âmbito nacional denominada "limpar Portugal". Aparentemente, pareciam empenhados nessa nobre tarefa e até prometeram uma segunda investida em "versão" exclusiva para Alfena.

Vai-se a ver, quando já estávamos quase todos a "comprar" definitivamente a ideia, alguém resolve à sucapa levantar a ponta do "tapete" e o que é que descobre?

Que afinal, os "defensores" de um ambiente saudável para Alfena, os supostos promotores da melhoria da nossa qualidade de vida, andavam a enganar-nos, escondendo o lixo, a poluição e a irresponsabilidade ambiental dentro da "própria casa", isto é, em terreno da própria Junta, mas com consequências directas para um dos afluentes do nosso Leça.

Veja-se só - pelas imagens que se seguem - a dimensão da tragédia ambiental que está a ser "encoberta" pela nossa Junta de Freguesia:

(De destacar, que "lá ao fundo" do declive queimado pelos últimos incêndios, fica a Ribeira de Tabãos. Para onde é que acham que seguem direitinhas todas as escorrências dos lixos, levadas pelas chuvas?)


PS: Curiosa a diferença entre este comportamento socialmente irresponsável dos nossos autarcas e aquilo a que se propunham, quando em Julho de 2009 andavam às voltas com esta Agenda 21 - documento roubado dos arquivos do meu amigo Sr. Silva Pereira...

publicado às 17:49

ALFENA - "À MULHER DE CÉSAR-2..."

 

Todos conhecemos seguramente um daqueles casos de expropriação de prédios rústicos por utilidade pública e no rombo que que a mesma normalmente representa para as justas expectativas dos seus proprietários.

Como o ponto de partida é sempre o valor constante dos registos de propriedade e esse valor,  é quase sempre, por interesse dos seus proprietários na sua compreensível tentativa de escapar à autêntica rapina tributária de que somos vítimas, inferior ao real, na hora da alienação estes vêem-se confrontados com importâncias que nada têm ou têm pouco a ver com a realidade actual.

É portanto um ponto assente, que a subavaliação dos prédios rústicos é sempre um "pau de dois bicos" e que aquilo que se ganha "fugindo" às Finanças, pode bem vir um dia a ser perdido com "juros e correcção monetária" - como dizem os brasileiros!

Curiosamente, vem todo este arrazoado a propósito do assunto bem nosso conhecido: A famosa "ex-futura zona industrial de Alfena".

E se um dia alguém, por mera hipótese académica, se lembrasse de sugerir como alternativa para o "plano de enriquecimento ilícito" previsto para toda aquela zona, a criação de uma empresa de capitais mistos onde a Câmara pudesse intervir de forma a proteger o interesse público e ao mesmo tempo, colocar à disposição das empresas do Concelho equipamentos a preços controlados - como acontece aliás em tantos Concelhos  (desde logo, no nosso próprio)?

À partida, o assunto até parece pacífico. Parece...

É que na concretização da tal "hipótese académica" de que falamos, alguém consegue arriscar quais seriam os valores constantes - em termos de Fisco - no último registo matricial a favor do(s) "testa(s) de ferro" do Grupo Santander?

Pois...

E não é estranho que continuemos a assistir em Alfena ao total engajamento do executivo da nossa Junta de Freguesia neste projecto de interesse privado?

Não seria mais natural e menos susceptível de ilações pouco abonatórias, vermos os nossos autarcas a defenderem a tal "hipótese académica" referida?

publicado às 12:06

VALONGO E A "TANGA" DE FERNANDO MELO

 

O discurso da "tanga" foi durante algum tempo como todos sabemos, o recurso in extremis dos políticos ineptos e incompetentes.

Mas de tanto que recorreram a ele para justificar as próprias incapacidades, foi "chão que deu uvas" tendo caído claramente em desuso.

Pelo que hoje se viu na reunião pública de Câmara, parece que o Dr. Fernando Melo ainda não fez o necessário upgrade e continua a utilizá-lo como "meio de trabalho" para tentar justificar o injustificável e explicar o inexplicável:

Para ele, a situação de rotura da Câmara não tem nada ver, ou tem pouco a ver com erros próprios e resulta sobretudo - segundo ele obviamente - da enorme dívida que a Câmara herdou há 17 anos atrás (quando ele se sentou pela primeira vez no cadeirão almofadado da Domus Municipalis)...

Como disse o Dr. Pedro Panzina da Coragem de Mudar, só falta o Dr. Fernando Melo tentar convencer-nos de que a culpa foi dos Romanos que nos levaram o ouro da Serra de Santa Justa...

A verdade, é que os argumentos para explicar a gravíssima situação das finanças Municipais não abundam pelo lado do Executivo Municipal - tanta incompetência, tanto esbanjamento e tanto desperdício não podiam passar despercebidos a ninguém - nem passaram aos valonguenses! Escamoteá-los nesta altura de aperto seria tarefa impossível, pelo que recorrer à "tanga" legada por antecessores longínquos virou de novo "cortina de fumo" para camuflar os estragos.

Mesmo assim, o Executivo da Câmara está - contra o que é o seu hábito - a "fazer das tripas coração" para tentar assumir uma postura de humildade e diálogo com a oposição que lhe permita salvar um Plano de saneamento financeiro que evite, ou pelo menos, adie até ao fim do mandato o afogamento eminente. Só que de tanto que nos habituaram à "farpela" aperaltada e arrogante do "quero posso e mando" com que os temos visto nos últimos anos a esta parte, vê-los agora vestidos neste estilo casual de homens comuns resulta um pouco forçado...

De qualquer forma, se em última instância a oposição concluir que é melhor para a população do Concelho que o tal Plano de saneamento financeiro da Câmara seja viabilizado, ao menos que vincule este Executivo de forma clara e incontornável, relativamente a todas as alterações que têm de ser feitas - e são mesmo muitas - corrigindo comportamentos, cortando vícios, eliminando mordomias, reduzindo o número de "afilhados" do Dr. Fernando Melo ao serviço da Autarquia...

E pode começar desde já por perguntar ao Dr. Fernando Melo com que dinheiro é que procedeu à compra de 4 carros eléctricos, como refere o JN de hoje - ver recorte.

O argumento é interessante, mas remete-nos inevitavelmente para aquelas compras induzidas pela publicidade agressiva desta sociedade consumista em que vivemos, género "compre um aspirador xpto e oferecemos-lhe outro de graça". Primeiro, há que verificar se precisamos de dois aspiradores xpto - ou mesmo de um só - e depois, mesmo que necessitemos deles ou dele, se temos dinheiro para a compra, por mais vantajosa para o ambiente que ela seja ou nos digam que é!

Mas ainda a propósito do tal Plano de que iremos ainda ouvir falar bastante nos próximos tempos, mesmo que como dissemos, se considere incontornável a sua viabilização, já não bastam as habituais garantias que este Executivo sempre "dá" nestas circunstâncias. A única forma de garantirmos que as medidas que venham a ser acordadas sejam efectivamente aplicadas, é criar uma "comissão de acompanhamento" que controle a sua efectiva implementação.

Para não acontecer o mesmo que sucedeu com o chamado "fundo de emergência" aprovado aquando da alteração de taxas - portanto já há longos meses - por proposta do PS (estima-se que ronde os 500 mil Euros) e sobre o qual nada se sabe neste momento!

A Drª. Trindade prometeu para breve alguns "detalhes" sobre a forma como o dinheiro tem vindo a ser gasto, isto é, o "fundo" (ainda) não foi regulamentado, mas já "funciona" - pelos vistos...

publicado às 19:14

VALONGO - ZONA DE IMPACTO...

 

Há meses atrás, comentei neste mesmo espaço o "avistamento" registado na Rua 5 de Outubro em Valongo, logo a seguir às Autárquicas de 2009.

Diziam então os mais crédulos neste tipo de fenómenos paranormais, que se trataria claramente de um OVNI, enquanto que os mais pragmáticos defendiam tratar-se tão somente da queda de um simples meteorito de dimensões médias. Uns e outros, coincidiam no entanto num ponto: Pelo rasto deixado no firmamento, o "objecto" vinha dos lados da "galáxia" mais próxima denominada Alfena.

Certo certo, é que a zona de impacto ("buraco") sofreu danos de monta, os quais, só agora começam a ser verdadeiramente quantificáveis e perceptíveis para o grande público.

Diz-se até, que toda a vasta área circundante - Campo, Sobrado, Ermesinde, Alfena e Valongo também, vai viver uma nova e rigorosa era glaciar, que como o próprio nome indica, vai congelar tudo o que é vida durante pelo menos 12 anos. Quem conseguir hibernar, voltará a "acordar" por volta do ano de 2022, os outros, aqueles que não tenham reservas de energia e capacidade de as manter ao nível mínimo de sobrevivência durante esse período, só lhes resta ir tratando de mudar de "galáxia"...

publicado às 12:35

CÀMARA DE VALONGO - 12 ANOS EM COMA?

O teor da NOTÍCIA que se segue, publicada hoje no JN, não nos causa propriamente uma especial surpresa:


"Câmara de Valongo vai demorar 12 anos a sair de buraco financeiro

Saneamento das contas assenta em empréstimo de 30 milhões

O desequilíbrio financeiro da Câmara de Valongo só será resolvido com um empréstimo contraído para 12 anos. Essa é a conclusão de um estudo encomendado pela Autarquia, que levou a Oposição a dizer que o Município está hipotecado. O Executivo não comenta.

O estudo foi encomendado pela Câmara de Valongo, em Maio, à "Impa Economistas - Consultores Lda". "Detectámos que havia necessidade de avançar com um plano de saneamento financeiro", refere o vereador com o pelouro das Finanças, Arnaldo Soares. Esta semana, o documento foi entregue à Oposição."

(...)

Nós já sabíamos, quase todos os Valonguenses também sabiam e até quem negava a pés juntos que houvesse qualquer razão para alarme o sabia:
O Dr. Fernando Melo, os seus directos colaboradores e também o Dr. Arnaldo Soares, um dos principais mentores do último Orçamento - um completo embuste, um autêntico trabalho de mistificação sem qualquer correspondência com a realidade concreta da Autarquia e em devido tempo denunciado pelos Vereadores da "Coragem de Mudar", mas salvo pelo "gongo" do Partido Socialista que o viabilizou com a sua abstenção...
Agora só nos resta esperar pela "dolorosa" que nos vão fazer chegar mais cedo que tarde...
Caso para dizer, se vêem aí (dizem) os "paramédicos" FMI para fazer "respiração boca a boca" ao País, talvez alguém se lembre de lhes sugerir uma pequena escala em Valongo. Há aqui alguém a precisar urgentemente, não de "boca a boca" mas de um desfibrilador - daqueles especiais que só os homens do capital sabem manusear.
O pior é que os métodos de "ressuscitação" do FMI são regra geral demasiado invasivos e quase sempre temidos pelos danos colaterais que costumam provocar...
publicado às 19:01

VALONGO - VAI NU O "REI" AFINAL...

 

Há quem na vida não tenha feito outra coisa senão andar atrás da luz fugidia dos holofotes, na procura incessante do seu momento de (efémera) glória...

O pior é que, quando pensa que conseguiu finalmente captar a atenção do ambicionado focozinho de luz, descobre da pior maneira possível - "olha! o Rei vai nu!" - que todo o investimento feito em si próprio e na promoção da sua imagem de autarca impoluto, corre o risco de ir por água abaixo.

É seguramente o caso do Vereador do PSD na Câmara de Valongo, Dr. Arnaldo Soares:

É - dizem - verdadeiramente irreparável e dele deveriam resultar consequências, o desaire que a acusação do Ministério Público representa para aquela que seria - segundo alguns observadores atentos do seu percurso - a sua próxima etapa na ascensão ao lugar maior na Câmara de Valongo, ultrapassando pela berma e em contravenção - ou pela "esquerda baixa" como diz o Povo - o actual número dois do executivo Camarário nas próximas eleições.

Tanta autopromoção, tantos favores prestados à espera de retorno, tanto trabalho de campo - literalmente falando - tanta luta contra a poluição no Rio Leça para melhorar a qualidade das suas águas - eu acho que ele chegou mesmo a prometer-nos para muito breve o regresso à possibilidade de reconfortantes mergulhos em dias cálidos de Verão - para agora se atolar ingloriamente num lodaçal de casos cabeludos - neste caso, é arguido por suspeita de falsificação de documentos numa acção de Formação, enquanto Presidente da Junta de Freguesia de Alfena.

Tenho quase a certeza, que no actual momento o seu maior desejo será que a "lâmpada do holofote" dê um estoiro. Só assim conseguirá esconder a incómoda "nudez" dos olhos de milhares de Valonguenses e Alfenenses que em diferentes momentos eleitorais foram levados a acreditar que pelo brilho que parecia emanar da figura era mesmo de ouro puro que a mesma era feita.

Afinal, mais cedo do que se pensava, começam a constatar que nem sequer de "ouro mouro" é!

publicado às 23:38

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