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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO - A ASSEMBLEIA MUNICIPAL E OS "JOGOS DO FAZ DE CONTA"...

Goraram-se um pouco as (minhas) expectativas de que tivéssemos ontem uma sessão da Assembleia Municipal em versão rápida, tendo em conta o "menu" divulgado - sobretudo, depois do seu Presidente ter "aceite comO boas" as explicações dadas pelo Executivo para a não apresentação das GOP e Orçamento para 2011 de acordo com a Lei (ver ofício abaixo).

Em resposta a uma pergunta/desafio que lhe fiz, propondo que "partilhasse connosco" alguma informação privilegiada acerca  do assunto" o Presidente da Assembleia leu a resposta da Câmara ao seu Ofício (também já aqui referido por mim num post anterior) e ninguém mais falou sobre o assunto.

A verdade, é que os vários pontos da Ordem do Dia se arrastaram, se arrastaram mais do que era expectável  - sobretudo, o ponto referente ao "Regulamento Orgânico dos Serviços Municipais" que o Executivo levou à Assembleia sem quaisquer alterações de fundo e apenas (confessou o Vice Presidente) para acautelar questões legais que se admite pudessem surgir no caso de não ser aprovado ainda esta ano - com a garantia de que até Março próximo, a reformulação que estava já em curso continuará e a versão final apresentada então para discussão.

Figura incontornável da sessão foi uma vez mais, o Deputado José Manuel Ribeiro do PS, ontem estranhamente desacompanhado por parte dos seus Vereadores que não compareceram na Sessão - embora ele tenha feito questão de referir publicamente ter estado em contacto (telefónico) com o Dr. Afonso  Lobão...

Portanto, o nosso Deputado gosta muito de se ouvir e quando apanha um microfone a jeito, a discussão arrasta-se inevitavelmente e ontem também isso se verificou, para desespero de muitos que no dia seguinte (ou melhor, já no próprio dia) - como foi referido - teriam de "picar o ponto".

Mas apesar de tudo - se fizermos um certo esforço para nos esquecermos que foi o PS que viabilizou o "Orçamento de ficção" da Autarquia para 2010 e devolveu  ao Presidente os poderes que lhe haviam sido retirados no mandato anterior para "esbanjar à tripa forra" - ontem até disse algumas coisas acertadas.

Sobretudo, quando na parte final da Sessão, fez referência à Reunião (não pública) de Câmara agendada para o dia 30 de Dezembro e onde voltam de novo "à baila", entre outros, "os assuntos do momento" (que destaco no recorte que se segue) que  - embora se saiba que não de forma definitiva...

E o Deputado Zé Manel teve também razão, quando criticou as reuniões "à porta fechada" e quando referiu que em muitas Câmaras (mesmo de maioria PSD) todas as Reuniões dos Executivos já são públicas.

Claro que teve razão... mas embora tenha feito questão de dizer "eu falo sempre com o meu Vereador Afonso Lobão" acerca das "agendas", talvez não saiba que embora a Oposição faça "maioria" na Câmara, curiosamente (ou não) a questão da alteração do Regimento, onde se enquadra este assunto das reuniões  - e também das intervenções do Público - nunca foi abordada, nem constatamos uma vez que fosse por parte dos Vereadores do PS, a colocação deste assunto em agenda...


 

(Este o tal Ofício do Dr. Fernando Horácio em que se tenta justificar aquilo que não tem justificação)

 


 

(Aqui, o tal recorte da Ordem do Dia para a misteriosa (!) reunião não pública do próximo dia 30)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 14:12

SERVIÇO PÚBLICO - VALONGO/ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Reúne hoje ordinariamente pelas 21,00 horas a Assembleia Municipal de Valongo.

A Ordem do Dia, conforme o Edital abaixo publicado, inclui vários pontos, mas não aquele que por força da Lei deveria incluir: As Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2011.

Ora, atendendo aos dias que faltam para o final do ano, a Câmara Municipal de Valongo vai entrar - nesta área específica - para o mesmo grupo dos "fora da Lei" que já integra a Junta de freguesia de Alfena...

Talvez alguém queira arriscar o pedido de dissolução da nossa Câmara... Até já existe Jurisprudência nesta área, conforme se pode constatar pelo recorte que coloco abaixo,  do Acórdão do STA relativo à Junta de freguesia de Baiões (Município de S.Pedro do Sul).

(Nada em que o Presidente da nossa Assembleia Municipal não tenha já pensado - ver também abaixo, cópia do Ofício enviado à Câmara!)


 

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 14:25

BOM NATAL....

Natal...

Se todos o tiverem igual

Naquilo que é essencial

E que a muitos sobeja

Então sim, pois que seja

Todos os dias Natal!


(...) mas um Natal "despoluído" como aqueles primeiros do meu imaginário - onde já contam mais de sessenta - em que não estávamos ainda condicionados pela febre do consumismo exacerbado dos novos tempos que nos formata e bloqueia os nossos naturais "instintos" de partilha desviando-nos o olhar com demasiada frequência para aquilo que é supérfluo - ou pelo menos não é essencial.

Que bom que seria, se os nossos olhos e os nossos corações conseguissem voltar a exteriorizar a mesma espontânea alegria na presença da prenda mais simples que alguém nos oferecesse - em vez de deixarmos escapar aquele "ar desiludido" de quem faz mentalmente as contas ao preço da mesma!

 

 

 

 

publicado às 15:14

ALFENA - UM RELEVANTE "CASE STUDY"...

E quando todos pensávamos que nestes tempos de crise e de "vacas magras",  o Poder Local seria aquele que teria melhores condições (e maior interesse nisso também...) para gerar consensos, sempre úteis, mas nestas alturas ainda mais,  eis que - em Alfena - os nossos autarcas "à margem da Lei" resolvem pura e simplesmente remar contra a maré.

Claro que nós sabemos que têm "a tal" maioria absoluta que lhes permite simplesmente "ignorar" a Oposição. Claro que sabemos isso, mas por enquanto, só o podem fazer - ignorar - colocando umas enormes "aspas" - que a aplicação da Lei (ainda) não é uma "arte" unipessoal apenas ao alcance de um qualquer iluminado de serviço...

Vem isto (ainda) a propósito da "Assembleia surreal" do dia 20 e sobre a qual já escrevi mais do que pensava fazer.

Mas de tudo o que já disse sobre o assunto em artigos anteriores, faltou ainda dizer o seguinte:

Uma pesquisa perfeitamente aleatória e não exaustiva feita a alguns Regimentos de Assembleias Municipais e de Freguesia de vários pontos do País permitiu-me seleccionar uns quantos recortes sobre a questão dos "Requerimentos" postos à votação pelo Presidente da Assembleia de Freguesia de Alfena, após demorada conferência - à vista de todos  - com os membros do Órgão Executivo presentes na Sessão (!).

Em todos os casos pesquisados - e em muitos mais - "apenas se consideram Requerimentos, os pedidos feitos à Mesa sobre assuntos agendados ou sobre o funcionamento da Sessão", sendo que neste caso, eles devem ser admitidos sem discussão e postos à votação.

A título de exemplo, junto o referente ao Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa. Mas no mesmo sentido - como não podia deixar de ser - vão os das AF de Várzea, S.Julião do Tojal, Barreira, et., etc.

No caso concreto dos pedidos de informação apresentados pelos Deputados da Coragem de Mudar, genericamente designados como "requerimentos", isso não podia suceder, pela simples razão de que os mesmos têm a ver com o exercício de um Direito, o qual se sobrepõe a qualquer "determinação" Regimental - que neste caso e em boa verdade, nem sequer existe...

O exercício de um Direito, não pode estar condicionado por qualquer votação de "sim" ou "não", caso contrário, as minorias nunca teriam Direitos!

Alfena passará seguramente a ser um relevante "case study" em matéria de "Direitos":

Os Deputados do Grupo Coragem de Mudar membros da Assembleia de Freguesia, não puderam pedir informações sobre assuntos relevantes para a nossa terra, porque a sua pretensão foi votada e os 7 votos dos Unidos por Alfena decidiram que eles "não" tinham direito a essas informações - o que em rigor, quer dizer que em Alfena, a Lei "já não é o que era"...

Como diria o outro - e se calhar até disse -  "a lei sou eu" (o "outro" aqui,  é o "consultor jurídico" de circunstância em que o Presidente da Mesa da Assembleia se apoiou para "levar o Direito a votos").



Portanto, quando apelido jocosamente de "fora de lei" os nossos autarcas, não estou a ofendê-los mas apenas a constatar uma realidade que tem a ver com o seu posicionamento "geoestratégico"...

publicado às 18:45

ALFENA A PAÍS JÁ!

 

Ainda a propósito da Assembleia surreal de ontem e do "estado da governação" da nossa terra:

Acho que o Partido Socialista (naquela Assembleia Municipal que tivemos a honra de acolher aqui na nossa nobre Vila)  andou mal ao propor Alfena para elevação a cidade. Foi minimalista, poupou no sonho, não teve em conta o ego desmesurado do nosso "monarca"!

Na minha opinião, o que se justificava mesmo - e talvez ainda estejamos a tempo de o fazer - era propor a elevação a "País".

Seríamos assim uma espécie de "portugal dos pequeninos" - daqueles pequeninos que todos conhecemos - à beira Leça plantado...

Afinal, até já temos uma "constituição própria" - ontem ligeiramente aflorada - um "monarca absoluto" e alguns "bobos da corte" para animar os "serões ordinários" - aqui o termo "ordinários" deve ser entendido por contraposição com os "extraordinários"... -  do palácio e que têm lugar 4 vezes por ano.

Claro que se é nesse sentido que a representação alfenense do PS na Assembleia de freguesia está a trabalhar, desiluda-se! O "Rei-Sol" não vai dividir o "absoluto poder" com ninguém - nem com aqueles que lhe ajeitam a passadeira para desfilar!

publicado às 10:50

ALFENA - A SURREAL ASSEMBLEIA...

Claro que as (nossas) expectativas eram à partida, extremamente baixas, mas que os nossos "dinâmicos" autarcas fossem capazes de descer tão fundo como desta vez desceram em termos de qualidade autárquica, não estava (mesmo) nas nossas previsões.

Comecemos pela parte mais visível do enorme "iceberg" de ilegalidades cometidas pelo Órgão Executivo da nossa Freguesia, com o acordo tácito - por omissão ou demissão das suas próprias atribuições de garante da legalidade das decisões do Órgão deliberativo  - do Presidente da Assembleia: A falta de respeito pelos Deputados (os da Oposição, obviamente) mas também e em última instância, pela própria Assembleia.

Considera o Executivo ter dado cumprimento ao Estatuto do Direito da Oposição seguindo a seguinte sequência:

1. Entrega uma "Proposta de Trabalho de Orçamento e PPI para 2011";

2. Aprova em reunião pública de Junta a 2 de Dezembro, a Proposta final de Orçamento, PPI, Plano de Actividades e Mapa de Pessoal para 2011;

3. Entrega aos Deputados, em 10 de Dezembro, uma cópia da versão final dos referidos documentos - que como se sabe, não é passível de alterações na própria Assembleia, onde apenas pode ser aprovada ou rejeitada;

4. Não promove nenhuma reunião de consulta prévia com a Oposição, para a ouvir sobre esta proposta final:

5. Realização da Assembleia de Freguesia a 20 de Dezembro;

Curiosa portanto, a ampla e abrangente interpretação legal do nosso especialista em Leis e Presidente de Junta.

Talvez o recorte que se segue, de um parecer sobre o assunto, mereça a subida honra de dois minutos da sua atenção:

(O exemplo refere-se a uma Câmara Municipal, mas adaptado, serve para o nosso caso).

 

 

Depois, nos detalhes (?) das propostas, considera o Executivo ter cumprido a Lei, apresentando por exemplo, umas "Opções do Plano de Actividades" que são um mero conjunto de tópicos repescados do seu programa eleitoral, sem concretização, sem quantificação e onde as partes mais significativas são os "etc.".

Votado por maioria - a sua maioria - todo este somatório de ilegalidades e de desrespeito pelo papel do Órgão deliberativo pelo caminho, ainda consegue contar com a abstenção do Partido Socialista, que nesta Assembleia não fez uma única intervenção e se absteve em todas as votações - incluindo uma em que a Coragem de Mudar referiu uma questão colocada por este Partido na última Assembleia e sobre a qual o Executivo nada respondeu.

A seguir - e agora vem a cereja no topo do bolo - perante um conjunto de Requerimentos da Coragem de Mudar sobre assuntos relevantes que constam de vários pedidos de informação escamoteada pelo Executivo, o Presidente da Assembleia resolve colocar os Requerimentos à Votação (!). Perante os protestos, pediu um intervalo de 5 minutos para deliberar e depois de ter estado a conferenciar com os membros do Executivo (!) - e a gente que pensava que (também) nas Freguesias existia separação de poderes - voltou para anunciar que mantinha a mesma posição: "A mesa considera que os Requerimentos devem ser votados".

Como seria de esperar - nesta terra de que tanto gostamos e nesta Assembleia surreal - a maioria decidiu que a Lei geral aqui não conta.

Em Alfena, os Deputados da Freguesia não podem (artº 17-1 da Lei 169/99),

 

 

Aqui - novamente com a abstenção do P.S. - decidiu-se que prevalece o artigo 11º do Regimento da Assembleia - que diga-se não tem nada a ver com esta questão - sobre o direito dos Deputados à informação, a formular perguntas e requerer respostas em qualquer momento.

A Coragem de Mudar quer saber alguma coisita sobre os "segredos de Estado" da Junta? É simples: "passem por lá, peçam que a gente dá" - foi mais ou menos assim a resposta do homem de Leis.

Agora aqui, no Órgão maior da autarquia, requererem informações, isso é que não. Portanto, tomem lá  7 votos contra e mais 3 abstenções que já almoçaram!

Já agora, o Regimento também diz isto (artº 7º):

 

 

(Afinal, o Regimento até "aceita" a primazia da Lei, o homem de Leis do Burgo é que não.

Não foi ele que disse um dia "a Lei sou eu"?)

 

Como a certa altura desabafou um alfenense mais zangado com este comportamento, "não vale a pena! É partir para as instâncias Legais e ponto final!"

Assino por baixo!

publicado às 23:50

ALFENA - DUAS "EPOCAS" EM CONFRONTO...

Volto à "antena" para lembrar aos internautas locais a Assembleia de Freguesia de amanhã.

Não se trata aqui de fazer nenhuma mobilização patriótica das "tropas da luz" contra o "exército das trevas" - as primeiras, já equipadas com meios da era actual, as últimas, porque (ainda) em pleno "período palhaulítico" apenas apetrechadas com pequenas placas de xisto onde vão apontando, com o recurso a fragmentos do mesmo material tão característico da nossa região, as contas do exercício e as previsões para o futuro - que todos torcemos para que seja muito em breve, já passado...

Fica mais uma vez claro, que sendo embora Alfena um pequeno território encostado àquela cidade que muitos portugueses consideram a verdadeira Capital do País (do trabalho pelo menos, é-o seguramente) - o Puorto carago! - conseguimos mesmo assim abarcar duas épocas tão distintas e tão distantes como as referidas.

A nossa, caracteriza-se maioritariamente pela existência de uma sociedade com regras, códigos de conduta, respeito pelos direitos dos outros - sobretudo se os outros fazem parte de uma qualquer minoria...

A outra, ainda não saiu do tal "período palhaulítico" ou da pedra lascada e orienta-se por códigos muito rudimentares, e regras de conduta muito minimalistas, onde não existem líderes mas "machos dominantes", onde quem discorda, não é adversário mas inimigo e onde as contendas se resolvem sempre "à paulada" ou com "flechas envenenadas".

É neste contexto - de choque entre estas duas épocas tão distintas e tão distantes - que decorrerá a Sessão de amanhã.

E que bom seria se o Criador, num gesto magnânimo e bem adequado a este tempo de Natal (para as "tropas da Luz") nos fizesse uma pequena concessão e nos deixasse - desta vez - construir no nosso Centro Cultural a tal "torre de Babel" a partir da qual, falando a mesma lingua conseguíssemos aceder àquela informação que (por enquanto) está apenas ao alcance de um certo "deus menor"... Mas também, quem é que "nesta altura do campeonato", ainda acredita em milagres?

publicado às 23:04

SERVIÇO PÚBLICO - ALFENA/ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

Para cumprir calendário, que a Lei essa, mais uma vez fica-se pelo caminho - ou no bolso do líder palhaulítico - terá lugar na próxima 2ª feira dia 20, pelas 21,30 horas uma sessão ordinária da Assembleia de freguesia.

A Ordem do Dia é a que consta a seguir.

Claro que se prevê mais do mesmo, isto é, nada de novo. Ou dito de outra forma, vamos continuar a ser governados por gente "fora da Lei" - designação jocosa que o nosso dinâmico Presidente já declarou de forma "oficial" ser passível de procedimento criminal.

Se mal pergunto, procedimento contra quem? Contra ele próprio?

E pensando bem, as "aspas" na expressão fora da Lei até não fazem grande sentido - como a seu tempo irá ser demonstrado, no decorrer da própria Sessão.


publicado às 20:08

SERVIÇO PÚBLICO - ALFENA/ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

 

Para cumprir calendário - que a Lei essa, mais uma vez fica-se pelo caminho (ou no bolso) do líder palhaulítico - tem lugar na próxima 2ª feira dia 20, pelas 21,30 horas uma sessão ordinária da Assembleia de freguesia.

 

A Ordem do Dia é a que consta a seguir.

Claro que se prevê mais do mesmo, isto é, nada de novo. Ou dito de outra forma, vamos continuar a ser governados por gente "fora da Lei" - designação jocosa que o nosso dinâmico Presidente já declarou de forma "oficial" ser passível de procedimento criminal.

Se mal pergunto, procedimento contra quem? Contra ele próprio?

E pensando bem, as "aspas" na expressão fora da Lei até não fazem grande sentido - como a seu tempo irá ser demonstrado, no decorrer da própria Sessão.


 

publicado às 20:08

VALONGO - MINIMIZAÇÃO DE DANOS...

Hoje na Reunião pública de Câmara, parece que se goraram algumas expectativas...

Desde logo e em primeiro lugar, as do Executivo, que pretendia ver aprovados dois importantes documentos:

- Estudo e Plano de Saneamento Financeiro do Município de Valongo.

- Aprovação da contratação de um empréstimo a longo prazo para saneamento financeiro Municipal, até ao montante de 25.000.000€.    Aprovação das cláusulas contratuais.

Perante a ameaça de serem liminarmente chumbados, o Executivo viu-se obrigado a retirá-los da Ordem do Dia.

Depois, goraram-se também as "expectativas" do Partido Socialista, que via aqui uma janela de oportunidade para "marcar território", fazendo de conta que é a a única oposição "que conta".

Ora o que aconteceu, é que não contou para nada, porque a Coragem de Mudar forçou ao recuo estratégico do Executivo.

Respingo aqui um pequeno recorte publicado na página da nossa Associação e que explica de forma clara, como é que se pode fazer oposição - de forma séria, responsável mas ao mesmo tempo, com a firmeza adequada - e como de uma assentada fica demonstrado, que não fora o oportunismo do Partido Socialista quando se dividiu na altura da apresentação  de uma Candidatura a Valongo, optando pela do "aparelho" e  que ia contra todos os interesses dos Valonguenses e teríamos hoje um Executivo Municipal bem diferente para varrer os "cacos" que Fernando Melo anda a espalhar há dezassete anos.

Não foi assim e por isso resta-nos continuar ao menos a trabalhar para "minimizar danos" - impedindo por um lado a "política de terra queimada" em que o PS Valonguense parece agora interessado e ao mesmo tempo, refrear a "fúria" devastadora de Fernando Melo, que qual elefente em loja de porcelanas, continua a escaqueirar as finanças do Município. Hoje conseguimos evitar danos maiores.


 

A reunião pública da Câmara Municipal de Valongo (CMV), realizada hoje de manhã, mostrou três formas distintas de fazer política. O Executivo PSD pretendia ver aprovado um suposto Plano de Saneamento Financeiro que não colocava em causa nem reflectia os motivos por que a CMV chegou à actual situação de desequilíbrio financeiro. O PS queria votar contra a todo o custo, para parecer fazer oposição. A Coragem de Mudar obrigou à retirada do documento, de modo a que nele possam ser incluídas medidas estruturais de fundo.
A vereadora Maria José Azevedo recordou que a Coragem de Mudar “não é parte do problema”, porque sempre alertou para a caminhada da edilidade para a ruptura financeira por acção eleitoralista de quem a gere. Ainda assim, a autarca independente mostrou disponibilidade para ser parte da solução, desde que a Câmara aceite algumas condições para que o saneamento financeiro seja estrutural e resultado da boa gestão.

A Coragem de Mudar exige que seja efectuado um estudo de avaliação das concessões de água e de estacionamento, de molde a saber-se se são benéficas ou prejudiciais para o Concelho e para os seus Cidadãos. O grupo independente insta ainda o Executivo a apresentar uma análise quantificada ao desempenho da empresa municipal de habitação. O resultado destas avaliações terá de ter consequências, frisou Maria José Azevedo, acrescentando que a redução dos lugares de chefia no organograma municipal é outra condição para que a CMV tenha um verdadeiro Plano de Saneamento Financeiro. (...)


No final da Reunião, no ponto reservado ao Público, coloquei uma vez mais "Alfena no mapa", formulando a seguinte pergunta ao Presidente da Câmara:

"Tendo em conta o necessário acompanhamento que o Executivo da Câmara assegura a todos os projectos que licencia, sobretudo àqueles que se revestem de interesse relevante para o nosso Concelho, pode o Sr. Presidente garantir-me que os dois projectos assim considerados – Hospital Privado de Alfena e Plataforma Logística da Chronopost, também em Alfena – se manterão dentro dos exactos parâmetros para os quais foram licenciados, incluindo o tipo de utilizações para os quais foram previstos?"

Pela voz do seu Vicé, fiquei a saber que a Câmara à partida não pode garantir nada, a não ser que a) não entrou nenhum pedido de alteração relativamente aos objectos dos licenciamentos e b) que se por mera hipótese isso viesse a acontecer, os mesmos teriam de voltar ao Órgão que os aprovou.

Veremos se a minha pergunta tem ou não pertinência. É que andam para aí uns rumores...

    publicado às 00:38

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