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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA - LIBERDADE MAS COM... "FILTRO"!

Tenho a certeza que muitos alfenenses já terão dado pelo facto de (finalmente) os monarcas absolutos de Al-Henna terem decidido aliviar a "protecção auricular" que os impedia de escutar as vozes críticas do número cada vez mais maior de "súbditos" e começar a colocar online as actas e outros documentos relevantes da Junta e Assembleia de freguesia.

Mas Rogério Palhau na sua visão arrevesada sobre a Democracia, não podia fazer as coisas de forma idêntica à dos seus pares - os da Câmara de Valongo e da freguesia de Ermesinde, por exemplo - e tinha de encontrar uma forma muito peculiar de o fazer,  bem à medida do seu desmesurado ego: Ele tinha de ser diferente - nem que fosse para pior - e como o seu argumento de sempre tem sido o de que "são poucos e sempre os mesmos" (?) aqueles que exercem por estas bandas os direitos de cidadania - desde logo, o direito à informação - vai daí, ficou-se pelo meio termo entre a ditadura e a democracia, nesta espécie liberdade vigiada, nesta devassa da privacidade, neste querer saber quantos são, quando e quantas vezes é que os alfenenses ousam escrutinar a governação da casinha de bonecas: Inventou o "filtro" do registo prévio em que se exigem os números do Bilhete de Identidade, de eleitor e de telefone de contacto, a quem pretenda aceder ao separador respectivo no sítio da Junta na Internet.

E não se coibiu de confirmar na última Sessão pública de Junta,  esta sua opção de pendor inquisitorial e antidemocrático!

Alguém diga a "sua majestade", que em Democracia os direitos das pessoas não são (nunca) condicionados pelo número daquelas que efectivamente os exerçam!

publicado às 14:16

"CENSURAS" E ÓPERAS BUFAS...

 

É no mínimo lamentável esta espécie de ópera bufa a que vimos assistindo na AR em torno da "censura ao governo" constantemente anunciada por quase todos - todos aqueles que se dizem estar do outro lado da barricada(?) obviamente...

Uns, vão gritando desde há muito como autómatos "vou-te censurar, vou-te bater, vou-te derrubar", mas quando olhamos para a coreografia, para o que fazem, para os passos concretos que dão, a única coisa que nos ocorre dizer sobre o seu comportamento, é que talvez sofram de sonambulismo e se encontrem a meio de um longo sono, pois inegavelmente, nem o gesto nem a acção batem certo com a "banda sonora". Se assim for, o melhor é não lhes ligarmos - dizem que que não é bom acordarmos um sonâmbulo...

Outros, parecem ter de facto alguma vontade de partir para os "finalmente",  mas demasiado taticistas (ou receosos de não estarem à altura dos acontecimentos, vão-se empanturrando de anabolizantes, vão-se  dopando às escondidas, olhando constantemente para as sondagens, que são uma espécie de espelho mágico imaginário a quem perguntam de forma repetida e deprimente "espelho meu, espelho meu, diz-me se há alguém mais forte do que eu" à espera de verem crescer um músculo que tarda em aparecer - como se a supremacia em política se pudesse medir em massa muscular e não em massa cinzenta!

E é neste deprimente espectáculo, de pobre enredo e medíocres actores em que nos tentam enredar e onde até a música de fundo é uma espécie de "canção de embalar" soporífera entoada por "aquele" estranho solista a quem o nariz cresce uns centímetros de cada vez que vai à Assembleia da República anunciar alguma medida ou fazer alguma promessa, que teremos de resistir, bebendo tanto café quanto consigamos beber - antes da subida do preço do mesmo que já se anuncia - na certeza porém de que se não conseguirmos manter-nos despertos, o mais certo é que no fim do triste espectáculo, acordemos com os bolsos virados do avesso e a falar alemão (ou francês), sendo que um indigente é sempre um indigente, fale a língua que falar e bolsos vazios são sempre bolsos vazios, sejam os de umas calças de marca ou de um simples fato-macaco...

publicado às 10:33

A CONTENÇÃO ORÇAMENTAL E OS DEPUTADOS DE "SEGUNDA"!

 

Se existem assuntos que laceram de forma transversal todos os Partidos, este - o da redução do número de Deputados - é um deles.

Claro que se perguntássemos às "bases de apoio" de todos eles o que pensam sobre o assunto, teríamos seguramente grandes surpresas - ou talvez não...

A questão incontornável que se coloca, é que, independentemente do juízo de valor que se faça em relação ao trabalho concreto de cada grupo parlamentar, todos eles sem excepção têm nas suas fileiras  Deputados de primeira e de segunda categoria (e se calhar ainda, de terceira e de quarta...) e mantê-los na Assembleia da República com a única função de abanar com a cabeça no sentido vertical ao sinal do líder da claque ordena, é redutor demais para a despesa associada a essa função. Na era dos votos à distância, dos actos médicos por videoconferência, da audição de arguidos por essa mesma via, ao menos passem os tais Deputados para um qualquer "subsistema" a criar para o efeito: sempre podem continuar a votar ao lado das "máquinas" sem interromperem a sua actividade profissional e pouparemos muito, mas mesmo muito, nas conhecidas mordomias, nos subsídios de residência, nas viagens, etc., etc.

Por mim, alinho pela maioria - a maioria do Povo anónimo, obviamente - e "voto" pela redução radical, dos actuais 230 "sorvedores de dinheiros públicos".

E nem por isso deixo de ser democrata e de continuar a considerar-me de esquerda - de uma "esquerda não alinhada e não clientelar", que também existe!

Parafraseando o conhecido "slogan" da Reforma Agrária ("a terra a quem a cultiva") a "deputação" a quem a merece"!

publicado às 13:52

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