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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA - UMA pequena CIDADE, UMA GRANDE PARÓQUIA...

Há "verdades  inconvenientes" que só mesmo quando ditas por um Jornal com a dimensão do JN, conseguem passar incólumes à habitual acusação de que são "afirmações de gente que só estorva", ou então de que são "bocas de quem nem sequer é de Alfena e por isso tudo faz para a diminuir".

 

Mas vamos então à notícia JN:


A verdade pois - inconveniente ou não - é que por culpa dos políticos que têm governado a nossa terra - sim porque por muito que tentem dizer que o não são (políticos), quem governa uma autarquia é para o bem e para o mal, um político - Alfena tem sido, é e seguramente continuará a ser ainda por muitos anos,  mais do que uma pequena Vila/Cidade, uma grande Paróquia!

E não há mal nenhum nisso.  É preciso é que não se tente disfarçá-lo com intenções que nem sempre se vislumbram e com um ar estranhamente comprometido.

Veja-se quem é actualmente a principal entidade empregadora da nossa novel Cidade, veja-se quem é que assegura a quase totalidade do nosso serviço de apoio social - dois lares de idosos e um de deficientes, um serviço de apoio domiciliário verdadeiramente exemplar, a dinamização de inúmeros grupos de jovens, etc., etc.

Mas se como atrás se disse, não há mal nisso, se quem melhor tem defendido os interesses da nossa terra tem sido de facto a Igreja e se quem o faz em nome da mesma nem sequer nos castiga com taxas - algumas verdadeiramente desumanas e irracionais - pelo serviço que presta à comunidade, não nos escandalizemos quando ouvimos da boca de muitos alfenenses esta interrogação simples e lógica: Para que precisamos nós de ser Cidade? Para que precisamos mesmo de ser Vila? Só para que as transferências do Orçamento Geral do Estado cresçam um pouco mais? E se vierem a crescer, será que esse crescimento se reflectirá directamente na melhoria da nossa qualidade de vida ou apenas no nível dos vencimentos dos políticos que administram a Cidade?

Como escreve o jornalista do JN, Alfena cresceu muito graças ao trabalho e à influência de Padre Nuno Cardoso.

Pessoalmente, não sou dos que partilhem a opinião de que ele tenha sido um "santo homem" como alguns pretendem - aliás, prefiro considerá-lo (apenas) um homem empenhado e com um envolvimento muito significativo na construção daquilo  que a sua terra hoje é e que como todos os homens - incluindo os homens bons (ou "santos") - tinha também muitos defeitos.

Mas é ainda e por muito que isso desagrade aos nossos políticos locais, que tentam disfarçar esse despeito erigindo-lhe estátuas e bustos em vários sítios do burgo, a Obra que ele construiu e que os seus seguidores têm, com acrescidos sacrifícios continuado a manter, que tem dado visibilidade à nossa novel Cidade/Paróquia!

Já agora, não nos esqueçamos de algumas das exigências do FMI - que vamos ter aí por estes dias - quando entrou na Grécia: Redução do número de Câmaras e Freguesias e muitos serviços públicos...

Pelo menos relativamente a Alfena (infelizmente) não notaríamos grande diferença se isso visse a ocorrer, o que é pena, porque no que diz respeito à "força de trabalho" - os funcionários propriamente ditos - esses cumprem cabalmente o seu papel.

publicado às 22:58

ALFENA JÁ RESPIRA SAÚDE (?)

 

Tão novinha ainda - a nossa cidade - e já nas "bocas do mundo".

Claro que se não fosse pelos piores motivos, não viria mal nenhum ao dito.

Parece que os atentados de que fala o JN, ocorreram há cerca de 10 anos, portanto ainda vamos a tempo de pedir contas a Fernando Melo, antes que ele comece a fazer o "check-out"...

Mas já agora, seria interessante que a Câmara mandasse investigar também o aterro do terreno da Junta de Freguesia perto da Metalização de Alfena, alvo recentemente de uma visita do SEPNA da GNR de Santo Tirso que - ao que se sabe - aplicou uma coima e interditou a deposição de lixo no local.

Esta situação é ainda mais grave pelo facto de numa reunião pública da Junta, o seu presidente ter afirmado que se trataria (apenas) de uma deposição temporária de resíduos por parte da Câmara (!) VEOLIA e a própria Junta que periodicamente os arrumariam...

Claro que arrumam, mas não no sentido que o cidadão comum possa imaginar: "arrumam-nos" para aumentarem a plataforma horizontal em direcção à ribeira de Tabãos, com as consequências que todos podemos imaginar que daí possam advir.

Depois nós é que "só estorvamos" ou que somos "inimigos de Alfena"!

Seguem-se recortes do JN de hoje. O primeiro, acerca do "nascimento" da nova cidade onde se refere a verdadeira  "paternidade" da mesma, que como todos sabemos, não tem nada a ver com os UPA - Unidos por Alfena!


 

publicado às 17:45

CIDADE DE ALFENA!

Sabemos que a iniciativa do PS - ao avançar com o processo conducente à elevação de Alfena a Cidade - não foi totalmente desinteressado.

Sabemo-lo, porque não somos ingénuos, que o motivo principal que esteve na génese deste processo, teve mais a ver com a necessidade do nosso Deputado da Nação/Município fazer aquele brilharete na sessão da Assembleia Municipal que tivemos a honra de acolher em Alfena.

Mesmo assim - e também porque sabemos que não será por via deste upgrad que os problemas de Alfena vão finalmente começar a ser resolvidos ou melhor resolvidos - é justo que o assinalemos e mais do que isso, que invoquemos agora o nosso novo estatuto de Cidadãos - no sentido literal do termo - para exigir que nos tratem como portugueses de primeira em todas as questões relativamente às quais nos têm tratado ao nível mais baixo do rating - um termo agora muito em voga - do nosso Município.

Infelizmente e apesar da promoção, vamos continuar sem saber em que ponto se encontra o projecto da nossa nova Unidade de Saúde.

Infelizmente e apesar da promoção, vão continuar em stand bye os vários projectos de interesse relevante para a nossa nova cidade: Hospital Privado de Alfena, PUCCA, circuito pedestre ao longo do Rio Leça, recuperação de alguns moinhos e levadas, etc., etc.

Infelizmente e apesar da promoção, vamos continuar a sofrer por solidariedade com os nossos conterrâneos moradores em múltiplas áreas da nossa cidade onde os transportes públicos não chegam.

Infelizmente e apesar da promoção, vamos continuar a conviver diariamente, com atentados ambientais inaceitáveis, perante a passividade de quem tem por obrigação de fazer tudo o que esteja ao seu alcance para os evitar ou punir - talvez porque em muitos casos, são eles próprios a dar o sinal errado aos fregueses socialmente menos responsáveis.

Infelizmente apesar de tudo isto, vamo-nos permitir alguns momentos de (genuína) alegria - mais pelo que isso possa representar em termos futuros, do que pelas consequências imediatas do acontecimento.

Infelizmente e apesar da subida à categoria de Cidadãos, muitos alfenenses - quiçá tão ou mais empenhados no interesse da sua terra como os que os acusam do contrário - vão continuar a ser tratados como vilões - neste caso, não no sentido literal mas sim no sentido pejorativo do termo.

publicado às 22:22

"BARRIGAS DE ALUGUER"...

 


Ora bem...

Sabendo todos nós que o País já não se revê desde há muito no actual "LEGO" partidário - veja-se os números da abstenção em todos os actos eleitorais mais recentes - onde peças aparentemente tão diferentes, desde a configuração à própria cor, acabam sempre por encaixar,  quando manipuladas por mãos ágeis - seria muito estranho que exactamente a geração que mais tem criticado - e bem - o sistema e mais se tem alheado - e mal - de intervir sobre o mesmo, fosse agora aceitar esta "barriga de aluguer" - o termo foi do próprio José Manuel Coelho no último acto eleitoral - para "repovoar" o País.

Bem sei que há muita gente que ainda se lembra da experiência do PRD de há muitos anos, mas a história nunca se repete e para usarmos uma linguagem ligada à agricultura, mais especificamente à enxertia, com tão fraco "cavalo", por muito robustos e desenvolvidos que sejam os garfos, não seria de todo provável que os resultados viessem a ser famosos...

O que vale, é que pela margem de crédito que a "geração à rasca" já conseguiu junto do País real e pela maturidade e elevado sentido cívico que demonstrou nas últimas manifestações públicas, não vai aceitar a prenda.

Lembram-se do slogan do homem na campanha Presidencial ("Coelho ao poleiro")? Como não o conseguiu (o poleiro) e agora se vê forçado a andar pelas filas dos centros de emprego, compreende-se que veja aqui uma nova janela de oportunidade para revitalizar o Partido...

Quanto a mim, a única estratégia possível - e consequente - era que toda esta gente, cheia de qualificações que se vê obrigada a esconder, para tentar ir acedendo aos poucos lugares que vão surgindo para caixas de supermercado ou operadores de call-center, tomasse por dentro um dos Partidos tradicionais - aquele onde à partida tivesse hipótese de correr com a "geração do reumatismo" que impera maioritariamente em todos eles.

Mas já sei o que é que vão dizer (quase) todos sobre esta minha ideia: pura utopia...

publicado às 00:28

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