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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA E VALONGO - AINDA SOBRE OS "ALQUIMISTAS INFERIORES...

Ainda a propósito dos "alquimistas inferiores":

Lembram-se os meus queridos seguidores, de os ter remetido para a Wikipédia onde podem encontrar uma explicação mais detalhada acerca do que se julga que fariam ou tentavam fazer os verdadeiros alquimistas. Isto porque às tantas, podia estar a induzir em erro quem eventualmente começasse a pensar que os nossos homens - aqueles que sabem que nós sabemos que eles sabem mais do que aquilo que nos dizem - afinal até podiam estar a "trabalhar" no sentido do desenvolvimento e do progresso da nossa terra.

Recebi na minha página do Facebook e sobre este mesmo assunto dois pequenos comentários plenos de ironia, de um amigo e seguidor atento destas andanças onde me fala de Euromilhões, tias do Brasil e também da já muito badalada Fonte da Prata...

Pois...

Estas são algumas formas entre muitas outras, de "justificar" ganhos ilícitos - ou para usar uma definição mais preferida pelos homens da Lei, de "lavar dinheiro sujo".

Como podemos constatar, aqui por esta bandas, os homens dos investimentos são bem menos criativos:

O recurso a conhecidos "testas de ferro" e a exixtência de uma "tia de Valongo" sempre disponível para ajudar, foi quanto bastou para rentabilizarem a área agora parcialmente emperrada - aquela onde avançam as plataformas logísticas da Chronopost e da Jerónimo Martins (!)  - ou vice versa...

publicado às 08:56

ALFENA E VALONGO - OS "ALQUIMISTAS" INFERIORES (*)

Mais uma vez, tive o privilégio de receber um comentário ao meu penúltimo artigo - "Urbanismo e tráfico de droga - a mesma rentabilidade", que pela sua relevância, pelo seu detalhe - e também por vir (apenas) confirmar aquilo eu ando a dizer há imenso tempo: que o nosso presidente de Junta "sabe que nós sabemos que ele sabe" que existem de facto "esqueletos em alguns armários" - merece subir ao nível dos post.

Ele até pode nem ter armário nenhum - há quem consiga viver perfeitamente sem essa peça de mobiliário - mas no seu grupo restrito de pares, apoiantes e mandatários de campanha existem de certeza vários e de várias dimensões...

Como a relevância deste comentário, enviado pelo meu caro amigo A. da Vicência, não se coaduna com a zona de rodapé onde aparecem os comentários que me vão dando o prazer de me enviar, há pois que trazê-lo cá para cima.

Pode ser que assim o nosso presidente e também o dinâmico Vereador - que agora sei, são visitas assíduas cá da casa - tomem mais facilmente conhecimento de que afinal "nós sabemos mais do que aquilo que eles pensam que nós sabemos"...

(*) Wikipédia



publicado às 00:04

TODOS TEMOS OS NOSSOS "ESQUELETOS NO ARMÁRIO"...

Todos nós temos algo no nosso passado que nem sempre nos deixa muito à-vontade  - às vezes, até nos envergonha um pouco - e quando o confessamos, ou mesmo sem o fazermos, esse "algo" se torna do domínio público, ficamos sempre à espera que o mundo desabe sobre as nossas cabeças...

E pode até nem ser nada de especial gravidade mas a sociedade às vezes sabe ser muito cruel, mesmo em relação às pequenas maldades!

Eu por exemplo, um dia caí na asneira de confessar - nos meus tempos de escola secundária e portanto, já rapazola crescidote - que me empoleirava (nos "furos" em que não tinha aulas) em cima de uma das tílias que circundavam o recreio das miúdas - sim naquele tempo, existia separação de géneros, não era como agora: "tudo ao molho" - para espreitar as ditas...

Recordo-me de que foi já no último ano que cometi a insanidade de vangloriar - juntamente com dois maganos que alinhavam comigo na peripécia. A partir daí, fomos literalmente postos à margem pelas pequenas (por todas, que como é óbvio, o assunto alastrou) e as tílias passaram a partir daí, a ser minuciosamente vigiadas.

Cavaco também andou na escola, provavelmente nunca fez nada deste género, provavelmente também não existiriam tílias na sua escola a circundar o recreio das miúdas, provavelmente...  - e podíamos ficar para aqui a avançar muitos "provavelmente" - mas a verdade é que ao contrário dele, eu mesmo no tempo em que ainda não sabia explicar muito bem porquê, já detestava a PIDE que depois passou a DGS e nunca me ocorreria "passar por lá" para preencher uma ficha...

E já agora se mal pergunto, preencher uma ficha para quê? Para ter uma cópia encaixilhada lá em casa para mostrar aos amigos e depois ter de a queimar à pressa quando ocorreu o 25 de Abril?

Para a usar como uma espécie de "credencial" com vistas à obtenção de  facilidades inacessíveis ao cidadão comum?

E tal como anteriormente, podíamos ficar para aqui a aventar "porquês" e nenhum deles corresponder ao verdadeiro motivo...

Po isso não me atrevo a centrar-me em qualquer das hipóteses referidas - nem em quaisquer outras - mas lá que sinto uma curiosidade imensa e  absolutamente incontornável de obter uma explicação...

publicado às 21:44

URBANISMO E TRÁFICO DE DROGA - A MESMA "RENTABILIDADE"...


O recorte consta da edição online do JN de hoje e o assunto abordado pelo ex-autarca do PSD na Câmara do Porto onde foi Vereador do Urbanismo numa conferência em Almada sobre o tema "corrupção nas Autarquias", não constitui - infelizmente - surpresa para a maioria dos portugueses.

Desde há muito que se sabe como é que são "alimentadas" as máquinas dos Partidos do chamado "arco do poder" e em Valongo sabêmo-lo se calhar, melhor do que ninguém.

Se a tal conferência, em vez de ser em Almada tivesse tido lugar entre nós, provavelmente a maioria dos os participantes acabaria a cabecear de tédio, perante este tipo de evidências que em Valongo já se tornaram de tal forma "a norma" que (quase) nem damos por elas.

Não é por acaso, que a Câmara de Valongo esteve durante muito tempo - e não sei se ainda está - em segundo lugar no "ranking" dos ajustes directos e também sabemos, por termos debatido exaustivamente há pouco tempo atrás,  o "plano de saneamento financeiro" da Câmara, das razões que conduziram ao descalabro.

Claro que se Passos Coelho levar por diante - por imposição da Troika - a sua ideia de reduzir municípios e freguesias, alguma coisa vai melhorar ao nível nacional, mas como Valongo provavelmente não será atingida pelo "downgrade", o que verdadeiramente interessa, é alterar o sistema e mudar de paradigma, retirando das mãos corruptas dos autarcas que restarem, a "varinha de condão" capaz de transformar terrenos e áreas sem valor, em "ouro de lei"!

publicado às 10:07

A CREDIBILIDADE DO PAÍS E OS "DISCURSOS REDONDOS"...

 

Não existe nada pior, nada mais demolidor em termos da destruição das sinergias de que um país - qualquer país - carece para navegar e em muitos casos apenas manter-se à tona neste mar agitado em que o capitalismo selvagem transformou este mundo em que vivemos (ou sobrevivemos) do que a falta de confiança.

Desde logo, a confiança dos seus cidadãos, depois a dos seus parceiros num contexto mais restrito ou regional, aqueles a quem podemos comparar - tomando o cidadão comum como exemplo - aos vizinhos do lado ou ao corpo de bombeiros mais próximo...

E a confiança não é um bem móvel nem imóvel que esteja disponível no mercado. A confiança merece-se ou não, face aos comportamentos evidenciados por aqueles que necessitam de a invocar perante alguém.

Não depende da nossa apresentação num determinado momento - como aquele cidadão que quando comparece  numa entrevista de emprego, vai sempre muito mais "produzido" e aperaltado do que o costuma fazer no seu dia a dia - mas abarca normalmente um período de "registos" bem mais abrangente e alargado.

A confiança de um país, mesmo que territorialmente pequenino como é o caso de Portugal, não depende de nenhuma qualquer apresentação em power point por mais bem elaborada e bem conseguida que o tenha sido pelos inúmeros assessores pagos a peso dos euros que não temos, não depende de nenhum discurso, por mais palavroso que o seja, não depende sequer de nenhum esforço pessoal "lider de serviço" no momento, no sentido de aperfeiçoar o nível do seu "inglês técnico" - técnico ou não -  para se fazer entender, porque não é por aí,  por se expressarem melhor ou pior na língua usada pela maioria daqueles a quem procuram convencer, ou por recorrerem simplesmente a um tradutor fiável como assessor, que o seu problema se resolve.

Mais importante do que tudo isso, é o respectivo "curriculum" - virtual mas nem por isso menos relevante - que os acompanha e o "registo fotográfico" que os precede - os deles e por arrastamento, os do seu país.

Quem foi que disse que os "serviços de inteligência" só serviam para tratar de assuntos relacionados com a segurança dos respectivos países ou de natureza estratégica mais global?

Será que Sócrates algum dia acreditou que a figura patética em que se transformou nos últimos anos era apenas do "conhecimento restrito" dos cerca de dez milhões de portugueses?

Será que Passos Coelho - a viver teoricamente o chamado período de "estado de graça" - acredita que os discursos redondos que produz, alguns num inglês já bem menos "técnico" que o do seu antecessor, vão ser os elementos determinantes para convencer os seus parceiros internacionais?

Será que Paulo Portas ainda acredita que os lideres mundiais perdem tempo a ver filmes do "rato Mickey"?

Portanto, a confiança (ou no sentido que eu pretendo atribuir ao termo, a credibilidade) ao contrário da ideia que alguns nos tentam "vender" não é um conceito abstracto, flutuante e subjectivo e muito menos uma qualidade "de curto prazo". Pelo contrário!

Uma parte significativa dos itens que a suportam baseia-se em grande medida, no "ADN" dos lideres - políticos, financeiros, homens de negócios, gente com capacidade de decisão nos países que necessitam de a invocar - mas estes  têm de demonstar que a merecem.

E lamentavelmente, neste período difícil que Portugal vive e em que tanto precisa de a conquistar, isso não tem acontecido e o nível e a fiabilidade das "credenciais" que continuamos a apresentar não mudou muito.

Falta apenas dizer - e por ter ficado para o final, nem por isso deixa de ser menos relevante - que os interlocutores com quem temos de interagir, são, muitos deles também, feitos da mesma massa de má qualidade e  transportam no seu "ADN" o mesmo tipo de deficiências que caracterizam os nossos lideres, o que torna inevitavelmente o prognóstico ainda muito mais reservado...


PS: Mas já agora e a propósito do tema desenvolvido - confiança (ou credibilidade) - situemo-nos apenas no espaço confinado do pequeno rectângulo em que nos movemos e onde apesar das contingências difíceis e dos "propósitos" (impostos por uma Troika vinda de "terras estranhas") de alterar radicalmente certos (maus) hábitos, de acabar com certas mordomias, de preencher ministérios, secretarias de estado, gabinetes, departamentos e lugares equiparados, com gente competente em prejuízo do carreirismo ou da fidelidade canina de alguns boys and girls em relação aos chefes - chefes sim, que agora o governo é bicéfalo (embora com uma das cabeças um pouco menos desenvolvida) - cito também apenas apenas dois, para ser abrangente, maus exemplos que induzem sinais que vão no sentido inverso àquele que nos disseram e continuam a dizer pretender seguir:

O homem do "queijo limiano" - Daniel Campelo -  e o "vice-rei" de Gaia e presidente de algumas empresas municipais - Marco António Costa, figura sobejamente conhecida dos valonguenses  e nem sempre pelos melhores motivos (começando desde logo, pelas estruturas locais do próprio PSD, alfenenses em particular).

Se estão no governo por causa da componente "competência", então é caso para dizer - e como me custa fazê-lo! - que não temos de que nos queixar da Moody's, quando somos nós a pormo-nos a jeito junto ao caixote do lixo...

 

publicado às 08:41

MANHÃS DE DOMINGO - FRESCAS E COM SOL...

Vazio...

Difícil, quase impossível mesmo, senti-lo nesta manhã fresca de verão e de domingo - a mim, talvez porque menos habituais, deliciam-me sempre de uma forma especial as manhãs frescas de verão...

Vazio, num domingo, onde todos os movimentos que fazemos são mais pausados, onde os minutos parecem mais longos, onde a urgência dos nossos actos indispensáveis parece atenuar-se, onde até o canto dos pássaros parece ter uma sonoridade diferente e mais musical, vazio neste contexto, é difícil senti-lo.

Depois - e não tenho uma explicação plausível para esse facto - sempre associei os domingos com sol e manhãs frescas, a momentos inesquecíveis e quando ainda temos a capacidade de manter inesquecíveis certos momentos da nossa vida, não há vazio que resista!

Vazio, vazio interior, depende sempre de factores de natureza intrínseca e extrínseca e hoje, tudo que me rodeia tudo o que me provoca algum tipo de sensações - a música clássica que ouço em fundo ténue por exemplo (creio que Vivaldi, que nunca fui muito rigoroso na identificação à primeira, mesmo em relação aos autores que aprecio de forma especial) ou até a miscelânea dos sons que me chegam da rua e que conseguem penetrar a ténue barreira musical - as vozes dos ciclistas de domingo que de quando em vez sinto passarem na estrada próxima, a ausência de uma agenda específica a pressionar-me, a falta de alertas para mensagens sem sentido na minha caixa de correio, são factores extrínsecos que intrinsecamente me impedem de sentir qualquer tipo de vazio interior.

E hoje, não o sinto e melhor que tudo isso, não me ocorre sequer o receio de o vir a sentir - o que desde logo é muito bom!

 

 

publicado às 10:51

VAZIO INTERIOR...

Vazio...

É aquilo que sinto quando não sinto nada, aquilo que apenas vagamente me faz relembrar os bons momentos que vivemos.

Vazio será, quando um qualquer dia, não estando contigo, apenas conseguir recordar um vago esboço das linhas do teu rosto.

Vazio será ainda, não ser capaz de descrever os momentos - inesquecíveis? - que marcaram uma parte das nossas vidas. Vazio, dramático vazio, será se num qualquer dia ao acordar, nos tocarmos e eu não sentir os vóltios da corrente passando através dos nossos habituais pontos de contacto.

Porém, o pior de todos os vazios, será se nessa altura eu não sentir o incontrolável desejo de te tocar!

Por isso, apenas a mera  possibilidade de que isso venha a ocorrer um qualquer dia, me assusta!

publicado às 00:23

ALFENA - A "VERDADE" DOS UpA...

De vez em quando dá-me para fazer uma espécie de "zapping" pelos conteúdos publicados ao longo dos últimos anos neste espaço - sim, que este modesto "estaminé" já tem licença de porta aberta desde Abril de 2006!

Foi o que aconteceu hoje e deparei com o conteúdo que se segue e que - neste caso, infelizmente - não perdeu a actualidade, bastando proceder a um ou outro pequeno retoque de pormenor nos respectivos "formulários" a preencher.

Foi publicado em em 26 de Julho de 2010...

 


"JOGO DAS PROMESSAS" (1)

 

1. forma de jogar:


- O jogo é anónimo, por isso registe as suas opções de forma perfeitamente livre e sem qualquer tipo de constrangimentos;

- Se não tem a certeza em relação a um determinado item, então registe  0% - é que qualquer coisa que eventualmente tivesse sido feita por estes UPA,  teria vindo em vários jornais e teria sido "badaladíssima". Você teria certamente ouvido falar!

- Descarregue o ficheiro PDF com o respectivo “boletim” e faça o seu jogo – ou como diria o croupier, “fait vos jeux”.

 

2. Análise de resultados:

 

Entre 0 a 10%

Você é demasiado rigoroso na sua apreciação. Para si números são números e não há como fugir-lhes!

Provavelmente pertence a um dos dois grupos de oposição  na Assembleia de Freguesia  (PS, e "Coragem de Mudar”), ou então, pertence à maioria da população actual de Alfena.

 

Entre 10 e 25%

Não, a cor que você pretende representar com os números que indica, não corresponde à realidade! Você é  que – vá-se lá saber porquê – em vez de uns óculos de sol normais (daqueles que não alteram as cores) optou por esse modelo invulgar de “lentes cor de rosa” ...

 

Entre 25 e 50%

Pronto, pronto! Se é uma questão de fé, não vale a pena perdermos tempo com “jogos de análise”. Os dogmas nunca podem ser vencidos com abordagens do tipo  científico.

 

Mais de 50%

Assim não vale! Você está a jogar com um "baralho viciado”!

(Se calhar a falha foi nossa, pois devíamos ter dito logo no início do jogo, que os membros do “projecto UPA” não podiam participar...).

 

3. Nota final:

 

Não precisa de nos dar conhecimento dos resultados obtidos. Eles destinam-se exclusivamente a testar a sua capacidade de análise.

No entanto, manifestamos desde já um interesse especial por eventuais resultados acima dos 25%, os quais nos permitirão testar um novo medicamento para controlar os estados alucinogénicos. Se for esse o seu caso e pretender ser nossa cobaia, agradecemos que nos contacte para assinar o respectivo termo de responsabilidade.

 

(1) Segundo uma ideia de Joaquim Silva Pereira em Valongo da Liberdade


Formulários:

 

publicado às 15:39

ALFENA - O AUTOCARRO DO "PREÇO CERTO"

Ainda a propósito da última reunião pública de Junta:

Uma das afirmações do nosso número um - a propósito do compromisso  - que ele tem a certeza de que o Grupo Trofa Saúde vai respeitar - sobre a preferência a dar aos alfenenses nas admissões para o novo Hospital, foi mais ou menos neste sentido:

"(...) aliás se não tivessem essa intenção, que vai no seu próprio interesse, porque razão é que teriam oferecido um miniautocarro no valor de 50 mil euros"?

Ora bem...

Uma coisa não terá a ver com a outra e a "contrapartida" do miniautocarro de tanto termos já falado sobre ela, não merece mais comentários...

Mas já que tocamos no assunto, seria bom que um dia destes - talvez numa reunião pública ou numa sessão da Assembleia de Freguesia, o nosso "dinâmico" autarca se desse à maçada de fazer um balanço do tipo de utilizações do mesmo - e dos inerentes benefícios que delas resultaram para a população de Alfena...

Ah! E convém não esquecer as idas a Lisboa,  ao "programa do gordo" na RTP!

Sei que vou dizer uma coisa que vai cair muito mal, sobretudo no seio de algumas alfenenses - aquelas que normalmente lá vão à Junta fazer o pedido, mas memo assim assumo o "risco":

Revolta-me sempre que ouço o/a porta voz de algum desses grupos dizer as palavras sacramentais: "agradecemos ao Sr. presidente da Junta/da Câmara a cedência do autocarro"!

Acho que existem utilizações bem mais úteis para este tipo de meios e no caso de Alfena, porque o que se constata é um mais que evidente subaproveitamento do mesmo para servir verdadeiramente a população, este tipo de pedidos deveria ser pura e simplesmente recusado - a não ser nos termos estritos do Regulamento existente!

 

publicado às 11:26

IN MEMORIUM DA VELHA CEREJEIRA...

Esta foto está desactualizada...

À actual, falta-lhe um elemento que julgo ter feito parte do espaço praticamente desde a construção do edifício doado à Freguesia pelo Comendador Matos, para funcionar como escola primária - em memória, se a memória não me falha, a uma filha falecida.

A minha filha frequentou-a e eu ainda me recordo de me reunir com alguns pais à sombra da sua copa gigante, naquela altura "quente" em que se iniciou o processo do fecho da mesma com a transferência dos alunos para a nova construída no Lombelho.

A decisão não foi pacífica e os ânimos ainda se agitaram mais, quando se soube que o padre Nuno Cardoso pretendia fazer mais uma "anexação" ao já vasto património da Igreja.

Naquele caso, era puro abuso e desrespeito pela vontade da família Matos e a Câmara esteve muito bem nessa altura, ao não ceder a essa pretensão.

Já se terão apercebido de que estou a referir-me à velha - mas aparentemente saudável - cerejeira que alguém, sem dizer "água vai" - ou será que disse e nós não ouvimos? - resolveu cortar pela base.

Há uma frase conhecida para definir as soluções radicais que visam resolver um determinado problema: "cortar o mal pela raíz", mas não me consta que a vetusta árvore tivesse alguma vez constituído algum mal para alguém.

Ou será que algum ilustre autarca ao sair de algum daquele poucos eventos que ali vão tendo lugar - daqueles onde se servem no final uns acepipes, uns salgadinhos e uns copitos a acompanhar - terá tropeçado inadvertidamente nalguma daquelas suas raízes mais superficiais e salientes  e resolveu tirar desforço chamando a "brigada municipal" de abate?

É que não sei porquê, bateu-me hoje um certo saudosismo - talvez porque um dos últimos comunicados distribuídos mão a mão à saída de uma das missas, denunciando a avidez exagerada do padre Nuno, foi redigido por mim à sombra da gigantesca copa, sentado no muro de pedra...

publicado às 22:58

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