Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

"O CARRO À FRENTE DOS BOIS" - OU A "PROVA DO CRIME!...

 

 

Ora não querem lá ver que o "correio" se extraviou? Nesta altura do Natal há sempre problemas!

É que meu caro Vice, a Coragem de Mudar não recebeu respostas nenhumas. E olhe que só aqui nós, entregamos cerca de 60 Reclamações aí na Câmara!

Bem... agora também não vale a pena gastar o latim a explicar-nos porque é que a razão assistia ao executivo e o erro estava do lado da oposição... Nós até somos capazes de antecipar o tipo de argumentação que íamos receber.

Mas tenho uma má e outra má notícias para lhe dar. Qual é que prefere em primeiro lugar? Ah! desculpe, tanto faz, porque são as duas más...

Então cá vão:

 

Primeira: A CCDR-N recebeu hoje um volumoso auto de contra-ordenação com muitas fotografias, remetido pelo SEPNA da GNR e relacionado com aquela situação do "carro à frente dos bois" que eles detectaram naquela mesma zona.

 

Segunda: A nova carta REN de Valongo ainda não é para nós um assunto encerrado! Detectamos (a Coragem de Mudar) demasiados "rabos de fora" no Processo administrativo que nos foi enviado pela CNREN, o que desde logo indicia outros tantos "gatos escondidos".

E veja-se lá como são as coisas! Não é que temos aversão a coisas escondidas? Nem que sejam simples e "inofensivos gatos"!


 

PS: Cópia do comentário que enviei à Lusa acerca da "notícia":

 

Isto não é uma notícia é a "cara chapada" de Miguel Relvas transformada em texto/atentado à inteligência!
E o contraditório da oposição - Coragem de Mudar e Partido Socialista que chumbaram o Relatório da Câmara? E Chamar àquela vigarice "plataforma logística da Jerónimo Martins"... Aquilo são apenas "não sei quantos avos" da mega fraude/enriquecimento ilícito do grupo NOVIMOVEST (Santander).
Quando a Lusa quiser fazer trabalho sério, fale connosco. Nós contamos tudo o que sabemos!

 

 

publicado às 21:52

NÃO PAGAMOS - glup!

 

A boa notícia, é que não foi o presidente da bancada do PS na Assembleia da República, foi "apenas" um dos seus vice presidentes a proferir a bombástica afirmação!

A má notícia é que ao contrário do que agora se sabe e Carlos Zorrinho confirmou, os jornais não fizeram referência ao contexto em que foi proferida.

Tudo não passou afinal, de uma consequência directa e  natural de um lauto jantar e a imprensa foi mazinha - para os alemães, que seguramente levaram a afirmação à letra e até esta informação complementar lhes ter chegado às mãos - afinal o homem estava etilizado - as pernas não lhes devem ter pararado de tretremer.

Bem feito para ver se desistem de quererem ser de novo os donos do mundo!

Pensando bem... e se os portugueses começassem todos a dizer o mesmo aos nossos bancos - mesmo sem estarem etilizados?

Afinal o princípio que todos (os bancos) seguem, é o mesmo!

publicado às 18:04

RESISTIR COMPENSA!

Hoje morreu a Excepção Pontual ao PDM (Jerónimo Martins)!

 

Hoje Alfena está de parabéns!

 

E não adianta virem com o choradinho do costume - "criação de riqueza, de postos de trabalho e blá-blá-blá" - que ninguém constrói empresas para criar postos de trabalho, sendo que em Valongo, tal costuma fazer-se geralmente às cavalitas da "máquina de corrupção" há muito instalada na Câmara e que agora e aos poucos, começa a sair da penumbra e a ruir aos poucos, para desespero de quem "jogou tudo no cavalo errado"...

 

Hoje acaba de ruir fragorosamente mais uma parte do sonho do mega projecto de corrupção-Banco Santander/corrupção-Valongo/corrupção-Alfena/Jerónimo MartinsNa reunião de Câmara, foi chumbado o Relatório Final da Consulta Pública à excepção ao PDM, graças aos votos conjugados da Coragem de Mudar e do Partido Socialista.

 

Não foi porém um acto isolado o que hoje conduziu a este resultado que merece ser festejado - porque quem estava do lado da razão, desta vez, fez tudo certo. Foi antes uma conjugação de vários passos que foram sendo dados - as 2 sessões organizadas pela Coragem de Mudar, as quase 60 Reclamações (só aquelas que nos foram remetidas) entregues na Câmara, a Reclamação junto da CCDR-N sobre o avanço "clandestino" e não autorizado da destruição do coberto florestal, da movimentação gigantesca de terrenos, do entulhamento de ribeiros e por último, o accionamento com carácter de prioridade do SEPNA da GNR que ali andou a fazer medições a verificar atentados, etc., só podiam conduzir a este desfecho.


Claro que a fase que se segue, é a da chamada "ressaca" - ou azia segundo outros...

 

Mas há um facto incontornável: Hoje a corrupção perdeu pelo menos uma batalha, já que a guerra essa sabemos nós que irá continuar. E mais: a Carta REN publicada com a Portaria 260/2011 de 1 de Agosto, não é um facto adquirido: pelo processo que nos foi remetido pela CNREN e por outros elementos que estamos a tentar compilar, tudo pode ainda estar em causa. Os actos da Administração - Central, Regional ou Local, podem sempre ser revogados, desde que para tal exista matéria de facto que justifique essa revogação e quanto ao PDM que há-de um dia sair, também esse ainda dará muitas voltas mesmo depois de o "darem à luz"!

 

Resistir compensa!

 

Persistir vale a pena!

 

A corrupção em Valongo, é um polvo gigante, mas não é invencível!


PS(relevante): Em contacto efectuado há minutos com a CCDR-N (Direcção dos Serviços de Ordenamento do Território), fui informado de que havia chegado no correio de hoje o auto de contraordenação enviado pelo SEPNA da GNR, instruído com variada informação sobre as infracções cometidas, bem como um exautivo levantamento fotográfico.

Ainda bem que o SEPNA funciona e (ainda) tem boas máquinas fotográficas! 

 

publicado às 15:22

SOMAR PARA (MELHOR) AJUDAR...

Apesar de algo longo, acho que há uma parte do meu post anterior que merece um pouco mais de desenvolvimento: aquela em que abordo a componente do trabalho autárquico relacionada com os apoios sociais às populações.

Dizia-me o amigo Sr. Silva Pereira há pouco, no comentário que me deixou ao referido post:

 

"(...) O poder político foi sempre invejoso da acção social que, geralmente de modo espontâneo, surgia nas comunidades e que é, actualmente, representada pela actividade das IPSS, as novas Misericórdias, pelo menos ao nível da freguesia.
E isto porque a sua legitimidade apenas deriva do voto e não do serviço desinteressado. Os apoios, neste campo, que se foram estendendo a outras áreas - associações de caracter cultural, recreativo e desportivo - transformaram o poder político numa espécie de "agência de eventos" - veja-se, a propósito, os sítios da Junta e da Câmara, de onde a política está arredada ou, no mínimo, bem escamoteada, ou, ainda, de acesso condicionado. Isto é exactamente o oposto do que deve ser o poder Local.
Mudança urgente, precisa-se, pelo menos de atitude, tanto mais que é o escasso dinheiro de todos que está em jogo. (...)"

 

Infelizmente, desde há muito que todos nós convivemos com esta triste - e ridícula também - realidade que se traduz numa espécie de disputa entre aqueles que dispondo de diferentes tipos e níveis de meios - autarquias locais que utilizam meios próprios reservados nos respectivos Orçamentos e também, mas em menor parte alguma ajuda benévola que vão conseguindo captar, ou de Instituições de solidariedade há muito implantadas no terreno e genericamente designadas por IPSS, que se suportam em grande parte nas ajudas de carácter benévolo que vão recebendo das populações mais solidárias por um lado e em protocolos estabelecidos com a Segurança Social por outro e que dessa forma lhes reconhece maior capacidade na optimização dos recursos com base num conhecimento mais próximo das realidades locais o que à partida representa sempre "ganhos de escala" significativos.

 

Em Alfena, vimos desde há muito a denunciar a política da caridadezinha praticada pela respectiva Junta - denúncia a que a Câmara também não escapa - porque sabemos quais os verdadeiros (e nem sempre suficientemente escondidos) objectivos de quem a pratica e quais os resultados que espera vir a obter como "retorno".

 

Aqueles a quem estas críticas são dirigidas, armam-se quase sempre em "vitimas" e pior do que isso, utilizam invariavelmente as verdadeiras vítimas como "armas de arremesso" contra quem lhes critica a forma de prestar apoio.

 

É uma reacção normal e esperada de quem mais não faz do que defender pequenos feudos que em períodos eleitorais lhes hão-de garantir ganhos significativos em termos de votos. Quem reage assim, sabe que a parte das ajudas que gere, vindas ou do erário público ou de apoios institucionais que consegue arrebatar àquele que deveria ser o bolo geral, não é de forma alguma desinteressada, não representa em termos de escala o mesmo ganho que representaria se fosse disponibilizada através das IPSS - no nosso caso concreto o Centro Social e Paroquial de Alfena - essas sim verdadeiras especialistas e também verdadeiramente distanciadas da parte menos nobre da política.


Por cá, chegamos ao ponto da disputa mesquinha entre Câmara e Junta, neste caso concreto, na área da dinamização cultural - e não importa aqui sequer saber quem tem mais ou menos razão - por causa da gestão de uma Escola Senior e de uma Academia Senior que parece que concorrem entre si!

 

Entretanto, continuam a ser investidos meios materiais e humanos que são sempre escassos, nestas pequenas "quintinhas", em vez de os utilizar para celebrar ou reforçar protocolos com quem sabe fazer melhor, porque o faz há imenso tempo,  na nossa terra.

 

Entretanto, continuamos a assistir à estranha miscelânea entre o papel desempenhado por uma Associação criada no âmbito da Junta, mas agora tem caracter privado, a quem foi atribuído recentemente o estatuto de IPSS - a AVA - e o pelouro social da Junta, os dois e concerteza por mero acaso, sob a responsabilidade da mesma pessoa que faz parte do executivo.

 

Entretanto, sempre que alguém pergunta sobre o tipo de protocolos estabelecidos nesta frente de trabalho e sobre o respectivo acompanhamento e nível de execussão dos mesmos, é olhado com desagrado, como se sindicar a utilização correcta dos meios destinados às ajudas sociais, fosse uma espécie de "defesa da sua extinção"!

 

Que tal e já que a AVA existe e tem até ao momento ao que nos dizem, desempenhado um papel meritório, especializar-se verdadeiramente no tipo de ajuda que quer e deseja prestar: deixar os apoios domiciliários e a ajuda alimentar, seja na forma de géneros seja na forma de refeições confeccionadas, para quem já o faz e bem, reforçando-lhe o nivel das ajudas, devidamente protocoladas - o CSPA - ponderando em contrapartida, o aproveitamento de todas as sinergias, na criação, na formação e na dinamização de um banco de voluntários divididos por especialidades, ajuda que às vezes representa um verdadeiro e significativo apoio para quem dele necessita e não dispõe de capacidade financeira para recorrer ao mesmo em termos de mercado de trabalho - electricistas, picheleiros, carpinteiros, serralheiros, pintores, etc. - a exemplo do que já vem sendo feito noutras autarquias?

 

Sendo a ajuda sempre escassa face ao agravamento das necessidades, ninguém tem o direito de dividir todos têm o dever de somar!

 

 

publicado às 22:39

ALFENA - FEUDOS E ECONOMIA DE ESCALA...

 

 Aproxima-se o final do ano civil e com ele, a necessidade das autarquias locais começarem a preparar os respectivos Orçamentos e Planos Plurianuais de Investimento (PPI), bem como um outro documento híbrido, algo semelhante às denominadas Grandes Opções do Plano do OGE (GOP) e vulgarmente designado por "Actividades Relevantes" para o ano de 2012.

Em Alfena, apesar de tudo - da tendência (errada) que todas as maiorias têm para considerar que a maioria dos votos alcançados nas urnas lhes atribui o poder de contornar "aquelas" minudências mais desagradáveis impostas pela Lei relativamente à elaboração, discussão preliminar e finalmente à sujeição dos documentos referidos, à decisão do Órgão deliberativo - algo tem mudado e curiosamente mas não por acaso, para melhor.

O Estatuto do Direito da Oposição (EDO), começou a ser cumprido timidamente é certo, a audição prévia dos eleitos pela oposição em relação ao documentos relevantes a submeter à Assembleia de Freguesia também e tal como tem acontecido em relação às criticas que nunca abdicamos do direito de formular não deixamos neste caso, de dar conta deste facto positivo.

É claro que sendo a imodéstia um defeito, o seu contrário, isto é, o excesso genuíno ou fingido de modéstia, é-o igualmente e nós procuramos não dar motivo a que no-lo atribuam: Sabemos que nenhum destes avanços se fez sem o nosso activo contributo.

Mas se existem vitórias que beneficiam toda a gente, mesmo aqueles que numa primeira fase tendem a considerar as "vitórias" da oposição como derrotas próprias, estes exemplos positivos aqui referidos, provam isso.

De facto, quem escamoteia informação relevante, quem resiste a dividir com as oposições o direito ao livre acesso aos documentos da Administração, sujeita-se por vezes a ouvir críticas injustas, para além de se ver obrigado seguramente mais vezes do que aquelas que desejaria, a corrigir decisões erradas, caso tivesse feito como regra o que em Alfena se começa agora a tentar - timidamente como já dissemos.

Claro que o facto de existir consulta prévia, de a mesma se fazer até num ambiente invulgarmente dialogante como aconteceu em relação ao Orçamento e PPI para 2012, de terem sido reconhecidos como relevantes - e por esse mesmo motivo já entregues posteriormente à realização da referida reunião - os mapas da execução orçamental (receitas e despesas) em relação ao ano em curso - coisa até aqui nunca feita - isso não implica que no fim de tudo, exista sempre unanimidade.

Quer o Orçamento, quer o PPI, quer as "actividades relevantes para 2012", são documentos essencialmente políticos, o que desde logo nos coloca perante várias maneiras possíveis de fazer o que mais interessa aos alfenenses - ou até de não o fazer simplesmente.

Alguns exemplos:

Se fôssemos nós, preocupar-nos-íamos menos em assegurar directamente aos mais desfavorecidos, aos mais idosos, aos mais fragilizados pela idade ou pela doença os cuidados ou os meios de que necessitam e mais em assegurar ou reforçar protocolos com as Instituições que temos e que já têm estruturas montadas e capacidade bastante para as rentabilizar ao máximo. Obviamente, exigiríamos e controlaríamos com todo o rigor que esses protocolos fossem estabelecidos com base em contratos-programa claros.

Se fôssemos nós a decidir, não atribuiríamos tanta importância - pelo menos nas circunstâncias especiais de Alfena - à realização de receita à custa da venda de terrenos nos Cemitérios, sobretudo invocando como justificação para tal, a necessidade de construir uma nova sede para a Junta - apesar de reconhecermos a exiguidade das actuais instações. Pois se o próprio País tem que fazer o mesmo e em áreas bem mais importantes e sensíveis!

Claro que nos exemplos que demos, tudo se resume a decisões inteiramente políticas, sendo que neste caso, o executivo tem todo o direito de as tomar - embora claramente não o devesse fazer.

Um outro exemplo em que não terímos ido pelo mesmo caminho, seria aquela "frente de batalha" aberta com a Câmara - exactamente pelas mesmas razões já atrás invocadas em relação à Junta: Academias Seniores, Escolas Seniores e sobretudo a discussão estéril à volta  de quem é capaz de oferecer melhores meios e computadores mais apelativos e insignificâncias do género.

Quem tem a sorte de contar com uma Instituição como o Centro Social e Paroquial de Alfena, só teria era de encontrar formas de apoiar o mais possível a mesma, não restando dúvidas que para o mesmo nível de meios financeiros envolvidos, os alfenenses receberiam seguramente muito mais (claro que esta crítica se divide equitativamente entre a Junta e a Câmara).

Nós percebemos que quer num caso quer noutro, as actividades promovidas, os empregos que se criam para as assegurar, dão visibilidade em termos eleitorais e por isso, por muito que se procure invocar a injustiça da conclusão que daqui extraímos, quem defende este tipo de acção em prejuizo daquela que defendemos, nunca o faz de forma inteiramente inocente.

Conclusão:

Alfena tem claramente, condições de, com com os mesmos meios, fazer bastante mais pelos seus habitantes  - e pode e deve fazê-lo.

Tem igulmente capacidade e legitimidade para exigir mais da parte da Câmara no mesmo sentido - sendo que neste caso, tem de privilegiar um tipo de relacionamento que fuja a estratégias de conveniência ou de timings claramente pessoais por parte de quem não está ao serviço da coisa pública de forma completamente desinteressada.

E sobretudo, Alfena tem a sorte (na nossa perspectiva, obviamente) de possuir uma oposição com ideias com capacidade de as executar e sem complexos em as dividir, quando isso possa beneficiar os alfenenses - conforme todos pudemos constatar na última reunião inserida no procedimento de consulta prévia.

 

 

publicado às 23:15

BOM TER AMIGOS - E PODER ESTAR DE NOVO ENTRE ELES...

Há momentos na nossa vida que nos remetem de uma forma incontornável para uma espécie de retrospectiva-relâmpago da nossa vida. Tenho quase a certeza que ninguém que tenha de enfrentar uma qualquer cirurgia - daquelas que exigem que "passemos por algum tempo para o outro lado" - sem certezas absolutas quanto ao regresso, compreenderá seguramente aquilo de que falo.

Eu pelo menos, não consegui evitar fazer esse "balanço rápido" no passado sábado, antes de acenar com um "sim" gestual à anestesista que deu início ao longo apagão de mais de quatro horas de obras na minha coluna - tentar colocar no alinhamento certo, as minhas L4 e L5.

Correu bem, "regressei" para concluir os inúmeros assuntos pendentes que nunca deixamos de ter - e também, porque as muitas energias boas que nesse período se juntaram eram tão intensas que não tinha como não regressar!

Pena é que tenha que moderar um pouco e durante alguns dias, esta minha mania de querer ajudar a mudar o mundo através da escrita: Só posso escrever de pé ou deitado - sentado, só mesmo para os "abastecimentos rápidos" diários e já agora, para os "desabastecimentos" também - acho que acabei de inventar um nova palavra...

Portanto, cá estou eu portanto de "papo para o ar" a escrever com alguma dificuldade esta notícia sobre o meu "regresso" e ao mesmo tempo a agradecer a todos aqueles que sei que ficaram a torcer para que tudo se passasse como passou.

publicado às 17:52

"PAGAR DÍVIDAS É COISA DE CRIANÇAS" - NÃO PAGO!

Foto "roubada" ao ilustre amigo do Facebook José António Barreiros


O ex-primeiro ministro, José Sócrates, defendeu numa Conferência em Paris, que é essencial apostar no financiamento para desenvolver a economia.
"Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei", afirmou o ex-primeiro ministro José Sócrates, em Paris, citado pelo "Correio da Manhã".
"É essencial para países como Portugal financiamento para desenvolver a sua economia. É assim que eu vejo as coisas", acrescentou.

José Sócrates falava numa palestra do pólo Universitário de Poitiers, em Paris, tendo recebido fortes aplausos.



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/pagar-a-divida-e-ideia-de-crianca-diz-jose-socrates-video=f692830#ixzz1fx5w5uq5


 

PS 1: Afinal confirma-se: o homem estudou mesmo e não obteve o diploma (de licenciatura) em engenharia num domingo coisa nenhuma.

Agora o que parece é que é que na Independente, a Economia era interpretada de forma bastante "livre" - o que deu um lindo resultado, diga-se!

 

PS 2: Ah! Bom...

publicado às 14:07

O MAGUSTO DE ALFENA - "BOLSA DE POBRE E BOCA DE RICO"...

 

Sei que as posições antes concertadas (entre a Junta e a Câmara) andam agora dissonantes, diria mesmo exacerbadas. Como costuma dizer um amigo de longa data que já vai no quarto enlace, "já não se fazem casamentos para a vida". O da autarquia de Alfena com a Câmara de Valongo por enquanto, está ainda na fase da "violência doméstica", mas pelo caminho que as coisas levam, não tardará que passe à fase seguinte. E "não havia necessidade": hoje em dia é perfeitamente possível "descasar" sem que seja necessário andar para aí a "arremessar pratos e outras coisas mais" uns aos outros!


Estranhas contradições no entanto, continuam a ocorrer - a "guerra dos tachos" e de quem é que consegue fazer mais em prole dos Seniores, quem disponibiliza computadores portáteis e quem apenas pode dispor dos "clássicos" monstros - e algumas acções no terreno onde a Câmara gasta o dinheiro que não tem, ocupa máquinas e funcionários que podia e devia desviar para tarefas mais urgentes. Refiro-me concretamente e por exemplo, ao arranjo sob a A41, que ocupou meios técnicos e humanos durante cerca de duas semanas, tudo executado por um dos "cônjuges em fase de divórcio litigioso"!


Como diria o outro, há razões que a razão desconhece, sendo que neste caso, há uma coisa que por enquanto nos tranquiliza: a pergunta sobre os custos do referido trabalho e qual a rubrica que os suporta, foi feita ontem em reunião de Câmara e há-de ser respondida com o pormenor adequado, na próxima sessão. E para que o "ex Vereador com pelouros" não se lembre de dizer que foi só um dia ou dois de trabalho, aqui fica um alerta - não gostamos de nos esconder atrás da moita para apanhar ninguém em contravenção - existem registos detalhados e de vários tipos em relação ao acto de "fazer filhos em mulher alheia"!

publicado às 13:04

VALONGO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO - "INVESTIMENTOS AMIGOS..."

Conforme prometido, volto à "vaca fria", que é como quem diz, ao requentado mas grave atentado ambiental cometido na zona onde actualmente se encontra instalada a CHRONOPOST mas que alastrou muito para além do perímetro desta empresa - tanto para além, que por graça, lhe costumo chamar a "zona do novo aeroporto internacional de Alfena".
Quem se der ao trabalho de "dar corda à botas" e palmilhar as léguas abrangidas por aquela vasta área, nem levando as características "palas" de couro em vez de óculos, conseguirá evitar o contacto visual com a malfeitoria: O espaço é de tal forma amplo, que ainda que se "olhe apenas para a frente", não nos conseguiremos abstrair da mesma. Só restam por isso duas razões para não terem ocorrido processos de contra-ordenação com as consequentes e seguramente avultadas coimas. A saber:
a) Ninguém passou por lá, ou se passou, foi apenas para "receber prendas" dos infractores - mas para isso nem sequer precisava de ir sujar os sapatos: bastaria dirigir-se à sede da "Corporação".
b) Se passou e fez o seu trabalho, o mesmo acabou por cair no fundo da gaveta do chefe, onde "jaz" estrategicamente até à saída do PDM revisto, não vá o diabo tecê-las"...
Ontem, na reunião pública de Câmara, coloquei a questão que se segue, para a qual o Sr. Presidente já levava uma resposta dactilografada de duas páginas - a chamada "resposta na hora":
 
- Informação sobre o "histórico" das visitas dos serviços de fiscalização camarários à área onde se insere a nova Chronopost e número de autos levantados contra incertos ou identificados, nomeadamente:
a) Relativos à imensa área arrasada e desflorestada;
b) Informação sobre o tipo de solução encontrada para os efluentes da referida empresa."

A "resposta redonda" de Fernando Melo, obviamente preparada e assinada por uma das pessoas que seguramente mais tem "sujado os sapatos e tudo o resto", calcorreando os terrenos inóspitos de Valongo e que nem por isso - por esse inexcedível "espírito de sacrifício" - deixa de estar a contas com a justiça, que alegadamente suspeita que este "sacrifício" de calcorrear terrenos inóspitos, não  tenha passado de viagens virtuais através da cartografia apresentada pelos promotores imobiliários, nos ambientes mais acolhedores dos gabinetes: O Arquitecto Vitor Sá.
Obviamente, que tratando-se de um empreendimento "amigo", nunca esperaríamos que tivessem sido aplicadas coimas. Mesmo assim, quizemos obter a informação escrita, porque será sempre útil essa forma, nas acções que se seguirão.

Seria impensável que numa autarquia onde a corrupção não fosse a regra, cidadãos iguais em direitos, fossem tratados de forma desigual. E neste caso, teriam sido aplicadas pesadas coimas e ordenada a reconstituição das linhas de água, a reposição da cobertura vegetal, quiçá mesmo, o accionamento de procedimentos criminais.

Em Valongo porém, não é assim que as coisas funcionam e por isso, é que desde há cerca de 18 anos que a atmosfera que respiramos nos remete inevitavelmente para um imparável processo de decomposição que a curto prazo, ameaça fazer "ruir" todo o "edifício" de Vallis Longus espalhando sujidade em todas as direcções. Como é óbvio - e seria seguramente expectável por quem me preparou esta "resposta redonda" - remeti já o assunto para a ARHNorte e para o SEPNA da GNR - para que "a culpa não morra solteira"
 
publicado às 14:02

CÂMARA DE VALONGO - NO "CAMPEONATO" DE PESOS PESADOS...

Como sempre costumo fazer, aqui vão uns bitaites acerca da reunião pública de Câmara de hoje, onde apesar das baixas expectativas com que todos entramos naquele Salão Nobre, acabamos por assistir a um pouco de tudo:

 

A um momento protocolar de tristeza, com um minuto de silêncio em memória do recentemente falecido presidente de Junta de Valongo - pai da Vereadora Drª Luísa Oliveira do Partido Socialista, presente na sala, a que se seguiu uma proposta aprovada por unanimidade para condecoração a título póstumo com a mais alta distinção municipal e ainda, da atribuição do seu nome a uma das ruas de Valongo.

 

Um momento de "explicação atamancada" - ao estilo de Fernando Melo - sobre a retirada do Pelouro das Finanças a Arnaldo Soares: "fi-lo porque dadas as dificuldades que a Câmara enfrenta no sentido de resolver o problema do saneamento financeiro e do empréstimo associado, entendi que como tenho mais peso político (sic) deveria avocar essa competência. Já depois disso, foi possível fazer uma reunião com o Ministro das Finanças e com o Tribunal de contas, que no entanto continuam a colocar algumas dificuldades" - mais vírgula menos vírgula, eis a explicação que nos "satisfez" a todos, excepto ao destituído, como adiante se verá. O vice completou a informação sobre a deslocação a Lisboa acompanhando o Dr. Bolota Belchior (sic) relatando as contingências que sempre resultam quando se tem de enfrentar um Tribunal - de contas ainda por cima.

 

Alguém na mesa - não me recordo quem, perguntou com humor, se foi o vice que acompanhou o avençado Bolota Belchior ou o contrário (mais lógico) e na plateia, alguém perguntou em voz ssussurrada - que público não fala - porque é que a comitiva correndo embora o risco de prejudicar a velocidade de cruzeiro da viatura, não contou com o "peso" de Fernando Melo. Resposta pronta - "é que não tínhamos a certeza de sermos recebidos". Ficamos rendidos perante tão precavida atitude do "velho Presidente": Com a sua idade já não pode correr riscos de andar a bater a portas em relação às quais não tenha a certeza antecipada de que se abram ao primeiro toque - sobretudo nesta altura de temperaturas já não tão amenas.

 

Momento depois, para o "contraditório de desagravo" por parte de Arnaldo Soares, face à enorme injustiça de que foi alvo (ele que "deu o litro" na preparação do Plano de Saneamento Financeiro, ele que se empenhou pessoalmente na operação de "arrancar os cartazes" dos candidatos PSD em Alfena, ele que sendo independente até se filiou de novo no Partido) - a parte entre parênteses foi subentendida por mim.

Segredaram-me alguns vizinhos do lado que só faltaram os violinos. A mim, pareceu-me ouvi-los, mas pode ter sido só impressão minha.

 

Houve ainda tempo para mais dois momentos hilariantes:

Um: Fernando Melo colocou à votação um dos assuntos da agenda e depois levantou a mão no "momento do contra". Valeu a palmada oportuna da Drª Trindade que o fez baixar a mão a tempo. Alguns risos disfarçados na plateia e não passou disso.

Dois: Fernando Melo colocou um outro assunto à votacão: "Quem vota contra" - ninguém. "Quem se abstém" - ninguém. "Quem vota a favor" - oops! as unanimidades são tão raras, que acho que os risos disfarçados na plateia, foram um pouco injustos.

 

A hora de almoço foi ainda atrazada um pouco pelos Vereadores da Coragem de Mudar, que exigiram ou a retirada, ou a reformulação de um protocolo sobre transportes escolares, onde o texto inicial começava por referir apenas a existência de dois outorgantes - A Associação de pais e a Câmara - para mais à frente "fazer saltar do meio de um artigo um terceiro outorgante nunca referido antes - a Junta de Freguesia de Sobrado. Optou-se pela reformulação do texto e lá foi votado o protocolo - por unanimidade, por sinal. Erros a que apesar de já estarmos tão habituados, nem por isso deixam de incomodar.

 

Ainda da Parte da Coragem de Mudar, um pedido de informação - que há-de ser prestada em próxima reunião - sobre os custos e qual a rubrica do Orçamento que os suporta, referentes às obras destinadas à realização do magusto dos UPA/colectividades alfenenses sob o viaduto da A41. Aqui, Arnaldo Soares ainda deu a cara pela obra para dizer que foram cerca de 200 toneladas de tout-venant e alguns metros de tubo para conduzir as águas pluviais "lá de cima" até ao terreno sem encharcar as castanhas, tudo com pessoal e máquinas da Câmara. Pois... tudo bem, mas venham de lá esses custos e a rubrica que os suporta!

 

Por útimo - e este relato não pretende ser uma descrição exaustiva do que se passou - a palavra ao público  - "eu próprio" - para uma pergunta incómoda para a qual Fernando Melo já ia munido de uma resposta dactilografada de duas páginas:

 

"- Informação sobre o "histórico" das visitas dos serviços de fiscalização camarários à área onde se insere a nova Chronopost e número de autos levantados contra incertos ou identificados, nomeadamente:
a) Relativos imensa área arrasada e desflorestada;
b) Informação sobre o tipo de solução encontrada para os efluentes da referida empresa."

Em próxima oportunidade, darei conta da "resposta redonda" preparada pelos serviços, onde "todos ganharam" menos quem de facto está a perder com o tipo de situações que suportam as minhas perguntas e que hoje mesmo foram remetidas para a ARHNorte que é mencionada no tal "documento redondo" a que voltarei.

PS: Manda a justiça que colmate uma omissão:

Os Veresdores do Partido Socialista, pela voz de Afonso Lobão, informaram o Presidente com "peso político e competências delegadas", que na próxima reunião, proporão a devolução à Câmara dessas mesmas competências.

Ainda bem que assim será, porque por maior que seja o arcaboiço de "Fernando Melo", em matéria de Finanças sobretudo mas não só, é melhor dividir a carga. 

 

 

publicado às 19:08

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2006
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D