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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

UM VERDADEIRO OLHAR SOBRE VALONGO...

Verdeiro Olhar - um Jornal que não sendo do nosso Concelho nem por isso tem deixado de o acompanhar com um verdadeiro olhar sobre o que por cá se passa e que vale a pena confirmar.

Independentemente de me sentir de certa forma "parte interessada" dada a colaboração que me foi proporcionado partilhar periodicamente com os leitores e que se inicia neste número, devo destacar o exemplo de abertura que este Jornal consegue dar a outros que por aí pontuam - alguns vivendo na "periferia" dos orçamentos autárquicos - dado que vivendo embora e naturalmente do produto da venda da edição impressa, nem por isso deixa de se abrir à sociedade, disponibilizando online,  em formato PDF e em cima da hora um acesso perfeitamente aberto.

Segue-se a minha primeira colaboração, desta vez sobre a situação de apodrecimento que se vive no seio do executivo da Câmara de Valongo - uma situação que se actualiza ao dia e sempre pelos piores motivos. Mas isso, é obviamente tarefa para os Jornais diários...


 

publicado às 13:22

HABEMUS... PRESIDENTE!

Como já escrevi antes noutro contexto, também Alfena não foge à deprimente constatação: "ano novo vida... velha".

Ontem lá tivemos a primeira reunião do ano, da Junta de Freguesia e se algum dos poucos alfenenses que por ali passaram esperava ver acontecer algo de inovador, desiludiu-se seguramente!

A ementa foi a de sempre: entradas com as habituais auto massagens do ego, as também rotineiras diatribes contra os malfeitores da oposição que não fazem outra coisa senão apresentar queixas - agora foi uma relacionada com uma intervenção aparentemente ilegal, mas seguramente não autorizada por parte da ARH-Norte, junto à ponte de S. Lázaro "apesar de já terem andado por aí uns fiscais, tenho a certeza que não vai acontecer nada, mas se por acaso houver alguma coima, quem sairá prejudicado, serão os alfenenses" - Rogério Palhau dixit.

E nós que nem percebemos grande coisa de Leis, mas sabemos que elas existem, dizemos "se por acaso houver alguma coima" a culpa é de quem deu motivos à aplicação da mesma!" - ou não será assim?

Depois, veio a fase da actividade relevante - própria, como é o caso da Acção social e alheia com apoio moral, como é o caso das acções do movimento associativo local, que se tem prestado a "emprestar o nome" para a folha de serviço da Junta. 

Ontem, por acaso, até aconteceu uma novidade: descobrimos o nosso Tesoureiro - o nº 3 do Executivo - afinal tem voz e usou-a para uma breve intervenção de "auto parabenização" por "afinal e ao contrário do que alguns maldosos - novamente a oposição na berlinda - andavam a dizer, de que o Hospital Privado não iria abrir, de que se abrisse seria para isto, aquilo aqueloutro, tudo menos um Hospital, ele seria inaugurado na segunda feira".

Foi uma intervenção rápida, em que se esqueceu de dizer - se é que a "arraia miúda" é informada destas coisas - quantos postos de trabalho vão ser preenchidos por alfenenses.

Mas aí, talvez nós saibamos mais do que ele - sabemos seguramente, mas por enquanto, não dizemos. E também sabemos que o novo Hospital vai ser inaugurado, mas como (ainda) não tem Liceça emitida pela ARS, como pode ser verificado AQUI, não poderá iniciar a sua actividade.

Ao que consta, e para não "ficar tão mal na fotografia", irá organizar uns rastreios gratuitos para assim apresentar algum movimento de público a entrar e a sair, dando a impressão de que está em funcionamento. E pouco mais do que isso.

Mas onde queríamos mesmo chegar, depois deste longo intróito, era à intervenção final no ponto reservado ao público, do nosso ex Vereador e futuro presidente de Junta, Arnaldo Soares.

E não, não nos enganamos na palavra. Foi mesmo uma intervenção e não uma pergunta, como está estabelecido e tem sido prática neste ponto da Ordem do Dia.

(Aqui, o nosso primeiro tem sido implacável. Ontem porém, não foi

O seu sucessor até aproveitou para se dar ao direito de classificar alguns alfenenses como "gente que por trás de um computador, se limita a denegrir, a fazer mal, enquanto outros trabalham. Mas não faz mal, por cada um que se limita a fazer isso, há cinco mil que nos apoiam".

Estão claramente lançadas as cartas. A partir de agora, aceitam-se apostas.

Acho no entanto, que ele abriu o jogo cedo demais: é que, de todas as vezes que o virmos da parte de dentro do balcão da secretaria da Junta a falar com alfenenses que ali se dirigem, como sabemos que não é funcionário, só pode estar a "traficar o seu produto" e isso não lhe fica bem por enquanto - nem a ele, nem aos donos da casa. Afinal, ainda nem sequer estamos em período pré eleitoral!

publicado às 21:15

AS PERIPÉCIAS DE UM "CARTÃO DOURADO"

Afinal, não eram apenas as más línguas oposição. O Tribunal de Contas também resolveu chegar-se ao grupo dos bisbilhoteiros e o JN de hoje juntou tudo e deu-lhe a forma de "notícia/bomba".

Melo, questionado hoje sobre uma das "parcelas" da factura, disse que se tratava de um jantar com a oposição. Pressionado por uma parte da oposição - a Coragem de Mudar - que não "se recordava" de nenhum jantar com o "velho dinossauro", ele precisou "com a oposição parcial". Não foi muito claro,mas percebemos pelo menos que não estávamos a ser ingratos por nos termos "esquecido".

Nada que os valonguenses já não soubessem, mas é sempre reconfortante confirmarmos a nossa razão nas palavras dos outros...

 

publicado às 15:25

SERVIÇO PÚBLICO - O "PUJANTE" ARRANQUE DO ANO AUTÁRQUICO...

 

 

 

Ano novo vida... velha!

É pelo menos a sensação que nos fica quando constatamos o tipo de arranque da actividade das nossas autarquias - daquelas que nos prendem mais a atenção:

A junta de freguesia de Alfena reúne em sessão ordinária àmanhã, dia 4 de Janeiro pelas 21,30 horas, com uma agenda "extenssíssima":

Ponto 1 - Aprovação da acta da reunião de 13 de Dezembro

Ponto 2 - Processos de contra-ordenação - canídeos

Claro que teremos a prévia e relevante informação do nosso primeiro, seguramente e como é habitual, bastante desenvolvida, para além dos relatos mais ou menos detalhados de alguns dos restantes membros, sobre iniciativas alheias apoiadas pela Junta.

 

 


 

 

 

A Câmara segue o mesmo caminho: reúne na quinta feira dia 5 de Janeiro pelas 10 horas, com uma agenda que desconheço por enquanto, mas que atendendo ao facto do grupo de trabalho de apoio aos eleitos da Coragem de Mudar do qual faço parte ainda não ter sido solicitado para apreciar a agenda, tudo indica que se trate apenas de cumprimento de agenda.

Claro que no caso da Câmara, até se percebe que comece o ano de forma bastante moderada, dada a ausência de Orçamento aprovado e portanto a navegar à vista com base em "duodécimos pequeninos"!

E assim vai Vallis Longus da longa crise...


 

PS: Eis finalmente, a Ordem do Dia da Reunião pública de Câmara de àmanhã: 

 

 

 

 

 

 

publicado às 18:38

VALONGO E ALFENA - CASOS DE POLÍCIA...

Abre já no próximo dia 9, certamente com a pompa e circunstância do costume, o novo Hospital Privado de Alfena, do grupo Trofa Saúde.

É óbvio, que os nossos autarcas - Câmara e sobretudo, Junta de freguesia de Alfena, vão certamente embandeirar em arco, como se isto fosse a taluda que tivesse saído aos alfenenses. Vão por isso, e para que a "fotografia" não saia ensombrada, evitar falar em assuntos desagradáveis, nomeadamente:

 

UM:

Como é que foi "legalizado" o piso construído ilegalmente.

DOIS:

Quantos alfenenses (em igualdade de circunstâncias) terão sido preferidos na criação de emprego. Aquando do lançamento da obra e para que fosse mais fácil a classificação do empreendimento como Projecto de Interesse Municipal (PIM), essa havia sido uma das garantias avançadas pelo então administrador do grupo - naquela célebre sessão pública no Centro Cultural de Alfena.

TRÊS:

Qual o papel (activo) da Junta de Freguesia, nomeadamente através do GIP e do IEFP, para acompanhar e promover a aplicação do compromisso anterior.

 

É óbvio, que ainda muita coisa vai ter de ser esclarecida e o âmbito das queixas que já foram apresentadas por Paulo Morais (antigo vice presidente da Câmara do Porto) e pela CDU de Valongo em relação ao enriquecimento ilícito envolvendo a Novimovest e a designada Zona Industrial de Alfena II, vai ter de ser alargado por forma a abranger também o Hospital Privado de Alfena, a Quinta do Bandeirinha (onde iam ser construídas pelo grupo Eusébios as nova Unidade de Saúde e a Sede da Junta, à custa de uma monstruosa burla contra os legítimos proprietários da dita Quinta) bem como a área onde se insere o actual empreendimento da Quinta das Telheiras e onde a Câmara pretende desclassificar mais uma "área de favorecimento" (já prevista na nova Carta REN de Valongo).

 

Aliás, a Nova Carta REN, tem ela própria,  todos os ingredientes - pelo que vamos vendo através da documentação que nos foi remetida pela Comissão Nacional REN, mas sobretudo, por aquela que nos foi escamoteada no referido envio - para se transformar também num caso de polícia e portanto, a merecer aprofundada investigação do Ministério Público.

O ano de 2012, terá pois de ser, em relação a estas questões, o ano de todas as verdades.

Daí que os visados - e obviamente envolvidos nestes processos nebulosos, com destaque para o grupo Trofa Saúde - aquilo que fariam melhor era no próximo dia 9, moderarem o entusiasmo e pouparem nas bandeiras. Além de economizarem nos gastos, evitariam desagradáveis "reformulações" de discursos.

publicado às 14:32

A OSTENSIVA ALEGRIA DE UMA NOITE DE EXCESSOS...

Deveriam representar desejos de "bons augúrios" as festividades de ontem (hoje). Quase sempre é esse o sinal que queremos que passe,  quando in-loco ou em "diferido" nos embevecemos com as manifestações nossas ou dos outros e onde gastamos às vezes aquilo que nos faltará ao longo do ano que começa. Em escassas horas de efémera alegria, esbanjamos em menor ou maior grau, aquilo que a muitos - cada vez mais - já ontem faltava e hoje continuarão a não ter.

Cada foguete que subia no ar e se dividia em "pétalas" de mil cores um pouco por todas as grandes cidades e lugarejos deste pequeno rectângulo Europeu que integra aquela parte que já se vê obrigada a andar de "tanga" em pleno inverno, era menos uma refeição, alguns copos de leite, um "pão com pão", um prato de básica mas aconchegante sopa quente, para uns quantos milhares de portugueses ou se quisermos alargar um pouco, para milhões de cidadãos do mundo onde o que mais "abunda" é aquilo que não há.

Cada hora de alegria regada por uns quantos, com champanhe de verdade e por outros muitos (mais comedidos ou menos abastados) por espumante nacional, representou meses, se calhar o ano inteiro de privações e de ausência do direito a uma cidadania plena de milhões.

Dizem-me que o País também vive do turismo - a Madeira, essa até já quase só respira turismo - e que este, que nos chega de terras longínquas, parece que exige que finjamos a alegria que não temos.

Garantem-nos os promotores dos exageros, que os turistas só virão se afivelarmos o sorriso mais plastificado que conseguirmos rebuscar no fundo da nossa tristeza. Não sei se é mesmo assim, ou se é apenas a nossa vã tentativa de nos desculparmos perante os outros, da nossa alegria quase "pornográfica" em pleno pico do sofrimento dos nossos vizinhos, dos nossos amigos, dos nossos familiares, dos nossos conterrâneos...

Mesmo assim e enquanto uma parte olhou durante algumas horas de forma alternada, para os respectivos umbigos e para o brilho das efémeras estrelas do artifício dos pirotécnicos, existiu uma outra significativa e honrosa parte, embora minoritária, que voltou os olhos para para baixo, para a terra, para os sem sorriso, os sem alegria, os sem tudo e repartiu com eles a parte daquilo de que abdicaram - comida, calor humano, ajuda, convívio fraterno.

Inúmeros voluntários, mas também muitos profissionais da ajuda, não tiveram Natal nem Ano Novo - por auto imposição ou obrigação contratualizada - mas sempre de forma empenhada e solidária. Gente que se esqueceu da exigência (inventada) dos turistas que nos querem sempre em festa para continuarem a visitar-nos. Gente que não afivelou sorrisos de plástico, mas os trouxe sempre postos de forma espontânea e catalisadora.

Não existem notícias sobre algum turista afugentado por este tipo de comportamentos  "fora do comum" em momentos destes!

 

publicado às 16:41

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