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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

NÃO VÁ O SAPATEIRO ALÉM DA CHINELA...


O 'vice rei de Gaya' deve ter mandado fazer testes de ADN aos dois Países - tenho até ideia de ter visto algures na Net, uma fotografia da 'figura', com as luvas e a cotonete habituais nestas circunstâncias, a remexer nos 'excrementos' das duas Repúblicas - para chegar a tão brilhante e peremptória conclusão.

Há quem diga que a 'viúva' de D. Afonso Henriques já tinha dado várias voltas na tumba, só de pensar que o real marido teria andado a 'pular a cerca' lá pelo helénico território.

Mas será que o nosso 'querido MAC' não tem coisas mais úteis para fazer pelo País do que falar sobre o 'sexo dos anjos'?

É que nós já sabíamos - antes dele o dizer - que não éramos gémeos dos gregos, mas 'apenas' clones, o que convenhamos, nos 'tranquiliza' um pouco: os clones costumam morrer mais depressa, logo, seguindo este raciocínio, o nosso sofrimento será também mais breve - o que é... bom?

publicado às 13:52

CÂMARA DE VALONGO - MOMENTÂNEA INSANIDADE, OU A TALUDA QUE NOS ENTROU PELA JANELA?

Citando o Jornal A Voz de Ermesinde:


"Valongo já não integra os municípios do Quadro I (em desequilíbrio estrutural)"... 

Se por acaso (?) não fosse hábito aquele salão onde esta afirmação foi produzida estar - como de facto estava - quase vazio de público, seguramente que a 'notícia'  já teria alastrado qual fogo em palha seca e já estaríamos a assistir com toda a certeza, em todas as ruas e lugarejos do burgo, a um S. João antecipado!


É que confirmar-se a veracidade da afirmação de João Paulo Baltazar, é óbvio que os valonguenses serão penalizados de forma diferente pelos efeitos das contrapartidas exigidas por Relvas para os municípios acederem à linha de crédito destinada a substituir os bancos no Plano de Saneamento Financeiro que no caso de Valongo, continua 'em bolandas', chumbado que foi pelo Tribunal de Contas.


Mas porque a Lista Oficial destes municípios ainda não foi divulgada, ele tinha uma obrigação acrescida de fundamentar a sua afirmação! Não o tendo feito, corre o risco de que alguns dos presentes nesta reunião de Câmara, possam inferir que o Sr. Presidente terá perdido momentaneamente o chão e logo o contacto com a dura realidade do Concelho, ou então - e essa pode ser outra linha de raciocínio -  que está na posse de informação privilegiada que lhe permite produzir tão insólita afirmação, o que igualmente não deixa de ser profundamente criticável - lamentável mesmo!


Estar no Quadro I (desequilíbrio estrutural) ou Quadro II (desequilíbrio conjuntural), terá implicações diferentes nas nossas vidas e por isso, foi irresponsável da sua parte manter a dúvida. Diríamos até que foi deliberada crueldade, não para a oposição, para o escasso público e para os Órgãos de Informação presentes, mas sim para os muitos valonguenses que já sofrem por antecipação com os efeitos da subida de todas as taxas, do IMI, das derramas, dos custos da água, do saneamento, recolha de resíduos - de tudo que teria de subir para os níveis máximos por exigência do governo.

Não pode por isso João Paulo Baltazar deixar de vir a público com a máxima urgência, explicar em que pressupostos baseou a sua afirmação e libertar os seus concidadãos - no caso de esse pressupostos serem consistentes - do sofrimento antecipado com que já convivem

publicado às 10:28

CÂMARA DE VALONGO - A VELHA 'ROLHA' CONTINUA SOBRE A MESA...

Depois do episódio de hoje na reunião de Câmara - dia primeiro do Presidente novo - e do qual já aqui falei noutro post, não restam grandes dúvidas de que no que toca a abertura, a aceitar a 'inevitabilidade' da presença do público como uma 'consequência' natural da Democracia, parece que estamos conversados...

 

Começo a perceber agora o alcance daquele comentário, era ele então, ainda vice de Melo, quando o questionei sobre algumas exóticas disposições do 'novo' Regimento.  E perguntava-lhe eu "é assim, com este texto e com este arremedo de abertura, que pretendem fazer com que os valonguenses voltem a participar em massa nas reuniões de Câmara?".

Resposta pronta, lacónica, mas de significado cristalino: "e quem é que lhe disse que nós temos interesse em promover a participação dos valonguenses nas reuniões de Câmara?".

 

Vai ser um fim de mandato atribulado para este executivo manco, ainda por cima com o permanente pesadelo da 'espada de Dâmocles' sobre as respectivas cabeças - os 'ácaros' escondidos sob os tapetes,  os 'esqueletos escondidos', pela enésima vez aqui mencionados e com uma auditoria do Tribunal de Contas que muito em breve aí chegará, munida de lupas, pinças reagentes e coisas que tais à procura dos 'crimes' que só 'os de fora' não conhecem.

 

Nestes momentos de perigo, é habitual vermos aqueles que têm o 'rabo preso' retraírem-se, tentarem uma postura menos agressiva, fingirem até uma (aparente) abertura.

Parece não ser essa a linha que o novo Presidente pretende seguir, numa interpretação bem ao seu estilo, da velha táctica futebolística de que 'a melhor defesa é o ataque'.

Só que, como em tudo na vida, também neste caso existem excepções e às vezes as interpretações literais de certas regras, podem trazer amargos de boca a quem não as tenha em linha de conta!

 

O PSD de Valongo não é todo da 'cor' de João Paulo Baltazar. Lá pelo meio, existem muitos democratas que nunca se conseguiram rever na figura de Fernando Melo nem na sua estratégia - estratégia essa de que pelos vistos o novo Presidente é um fervoroso admirador - como hoje ficou demonstrado.

 

Obviamente meu caro Dr. João Paulo, tem ainda uma pequenina margem para poder 'abortar' a descolagem da realidade, mas se não a souber aproveitar até à fracção de segundo, vai estatelar-se literalmente nalgum daqueles relvados sintéticos onde Melo torrou o nosso dinheiro, e o mais certo, é que a sua tentativa de borregar com alguma segurança, peque por demasiado tardia.

 

Assim não Dr. João Paulo!

 

A sua atitude pouco democrática de hoje, vai expô-lo ainda mais aos ataques dos 'extraterrestres' - uns classificados como OVNI à falta de melhor designação, outros, mais parecidos com 'patos bravos' vindos de Sul, mas que já por aqui nidificaram noutros tempos.

Esta última espécie, corresponde a uma designação 'codificada' que você sabe que eu sei que você sabe a quem me refiro ao utilizá-la.

 

É que uma coisa é ganhar a Câmara, outra bem diferente, é ganhar em 2013 a máquina, espécie de laranja mecânica que a faz mover, como você, seguramente melhor do que eu saberá.

 

Hoje senti-me no papel de milhares de valonguenses, seguramente incomodados com a situação 'pornográfica' que se vive no Departamento de Urbanismo há vários anos, mas onde houve nos últimos meses desenvolvimentos preocupantes - onde já não manda um simples arguido num processo de corrupção no âmbito da Câmara ou sequer um acusado, mas sim um condenado em primeira instância a uma pena de prisão!

Pelos vistos, esta situação que o deveria incomodar - a si que uma vez me disse "não me envolva nessas questões da corrupção sobre que gosta tanto de escrever. Eu tenho uma família, um nome a preservar e até nem estava cá nos mandatos anteriores" -  parece que de repente deixou de o preocupar.

 

Pois bem: Era sobre a alegada corrupção - até trânsito em julgado é 'alegada' que se deve ser designada - a qual se passa num período que abrange já o seu mandato, que eu hoje o queria questionar.

Lamentavelmente, você seguiu o pior de todos os caminhos, recorrendo à velhinha solução da 'rolha' tão do agrado do senhor a quem você abraça efusivamente na foto acima - 'na hora da despedida' - e a quem até disponibiliza o gabinete presidencial para dar entrevistas à TV Porto Canal numa altura em que ele, por voluntária renúncia, já não exercia cargo nenhum na Câmara.

Mau começo...

 

publicado às 00:20

À 'TRELA' DA GRANDE ALEMANHA...

Existem momentos na vida, em que em que faz todo o sentido somarmos a nossa revolta solitária - ainda que perfeitamente justificável -  à onda que já percorre as ruas e os 'espaços' de milhares de consciências, onde para utilizar uma linguagem técnica da prevenção de incêndios, o País está prestes a atingir o 'ponto de ignição'

A primeira figura do governo do País passou de repente a dar sentido àquela frase popular com que costumamos catalogar aqueles que não sabem fazer mais nada senão repetir asneiras sucessivas - 'cada cavadela sua minhoca':

"Admiro a paciência dos portugueses perante as adversidades, os sacrifícios e o nível de desemprego (...)".

O homem anda nitidamente a mangar connosco - ou então, tal como o do 'cluster dos pastéis de nata', tem apenas um neurónio em estado activo!

D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, insurgiu-se obviamente contra a frase desbocada e fê-lo com a mesma revolta do homem comum, ele que não é um Bispo comum, ele que exagerando talvez um pouco, se aproxima - no comportamento - daquela que seria a atitude de Cristo perante estes 'criminosos comuns' iguais aos 'vendilhões do templo' de há dois mil anos atrás.

Como o Bispo incomodou, logo os amigos do desbocado cerraram fileiras em torno da figura, falando no salário de D. Januário.

Ele é Bispo das forças Armadas e o vencimento dele é o que o Estado estipulou para a patente a que o seu cargo se equipara e que seguramente não esbanja em noites de copos ou a pagar almoços promíscuos nesta também promíscua relação entre política e negócios - já para não falar noutras promiscuidades menos recomendáveis.

Vale a pena ler o artigo que se segue, 'roubado' ao meu querido amigo e ilustre advogado, Dr. José António Barreiros que diz tudo sobre a falta de dignidade de quem para se defender daquilo que não tem defesa possível, não hesita em recorrer aos métodos mais torpes da 'contra informação' do senhor de há 50 anos atrás.

Foi publicado num dos Blogues da minha preferência - A REVOLTA DAS PALAVRAS - e espero que me perdoe o 'roubo' - afinal para quê reinventar a pólvora quando ela está aqui mesmo à mão, neste imenso espaço blogosférico?


O argumento ad hominem

Posted: 08 Jun 2012 09:16 AM PDT

Em certa política já nem a ordinarice tem limites.
Dom Januário Torgal Ferreira seguramente poderia ter usado a linguagem melíflua típica de um seminarista para se pronunciar sobre uma afirmação do primeiro-ministro o qual, com pose de duvidosa sinceridade, veio elogiar o povo português por sofrer em silêncio os efeitos da política de agressão salarial através dos impostos. Não o fez porque lhe subiu a revolta à boca.
Claro que "mão amiga" logo fez chegar ao jornal com maior difusão nacional o que diz ser o seu salário mensal. Queriam com isso atiçar a revolta do povo contra o clérigo contestante. A lógica era clara: porque, sendo ele padre, não poderia vencer aquele ordenado, deveria viver sim da caixa de esmolas das igrejas; porque ao ganhar o que ganhava era igual aos políticos que criticava.
Na teoria da argumentação há o chamado argumento ad hominem [contra o homem]. Se não puderes destruir o argumento destrói a credibilidade de quem argumenta. A política vive disto. 
Há só uma diferença: quem abriu a mesa deste jogo foram os da política. Fingiram-se contidos e remediados. Desde o Dr. Passos Coelho na primeira viagem ao estrangeiro a fazer de conta que viajava em turística como um exemplo, até às excepções das excepções aos cortes salariais a favor de uns quantos.
Mas há mais: ao fazerem constar quanto ganha um sacerdote que, afinal, pelo cargo que ocupa, está equiparado a major-general, gerando a noção de que é dinheiro a mais, queriam, eles próprios, incluindo os que ganham escandalosamente muitíssimo mais sem razão, esconder-se à sombra daquele que assim queriam emporcalhar.
A regra é simples: quem vive no chiqueiro lança lodo sobre os demais para que, tudo parecendo uma pocilga, não se note, no fundo, a diferença.
P. S. Escrevo isto com a legitimidade de quem já tomou pública posição quanto à ostentação da Igreja que se reclama de Cristo, quanto ao que se passa no IOR. Mas não é isso que está agora em causa. Ser pobre não dá mais razão. Ser pobre de espírito, isso, sim, faz perdê-la toda. A ver se em relação ao rebanho dos que não abrem a boca se publica a lista dos seus ordenados ou da riqueza que nem sabe de onde veio?
publicado às 19:47

A CÂMARA DE VALONGO E A 'FIGURA TUTELAR' DE FERNANDO MELO...

Fernando Melo foi-se embora de Valongo, segundo alguns - por exemplo o Bloco de Esquerda AQUI - 'por já não haver dinheiro para esbanjar'.

Até podia fazer sentido, mas a questão que se coloca, é se terá ido mesmo embora, ou se a sua 'sombra tutelar' irá continuar a passear-se por aqueles corredores e gabinetes onde pelos vistos, ainda ficou muita gente e uma significativa reserva de 'velinhas' para lhe prestarem tributo.

Vários indícios suportam esta minha dúvida.

 

A saber:

No dia a seguir à sua 'saída' da Câmara e à passagem formal de funções, na reunião pública de Câmara de 31 de Maio, com direito a discurso de 'despedida' acompanhado daquela 'contida lágrima' na altura dos abraços mais apertados - que nem todos o foram por igual - Fernando Melo concedeu uma entrevista ao canal de televisão por cabo, a PORTO CANAL, a qual foi gravada... onde, onde? Exactamente! No 'seu' gabinete presidencial na Câmara!


A questão foi suscitada pelos Vereadores da Coragem de Mudar na reunião pública de hoje e a explicação do Sr. (novo) Presidente, foi de que se tratou de um problema de agenda do canal de televisão, que era para ter gravado a entrevista no dia da saída, mas que teve de a adiar para o dia seguinte.

Uma explicação muito conveniente, mas pouco convicente - a mim, simplesmente não me apetece acreditar nela. É que o 'acontecimento' compagina-se com uma frase que retive na hora da despedida e do tal  (apertado) abraço: "esta casa será sempre sua senhor presidente" - João Paulo Baltazar dixit.

 

Outro mau prenúncio de que as mudanças a nível da praxis poderão não ser assim tão relevantes, traduziu-se no facto de eu ter sido impedido hoje de fazer uma pergunta 'inconveniente' à Câmara, relacionada condenação em primeira instância do responsável pelo Urbanismo, arq. Vítor Sá, segundo julgo saber, a 3 anos e dois meses de prisão com pena suspensa - e não a dois anos e meio, como por lapso aqui referi num outro post.

"Trata-se de uma questão do foro privado do senhor arquitecto e se quiser, no final da reunião pode colocar-lhe a pergunta a ele" - João Paulo dixit... 

 

Estranha resposta, para a pergunta - que reproduzo abaixo - e que se relaciona com um presumível crime de corrupção praticado no âmbito das suas responsabilidades profissionais na Câmara.

Faria algum sentido a argumentação(?) do Presidente, se eu estivesse a pedir à Câmara uma posição sobre um crime praticado fora do âmbito profissional do referido técnico, o que não á claramente o caso.

A verdade, é que o responsável pelo Departamento de Urbanismo da Câmara, passou de arguido a acusado, depois a condenado e nada desta preocupante 'evolução' do seu processo parece afectar a Câmara nem a prestação daquele técnico superior!

Ele há coisas!

 

A pergunta:


 

PS:

Como seria de esperar, João Paulo Baltazar viu hoje serem-lhe devolvidas pela Câmara as competências 'confiscadas' a Fernando Melo.

publicado às 15:38

CÂMARA DE VALONGO - VEM AÍ O 'CSI'...

AUDITORIA ORIENTADA AO ENDIVIDAMENTO MUNICIPAL...

É esta a designação oficial para a operação a cargo da 2ª Secção do Tribunal de Contas, abrangendo o período de 01-01-2007 a 31-12-2011.


Como está previsto no 'caderno de encargos' já remetido à autarquia - e também  já do conhecimento de todos os eleitos, pelo menos dos actuais -  incluem-se todos os serviços e empresas municipais, bem como todos os eleitos  no período de referência.


Dizem as más línguas que terá sido mais o 'pressentimento' daquilo que se avizinhava - o vento soprando de Sul deve ter antecipado a notícia - a convencer Fernando Melo a abdicar e menos os alegados cansaço e problemas de saúde. É que aquela casa tem tantos recantos e uma imensidão tal de 'armários' que é humanamente impossível fazer desaparecer todos os 'esqueletos' que por ali se escondem - para além do muito 'lixo' acumulado por debaixo dos fofos tapetes - antes da chegada dos ilustres visitantes. Mas mesmo que o conseguissem, o odor a matéria em decomposição tem características muito peculiares que dificilmente escaparão aos narizes superdotados dos inquiridores, conduzindo-os inevitavelmente ao local para onde eventualmente tentem mudá-los.

 

Obviamente que Melo sabe que também vai ser inquirido e seguramente, nesta fase do processo sem assessores para o ajudarem nas respostas mais convenientes, vai correr sérios riscos de 'tropeçar' nalgumas delas.

 

Obviamente, que José Luís Pinto também o irá ser e terá certamente respostas curiosas a dar sobre o favorecimento ilícito à NOVIMOVEST e ao enriquecimento ilícito com a especulação na compra e venda dos terrenos onde pretendiam construir a tal zona industrial de Alfena (quem  não se lembra de um lucro de 16 milhões obtido com a compra e venda dos mesmos num único dia?), ao grupo Trofa Saúde (quem não se recorda do caso do piso a mais no Hospital Privado de Alfena?), à Marcelo Peixoto & Irmão (onde foram postas em causa decisões judiciais em prejuízo de outros munícipes) e tantos outros casos, onde a Câmara favoreceu, descriminou  e onde abdicou em muitos casos de coimas volumosas que deveria ter aplicado.

 

Obviamente ainda, será ouvido o ex-vice presidente de Fernando Melo no mandato anterior, João Queirós e que esteve contra muitas das  opções erradas do chefe e por isso abandonou o cargo incompatibilizado com ele.


Obviamente, será ouvido também o director do departamento de Urbanismo condenado em primeira instância a uma significativa pena de prisão (em recurso) num processo de corrupção e que mesmo assim, se mantém no lugar, como se nada tivesse ocorrido.


E obviamente e por último, serão ouvidos também os eleitos da oposição que têm seguramente também, coisas interessantes para contar sobre a 'gestão danosa' de que Fernando Melo andou a ser acusado durante tanto tempo, com ameaças concretas de ser levado mesmo a tribunal, mas que por uma razão ou por outra, nunca se concretizaram.


Fica aqui um conselho aos ilustres auditores incumbidos desta missão ingrata - na parte que toca a Valongo: Venham munidos do tipo adequado de EPI (Equipamento de Protecção Individual), pois aquilo com que vão ter de lidar, inclui muita 'matéria orgânica' e demasiados 'produtos tóxicos e perigosos' acumulados durante o período sobre o qual  se vão debruçar.


Claro que seria demasiada pretensão da minha parte, sequer sugerir assuntos para serem averiguados, até porque certamente os ilustres auditores já terão ouvido falar no 'paradigma dos ajustes directos' - só aqui (na Base) terão um manancial de assuntos relevantes para aprofundar a questão do endividamento - e de quem sempre os costumava ganhar, isto ainda na altura em que a Câmara ainda conseguia endividar-se, na questão do abastecimento de água a Ermesinde e na maneira como os fundos comunitários foram geridos para realizar o 'milagre' de que Melo tem tanto orgulho em falar, na 'bandeira' da requalificação do parque escolar onde se torrou o que havia e o que se sonhava que iria haver, na polémica construção do estádio municipal onde para se 'levar a água ao moínho' quase se chegou a promover o 'linchamento' da oposição só por ter criticado a forma como o assunto estava a ser conduzido, na 'burla' da Quinta do Bandeirinha em Alfena, em conluio com o grupo Eusébios, e em muitos outros assuntos igualmente escaldantes.


Ah! e claro que os auditores também terão ouvido falar na 'grande família' que parte do quadro de pessoal da Câmara literalmente representa para Fernando Melo, à custa de processos concursais cheios de 'especificidades',  para que ela se fosse alargando cada vez mais em desfavor de muitos outros que por mais que tentassem tinham sempre 'nota negativa' por parte do 'específico' Júri.


Tudo coisas para irmos acompanhando com interesse agora que o  processo está finalmente oficializado e em curso. Os auditores do Tribunal de Contas podem não ter um trabalho fácil pela frente, mas que os valonguenses se vão sentir especialmente felizes por os verem por aqui isso vão. Nada como ver as Instituições em que ainda vamos acreditando a funcionarem e a cumprirem o seu papel.

E esta é quase uma missão de 'saúde pública'!

publicado às 00:15

SERVIÇO PÚBLICO - REUNIÃO DE JUNTA DE ALFENA...

Lamentavelmente, já nem ficamos surpreendidos: ontem ainda não estava online - na página da Junta - o edital da reunião que hoje terá lugar às 21:30 horas e que reproduzo abaixo.

Não adianta colocarem no rodapé do mesmo,  a data de 1 de Junho! O que efectivamente conta, é a data da sua publicação e isso só foi feito hoje - não sei a que horas, mas a verdade, é que só há pouco dei conta do mesmo.

Andam tão atarefados os nossos autarcas com 'outras frentes de trabalho' que até se esquecem de verificar se cumprem a Lei!

publicado às 19:15

CÂMARA DE VALONGO - O 'PENTE FINO' DO TRIBUNAL DE CONTAS...


Acho que foi por ter escrito neste blog sobre a corrupção que existe em Valongo - coisa que a ninguém surpreendeu excepto a Fernando Melo -  que fui constituído arguido em resultado da queixa que o homem mais impoluto do nosso Concelho resolveu apresentar contra mim no Ministério Público.

 

Nem de propósito:

Cá está uma boa oportunidade para vermos por dentro a excelência da gestão da nossa autarquia, através da auditoria determinada pelo Tribunal de Contas cujos pormenores vale a

pena consultar na versão integral cuja ligação coloco mais abaixo.


Vão ser seguramente interessantes os resultados finais, os quais concluirão com toda a certeza, que quando eu falava em corrupção em Valongo, isso era apenas porque num momento de loucura despesista, felizmente não muito habitual em mim, tinha acabado de emborcar uma unidade de 'Barca Velha' ao módico preço de €375,00 (com desconto...) - depois envio a conta da publicidade à Casa Ferreirinha - quando acusava Fernando Melo e quem com os seus votos no Órgão colegial que é a Câmara ou no Órgão deliberativo municipal que é a Assembleia sempre o apoiou, de gestão danosa estava obviamente ainda sob os efeitos da dita- e como tal, tudo o que pudesse ter dito e que os tenha ofendido, deve ter em consideração esse momento de insanidade.

 

A honra dos homens pode ser ofendida e isso eu nunca o fiz - nem com 'Barca Velha' pelo meio - já quanto à dos políticos, era-me materialmente impossível fazê-lo - mesmo sob os efeitos da dita - porque em Valongo pelo menos ela (a honra política) é uma pura abstracção para a 'maioria da maioria'!


Mas será que é isso que a auditoria vai mesmo apurar - no nosso e em mais 11 outros municípios onde o descalabro financeiro deu demasiado nas vistas?

Ou o TC vai concluir simplesmente que não houve nenhum descalabro, que não houve gestão danosa, que os 'ajustes directos' foram a melhor forma de salvaguardar o interesse público, que não houve jantares, lanches e almoços pagos e não documentados, que o cartão de crédito de Fernando Melo, era apenas para dar nas vistas quando abria a bolsinha e não para o usar efectivamente?


Mas há um pormenor interessante a reter na leitura das 9 páginas designadas pelo TC de 'Auditoria orientada ao endividamento municipal': a possibilidade da responsabilização individual de todos os detentores de cargos políticos dos dois Órgãos atrás referidos. Por isso o Juiz relator pede a identificação de todos os abrangidos pelo período a auditar (01-01-2007 e 31-12-2011) - membros da AM, da Câmara, ROC, advogados ou escritórios de advogados com poderes para representar a Câmara.

Tenho um vago pressentimento de que após esta auditoria, nada será como dantes: na altura de levantar a mão à velha maneira de sempre, os eleitos, sobretudo os que apoiam as maiorias no poder, vão pensar duas vezes - pelo menos - antes do 'SIM'...


Segue-se um recorte do ofício enviado pelo TC à Câmara e Assembleia e AQUI, a versão integral do documento de 9 páginas já referido:

publicado às 23:25

CÂMARA DE VALONGO - UM VICE... DE SI PRÓPRIO!

Para os valonguenses mais atentos - partindo portanto do princípio de que já tomaram conhecimento de que temos um novo Presidente de Câmara - é natural que cause estranheza o facto de visitarem a página da mesma na Internet e continuarem a encontrá-la como se nada se tivesse passado: o 'curriculum' do Presidente que já foi, o apontador para a 'mensagem do dito' que depois não abre mensagem nenhuma - talvez porque o novo ainda a esteja a burilar... - e por último, no apontador para os pelouros, encontramos um vice-presidente que na página (ainda) tem 'poderes delegados por... ele próprio, que é presidente!

 

A excelência autárquica também passa por estes (aparentemente) pequenos pormenores, mas que quase sempre fazem a diferença entre a dita - apenas apregoada e repetida muitas vezes no pressuposto de que isso a transforme em realidade - e a EXCELÊNCIA de facto, que não precisa de 'repetidor' porque se constata na prática diária!


PS_1

Vá lá que finalmente parece que a Câmara começa a considerar este espaço como um verdadeiro 'serviço público' e a vir cá com alguma frequência - como se pode ver por um dos recotes seguintes. Afinal é de borla, dá sugestões e critica pela positiva.

Desta vez pelo menos, a crítica foi aceite - embora em parte, porque na página de entrada continua a estar tudo na mesma...

 

 


 


PS_2

Agora sim, a coisa começa a compor-se - também na página de entrada...


publicado às 11:51

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  179. S
  180. O
  181. N
  182. D