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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ENTRE O 'POLVO' E A 'CAMORRA', VENHA O DIABO E ESCOLHA...

Citando o CORREIO DA MANHÃ:

Algo que tem também a ver com esta viva intervenção de um empresário luso-brasileiro há 30 anos em Portugal, no programa 'Prós e Contras' da RTP-1 na passada segunda feira


 

 

Fio de prumo

 

A culpa é do polvo


A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.

Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.

Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes sentir raiva e exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.

Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.

 

publicado às 12:15

CÂMARA DE VALONGO - SERVIÇO PÚBLICO...

As Reuniões de Câmara são pouco apelativas? São sim senhor - quase sempre - pela aridez dos assuntos, pela reduzida relevância dos conteúdos que ali têm ido ultimamente, fruto de um 'cofre vazio' que não dá para fazer 'grandes exibições'.

Mas apesar disso, é de todo recomendável participar e é útil também, porque faz parte de um conjunto de direitos - Administração aberta, direito à informação, Democracia Participativa - como forma de avançarmos para uma Democracia real (ou Democracia directa) um estádio de consciencialização cívica que a alguns dos eleitos locais não agrada mesmo nada, mas como dizia o outro, 'temos pena'!

Continuo a acreditar que um dia destes, a união de esforços há-de conduzir-nos nesse sentido - nem que seja apenas por efeito da desilusão com o actual sistema estilo 'camorra' que impera a nível do poder central e que é mimetizado por grande parte dos eleitos locais.

O Povo de Valongo não vai pactuar ad aeternum com a 'lei da rolha' nem com 'democracia doseada' de acordo com o estilo do 'presidente de serviço', exigindo ter voz mais do que uma vez de 4 em 4 anos, ao contrário do que pretendem algumas mentes pequenas que pontuam no nosso poder local.

Por enquanto, continuaremos com as Reuniões Públicas com um perfil 'segundo uma ideia' de um 'ilustre pensador' da nossa Câmara, sendo a próxima no dia 18 de Outubro (quita feira), pelas 10 horas, com a Ordem de trabalhos que se segue


REUNIÃO ORDINÁRIA

 

DE 2012.10.18

  

AGENDA DE TRABALHOS

 

 

PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA

 

à    Intervenção dos Membros da Câmara;

 

à    Operações de Tesouraria.

 

PERÍODO DA ORDEM DO DIA

 

Diversos

 

1 - Aprovação das atas das reuniões de Câmara realizadas em 03.07.2012 e 05.07.2012.

 

DOMT – Departamento de Obras Municipais e Transportes

 

2 - 4ª. Maratona BTT Valongo XCM - 14 de outubro - Interrupção e condicionamento de trânsito em diversos arruamentos da Freguesia de Valongo - Ratificação de despacho;

 

3 - Pedido de reapreciação de processo para atribuição de lugar de estacionamento privativo para pessoas com mobilidade condicionada.

 

 

DPGU – Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística

 

4 - Processo nº. 152-OC/2009

Requerente: Fernando Manuel dos Santos Fonseca

Local – rua da Rampinha, 130 – Sobrado

Aprovação da declaração de caducidade da licença administrativa, nos termos do n.º 2 do art.º 71.º do decreto-lei n.º 555/99, de 16/12, alterado e republicado pelo decreto-lei n.º 26/2010, de 30/03;

 

5 - Processo de obras nº 1-L/1998 em nome de HABISERVE – Investimentos Imobiliários, Ld.ª.

Local – rua da Fonte - Ermesinde

Declaração de caducidade da licença administrativa de operação de loteamento.

  

Valongo, 15 de outubro de 2012

 

 

O Presidente da Câmara,

 

___________________________

(Dr. João Paulo Rodrigues Baltazar)

 

 

publicado às 21:17

PORTUGAL JÁ TEM A BOMBA ATÓMICA. CUIDADO PORTUGUESES!

 

Hoje Portugal juntou-se ao número de Países possuidores da bomba atómica e prepara-se - ao contrário daqueles que a têm e pensam apenas na remota hipótese de a utilizarem contra ameaças externas - em recorrer à mesma para dizimar o seu próprio Povo!


Faltavam apenas alguns ajustes finais, coisa pouca que foi resolvida ontem entre a bucha e a sandocha, entre a mini e a Pepsi - que quando se trata de delinear estratégias maléficas envolvendo armas de destruição maciça estes criminosos de colarinho branco não brincam em serviço e são capazes de trabalhar mesmo ao Domingo, fazendo até, pasme-se, refeições frugais!


Concluída a 'arma', definidos todos os 'códigos' que permitirão o seu disparo a partir do início de 2013, gravaram tudo numa pen e lá foram entregá-la - acompanhada de uma versão de segurança em papel, não fosse o diabo tecê-las - no centro da corrupção do País, onde os mentecaptos do costume - talvez menos alguns do que os do costume - a aprovarão a tempo de poderem dar início ao genocídio na altura certa.


Parece um relato de ficção, mas infelizmente não é.


O retardado disse-o com todas as letras - soletradas como sempre faz - em conferência de imprensa, para que saibamos o que nos espera. Eu acho até, que ao fazê-lo, ele ainda se deve achar merecedor do nosso agradecimento - afinal avisa-nos com tempo para podermos optar entre a emigração sugerida pelo líder do gang, ou juntarmo-nos num suicídio colectivo numa qualquer praça deste País que os liberte da maçada de terem de de ser eles a carregar nos botões que darão início ao holocausto.


É talvez tempo de apelarmos ao Exército do Povo, à Força Aérea do Povo, à Armada do Povo e até à Polícia do Povos, para que ponham fim a este regime irrecuperável e ao sofrimento que mesmo ainda sem a bomba atómica, já mata tanta gente - de fome, de frio, de falta cuidados de saúde, de medicamentos de tudo que é essencial.


Em 25 de Abril de 1974, usaram os parcos meios de que dispunham e fizeram-no bem. Hoje têm meios bem mais modernos e eficientes para o voltarem a fazer.

Façam-no então! Só precisam de imobilizar os criminosos! Nós faremos o resto!

 

publicado às 22:37

'BEM AVENTURADOS' OS POBRES DE ESPÍRITO...

São católicas todas as minhas raízes, são católicos praticantes todos os meus mais próximos, eu próprio noutros tempos me envolvi numa certa ala activista da Igreja católica - a JOC e depois a LOC - colaborei com o pároco da minha terra na animação da missa dominical, na participação nos grupos de jovens, etc.,  mas neste momento, se alguma chama me animasse ainda nessa área, se porventura ainda tivesse algum activismo organizado - nas várias frentes que a Igreja ainda vai conseguindo manter em Portugal - estaria como é costume dizer-se, 'a rasgar o cartão', depois de ouvir D.José Policarpo a falar sobre o que não deve e a não dizer nada sobre o que deve.

 

No fundo, juntou-se ao coro de imbecis que nos desgovernam, quando proferiu ontem em Fátima, palavras insensatas que nunca imaginei ouvir da sua boca - eu que o considerava um homem de opinião, um homem de sensatez consolidada, um homem que não se limitasse a alinhar pela opinião oficial - engrossando o grupo dos imbecis que destroem a nossa Pátria por dentro e nos tentam convencer em cada dia, em cada minuto, em cada segundo, que não existe outro caminho, que não há espaço para a indignação, que lutar é coisa de outros tempos e anti constitucional, não deixando nem uma palavra de conforto e de solidariedade para as suas 'ovelhas' que sofrem!

 

Fraco pastor este que abandonando que o rebanho para se juntar aos lobos, corre o risco de um dia destes olhar para o lado e já não avistar nenhuma das ovelhas por terem sido todas dizimadas ou simplesmente 'emigrado' por instinto de defesa...

 

Ficamos zangados quando os homens imbecis proferem imbecilidades, mas ficámo-lo mais ainda quando elas nos chegam da parte de homens inteligentes, homens de ciência como eu considerava D. José Policarpo! - considerava, porque acabei de o adicionar à manada de imbecis que andam por aí a agredir o País, exibindo uma opulência ostensiva de meios que são pagos por todos nós, depois de o ouvir dizer ontem em conferência de imprensa, que não é com manifestações de descontentamento na rua, com protestos, com o exercício de um dos mais elementares direitos em Democracia, o direito à indignação, sobretudo aquela mais genuína e mais pura, não organizada por grupos de influência - que obviamente também têm todo o direito a promovê-la! - que se resolvem os problemas. Aliás, ele faz pior: considera que põem em causa a nossa Constituição e que acredita que as medidas de austeridade são necessárias e vão resultar!

 

Vale a pena abrir o link que remete para o PÚBLICO e para as suas declarações.

 

O homem foi claramente 'além da chinela' e nem me atrevo a reproduzir o role de imbecilidades que proferiu!

 

Desrespeitando e ofendendo os que sofrem, recuou em certa medida e salvaguardando apesar de tudo algumas diferenças de contexto, até aos tempos tenebrosos de má memória da Igreja da Inquisição: investido das funções que detém na hierarquia, criticar os que lutam contra a opressão é meio caminho andado para começar a denunciá-los do alto do púlpito ao poder iníquo que arranjará seguramente 'masmorras' bastantes para enfiar o tal 'poder da rua' que que não agrada a José Policarpo. Não sei como é que não tem a dignidade de despir a batina da Igreja dos pobres e oprimidos que vestiu seguramente por engano e envereda por um fim de carreira na política, quiçá como ministro das finanças!

 

Na génese da Igreja Católica estiveram sempre os mais pobres entre os pobres e por isso é que (ainda) assinala algumas excepções relevantes de alguns dos seus santos, oriundos de famílias abastadas, mas que resolveram fazer uma opção de pobreza para engrossar o número daqueles que lutavam por um mundo melhor e ajudá-los nesse percurso difícil.

 

José Policarpo foi hoje a excepção contrária - um novo Cerejeira sem Salazar mas com um Coelho saído da cartola da senhora Ângela Merkel que nos visitará brevemente e que seguramente lhe virá beijar o anel cardinalício em sinal de agradecimento por este acto de pura bajulação ao poder, enquanto este investe com toda a violência sobre os oprimidos.


Já não temos a PIDE mas continuamos a ter muitos carrascos e ele usou o 'púlpito' do seu estatuto para sinalizar aqueles cuja execução há-de ser levada a cabo pelos mesmos!

 

publicado às 11:28

O CATACLISMO DE VALONGO E AS SUAS SEQUELAS...

Sempre que surge uma 'aberta' para desenvolver o tema, a Câmara de Valongo nunca deixa escapar uma oportunidade para falar nos prémios de excelência...


Como dizia o outro, "presunção e água benta cada um toma a que quer", sendo que o uso em excesso de cada uma delas, ainda não é crime público. Eu próprio, pese embora a minha modéstia, considero-me excelente, tenho vários prémios sonhados - embora nunca atribuídos - e cá em casa, como tenho voto de qualidade, prevalece a minha 'excelência' - embora, ao contrário da Câmara nunca me tenha travado de razões com ninguém pelo facto de não partilhar da minha presunção...


A Câmara no entanto é diferente de mim como pessoa individual e os seus dirigentes, sempre que enchem a boca com tanto alarde, deveriam fazer um esforço de contenção - porque é exactamente por ela - 'pela boca - que morre o peixe' e em Valongo, os últimos anos têm sido uma autêntica 'mortandade'.


Vem tudo isto a propósito DESTA LISTA, que constitui apenas uma das peças da auditoria efectuada pelo Tribunal de Contas e que pelos vistos, detectou muita falta de excelência - para não lhe chamar outra coisa.


Apesar disso e de saber que tinha o 'rabo trilhado' Fernando Melo atreveu-se a apresentar uma queixa contra mim no Ministério Público - por andar a escrever no meu Blogue, verdades inconvenientes sobre as 'excelências', estando eu neste momento, constituído arguido e com termo de identidade residência - com muita honra, devo acrescentar!


'Ponham-se a pau' meretíssimos, pois Fernando Melo mesmo de pantufas e robe - ou então alguém por ele - pode muito bem lembrar-se de fazer o mesmo convosco!

Ah! só para entreabrir a porta da curiosidade de quem visita este 'arguido Blogue' e porque um link não diz nada antes de ser aberto a LISTA diz respeito a refeições não documentadas ou insuficientemente documentadas e não consideradas de interesse público e totaliza a ninharia de  16.742.03 €.


Em abono de Fernando Melo, deve acrescentar-se que sendo embora a ele que caiba a parte maior do bolo, João Paulo Baltazar, Arnaldo Soares, José Luís Pinto, Maria Trindade, também 'petiscaram' - uns mais outros menos, mas ninguém se ficou pelas entradas.


(Já agora e como curiosidade, vale a pena dar uma olhada à coluna 'Obs'... simplesmente deliciosas algumas 'justificações'!).


Para os mais distraídos, Valongo não chegou ao estado de falência por acaso nem em consequência de nenhum cataclismo. Ou melhor cataclismo tivemos e chamou-se Fernando Melo e cataclismo teremos se persistirmos na evolução na continuidade...

publicado às 11:26

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE VALONGO / 'TAKE 2'

1) Presidente da Câmara de Valongo ensaia a sua ‘noite das facas longas’


Pese embora o arremedo de renovação encetado, Valongo (o seu paradigma)  mantém-se velho, com um presidente novo e velho ou vice-versa dependendo do ângulo por onde se comece a traçar o seu perfil...

 

Não tem a vida fácil - ele já contava com isso - e portanto, já ninguém estranha as cumplicidades de que se tem vindo rodear - verdadeiramente improváveis aqui há uns meses, mas agora demasiado evidentes. Espera-se que em situação de desespero, face à 'revolta dos seus aliados de projecto', que já andavam a ameaçar fazê-lo, mas que agora o querem mesmo obrigar a fornecer os 'códigos do armário dos esqueletos', ele não tente reagir também de forma desesperada, tal como fez o 'outro' na tristemente célebre noite de 30 de Junho de 1934 dando início também ele, à sua 'noite das facas longas' - obviamente à escala mas nem por isso igualmente condenável. Queremos acreditar que não tenha a tentação de ir por aí, pese embora o facto do seu novo e até há pouco improvável 'ajudante de campo' gostar muito de pequenas bravatas - um problema de perfil verdadeiramente incontornável - porque os tempos de hoje são outros e as 'armas' estão bastante mais disseminadas.


A noite de hoje, terá sido pensada para seguir esse 'guião' de má memória - passe a comparação algo excessiva, reconheço - mas a estratégia sairá, como veremos, gorada face à eficiência e qualidade das defesas que foram entretanto instaladas por quem não brinca em serviço...

 

2) No fim de tudo, ‘a montanha pariu um rato’ – ou dito de outra forma, ‘não foi o sapateiro além da chinela’


E como eu já antevia  na altura em que escrevi o texto anterior, João Paulo Baltazar não conseguiu ganho de causa na sua 'noite das facas longas'. Nem ele nem o seu novo ajudante de campo - ou impedido para continuar a usar a terminologia militar...


O protesto contra a intervenção de um Deputado da Assembleia Municipal e em última instância, a forma abusiva em que se baseava a sua fundamentação, ficou-se pelo eco dentro da própria reunião de Câmara - falar sozinho não é proibido e há até quem goste de se ouvir em frente ao espelho enquanto escanhoa a barba do dia. Foi mais ou menos o que aconteceu: o impedido atreveu-se a protestar aconselhou o general a seguir a sua orientação de voto - há formigas com catarro que se atrevem e às vezes 'conseguem ultrapassar' a sua inultrapassável pequenez servindo de guias a 'espécimes maiores'. Mas são sempre momentos demasiado fugazes  para conseguirem qualquer ganho de causa.


O voto de protesto(?) ficou pois 'a débito' de quem o redigiu e também de quem por seguidismo e táctica eleitoralista lhe seguiu o conselho. Não houve 'noite das facas longas' porque o Órgão Assembleia Municipal não deixou que um não caso se transformasse no seu contrário.

Pelo meio, teve ainda o futuro candidato a canditato para o próximo mandato de presidente de Câmara e actual presidente não eleito, de ouvir o que não gostou e de ver aprovada uma moção contra o encerramento das piscinas de Campo e Sobrado, que 'eram fontes de prejuízos verdadeiramente incomportáveis para o orçamento da autarquia' - obviamente porque esta ao longo dos últimos anos não investiu naquelas estruturas, não as modernizou, não promoveu soluções que tivessem impedido que se chegasse ao actual estado.

Mas pior do que isso, é que foram prometidos estudos sobre os custos reais de todos os equipamentos do género e sem que dos mesmos se saiba absolutamente nada, procede-se ao fecho destes dois, de uma forma absolutamente desrespeitadora da dignidade dos cidadãos de Sobrado e Campo, com um aviso do tipo do papel na porta da tabacaria -  'encerrado para almoço', só que neste caso, para um 'almoço' interminável.


Bem feito que a Assembleia tenha sinalizado desta forma a displicência da Câmara! João Paulo Baltazar vai seguramente sentir ainda durante muito tempo, a dor causada pelo 'tiro no pé' que deu ao tomar esta decisão e sobretudo, vai ficar sinalizado o momento em que a tomou.


Oxalá que o processo de agregação de freguesias não traga para o Conselho de Valongo a surpresa que ninguém deseja e que se acontecesse, poderia bem explicar porque é que foram estas duas freguesias a serem 'bafejadas com este prémio' - espécie de presságio (ou certeza) da sua má sorte!

publicado às 01:20

CÂMARA DE VALONGO - TEMPO DE ESPOR ALGUNS 'ESQUELETOS' ESCONDIDOS...

E andava o nosso 'novo' presidente de Câmara a tentar convencer os valonguenses de que estava a começar tudo de novo, de que o seu projecto e a sua estratégia para as próximas eleições não tem nada a ver com o passado - do qual aliás ele faz todos os possíveis para se demarcar, sobretudo quando 'aquela palavra incómoda' vem à baila...


(A palavra é, obviamente, CORRUPÇÃO)


É claro que o Requerimento que se segue, e que vai certamente ajudar desvendar (apenas) uma pequena parte do 'polvo', não teria tanto impacto, se quem o apresentou não fosse nada mais nada menos que o líder da bancada do CDS/PP - parceiro(?) da coligação que governa Valongo e a quem Fernando Melo - e pelos vistos também João Paulo Baltazar - nunca trataram verdadeiramente como tal. Prova disso, é que não foi apenas a oposição a ter razões para fazer as críticas que fez na última Assembleia Municipal (primeira parte) relativamente ao envio atabalhoado, fora de tempo e de forma displicente e portanto desrespeitadora do Órgão Assembleia, de toda a documentação relevante a ela destinada.


Parece que o PSD se 'esqueceu' que tinha um 'casamento' ainda não extinto com o CDS/PP e que o obrigava mais do que em relação a quaisquer outros, a partilhar certos 'segredos de alcova'.


Mas não foi apenas desta vez, nem só em relação à questão dos documentos. Esqueceu-se também de informar o 'consorte' de que já tinham um candidato e se calhar até, já um programa e se calhar ainda, cargos já distribuídos!


Por isso, foi com naturalidade que tomamos conhecimento do Requerimento que se segue, o qual faz todo o sentido e que de forma alguma interpretamos - como parece pretender fazer o poder instituído - como uma reacção de despeito! Á boa maneira portuguesa, 'quem não se sente não é filho de boa gente' e não sendo eu um dos 'devotos' do Partido do Paulinho, desta vez não posso deixar de lhes reconhecer razão para a revolta consubstanciada neste pedido que a seguir publico. Terá a vantagem de refrescar algumas memórias - e sobretudo, fazê-lo de uma forma sistematizada - em relação a matérias que andam há imenso tempo nas bocas do mundo e já fizeram inúmeros títulos de vários Jornais.


Parabéns a quem os merece e por isso parabéns ao CDS/PP e ao signatário do Requerimento!


 

Exmo. Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Municipal,

No seguimento, da Assembleia Municipal do passado dia 3de Outubro, onde foram disponibilizadas cerca de 500 folhas com a lista das dividas da Câmara Munic
ipal de Valongo, solicito através da mesa a seguinte informação:


1- Ficheiro em Excel da respectiva lista de dívidas - torna-se impossível analisar uma lista com mais de 500 páginas sem a aplicação de filtros;

2- Lista, em formato Excel ou equivalente, que contenha a informação dos ajustes directos e concursos públicos realizados pela Câmara Municipal de Valongo desde 2005 e que contenham pelo menos a seguinte informação:

i. Identificação do Adjudicatário;

ii. Código CPV associado ao procedimento;

iii. Data do inicio do procedimento concursal;

iv. Data da Adjudicação;

v. Valor da adjudicação;

vi. Alterações ao contrato.


Respeitosos cumprimentos,

Alexandre da Silva Teixeira
Bancada Parlamentar CDS/PP
publicado às 21:22

SERVIÇO PÚBLICO - JUNTA DE FREGUESIA DE ALFENA

Para que não caiam em desuso, as reuniões públicas do executivo da Junta de Freguesia deveriam constar sempre da agenda dos nossos caros concidadãos.

Infelizmente não é isso que acontece e é pena, porque este desinteresse só serve a quem governa - sobretudo, quando esse governo é de maioria absoluta. No contacto diário com os cidadãos, apercebemo-nos com frequência de queixas, de críticas, de opiniões divergentes e até, porque não? de vontade em sugerir coisas, relativamente aos eleitos, mas depois, por uma qualquer razão que nos escapa, não vemos essas pessoas no único sítio onde as suas preocupações, as suas reclamações, os seus contributos, podem ser importantes.

Para quem não está muito por dentro, as reuniões públicas ordinárias - sejam da Junta sejam da Assembleia - têm sempre um ponto reservado ao público.

A próxima oportunidade, será no dia 10 de Outubro às 21,30 horas e a ordem de trabalhos é a que se segue:

publicado às 10:39

ÚLTIMA HORA: GOVERNO RENOVA FROTA DE VIATURAS OFICIAIS...

Atendendo ao momento conturbado que o País atravessa, o poder sente-se assustado, inseguro, ameaçado.

Todos os dias podemos assistir pelas televisões, às vezes ao vivo e a cores, a toda a espécie de ‘mimos’ que são prodigalizados a quem nos desgoverna e desgraça ou a quem fechando os olhos, o vai permitindo enquanto se entretém a fingir que é o supremo magistrado da Nação sem nada fazer para que acreditemos que o é.

Por enquanto a maioria dos disparos mais ou menos direccionados têm utilizado apenas um dos substitutos da pólvora seca - o bom e genuíno vernáculo português - que os gorilas pouco ou nada podem fazer para impedir que agridam os ouvidos sensíveis dos'cagões' - sobretudo quando o grupo é grande demais e tentar isolar um elemento como fizeram há dias àquele estudante, nem sempre é fácil - outros envolvem já ‘sofisticados e perigosíssimos mísseis’ de produção galinácea ou hortícola que como facilmente se percebe, causam danos na imagem e incómodo bastante para obrigar a repensar toda a estratégia de segurança pessoal dos 'piegas'.

Além do mais, se essa razão não bastasse, a defesa da saúde pública impunha que algo fosse feito para evitar o pestilento cheiro que acompanha invariavelmente as caravanas dos homens do poder.

Por isso o governo decidiu na sua última reunião, substituir as viaturas oficiais do tipo da que se vê em primeiro lugar por esta, que é o último grito em termos de garantias de tranquilidade que pode oferecer.

Trata-se portanto de um ‘upgrade’ em termos de segurança, mas obviamente como em tudo na vida, 'não há bela sem senão', nem podemos ter 'sol na eira e chuva no nabal' e por isso a nova solução representa um enorme ‘downgrade’ no que toca às condições de conforto e de mobilidade, já para não falarmos nas implicações que vai ter no cumprimento de horários dos ministeriais compromissos.

Ninguém está a imaginar esta última viatura a percorrer as nossas ruas e auto-estradas, a 250 Km/hora! A evolução tecnológica tem sido notável, mas ainda não chegamos a tanto...

 

 

 

publicado às 14:02

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