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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

TOTÓS...

Com a devida vénia ao amigo Francisco Coelho da Rocha, Director do Jornal Verdadeiro Olhar ,vale a pena ler a excelente e lúcida análise sobre a actual situação da Câmara de Valongo e do estado periclitante da actual coligação PSD-CDS/PP:


 

Eu sempre acreditei que a saída de Fernando Melo da Câmara de Valongo era vista pela coligação PSD/CDS-PP como um alívio e uma renovação da esperança de, em 2013, conseguirem manter o poder naquele concelho. Mas isso era o que eu pensava e não o que está a acontecer. Esta semana, o líder do CDS-PP decidiu revelar ao VERDADEIRO OLHAR a má relação que existe entre os dois partidos e, ainda que de forma indirecta, disse que o seu partido vai concorrer com listas próprias a todos os órgãos autárquicos. O líder do PSD e actual presidente da Câmara não escondeu esse mal-estar interno e acusou os centristas de fugirem à participação na coligação, desconsiderando o facto de o CDS-PP poder vir a ser seu adversário nas próximas autárquicas.

 

Ou os deuses estão loucos para aqueles lados ou os dois partidos não perceberam bem a realidade.

 

Primeiro: o CDS-PP deve estar a esquecer-se de que o seu partido tem uma expressão residual naquele concelho. Basta que nos lembremos de que, nas últimas eleições legislativas, o partido não conseguiu sequer indicar delegados a todas as assembleias de voto. Só por aqui se vê a expressão do CDS-PP em Valongo.

 

Segundo: O PSD está a esquecer-se de que ganhou por meia-dúzia de votos e que se, provavelmente, não tivesse tido a ajuda do CDS-PP, teria perdido as eleições. João Paulo Baltazar também não se pode esquecer de que a população ainda se recorda de todos os mandatos de Fernando Melo e dos atropelos então praticados. Também é conveniente que se lembre de que o PSD está no Governo da República e tem a popularidade em baixo, podendo haver represália dos eleitores nas próximas autárquicas. Outro factor a ter em conta é o facto da Coragem de Mudar estar muito próxima do PS e poder vir a integrar as listas daquele partido.

 

Por tudo isto, era cauteloso que cada um deles tivesse pesado bem cada declaração pública que fez.

 

Nesta altura, José Manuel Ribeiro, o candidato do PS, deve estar a bater palmas de alegria. Nunca a presidência da Câmara de Valongo lhe pareceu tão perto.


publicado às 09:38

...

Citando-me a mim próprio:

 

 


VALONGO EM ‘FIM DE CICLO’

 

Não levou muito tempo para que todos os valonguenses que acreditaram que com a saída de Melo, por declarado esgotamento da sua capacidade de ‘gostar de ser presidente’, Valongo entraria numa espécie de IV República à escala local, se começassem a confrontar com a incontornável realidade de um claro fim de ciclo que o vice submisso de Melo e agora presidente, protagoniza.

 

Recorrendo a uma expressão popular ele é do género cada cavadela cada minhoca em tudo o que se envolve e numa espécie de déjà vu,  lá temos a reacção em vez da imprescindível acção, a fuga para a frente, o atirar a primeira pedra sem para isso estar devidamente habilitado,  espécie de rosnar  acanichado que já nem as criancinhas com resistência congénita à sopa convence.

 

Na última Assembleia Municipal extraordinária, veio à baila um infomail de João Paulo Baltazar – ‘na qualidade de presidente da Câmara’, inicialmente distribuído nas freguesias de Campo e Sobrado obviamente, mas depois alargado às restantes três, em que diz, entre outras coisas, sempre ter estado contra a agregação das freguesias de Campo e Sobrado, terminando com duas escassas linhas para desejar um bom Natal a todos. Disponibiliza ainda na capa, os contactos da Câmara e direto (e directo) ao presidente.

 

(Parênteses para dizer que não é inteiramente verdadeira esta sua recente militância anti agregação, como já uma vez lhe disse e ele negou mas agora volto a reafirmar, à luz de novas informações que me chegaram e que talvez numa próxima Assembleia ordinária poderei, nessa sim on the record, confirmar. Talvez quem sabe, possa até contar com uma ajuda inesperada vinda da Mesa. Fecho parênteses)

 

Pois bem, quando um Deputado lhe imputou – eu próprio o fiz cá atrás off the record, que a sessão era extraordinária e o on foi só para os eleitos – um pecado de despesismo árido e inútil esbanjando dinheiros públicos numa descarada acção de propaganda claramente formatada para o período de pré campanha em que já se encontra envolvido, eis que ele salta a terreiro, brandindo a espada da Justiça, perdão, uma factura do PSD, para provar que afinal não foram só os valonguenses a pagar o desmando, mas sim todos os portugueses.

 

Deixou-nos na verdade um pouco menos aflitos em relação à despesa, mas foi sol de pouca dura, porque logo a seguir, anunciou uma acção judicial contra o autor on the record da acusação que ele, mecenático e solidário, declara que caso a ganhe oferecerá o dinheiro a uma instituição de solidariedade.

Isto é, dá (daria) com uma aquilo que tiraria com as duas mãos, mas mesmo que em teoria se pudesse admitir a hipótese solidária, então, deveria ir um pouco mais longe, abrangendo a minha afirmação em off feita cá atrás – se pretender, até lhe arranjo testemunhas do meu ‘crime de difamação’.

 

Isto é, não foi o PSD coisa nenhuma a pagar a factura e pior do que esta lamentável mistificação que põe em causa a dignidade de um grande Partido que muitas vezes não se revê na pequenez dos seus dirigentes, é que na sala estavam pessoas que sabem que aquilo é mesmo uma mistificação. Deixemos isso porém para quem há-de fiscalizar as contas do PSD e dos outros Partidos e que, se os registos forem fiáveis e não do género daquele contribuinte do CDS/PP que se chamava Jácinto Leite Cápêlo Rego, seguramente encontrará mais fluxos de entrada ainda que encapotados, oriundos do prédio da 5 de Outubro do que de saída no sentido inverso!

 

Celestino Neves   

 

 

publicado às 23:08

FALEM AGORA OU CALEM-SE PARA SEMPRE...

 

In: Jornal  Verdadeiro Olhar:

(...)


Pois...

E nós também acreditamos no Papá Noel!

Agora, depois do mal consumado, enviados os recados todos a quem tinha que decidir, feitas as contas do tacticismo partidário e analisada à lupa a configuração que mais servia os 'interesses laranja' até já não se hesita em crucificar o Presidente da Assembleia Municipal!

E aqui, estou completamente à vontade para falar no assunto, pois já aqui deixei as merecidas críticas ao Engº. Campos Cunha, presidente da Assembleia Municipal, por ter aceitado integrar a UTRAT, por nela ter defendido a 'encomenda' que levava.

Ao que parece e segundo as suas próprias palavras, nos dias que antecederam a polémica decisão, as pressões foram mais que muitas...

Não foi nada bonito aquele coro de vozes angelicais a 'cantar' em uníssono na última Assembleia Municipal extraordinária, "mata, mata, mata", sabendo que Campos Cunha naquele dia não podia 'soltar o verbo'!

Mas exactamente por isso, é que não podemos assistir sem revolta este 'coro celestial' em que João Paulo Baltazar dá o tom - porque o tom não bate certo nem com a letra nem com a música e porque ele não nos está a contar a história toda, nem nada que se pareça!

João Paulo Baltazar vai estranhar que eu volte a este assunto, depois de me ter garantido de forma veemente, nunca ter defendido em lado nenhum nem de nenhuma forma, esta irracional agregação. Como não gosto de voltar a assuntos sobre os quais não tenha dados novos, este post sinaliza de forma clara, que provavelmente vamos ter de dizer publicamente aquela frase "que falem agora ou se calem para sempre" - e tudo indica que falarão.

É que às vezes, nas reuniões entre apaniguados mono colores a confidencialidade corre mais riscos do que aquele que decorre dos conspirativos encontros bilaterais. 

 

 

 

publicado às 19:41

VALONGO E OS PIRATAS...

 

Para os muitos seguidores deste Blog, quero deixar aqui uma denúncia que (eventualmente) pode envolver alguém ligado à Câmara Municipal de Valongo - e não, não estou a acusar formalmente a Instituição, por enquanto -  cujos contornos estou a tentar apurar e que resumo da seguinte forma:

No meu post de 29 de Novembro intitulado A CÂMARA DE VALONGO E A 'RODA QUADRADA' inseri um link para um ficheiro colocado no MEDIAFIRE (era demasiado pesado para o colocar sob a forma de imagem directa) contendo o projecto de Organigrama da Câmara que pelos vistos  causou muito incómodo e ranger de dentes e quase fez 'cair' a torre de Vallis longus' - segundo foi dito na reunião de Câmara de ontem.

Esse ficheiro chegou-me através de mão amiga que não quis dar a cara - fê-lo via e-mail temporário, daqueles que quando se tenta contactar o dono logo a seguir, já estão desactivados.

Não faz mal. Não fez, melhor dizendo, porque agora me deixa às escuras, uma vez que depois de uma conversa privada no facebook com alguém responsável da Câmara que por enqunto não vou referir, sobre o episódio da reunião, ocorreu a desagradável coincidência - eu bem me esforço por pensar que foi coincidência - de alguém ter conseguido aceder à minha conta do MEDIFIRE e apagou o ficheiro!

Apelo, APELO, A P E L O! a alguém que por acaso tenha imprimido o referido ficheiro, o favor de mo enviar, para que o possa republicar - ou em alternativa, apelo à mesma 'mão amiga' não identificada, para num e-mail 'relâmpago' me fazer de novo o favor!

Andam piratas à solta em Valongo!


 PS_1:

Este é o recorte do registo do meu 'histórico' que obviamente, por se tratar de uma miniatura, não se consegue ler...


PS_2:

OBRIGADO AMIGO anónimo que me enviou o ficheiro pirateado! Já coloquei o link activo de novo... 

Agora já gravei - coisa que não tinha feito - e vou 'passar' periodicamente pelo MEDIAFIRE para controlar novas piratarias...

 

publicado às 02:00

OS LIMITES DE ALFENA - TODOS DE ACORDO, MAS NEM TODOS EMPENHADOS EM AJUDAR A REPÔR A VERDADE...

 

 

Ainda sobre a Assembleia Municipal de ontem (hoje):

Uma das questões que mais uma vez 'descambou' para uma discussão redundante, em que todos têm estado, estão e provavelmente vão continuar a estar de acordo: uma adenda proposta pelo presidente da Junta de Alfena sobre os limites geográficos desta freguesia, 'alterados' na sequência do Censos 2001, sem que ninguém saiba muito bem porquê e sobretudo, sem que os alfenenses tenham sido chamados a emitir opinião.

O assunto tem andado a ser 'empurrado com a barriga' - porque 'a questão da reposição da verdade tem que ir às Assembleias de Freguesia envolvidas e blá-blá-blá' - no caso concreto, sobretudo Valongo e Alfena, embora uma parte residual envolva também Sobrado.

Esta foi basicamente a posição do presidente da Junta de Valongo: "não estamos contra a verdade, se existem provas - e nós não as temos - a verdade deve ser reposta, mas a Assembleia tem de se pronunciar"!

 

Vamos por partes:

 

Em 2001 alguém consultou as Assembleias sobre a 'alteração'?

É óbvio que não e além do mais, os erros, porque é disso que se trata - um erro do IGP (Instituto Geográfico Português) que tem a seu cargo a elaboração da CAOP (Carta Administrativa Oficial de Portugal) devem ser corrigidos. A verdade não se vota!

 

Podem acenar com procedimentos legais que regulamentam este processo de alterações, mas isso era se estivéssemos de facto a falar de alteração, só que no caso em apreço do que falamos é da correcção do que foi erradamente vertido para a CAOP a partir do Censos 2001. Tudo que se disser para além disto, é mistificação e conversa fiada de quem não rejeita 'o bocado que lhe saiu na rifa' - mesmo sabendo que não é seu!

 

Custou por isso chegar à votação da adenda proposta por Rogério Palhau, presidente da Junta de Alfena e mesmo assim, contou com o voto contra do presidente da Junta de Valongo e a abstenção do presidente da Junta de Sobrado!

 

Eu ainda sou do tempo em que as pessoas encontravam um porta-moedas na rua - com muito ou pouco dinheiro - e iam de imediato entregá-lo à polícia...

 

publicado às 10:19

PSD-VALONGO SUBSIDIA A CÂMARA PARA MELHORAR A INFORMAÇÃO AOS CIDADÃOS!

A parte desagradável da Assembleia Municipal de Valongo, que hoje (ontem) teve lugar é que estou a chegar a casa - são 2:14 horas.


Tirando isso, foi tudo bem mais... desagradável!

Discussão demasiada em torno de um ponto aparentemente consensual - a recusa da agregação de freguesias - ou porque faltava uma vírgula, ou porque a mesma sobrava ou simplesmente, porque apeteceu aos autores e defensores das propostas em presença, perfeitamente redundantes, mas contudo 'criações pessoais intocáveis' que importava defender a todo o custo e levando o tempo que levasse. Como quem defende a sua dama, género "a minha é mais bonita que a tua", dando a ideia certamente errada, de que sentiam algum prazer em fazer-nos penar até esta hora.

Vá lá que no essencial e no final de tudo, acabaram por despontar do meio do cansaço geral, as inevitáveis posições consertadas.

Pelo meio e para animar a festa assistimos hoje a um rigor inusitado do Presidente da Assembleia, blindado numa posição defensiva, preservando-se dos ataques que lhe iriam chover em cima se deixasse a 'conversa descambar', por causa do seu desrespeito pela Assembleia, quando votou por unanimidade em Lisboa, no seio da UTRAT (a Unidade Técnica que suporta o parecer que resultou - no caso de Valongo - na agregação das freguesias de Campo e Sobrado).


Curiosamente e quando se passou à fase de deliberação, fez aqui na sua terra aquilo que deveria ter feito em Lisboa: saiu da sala, para voltar só para a discussão dos restantes pontos.


Pelo meio, um incidente curioso bem demonstrativo do que é a promiscuidade entre o PSD de Valongo e o Presidente da Câmara - que por acaso, também é o Presidente da Concelhia do mesmo Partido:

Perante um remoque do líder do Grupo Municipal do PS, sobre o "estado de pré campanha eleitoral" em que já se encontra João Paulo Baltazar e referindo-se a um info-mail que está a ser enviado às pessoas - assinado pelo Presidente da Câmara, com os contactos da Câmara mas em tudo semelhante a um prospecto de campanha, logo condenável, pela utilização de dinheiros públicos para fins ilegítimos, João Paulo Baltazar, negando por um lado, estar em pré campanha, contradiz-se de forma rotunda fazendo um desafio a quem produziu a acusação.

E mantendo o 'suspense' enquanto reafirmava não estar em campanha coisa nenhuma, sacou de uma factura do... PSD que pagava a dita despesa!


Temos aqui pois, duas situações curiosas:


O presidente da Câmara não está em pré campanha e o info-mail é uma normal carta aos valongenses - talvez por nos aproximarmos do Natal, embora a mesma só tenha duas ou três linhas a referi-lo - e o PSD fez o favor de subsidiar a Câmara, ou o presidente está mesmo em pré campanha e o panfleto não deveria ser assinado pelo Presidente da Câmara - e com todos os contactos de e-mail da mesma.


Assim, bem pode João Paulo Baltazar negar o óbvio:


O Partido não pode formalmente financiar a Câmara, tal como a recíproca também é válida!

É por isso naturalmente inaceitável, aquilo que hoje se tornou público - desde logo, em termos políticos, mas em última instância, também em termos legais.


Promiscuidade já tivemos tempo demais em Valongo e João Paulo prometeu outra coisa. Parece que a promessa durou pouco.

publicado às 02:13

A ALEGRIA EFÉMERA DA CAPITAL DO REINO...

 Eu admito que António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, não fique indiferente ao sofrimento por que passam milhares de concidadãos seus - tal como acontece com centenas de milhar de outros portugueses.

Admito até que se tenha limitado a seguir o mesmo tipo de raciocínio daquele candidato a um emprego, que se vê na contingência de recorrer ao amigo mais desafogado para lhe emprestar um fato com que faça melhor figura na entrevista decisiva - há que puxar o ânimo das pessoas para cima, alegrar os turistas que nos visitam, fazer como os palhaços do circo que irradiam alegria, às vezes com o coração a sangrar por dentro.

Os artistas de teatro - e não só - têm uma frase que define este esforço: 'the show must go on', mas no caso presente, gastar 250 mil euros em iluminações de Natal como AQUI é referido, parece-me show a mais para quem anda 'a comer fiado' há longos anos!   

publicado às 11:37

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