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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

E AGORA, SENHOR CANDIDATO A CANDIDATO?

E agora, Sr.'autarca recente' (João Paulo Baltazar dixit na Porto Canal), Sr. presidente não eleito, porque antes de o ser, já o era - o 'eleito' (ou delfim) de Fernando Melo?


Depois daquele constrangedor comportamento - na Assembleia Municipal extraordinária - onde insistiu num pedido de desculpas de quem apenas lançou a (razoável) dúvida sobre os gastos de dinheiros públicos, não quer assumir como seu o tal pedido de desculpas?


Ao líder concelhio do PS nem lhe passava então pela cabeça, que minutos após ter feito a crítica,  iria ver o candidato a candidato a presidente, a esgrimir a alaranjada factura de um bonito 'postal de boas festas' que juntava no mesmo texto - seguramente para poupar na duplicação do trabalho e da despesa - uma oportuna (sem sufixos terminados em 'ista') e criativa acção de propaganda pré-eleitoral.


Prometeu o Sr. candidato a candidato do PSD de Valongo ao lugar de presidente de Câmara, que ofereceria a uma Instituição de solidariedade o produto da condenação do condenado pelo acto de difamação. Como não houve nem haverá condenado, não quererá consultar o seu advogado, para chegar a um valor de referência que possa ser aplicável por similitude, ao hipotético crime e oferecê-lo de facto? Ficava-lhe bem...


Ah! Mas veja lá! Agora não vale endossar - pela segunda vez - a despesa ao PSD concelhio!



publicado às 19:59

TETRAEDRO DE FOGO...

Publicado no meu 'outro espaço':


Nos teus olhos a negação pode até ser percalço mas nunca opção porque  a minha reflexa reacção transforma o teu não onde adivinho indecisão em lenta degustação em deleitada fruição em contida mas agora consentida progressão.

 

Palpação avaliação a clara percepção da tua palpitação diagnostico e prescrevo a medicação e porque o não nunca foi a opção contendo-me contendo-te e prolongo o tântrico momento num século de tântrica interacção.

 

E finalmente a ignição a explosão a combustão um minuto mil minutos um milhão alimentada até à exaustão.

 

Ou não que a extinção nunca pode acontecer enquanto permanecer o triângulo de fogo onde a combustão só terá o seu fim quando um dos componentes morrer de inanição.

 

E pode até ocorrer uma irreversível evolução da triangular combustão para a tetraédrica reacção onde será o claro excesso quem determinará a extinção e apenas no fim de todo o encadeado processo.

 

E sendo assim mesmo que persistisse já não teria importância a opção entre o teu sim ou o teu não nem importante seria a inicial ambivalência entre o percalço e a assumida opção.


Uma abordagem poética  sobre a definição conceptual da química do fogo (a minha 'costela' de formador na prevenção de incêndios...)

publicado às 21:05

VALONGO PRECISA DE CORAGEM - E É CHEGADO O TEMPO DE A TERMOS!

Citando o Jornal Verdadeiro Olhar - hoje nas bancas:

 

 
 
 
por: José Manuel Ribeiro  
OLHAR (IM)PARCIAL
É tempo de ter a coragem de mudar Valongo!
 

Se a actual gestão camarária acreditasse nas pessoas do Concelho de Valongo já teria avançado há muito com os orçamentos participativos, envolvendo os cidadãos nos assuntos municipais.

Infelizmente quem nos governa a nível local, à semelhança do Governo do país, não acredita nas pessoas da nossa terra, e o plano e orçamento da Câmara Municipal para 2013 é disso mesmo prova cabal, com a agravante de ser a primeira vez em muitos anos que o município não apoia financeiramente as freguesias do concelho, sinal preocupante de centralização que seca tudo à sua volta.

Vinte anos depois o nosso Concelho continua a jogar no campeonato dos últimos na Área Metropolitana do Porto, como todas as estatísticas oficiais bem demonstram, o que prova que temos tido muito azar nas pessoas e nas politicas que têm guiado o nosso município metropolitano.

Apesar desta insofismável realidade, assistimos hoje a todo o tipo de manobras de diversão, festas e festinhas, e dispendiosas operações de cosmética, com o objectivo eleitoralista de criar a ilusão à população que não houve grave irresponsabilidade financeira na Câmara Municipal de Valongo nos últimos 20 anos.

Mas a verdade é sempre mais forte do que a mentira, e os cidadãos de Valongo terão dois caminhos muito distintos pela frente, ou fazer de conta e manter tudo como está ou ter a coragem de mudar profundamente uma Câmara Municipal que presta “serviços mínimos” à população.

E presta serviços mínimos devido à má gestão, que foi de tal ordem que se viram na necessidade de pedir um resgate para pagar os pesados "calotes" acumulados, tendo para isso contraído um empréstimo de mais de 16 milhões de euros, que todos teremos que pagar nos próximos 14 anos.

A actual gestão camarária está convencida que a Câmara Municipal de Valongo é propriedade sua, mas esquecem-se que são meros inquilinos e que por isso mesmo estão de passagem, porque os cidadãos do Concelho não se deixam enganar!

Apesar desta triste realidade temos que olhar em frente, porque temos tudo para ser diferentes: pessoas, localização e tradições, e só necessitamos de definir uma estratégia e um rumo com o envolvimento esclarecido de todos os cidadãos, melhorando o que está bem e corrigindo o que está mal, para fazermos da nossa terra um exemplo de progresso e de esperança no país.

Atravessamos uma época muito difícil e perigosa, em que todos teremos que saber dar mais esperança às pessoas, acreditando no seu valor e na sua capacidade, mas adoptando uma nova atitude de maior respeito pelas pessoas e colectividades.

As pessoas fazem a diferença e por isso temos que fazer diferente, com mais transparência, maior sustentabilidade, rigor e solidariedade.

Pelos sinais que nos chegam acreditamos que em Outubro de 2013 chegará ao fim o atual ciclo de poder que já dura há 20 longos anos, sempre com os mesmos e com os mesmos vícios.


publicado às 15:36

PROMISCUIDADES NA CÂMARA DE VALONGO - AFINAL ELAS EXISTEM!

Acabei de tomar conhecimento da informação oficial da Entidade das Contas e Financiamento dos Partidos, que a seguir reproduzo e onde a questão tão empolada pelo presidente da Câmara e igualmente presidente da Comissão Concelhia deste Partido, autorizando - nesta última qualidade - que fosse paga a ele próprio - na qualidade referida em primeiro lugar - uma factura de um infomail de boas festas enviado por ele próprio aos valonguenses, na qualidade de... "João Paulo Baltazar, presidente da Câmara Municipal de Valongo".
Muito confusos? Não faz mal, pois logo perceberão, uma vez que este assunto ainda vai dar muito que falar!

Dada a natureza pública do assunto, passo a dar conhecimento da resposta da Presidente da Entidade das Contas e Financiamentos Politicos que dá razão ao PS Valongo


Exmºs. Senhores ( )

Quanto à questão colocada, é opinião da Presidente da ECFP que a mensagem natalícia do presidente da Câmara de Valongo anexa ao e-mail enviado à ECFP traduz, quanto ao conteúdo, ao subscritor e aos destinatários, inequivocamente uma comunicação relativa ao município, não constituindo pois um ato típico de propaganda partidária cujo custo deve ser suportado pelo partido político. 

Ainda que a intenção de atribuir o custo dessa mensagem ao PSD possa à primeira vista ser considerada bem intencionadamente como um ato de isenção, tal não corresponde à rigorosa separação que legalmente deve ser feita entre os custos da atividade camarária que ao Tribunal de Contas compete fiscalizar e os custos da atividade político-eleitoral-partidária que à ECFP cabe controlar. 

Esperando ter contribuído para o esclarecimento do assunto, e sem embargo de melhor opinião, subscrevo-me com cordiais cumprimentos 

Margarida Salema d’Oliveira Martins 
Presidente da ECFP (...)
publicado às 19:30

CÂMARA MUNICIPAL DE VALONGO - A MACROESTRUTURA...

E agora Dr. Pedro Panzina?

Era 'secreta'(a primeira versão) e quem a tinha divulgado  tinha de ser punido!

Quem a divulgou fui eu - porque a recebi de fonte anónima amiga!

E isso até me permitiu chamar a atenção para uma das muitas 'excentricidades' de Valongo, que a argúcia de Pedro Panzina - agora investido em conselheiro-chefe do 'candidato a candidato do PSD' - não conseguiu captar: um Departamento de Auditoria não dependente directamente do presidente(?) e que na versão revista e agora publicada no Diário da República, acabou por ser corrigida.

A partir daqui, vai começar a eterna 'guerra' dos concursos e as manobras para a composição dos Júris - porque daí dependem como todos sabemos, muitas 'soluções à medida'. E eu sei do que falo, porque sendo aposentado da função pública, integrei vários e conheço (por dentro) o contexto em, que os mesmos costumam ser compostos.

 

Eis a Macroestrutura - obviamente ainda sem nomes - para uma leitura mais fácil, AQUI:

 

publicado às 13:47

O DERBY TAVIRA - VALONGO - MERECÍAMOS GANHAR!

Macário Correia perdeu mesmo o seu mandato como presidente da Câmara de Faro - por ilegalidades, vulgo 'vigarices' cometidas no exercício de anteriores e idênticas funções na Câmara de Tavira.

Muito bem. Funcionou a Justiça, embora tarde e a más horas, tanto assim, que os efeitos da pena ocorrem quando ele já tinha 'batido as asas' rumo a Faro, mas enfim, é a Justiça que temos no País onde vivemos...

E não teremos (ou tivemos) também nós em Valongo, os nossos 'Macário Correia', só que beneficiando pelos vistos, dos mais brandos costumes dos valonguenses conseguiram/conseguem passar até agora, pelos 'intervalos da chuva' sem se molhar?

Não gostei mesmo nada de ver que Tavira nos passou a perna, porque em Valongo - tenho essa clara percepção que vale o que vale - existem seguramente mais 'esqueletos nos armários' do que aqueles que Tavira conseguiu descobrirAlfena por si só, poderia dar um enormíssimo contributo para que a 'vitória' pendesse claramente para o nosso lado!

Em Valongo, até nos damos ao luxo - damos, salvo seja! - de desrespeitar decisões dos tribunais (ordens de demolição, repetição de concursos de admissão de funcionários, onde quem ganhava sempre era quem fosse 'à missa de S. Dinossuro' e outros berbicachos semelhantes).

Até temos, pasme-se! 'esqueletos' que usam relógios de marcas famosas o que é, convenhamos, uma coisa um pouco tétrica...

É evidente que qualquer presidente pode sempre 'alegar em sua defesa' que determinados actos eventualmente ilícitos, eventualmente corruptos, eventualmente lesivos dos interesses de inúmeros munícipes, foram decididos por funcionários superiores, no exercício de competências delegadas.

É um mero exercício de 'esperteza saloia' de quem o afirma, pois quem delega é sempre responsável e pode a todo o tempo, verificadas razões ponderosas, nomeadamente as queixas dos munícipes que costumam anteceder as queixas ao Ministério Público, avocar de novo as referidas competências, mantendo-as ou atribuindo-as a outros!

Valongo 'destacou-se' tanto nos últimos anos no que de pior o Poder Local tem, que não aceito que Tavira nos tenha ultrapassado.

Aos valonguenses eventualmente conhecedores da existência de 'esqueletos' disseminados estrategicamente pelo nosso Concelho, o que se pede é que nos façam chegar o 'mapa' da sua localização - para que Faro e Tavira (e Oeiras e Gaia e Gondomar) não se fiquem a rir de nós!

 

publicado às 10:37

SOPA DE LETRAS...

 

Reproduzo aqui - com a devida vénia ao Blog "A Biblioteca do Jacinto" - este interessantíssimo texto sobre a ideia peregrina de alguns portugueses que resolveram meter a nossa língua pátria na 'varinha mágica', mas se ficaram-se medrosamente pelo botão 'I' - a menor rotação daquelas laminazinhas que trituram.

Tenham ao menos a coragem de ir tão longe quanto possível, carregando no botão 'II'. Assim a 'pasta fica mais homogénea...

 

Falta acrescentar - a bem da justiça - que o texto foi partilhado pelo meu amigo Dr. Castro Neves. 


 

O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa

 

Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.

Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.

Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe assunção se escreve com ç e ascensão se escreve com s?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o ç.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o ç e o substitua por um simples s o qual passaria a ter um único som.

Como consequência, também os ss deixariam de ser nesesários já qe um s se pasará a ler sempre e apenas s.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, uzar, é isso mesmo, se o s pasar a ter sempre o som de s o som z pasará a ser sempre reprezentado por um z.
Simples não é? se o som é s, escreve-se sempre com s. Se o som é z escreve-se sempre com z.

Quanto ao c (que se diz cê mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de q) pode, com vantagem, ser substituído pelo q. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de k.

Não pensem qe me esqesi do som ch.
O som ch pasa a ser reprezentado pela letra x. Alguém dix csix para dezinar o x? Ninguém, pois não? O x xama-se xis. Poix é iso mexmo qe fiqa.

Qomo podem ver, já eliminámox o c, o h, o p e o u inúteix, a tripla leitura da letra s e também a tripla leitura da letra x.

Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam simpléqs, leiam simplex. O som qs pasa a ser exqrito qs u qe é muito maix qonforme à leitura natural.

No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.

Vejamox o qaso do som j. Umax vezex excrevemox exte som qom j outrax vezex qom g. Para qê qomplicar?!?
Se uzarmox sempre o j para o som j não presizamox do u a segir à letra g poix exta terá, sempre, o som g e nunqa o som j. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.

É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?

Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam!
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.

A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia.

É o qazo da letra a. Umax vezex lê-se á, aberto, outrax vezex lê-se â, fexado. Nada a fazer.

Max, em outrox qazos, á alternativax.
Vejamox o o: umax vezex lê-se ó, outrax vezex lê-se u e outrax, ainda, lê-se ô. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o u? Para u uzar, não? Se u som u pasar a ser sempre reprezentado pela letra u fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u o pasa a suar sempre ó, tornandu até dexnesesáriu u asentu.

Já nu qazu da letra e, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa é, abertu, pudemux usar u e. U mexmu para u som ê. Max quandu u e se lê i, deverá ser subxtituídu pelu i. I naqelex qazux em qe u e se lê â deve ser subxtituidu pelu a.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.

Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u til subxtituindu, nus ditongux, ão pur aum, ães ou melhor ãix - pur ainx i õix pur oinx.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.

Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.

Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?

 

publicado às 14:46

CÂMARA DEVALONGO - UM ORÇAMENTO TECNICAMENTE BEM FEITO MAS... IDIOTA!

Terá João Paulo Baltazar ensandecido de vez?

 

Se depois daquele indisfarçado cumprimento entre pares - na última Assembleia Municipal - quando teve a certeza que graças aos prestimosos serviços de Pedro Panzina, que se multiplicou em telefonemas e e-mails - em nome da 'alma mater' da Coragem de Mudar(?) o (seu) problema está resolvido, engana-se! Pedro Panzina emprestou-lhe as muletas, garantindo-lhe os votozinhos suficientes à passagem 'de fininho' do orçamentozinho já acarinhado por eles na reuniãozinha de Câmara, mas não o libertou - porque isso nem ele pode - das sequelas que aí vêm. 

 

Este Orçamento injusto e socialmente idiota, que trata de forma desigual freguesias que deveriam ter um tratamento igual, que marginaliza a cidade de Alfena - a eterna esquecida ao longo dos últimos anos da insanidade de Melo, não é para levar a sério.

 

Este Orçamento que gasta de forma irracional o dinheiro que falta para uma alimentação condigna das nossas crianças nas escolas - tentando de forma patética 'passar a bola' às IPSS para que elas assumam ainda mais esse encargo, não pode ter a pretenção de ser respeitado - por muito que custe aos puristas da 'democracia representativa.

 

Este Orçamento que pretende de forma irracional substituir-se a um clube de futebol que por muito respeitável que seja, geriu mal as suas actividades, endividou-se para além da conta e acabou nas mãos de um empresário especulador e vigarista chamado Abílio de Sá, não pode exigir de nós o impossível: que o aceitemos em silêncio:

 

(João Paulo Baltazar pretende dar 300 mil euros em dinheiro vivo e de mão beijada, a esta figura não respeitável nem respeitada que espalhou incumprimentos por todo o lado, que não assumiu responsabilidades por obras mal construídas (eu tenho um exemplo na família) que andou fugido dos credores como o rato do gato, sendo que a este valor deve ser somado um terreno municipal - tudo junto cerca de 1,2 milhões de euros - para que o Ermesinde possa continuar a jogar futebol)!

 

Só pode ser a loucura instalada no executivo da Câmara aditivado com os dois independentes - e agora também adversários da Coragem de Mudar!


Hoje vi um panfleto dos UpA (Unidos por Alfena) que anda a ser metido nas caixas de correio, falando neste último e lamentável exemplo dos 300 mil euros.

Nunca pensei chegar ao ponto de ter de me colocar à disposição do presidente da Junta de freguesia de Alfena para se necessário for, 'tomarmos  de assalto' a Câmara exigindo de forma suficientemente convincente a correcção desta insanidade.

 

- As nossas crianças estão primeiro!

- Os nossos idosos estão primeiro!

- A nossa população a quem em muitos casos, cortaram de forma idiota a iluminação pública, estão primeiro!

- Os moradores nos bairros sociais, onde a degradação e a insalubridade se têm vindo a instalar devido à quase total falta de investimentos, estão primeiro!

- Apesar das restrições que abalam o País,  a execução de algumas obras municipais consideradas prioritárias está primeiro!

- O período a que chamávamos de 'sempre em festa' e onde se tentava de forma artificiosa e desonesta aprisionar o voto das Associações tornando-as 'subsídio dependentes', tem de acabar!

- O Ermesinde é um Clube tão digno como as restantes associações e seguramente, com prioridades menos importantes que as de muitos valonguenses e que tem de saber honrar os seus compromissos e libertar-se pelos seus próprios meios,  das garras onde se deixou    aprisionar.

Se não o conseguir, então só tem de concluir que não possui condições para se manter em actividade!

 

João Paulo Baltazar anda a semear ventos, que ou eu me engano muito, ou podem varrê-lo num ápice do trono onde há pouco se instalou sem mérito, mas onde deseja manter-se depois da necessária validação do votozinho de Outubro próximo. Tudo isto num momento em que a 'cola' que supostamente o prende pelos fundilhos, já começa a dar sinais de cedência.

Não se admire se um dia destes lhe aparecerem à porta da Câmara umas centenas ou quem sabe, uns milhares de alfenenses, campenses e outros valonguenses, para lhe 'pedirem' - mais aos seus dois mais recentes 'amigos do coração' - para terem todos juízo!

 

publicado às 15:04

JARDIM CONDECORADO POR PATRIOTISMO!

Jardim agraciado com medalha militar da Cruz de São Jorge

Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas trouxe elogios para o presidente do Governo Regional, um "líder, homem de honra e de uma só palavra"

DN - 7 de Janeiro


 

Se Portugal em 25 de Abril de 1974 estivesse dependente de homens como o CEMGFA, general Esteves de Araújo, provavelmente ainda teríamos o Salazar empalhado em Santa Comba Dão, sentado na cadeira que o vitimou a receber cortejos diários de adoradores, a exemplo do que se faz com Lenine na Praça Vermelha em Moscovo - com uma diferença de peso: Lenine não foi um ditador, facto que não retira no entanto o carácter verdadeiramente macabro e estúpido em que se transformou a perpetuação daquele Mausoléu...

 

Porém - e novamente de regresso à homenagem ao separatista da Madeira - mais grave do que a cretinice e as correspondentes palavras encomiásticas de Esteves Araújo - que não honram o Povo a quem deveria servir - é a validação das mesmas por parte do Ministro da Defesa.

Compreende-se o medo-pânico que estes políticos cagões têm dos militares, mas ter medo de um 'militar empalhado' como é o caso do 'condecorador' em questão, é que já me parece obviamente um exagero só comparável ao daqueles meninos com medo do escuro, medo abstracto e sem nenhum motivo concreto que o explique. 

Já há algum tempo que em redor de José Pedro Aguiar Branco se notava o cheiro característico a 'fralda suja' mas desta vez foi demais! A uma pergunta dos jornalistas sobre o patriotismo de Alberto João, ele respondeu com outra pergunta: "mas duvida do seu patriotismo?"  - referindo-se obviamente ao figurão...

 

Pelo caminho que as coisas levam, acho que JPAB vai ter um dia destes razões concretas para ter medo de coisas concretas - desde logo, a perda do 'emprego' - mas nessa altura, o mais certo é que encontre pela frente militares de patente bem mais modesta: as Revoluções quase nunca se fazem com generais e quanto mais estrelas ostentam, então menores são as probabilidades de que isso venha a suceder.


 

Uma das frases mais patrióticas de Alberto João Jardim - AQUI: "Estou-me nas tintas para os regulamentos da República Portuguesa"
publicado às 21:53

O 'CORREIO DO DONO' ACORDOU DO COMA!

 

Vários detractores do (eventual) candidato do PSD à Câmara de Valongo, João Paulo Baltazar, acusam-no - entre outras coisas - de ser um fiel seguidor da 'doutrina' de Fernando Melo para Valongo (alinhou sempre com ele e não se lhe conhece um único episódio de 'rebeldia') e de ser também um péssimo gestor, começando desde logo por alguns exemplos privados de má gestão empresarial.

 

Não gosto de falar do que não conheço e neste caso, conheço muito pouco da actividade empresarial privada de João Paulo Baltazar para me atrever a falar de mesma.

 

Mas sobre a sua actividade presente ou mais recente, aí já me aventuro com mais confiança e neste caso até contrario os seus detractores, ao destacar os conhecimentos especiais de 'suporte básico de vida' que demonstra e cujo exemplo mais recente pode ser o da 'ressuscitação' do defunto (julgávamos todos nós) Jornal Correio do Douro - nos tempos de Melo apelidado de 'Correio do Dono'.

 

(Parênteses para lembrar que o Correio do Dono, perdão, do Douro, foi alvo de um processo de contraordenação instaurado pela CNE - Comissão Nacional de Eleições - em 2010, por violar regras de isenção e a própria Lei, no processo eleitoral autárquico de 2009, num processo interposto por mim próprio, como abaixo se comprova pelo recorte  que junto)

 

Ora todos sabíamos já há bastante tempo - e um serviço de 'vigilância de empresas' que subscrevo o confirmava - que o dito pasquim tinha deixado de respirar.

Pelos vistos - e isso é que eu confesso que desconhecia - mantinha-se ligado à máquina, entendido o termo no sentido literal e foi agora reanimado graças à perícia de João Paulo Baltazar (n.º 35 - nova série(?) de 21 de Dezembro de 2012) e em que o suposto candidato do PSD reservou para si próprio todo o espaço - com uma ou duas pequeninas excepções e alguns espaços publicitários para ajudarem na despesa.

 

Portanto, aqui fica cabalmente provada a capacidade de bom administrador de massas falidas de que João Paulo faz prova com esta recuperação.

Obviamente que mal termine o mês de Outubro e o processo eleitoral, ninguém tem dúvidas de que o 'comatoso' se ligará novamente à máquina, até voltar a ter alguma utilidade.

 

(Outro parênteses para fazer eco de alguns rumores de que terá gasto nesta operação de emergência, uma 'pipa de massa'. Mas também não é por aí que deve ser criticado - desde que a mesma tenha saído da sua conta bancária...).

publicado às 13:47

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