Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

O 'TRIUNFO DOS... GENERAIS'

 

Confesso que  Esta notícia da Renascença me irritou!

Já não chega termos uma catrefada de generalecos de lata que se atropelam uns aos outros no meio de 'tanto nada para fazer' e ainda temos de passar pela vergonha - e pelo prejuízo - quando os contamos e fazemos a inevitável comparação com outros países com forças armadas bem mais numerosas e um nível de intervenção bem mais exigente do que aquele que às nossas tem sido atribuído, quer nas missões internas, quer naquelas em que ao serviço de organizações internacionais temos sido chamados a participar.

 

Mas existe outra razão para que sintamos vergonha desta 'brigada do reumático' devoradora do Orçamento que faz falta ao País real: grande parte deles só se sente verdadeiramente realizada, pavoneando-se aperaltada na sua farda de gala feita por medida, para que fiquem menos evidentes as respectivas barrigas e os inconvenientes pneus - que a idade e o 'exigente' trabalho de gabinete não perdoam - ou então, de camuflado bem brunido porque não se destina a fazer o trabalho duro. Esse está a cargo dos 'básicos' e dos subalternos da praxe e se por acaso ou azar se visse de repente apanhada numa situação de 'guerra a sério', é garantido que o camuflado se sujaria de verdade mas não seria nem de lama nem do contacto com a terra no táctico e defensivo rastejar.

 

Muito mais de metade daquela catrefada deveria pura e simplesmente reciclada e transformada em assistentes administrativos até completarem a idade da reforma - evidentemente e para seu  desgosto, apenas com o ordenado dos ditos assistentes administrativos!

Que 'direito natural ou divino' têm por exemplo as cúpulas da dita 'brigada do reumático' para proferirem diatribes como esta citada pela Renascença?


Os chefes dos três ramos das Forças Armadas classificam posições “ilegítimas”, “despropositadas” e “irresponsáveis” de alguns órgãos sócio-profissionais.


 

Na véspera de mais uma manifestação anti-austeridade e a três dias de serem recebidos pelo Presidente da República, os chefes militares distanciam-se das associações de oficiais e de praças.

 

O Conselho de Chefes de Estado-Maior repudia as afirmações “irresponsáveis” e “ilegítimas” dos últimos dias, feitas por alguns órgãos sócio-profissionais das Forças Armadas.

 

Quem fala pelos militares são as chefias militares, dizem os generais que lideram o Estado-Maior do Exército, da Armada, da Força Aérea e o Chefe de Estado-Maior General.


Saiam dos gabinetes confortáveis, desliguem o ar condicionado que lhe dá esse ar macilento e pouco saudável, venham para o terreno sujar o camuflado mas em sujidade decente, sentir o cheiro das 'missões reais' em que aqueles que se sentem representados pelas suas legítimas associações são obrigados a participar. Falam de barriga cheia e fazem-no no pressuposto de que agradam ao ministro, mas olhem que talvez não falte muito para que estejam todos de partida. 

 

Ah! E não esqueçam que 'da última vez' foram os subalternos a tomar o poder!

publicado às 19:54

VALONGO - 'MOVIMENTAÇÕES DE TERRENOS' -TAKE 2

 

A notícia é de hoje e coloco-a aqui sem comentários, para não ferir 'susceptibilidades à flor da pele'.

Apenas uma pequena nota:

A Coragem de Mudar será somente obstáculo a 'projectos de promoção pessoal' porque ela própria é um projecto colectivo de exercício de cidadania e vai ouvir - sem 'aspas' na palavra - muito em breve os seus associados sobre este, pelos vistos, mediático assunto.


 


Título: Maria José Azevedo pode avançar sozinhaData: 11-02-2013
Fonte: Jornal NotíciasPáginas: 19 
Autor: Dora Mota C/ Foto | Cor
 

Maria José Azevedo pode avançar sozinha  
 
Valongo Coragem de Mudar está a ponderar acordo com socialistas  
 
MARIA JOSÉ AZEVEDO pode voltar a ser candidata à Câmara de Valongo e, se for, será mesmo sem o apoio da associação cívica Coragem de Mudar - que está até a ponderar um acordo autárquico com o PS. A atual vereadora, eleita por esse movimento, diz que ainda não decidiu e que escolherá o seu "timing". Mas, a avançar, será sem depender de alguém, disse ao JN.  
 
" Quando eu decidir, sou eu que escolho o timing de a tornar pública, independentemente de tudo e de todos, incluindo a associação Coragem de Mudar", declarou. Foi o segundo vereador da Coragem de Mudar, Pedro Panzina, quem levantou a questão numa reunião da associação cívica que, nas eleições de 2009, foi criada para amparar a candidatura de Maria José Azevedo, então dissidente do PS.  
 
Cidadãos de várias forças políticas apoiaram a candidatura, que teve 22,93% dos votos, elegendo dois vereadores. Recentemente, porém, uma nova direção foi eleita entre alguma polémica.  
 
Foram eleitas 14 pessoas com apenas 17 votos, e uma tensão que não era nova criou uma cisão dentro da CdM. A nova direção está neste momento a estudar um acordo com o PS, proposto pelo candidato socialista José Manuel Ribeiro.  
 
Direção é "obstáculo"  
 
"É minha convicção que os atuais corpos dirigentes da CdM são um obstáculo a uma candidatura de Maria José Azevedo", disse Pedro Panzina, que defende a recandidatura da sua colega de vereação.  
 
"Não nos submetemos a pessoas que querem usar este movimento para a prossecução dos seus objetivos pessoais", comentou ao JN José Bandeira, presidente da associação cívica.  
 
Sem querer revelar detalhes do acordo proposto pelo PS - que será debatido numa assembleia-geral a ter lugar até ao final deste mês -, José Bandeira declarou apenas que prevê a colocação de membros da CdM em lugares elegíveis para os órgãos municipais.  
 

publicado às 12:19

POR 'ROUBAR' UMA 'LATA DE SALSICHAS'?

 

Se há acusação que ninguém nunca me poderá fazer é a de defender Fernando Melo ou algo que tenha a ver com o seu nefasto reinado em Valongo - até à sua voluntária abdicação em favor do primogénito!

Porém, isso nunca me impedirá de fazer uma apreciação crítica sobre todos aqueles  que agora se apressam a fingir que 'nem conheciam o dinossuro', lavando as mãos numa água que já não garante lavar coisa nenhuma, sempre que lhes cai nas mesmas algum daqueles berbicachos que ele deixou para trás antes de se ir.

A notícia publicada no Jornal 'A Voz de Ermesinde', a quem peço a permissão para 'roubar' os recortes que coloquei acima - o facto de ser assinante da versão papel deste Jornal, não me dá por si só esse  direito - diz muito sobre a coerência e a firmeza de algumas 'fidelidades' com as quais Melo seguramente contaria, mas que afinal, agora começam a apresentar sinais de evidente corrosão.

A decisão de Fernando Melo, por insistência do vereador Pedro Panzina (mas apoiado na votação pela vereadora Maria José Azevedo e por Afonso Lobão) vai ser enviada ao Ministério Público.

Nada a criticar relativamente a estes 3 votos a favor e que fizeram a maioria, como também nada de criticável quanto às 2 abstenções do Partido Socialista!

Pelo contrário, muito (tudo mesmo) a criticar em relação às 4 abstenções do PSD, uma vez que Melo não agiu sozinho no 'roubo da lata de salsichas'!

Sim, porque o envio deste caso ao Ministério Público, que na quinta feira passada foi decidido pela 'esmagadora maioria' atrás referida, não passa disso mesmo: Fernando Melo deixou-se tentar pelo apelo da embalagem e foi (apenas) isso que fez: 'meteu a lata no bolso e foi-se embora sem a pagar'.

Como no nosso País e com a Justiça que temos, este tipo de 'crimes' costumam ser quase sempre severamente punidos, este será talvez o único caso em que o velho dinossauro corre efectivo risco de ser condenado e até mesmo preso!

Haja paciência para continuarmos a assistir a esta espécie de 'ópera bufa' requentada!

O homem conseguiu durante 18 anos passar pelos intervalos da chuva com toda a oposição a gritar "agarrem-me que eu vou-me a ele!" e agora querem ver que vão conseguir mesmo, que vá preso por causa de uma momentânea tentação vinda da prateleira dos enlatados? 

publicado às 20:55

VALONGO DAS MUITAS OMISSÕES E DOS PERSISTENTES 'ODORES' A HÚMUS...

Citando-me a mim próprio...


 


OLHAR (IM)PARCIAL
CÂMARA DE VALONGO – O HERDEIRO
 

(...) Aceitar ou repudiar. 
Ninguém é obrigado a aceitar uma herança. Mas esta decisão deve ser bem ponderada. Embora as dívidas do falecido só sejam pagas até se esgotar o valor correspondente ao da herança, o herdeiro poderá ter de provar aos credores que já não há mais bens para saldá-las (...).

(Respigado de um artigo da DECO-PROTESTE de 10 de Julho de 2012 intitulado ‘Licença para Herdar’)

Ora bem…

Como todos temos ainda bem presente na nossa memória, os céus de Valongo toldaram--se de nuvens carregadas de dúvidas, quando os valonguenses se viram de um dia para o outro, órfãos de Fernando Melo. Sobretudo, porque a fazer fé nos que mais de perto privavam com o decano dos autarcas do País, este parecia vender saúde política.

E as dúvidas sobre as consequências do infausto desenlace foram nesse momento mais que muitas. Teria o Padrinho deixado testamento lavrado? Teria indicado herdeiro específico ou iríamos ver a alaranjada família envolvida num hipotético duelo a quatro, a discutir o lugar do primogénito? 

Tiveram curta duração as ditas, porque em menos de um milissegundo, o delfim deu o passo em frente, que já se adivinhava a partir daquela frase lapidar, música para os nossos ouvidos e que foi publicada neste mesmo Jornal: ‘tenho vontade de ser Presidente da Câmara’ .

Fernando Melo, lúcido e atento como sempre foi até ao fim dos seus dias em Valongo, teve em linha de conta a vontade expressa por João Paulo Baltazar e passou-lhe para as mãos o ceptro do poder.

Ainda bem (para os dois) que nenhum agiu a contragosto, mas ainda mal para os valonguenses, porque por mais bem escolhida que seja a água de colónia do actual mandante ou as perfumadas essências que coloca na água do banho, dificilmente se libertará do cheiro a mofo que a herança lhe transmite.

Todos sabemos a enorme diferença entre o cheiro a zero quilómetros daquele carro que andamos a namorar durante meses a fio e o daqueloutro, quando, forçados pelas contas feitas e refeitas concluímos que apenas temos (quando temos) pedalada para o manhoso vendedor de usados que nos tenta impingir a história do costume: “apenas 15 mil, como novo, porque o dono era um senhor idoso e só o conduzia de vez em quando”  (15 mil martelados à socapa, obviamente).

Por mais lavagens especializadas de estofos e interiores, a carripana nunca se libertará daquele odor característico ao mofo lembrando as caves onde é aconselhável guardar as garrafas de Barca Velha de que Melo tanto gostava, nem a sua condução conseguirá disfarçar os indisfarçáveis ziguezagues provocados pelos efeitos das ditas e que de tão repetidos, acabaram por viciar irremediavelmente a direcção da viatura!

Voltando ao princípio – e ao artigo da DECO-PROTESTE – o herdeiro saiu claramente a perder ao aceitar a herança. Podia ter lavado literalmente as mãos e ter vestido uma daquelas túnicas brancas que lhe daria um ar angelical (o branco sempre esteve associado à pureza) nas eleições de Outubro. Deixou-se no entanto tentar pelo brilho efémero de um vulgar e dourado porquinho vazio de dinheiro metálico ou papel moeda mas cheio de dívidas a pagar e só tarde demais deu pelo logro.

Se é que foi logro, porque há quem encontre prazer na autoflagelação.

(Pequena nota de rodapé: o problema do herdeiro, é que a herança ainda não foi consolidada. Só o será, depois de registada no alaranjado notário da concelhia PSD. Por enquanto, João Paulo Baltazar tem apenas o seu usufruto).


 
 
 
Celestino Neves 
 
Veja abaixo mais artigos de Celestino Neves
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O REGEDOR DE ALFENA (*)
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
LIGAÇÕES PERIGOSAS...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Vallis Longus (*) da longa crise
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O PADRINHO DE VALONGO (*)
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
POLÍTICA E PODER
A política, como forma de atividade ou de práxis humana, está estreitamente ligada ao poder. O poder político é o poder do homem sobre outro homem, descartados outros exercícios de poder, sobre a natureza ou os animais, por exemplo. Poder que tem sido tradicionalmente definido como "consistente nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem" (Hobbes) ou, como "conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados" (Russell). (Respigado da Wikipédia)
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
AS DUAS REN DE ALFENA
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ALFENA TERRA DE “MILAGRES”
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
JORNALISMO SEGUNDO GEOGE ORWELL
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
GASEADOS PELA CRISE - IN MEMORIAM
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ENTRE A BULÉ DE ATENAS E A COMUNA DE PARIS, A HÍBRIDA DEMOKRATIA DE VALONGO...
 
 
Olhar (Im)Parcial
 
A ‘PLAYSTATION’ DE VALONGO
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
SOBRE OS CÉUS DE VALONGO – ‘O GRITO’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O ‘TRADE CENTER’ DE ALFENA E OUTROS MITOS – ALGUÉM SE LEMBRA?
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
QUEREMOS A PÁTRIA DE VOLTA!
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
CÂMARA DE VALONGO – UMA HISTÓRIA DE ‘GLUTÕES’...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO – A TANGA E A OBSCENA OBESIDADE
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
CUMPLICIDADES ESCONDIDAS COM... ‘RABO DE FORA’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ÉTICA NA POLÍTICA – E PORQUE NÃO?
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO EM ‘FIM DE CICLO’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO – DOIS VEREDORES, UM ‘CORAÇÃO DOCE’ E UM ‘PASQUIM’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O REI-SOL DO ANO – ‘A CÂMARA SOU EU’!


publicado às 11:10

VALONGO - 'MOVIMENTAÇÕES DE TERRENOS'

(...) Porém, sublinha, "não significa que não possa ser candidata por outra sigla"


NO COMENT...


 

 
  por: Isabel Rodrigues Monteiro  
Associação ainda não decidiu se vai avançar com candidatura à Câmara
Coragem de Mudar à espera de Maria José Azevedo
A estratégia a seguir pela Associação Coragem de Mudar nas próximas eleições autárquicas deverá ser definida no próximo dia 23 de Fevereiro, em sede de Assembleia Geral. Nessa altura deverá ficar decidido se a Coragem de Mudar avança novamente com uma candidatura à liderança da Câmara de Valongo.

 

A direcção da associação reuniu no passado sábado, dia 2 de Fevereiro, com os eleitos para os órgãos autárquicos em 2009, com o objectivo de "auscultar a sua opinião e saber da disponibilidade para enfrentar uma nova candidatura à Câmara Municipal", explicou José Bandeira em declarações ao VERDADEIRO OLHAR. O presidente da direcção da Coragem de Mudar escusou-se, porém, a adiantar qual a sensibilidade expressa nesse encontro, remetendo uma posição pública para depois da realização da Assembleia Geral, onde para além da discussão haverá uma votação acerca da posição a assumir no próximo acto eleitoral de Outubro.

O presidente da direcção afirmou, porém, esperar que até à realização da Assembleia Geral haja uma "clarificação" por parte de Maria José Azevedo acerca da sua disponibilidade para encabeçar uma candidatura independente. Segundo José Bandeira, a vereadora esteve ausente da reunião mas "houve uma manifestação pública colocada por Pedro Panzina acerca da disponibilidade de Maria José Azevedo em avançar". "Uma questão destas merece uma clarificação e confirmação da própria", disse.  

Avançar com candidatura é "decisão individual"

Maria José Azevedo, em declarações ao VERDADEIRO OLHAR, deixou claro que não houve qualquer representação por parte de Pedro Panzina na referida reunião, frisando que "se vou avançar ou não com uma candidatura, ou quando, é uma decisão individual. Não preciso de porta-vozes". "Se tomar a decisão de encabeçar uma candidatura independente, é uma decisão individual que tornarei pública pelos meios e nos prazos que entender", disse, lembrando que também em 2009 decidiu encabeçar uma candidatura independente sem existir ainda qualquer associação.

Pedro Panzina esclareceu que não falou em representação de ninguém, explicando que tinha conversado anteriormente com Maria José Azevedo acerca da reunião e que, por isso, conhecia o que esta pensava podendo anunciar que a ainda vereadora "não excluía a hipótese de ser candidata à Câmara". O vereador revelou ainda que no encontro falando a nível pessoal afirmou que era sua "convicção que reunidas certas condições conjunturais, como meios de campanha, estou convencido que ela [Maria José Azevedo] poderá ser candidata", acrescentando estar "também convencido que a actual gerência da associação é um enorme obstáculo para que se candidate pela sigla Coragem de Mudar". Porém, sublinha, "não significa que não possa ser candidata por outra sigla". 

publicado às 11:00

VALONGO - SERVIÇO PÚBLICO

Bem em cima da hora - cerca das 10,45 horas de hoje - foi coloda na página da Câmara a convocação da reunião pública de Câmara para amanhã à hora e local habituais.

A seguir e em recorte, coloco a respectiva Ordem de Trabalhos:

 

OBS.: Talvez a Câmara deva repensar o formato dos documentos que publica. Eu para os conseguir colocar neste blog tenho de fazer recortes e passá-lo para JPEG, o que os torna quase ilegíveis. Peço desculpa pelo incómodo...


publicado às 11:11

VALONGO E O ATAQUE DAS TÉRMITAS...

DISCLAIMER
1) All pictures posted here are taken from the internet. If you have copyright over any of them, send me an e-mail and I will take it. (Todas as imagens aqui postadas, foram retiradas da internet. Se tiver direitos de autor sobre alguma delas, envie-me um e-mail e imediatamente a mesma será devolvida). ______________________________________________________________
2) Este espaço é um Blog pessoal. O que aqui se publica responsabiliza apenas o seu autor, independentemente das funções que eventualmente exerça ou cargos que ocupe em quaisquer organizações, instituições ou quaisquer outras formas de intervenção cívica, política ou outra.
Térmitas - quem é que ainda não ouviu falar sobre os nefastos efeitos deste terrível insecto - também designado de cupim, salalé, muchém?
Tão pequenino, individualmente encarado, aparentemente tão insignificante - esmagamo-lo com uma simples pisadela e um suave movimento rotativo do sapato ou da bota que tivermos calçado - mas que, quando organizado em colónias mais ou menos numerosas, é capaz de fazer ruir um quarteirão inteiro de uma cidade, se este for suportado no todo ou em parte, por estruturas de madeira.
Na Europa não estão muito disseminadas, embora cheguem notícias do aumento das preocupações em algumas ilhas dos Açores.
Pois bem, ou melhor, pois mal... 
Eu acho que já chegaram cá ao 'rectângulo', mais concretamente ao território de Vallis Longus, onde tivemos oportunidade de presenciar dois ou três exemplares no passado sábado em pleno centro e novamente para sermos mais concretos, no salão nobre da Junta de Freguesia de Valongo, onde a Direcção da Associação Coragem de Mudar levou a efeito uma reunião com os seus eleitos em 2009 para os vários Órgãos municipais.
Como não acreditamos que a colónia se resuma a este número tão diminuto - até porque não é assim que a espécie costuma funcionar - registamos devidamente o acontecimento e vamos colocar-nos à disposição dos valonguenses, ajudando-os a organizar-se em brigadas de desinfestação, para evitar que a praga atinja as dimensões que já atingiu nos Açores, por exemplo.
Primeiro facto intrigante que de certa forma nos intrigou no passado sábado: no caso desta pequeníssima colónia, ainda em estado aparentemente embrionário e contrariando o seu conhecido padrão de comportamento, todos os incipientes ataques que registamos, foram promovidos não por um rei e uma rainha, mas por um 'reizinho'.
Segunda constatação disfuncional, também ela aparentemente não conforme com o referido padrão: o trabalho principal de trituração, tem sido sempre levado a cabo pelo 'reizinho' e não pelos chamados 'soldados', que se têm limitado ao trabalho de sapa.
Estranha pois esta embrionária colónia, para a qual começam a partir de agora a voltar-se as nossas atenções, nomeadamente para o registo dos seus comportamentos disfuncionais e para a forma como se movimentam dentro do por enquanto ainda muito restrito centro de Vallis Longus.
Vale a pena ler um pouco mais sobre este assunto na Wikipédia, quanto mais não seja, para daqui até Outubro próximo, altura em que se prevê que a eventual colónia possa atingir - ou não - o seu estado máximo de desenvolvimento, sejamos capazes de tomar as contra medidas adequadas à defesa das infra-estruturas - é que em Valongo ainda há muita celulose para roer, mas não queremos de forma alguma ver o Concelho reduzido a esqueletos de tijolo e cimento ao alto. A madeira que ainda vai restando nalgumas manchas do nosso Concelho, devidamente trabalhada e afagada, também embeleza e enobrece a reconstrução em que a Associação Coragem de Mudar está empenhada em colaborar - porque Valongo parou no tempo e se transformou numa espécie de prolongamento de alguns fósseis mais conhecidos: Mellus, Paullus e suas ramificações fossilíferas - algumas dando impressão enganadora de que (ainda) mexem...
publicado às 09:43

OBVIAMENTE, NÃO NOS DEMITIREMOS!

Hesitei um pouco entre o recurso à analogia da moeda (as duas faces da mesma) ou quedar-me simplesmente pela já conhecida expressão latina 'sine qua non', para classificar os termos que ontem foram usados, na reunião da Direcção da Coragem de Mudar com os eleitos nas nossas listas para os vários Órgãos autárquicos. A questão era simples e explica-se em poucas palavras: terá a Coragem de mudar condições para avançar com uma candidatura autónoma? A resposta maioritária foi sim! Encabeçada por quem? A resposta também foi rápida: "a Drª. Maria José Azevedo está disponível para avançar dentro de certas condições".


(Até aqui, estamos no 'verso da moeda').


E quais seriam essa condições? Resposta mais soft: "um grande obstáculo a essa candidatura é a Associação Coragem de Mudar com a sua actual gerência".

Tradução simultânea e de borla de uma eleita - muito obrigados por não nos cobrar o trabalho - "estes Órgãos teriam que se demitir e teriam de ser eleitos novos Corpos Sociais".

 

(Este é o reverso, ou se quisermos, a condição 'sine qua non').


Ora bem... Não tem sido prática entre nós e não vai ser esta Direcção a abrir o precedente, ceder a pressões deste tipo - e colocamos carradas de açúcar no termo 'pressões' para que deixasse de parecer o que é de facto - pelo que o processo vai seguir em frente conforme nós democraticamente decidirmos e que seguirá mais ou menos o seguinte 'alinhamento':

Convocação de uma Assembleia Geral em Fevereiro, a qual queremos o mais ampla e participada possível, que divulgaremos da forma mais alargada que conseguirmos com base na lista de contactos que possuímos e que em alguns casos pode não estar devidamente actualizada, pelo que, quem tenha procedido a alterações de dados, nomeadamente e-mail deverá comunicar urgentemente essa alteração à Direcção e onde tudo estará em aberto, incluindo 'o tal acordo que a Direcção já teria firmado com o PS'.

Como se verá, as notícias sobre a nossa falta de seriedade eram obviamente exageradas.

 

O saudoso General Humberto Delgado proferiu um dia aquela célebre frase sobre o que aconteceria a Salazar no caso de ele vir a ser eleito: "(...) obviamente demito-o".

 

Parafraseando-o, nós, que fomos eleitos no dia 8 de Dezembro último,  numa lista única e quase por unanimidade, obviamente não nos demitiremos - nem do lugar, nem das responsabilidades que nos cabem!


PS: Obviamente, este post só foi escrito por força de circunstâncias - anómalas aliás no seio de uma Associação cívica: Condicionar-se uma candidatura independente, supostamente voltada para a defesa dos interesses de Valongo, à demissão da actual Direcção!

Mesmo assim e para que conste, houve uma troca prévia de e-mails que não 'estou autorizado a revelar porque são privados(!)' e que terminou de uma forma extremamente desagradável, arrogante e perfeitamente em contra ciclo com aquele que era o espírito da Associação. Mesmo assim, resolvi 'acatar a intimação' de manter a reserva sobre os mesmos - mas apenas porque me apeteceu!

A partir deste momento, risquei do meu dicionário termos como 'alma mater' 'figura de referência' 'rainha de Inglaterra'!

A Associação Coragem de Mudar existe enquanto os Associados quiserem, não tem figuras de referência e na sua sede - onde quer que ela seja - não haverá nunca nenhum 'altar' nem deuses ou deusas, porque também não estão previstos nos seus Estatutos.

Como cidadão livre - e chamo a atenção para o 'disclaimer' do meu blog deixei de 'prestar tributo' a duas pessoas que incumprem as mais elementares regras de urbanidade e boa educação não hesitando no recurso à linguagem mais desbragada, quando o verbo não os ajuda!  

publicado às 20:15

'EM ROMA SÊ ROMANO' - EM PORTUGAL, SEJAMOS GREGOS, EGÍPCIOS, LIBIOS, SÍRIOS!

 

 


Há uma linha que separa - o grupo dos 'sem abrigo'com 'estatuto' já consolidado e aqueles que num futuro muito próximo engrossarão as nefastas e indesejáveis fileiras do mesmo - e esta gente sem vergonha, sem espinha dorsal, sem princípios, diria mesmo, que sem direito a Pátria.

Para que nos entendamos e não me venham com ameaças de processos judiciais, não os acuso formalmente de nada, excepto daquilo que todos, como diz o poeta, 'vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar' - embora não possamos também ignorar que até serem condenados e ter havido trânsito em julgado, são tão puros como, dogmas à parte, a mais impoluta das virgens.

Confesso que me espanto ao ver a forma como este Povo que somos, que sabe fazer um 'manguito' melhor do que qualquer outro, consegue tolerar o regabofe e suportar a canga com que o mantêm manietado?

Parafraseando a 'besta' - "ai aguenta aguentamos! Se o gregos e os sem abrigo não sei quê, nós também aguentamos" (mais austeridade era ao que ele se referia). 

 

Nesta altura do campeonato, se aquilo a que assistimos em Portugal se passasse na Grécia, na Irlanda ou noutra qualquer República que não tivesse a banana como símbolo virtual, já andariam 'mosquitos por cordas'. Mas apesar de tudo, acredito que aquela 'condecoração' com que paternalmente os ditadores e os criminosos de colarinho branco costumam distinguir a gente pacífica e sofredora silenciosa deste País maravilhoso - 'brandos costumes' é o nome da medalha - caminha rapidamente para o seu fim. 

 

 

publicado às 19:02

Pág. 2/2

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2006
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D