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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

É A OPINIÃO DOS AMIGOS...

Há comentários sobre aquilo que escrevo, que me recompensam - e não digo que sejam apenas aqueles que dizem bem, porque também gosto de uma boa 'escaramuça' blogosférica.

Este que resolvi repescar 'cá para cima' vai no sentido positivo - não de 'massagem ao ego, que não sou apreciador dessas mordomias, mas de me confirmar que aquilo que vou escrevendo tem algum valor.

Faço-o por puro prazer, mas se isso for útil aos outros, melhor ainda.

 

O comentário:



Amigo Neves,

Mais que os parabéns pelo 7.º aniversário do seu Blog, quero felicitá-lo pela qualidade dos seus escritos, bem como pela permanente e sempre actual informação do que se vai passando, sobretudo, a nível local, freguesia e concelho.
Expressar-lhe a minha gratidão pelo facto de me facultar, ao longo destes anos, uma plataforma mediática onde, de vez em quando, me permite intervir em prol da minha terra, para dizer o que me vai na alma sempre que a sinto maltratada pela ignorância, que rima (não por acaso) com ganância e arrogância.
Não basta a liberdade de expressão é preciso uma tribuna onde nos possamos exprimir e que promova a sua divuigação.
Actualmente, que os "media" tradicionais, jornais, rádio e televisão, se encontram capturados por interesses e a "qualidade" da "informação" é a que mais lhes convém , a blogosfera é uma bênção.
Recordo-me de ter lido algures uma afirmação do presidente da TF1 (1º canal francês) que os noticiários em TV são muito importantes para "preparar" os telespectadores para os anúncios que lhes seguem.
O saudoso M. A. Pina numa das suas pequenas/grandes crónicas da última página do JN escreveu que o jornalismo é a mais velha profissão do mundo.
Sabia o que dizia, conhecedor como era do ambiente daquelas bandas, há sempre gente que a dora fazer uns fretes...
É por todas estas razões que o seu blog tem de repetir esta data por setenta anos vezes sete, como nos santos evangelhos.
E, que nunca, Amigo Neves, lhe doam as polpas dos dedos.

Obrigado e um abraço do A. da Vicência 

 

publicado às 18:34

PANZINA, O 'AUXILIAR CINEGÉTICO'...

Apesar de correr a fingir - a fingir, porque correndo apenas um bocadito pode gerir o esforço de forma menos exigente - a conhecida 'lebre' das corridas desempenha apesar de tudo um importante papel para a obtenção de boas médias por parte dos atletas...


'Olhando' para a reunião pública da Câmara que hoje teve lugar - e faço-o através dos olhos de amigos, dado que um compromisso inadiável me atrasou e apenas pude assistir à saída normal de alguns dos participantes e ao desfile majestático (algo entre Prada, Gucci e afins) da minoria mais pequena - divido-me entre a analogia com a simpática lebre (Leporidae) e com o menos conhecido furão (Mustela putorius furo)...

Ambos trabalham para terceiros, facilitando-lhes com a sua prestação inicial específica, a obtenção de melhores resultados finais.

No caso específico da figura menor da vereação camarária, inclino-me mais para a segunda hipótese:

Dadas as respectivas características antropométricas, está especialmente habilitado para entrar no reduto da espécie cinegética, trazendo os que lá se encontrem para terreno aberto, onde mais facilmente serão abatidos pelo caçador.

O pagamento do seu trabalho é feito em 'espécie' - sob a forma de uma alimentação mais cuidada e diferente daquela que encontraria se estivesse no terreno por conta própria - mas tem como contrapartida o inconveniente de ter de viver em cativeiro, ainda que dourado seja e com incondicional ar condicionado.


Mas o 'Mustela putorius furo' esteve mal na caçada de hoje, por duas razões a saber:

Em primeiro lugar, exigia-se-lhe que estivesse melhor preparado para facilitar o disparo certeiro do caçador - um único tiro, que em tempos de crise não se podem desperdiçar munições - e o herdeiro não pôde fazê-lo, tendo ficado para ali a disparar contra sombras que mexiam, contudo imateriais;

Depois, porque quando se fixou melhor num alvo que lhe pareceu real, acertou de forma desajeitada na simpática figura feminina da representação do PS e que está léguas á frente daquelas tristes figuras do outro extremo da mesa.


Mas se até aqui a culpa foi mais do 'furão',  o caçador também não está isento de culpa por ter levado a cabo um deprimente número de ventriloquia - pondo voz no 'furão' para fundamentar a bizarra ideia de que o Regulamento da propaganda política e eleitoral é uma coisa inócua - que até transcreve na integra a versão até aqui em vigor - e que o facto da CNE (Comissão Nacional de Eleições) se ter pronunciado por mais de uma vez (em relação a Valongo) pela sua inconstitucionalidade, não conta para nada  porque o parecer da CNE não é vinculativo e além do mais, nem a Câmara foi notificada sobre o mesmo.


A ventriloquia é uma arte e quando não é dominada na perfeição, as coisas podem descontrolar-se e a páginas tantas já nem se sabe se que fala é o artista ou o boneco.


Seja porém qual for o caso, o que foi dito hoje é mentira:


- A CNE notificou a Câmara por duas vezes, sendo que a primeira, o fez a pedido do grupo parlamentar do próprio PSD há uns anos atrás e a propósito deste mesmo assunto, tendo-o feito agora pela segunda vez por solicitação do PS;

- O vinculativo e não vinculativo, serão apenas um pequeno 'osso' para juristas se entreterem, mas perdem a razão o caçador e o furão - até rimei sem querer - sabendo-se que foi o PSD o primeiro a solicitar este mesmo parecer.


Para que o fez então? Para o valorizar se lhe fosse favorável e o classificar depreciativamente de 'não vinculativo' porque vai no mesmo sentido da Lei fundamental do País?


Registamos depois um facto não menos lamentável, pela falta de verticalidade que consubstancia: esqueceu-se a senhora impecavelmente vestida, que quando era vereadora do PS no mandato anterior, votou contra este mesmo Regulamento!


Haja pachorra para tanta falta de decoro...  

publicado às 14:12

O PAEL DE VALONGO - UM "PROGRAMA DE APOIO À ECONOMIA LOCAL"?

 

'Eu ainda sou do tempo' em que uma empresa era uma espécie de 'família alargada' onde o patrão, podendo embora ter por vezes aquele acesso de mau feitio de que não gostávamos - mas os nossos pais não o tinham também quando a paciência escasseava face ao acumular dos nossos erros? - nunca nos faltava, tal como aqueles, nas horas do aperto.

 

Não que Karl Marx não tivesse razão quando escreveu 'O Capital' (Das Kapital em alemão) mas embora o patrão tivesse de facto como objectivo o lucro, na fase da minha juventude, essa forma de exploração já não se fazia da mesma forma selvagem de outros tempos.

Até nas grandes empresas - às vezes muito grandes mesmo - o trabalho viveu anos de relativa 'democratização' de balanceio relativamente pacífico entre direitos e deveres e sobretudo - aqui 'a diferença que faz a diferença' em relação aos tempos actuais - as relações de trabalho ainda não tinham sido contaminadas pela entrada no processo, do perigoso predador chamado capital financeiro.

A partir desse momento (não foi bem um momento mas antes um longo período em que se foi introduzindo de forma insidiosa) os países - sim porque este processo é verdadeiramente 'internacionalista' - foram perdendo soberania, as empresas passaram a ser meros joguetes nas mãos dos homens da roleta e os governos deixaram de, bem ou mal, representarem (apenas) o Povo. Antes, quando o faziam mal o Povo substituía-os por outros e assim sucessivamente até obter um relativo sucesso na escolha, agora a escolha é quase indiferente, pois todos à sua maneira, serão fiéis representantes dos predadores, passando a constituir simples marionetas nas mãos deles.

 

O que se passa em Portugal agora, não surgiu do nada, como não surgiu também na Grécia, na Irlanda, em Chipre e nos outros Países que se seguirão.

 

E nesta trituradora gigante em que o mundo se transformou, os cidadãos deixaram de contar, os países deixaram de ser Estados e de serem delimitados pelas suas linhas de fronteira mas apenas pelo extensão da sua dívida versus capacidade de a pagar no mais curto prazo possível.

 

"E se isso significar a aniquilação física de uma parte significativa da sua população, nem por isso deve deixar de ser feito, porque é para 'salvar' a outra parte e outros já o fizeram no passado por motivos menos 'nobres', como por exemplo para preservar a predominância de uma raça e blábláblá".


Vem isto a propósito de quê? Ah! já me lembro: 

 

Como alunos aplicados, a nova geração de patrões rapidamente evoluiu para a categoria de caniches amestrados, dos governantes, eles que se transformaram também em buldogues do 'internacionalista' capital financeiro.

 

Valongo não podia escapar ao fenómeno. A trituradora não nos poupou e por via dela, o sofrimento alastrou, as falências dos patrões que apesar da exploração cada vez mais intensiva e selvagem do seu principal 'capital' - o trabalho - deixavam de poder fazer as entregas periódicas aos usurários foi transformando em esqueletos, edifícios inteiros antes designados de 'Fábrica de xpto', 'Oficina de não sei o quê', 'Gabinete de não sei quantos'.

 

As Obras públicas antes artificialmente prósperas perderam o gás que enchia a bolha e fizeram 'ploff', a autarquia deixou de receber os fluxos antes imaginados como eternos, as silvas e o mato foram fazendo o que podiam para encobrir as desgraças - veja-se a chamada Zona Industrial do Barreiro em  Alfena, só para dar um exemplo...

 

Mas há tempos, surgiu uma luz ao fundo do túnel, muito ténue, tanto que nem a conseguíamos enxergar, mas como na história do rei que ia nú, não quisemos fazer má figura: "Ah! pois estou a ver (estávamos lá a ver alguma coisa!), sim sim o PAEL! Claro que sei o que é!" - aqui não fingíamos, pois sabíamos bem o que era e para o que serviria nesta altura em que se aproximam eleições!

 

Mas o PAEL em Valongo não bate certo com a sigla!

 

Em Valongo, há dívidas que estão a ser pagas a empresas que fecharam portas, que viraram 'camaleões', que venderam instalações e maquinaria, mas que mesmo assim - "e porque não, pergunta o devedor agora pagador?" - recebem o respectivo cheque para depois desaparecerem esquecendo-se de o dividir com os seus credores, outrora quase 'família alargada'.

 

Não sei se isto é respeitar a Lei - se calhar até é, porque conhecendo alguns mentecaptos que viraram legisladores, tudo é possível - mas que é IMORAL, lá isso é! 

 

Será que a Câmara de Valongo não tem o direito - o DEVER! - antes de passar o cheque, de ver qual é a situação social da 'Fábrica xpto', da 'Sociedade de Empreitadas e Construções", da 'Oficina de não sei o quê'?

 

Se eu fosse presidente da autarquia, era o que faria - sobretudo, se estivesse interessado em ganhar os votos dos valonguenses nas próximas eleições...

 

publicado às 22:58

PARABÉNS A ESTE BLOG - 7 ANOS É MUITO TEMPO!

Foi assim que tudo começou - eram 10:32 do dia 17 de Abril de 2006:


Chegou uma altura em que me cansei literalmente de viajar pelo espaço inter-galáctico arrastado pela ânsia constante e compulsiva de encontrar as novas realidades apregoadas até à exaustão, pelos convincentes vendedores de sonhos que em dado momento do meu percurso terreno se encontravam profusamente disseminados à minha volta...

Diziam-me ser necessário - e POSSÍVEL - reconfigurar o mundo, à luz de uma nova doutrina e construir novas sociedades onde os homens fossem mais iguais - ou menos diferentes...

"De cada um, segundo as suas capacidades, a cada um segundo as suas necessidades..."

A REALIDADE que me rodeava colidia definitiva e violentamente com este princípio: - os mais fortes , os mais capazes, os mais poderosos, eram os donos (NATURAIS) do PODER.

Aos outros- os mais fracos, os menos capazes e sem qualquer PODER, estava absolutamente vedada, qualquer tentativa  de aceder ao mesmo.

Daí que nem fosse muito difícil convencer-me a embarcar na nave dos sonhos e partir!

Só necessitei de algum tempo para me programar, carregar baterias, ligar os propulsores:(MDP/CDE, Jornal Opinião, Jornal Àvante, PCP, Sindicatos, SUV-Soldados Unidos Vencerão- as acções defensivas do PREC-onde as armas nem sempre se resumiam às palavras mais ou menos inflamadas)

E fui!

Aportei numa imensa galáxia, onde era suposto tudo ser DIFERENTE.

Mas com o passar dos dias e apesar do esforço que fazia, só conseguia ver SEMELHANÇAS!

VANGUARDA,  GLORIOSOS DIRIGENTES (ELITE, CLASSE DE PRIVELEGIADOS...).

De cada um segundo as suas capacidades, a cada um segundo as suas necessidades (As CAPACIDADES de muitos eram de facto imensas, mas as NECESSIDADES de poucos eram tão grandes, que ABSORVIAM quase toda a riqueza por eles produzida!

Estava na Pátria do Socialismo - a Gloriosa URSS - e não descortinava vestígios do mesmo.

Apesar de tudo, insisti na busca, ao longo dos quase 7 meses que por lá andei, mas o que via todos os dias, era um Pôvo sofredor privado muitas vezes do essencial, em benefício da sua Gloriosa classe dirigente e de muitos largos milhares de estrangeiros - entre os quais eu me incluia - que por lá permaneciam num inegável e gigantesco esforço de catequização política...

Mesmo assim, fiz um esforço suplementar, para me deixar convencer e corresponder ao investimento que vinham fazendo comigo e lá parti de novo - após alguns meses de intervalo em trabalho sindical - desta vez, rumo a um País, artificialmente encravado dentro de outro País - a igualmente Gloriosa  RDA

Caí definitivamente em mim e desisti !

E como desejei voltar! (não por saudades do que havia deixado, mas por acreditar que o SONHO, apesar de tudo, continuava a ser possível, sem a necessidade de importar modêlos, que ainda por cima, se resumiam a conceitos teóricos e não testados  - ou pior do que isso - subvertidos e falseados)...

 Foi bom enquanto durou:  um pouco mais que um SONO, bastante menos que uma VIDA, que essa, prossegue por enquanto com horizontes bem mais terrenos - MAS ONDE APESAR DE TUDO, É AINDA POSSÍVEL ALIMENTAR O SONHO...


Depois, bem depois fica todo um percurso que pode ser 'adivinhado' pelos recortes que se seguem e visitado de forma pública e sem barreiras de censura que não aquelas que decorrem das regras mínimas da urbanidade e da boa convivência cívica.

Escrevi sobre quase tudo - um 'quase' apesar de tudo pequeno para o meu sonho - sobre mim, sobre o mundo, sobre gente de quem gosto e também sobre aqueles de quem gosto menos.

Escrevi sobre o universo e sobre o pequeno detalhe, sobre o mundo e sobre o ponto minúsculo do mesmo representado por Valongo ou sobre aqueloutro ainda mais pequeno que é Alfena.

Escrevi sobre OVNIS e sobre histórias com Pinóquios

Bem, mas o melho é mesmo espreitarem, página a página, mês a mês, ano a ano - 7 anos!


 

publicado às 00:37

MISTÉRIOS DE ALFENA - OU UM FINAL DE TARDE FORA DO COMUM...

Tudo depende do lado a partir do qual se vê a coisa, mas como costumava dizer um velho amigo, que já não vive em Alfena mas a conhece melhor que eu,  quando dois 'homens de negócios' se juntam no final de um dia de trabalho à esquina do burgo, só por hipótese muito, mas mesmo muito remota, será para combinarem o próximo jogo da bisca lambida...

É que esta bela e jovem cidade de Alfena ainda tem atributos e é coquete bastante, para continuar a despertar a concupiscência do herdeiro da parte que resta do reinado de Fernando Melo e do dono do gabinete de arquitectura mais... bem frequentado da nossa praça.


Já o facto de os dois em simultâneo se entenderem para a cortejar,  numa espécie de 'ménage à trois' é que já nos parece um pouco despudorado - da parte dos 'assediadores', obviamente... 

Temos pois aqui reunidos, todos os ingredientes para um bom e cabeludo mistério/escândalo.

Entre a 'evolução na continuidade' de um e a 'geometria variável' do outro, abre-se a nossa boca de espanto perante esta espécie de 'milagre' da política onde  o denominador comum não será nenhuma lista de bons costumes, ou de boas prioridades para o Concelho, tampouco a organização de nenhuma quermesse de beneficência, mas talvez o contrário disto tudo.


Registamos a coerência de um, que apenas procura preservar os 18 anos de 'desenvolvimento' de Valongo legados pelo velho dinossauro, com base no paradigma tão conhecido e consolidado como regra de 'boas práticas' que me dispenso de o mencionar e a... maleabilidade do outro, que se adapta de forma tão rápida a contextos tão antagónicos, que se por hipótese remota - mas remota porquê, pergunto eu a mim próprio depois de pensar melhor? - o Bloco de Esquerda ou a CDU ganhassem a Câmara de Valongo, no dia seguinte, garantidamente que o teríamos à porta do edifício de Vallis Longus, à espera do beija mão - seguramente com um banquinho para poder esperar sentado!


Recorro àquela conhecida frase cujo nome do autor agora não me ocorre "mantém os teus amigos próximos de ti e os teus inimigos ainda mais próximos". Hoje por mera coincidência ou talvez não, tivemos uns e outros à nossa volta - uns sentados outros circulando e por esta mesma ordem... 

publicado às 22:17

A 'MODA' TED, O MIGUEL GONÇALVES E O 'FALECIDO' MIGUEL RELVAS

TED
Conferência
TED é fundação privada sem fins lucrativos dos Estados Unidos mais conhecida por suas conferências na Europa, Ásia e Estados Unidos destinadas à disseminação de ideias. Wikipédia

Hoje estive a assistir - em part time - ao trabalho que se seguiu ao Jornal das 20 da TVI: conceito TED

Francamente, fico dividido entre aquelas conferências sobre motivação de há vários anos atrás - voltadas para a multiplicação em grupo, de vendedores de um determinado produto (no meu caso, tratava-se da Amway) e as conferências motivacionais baseadas em obras do pensador americano Dale Carnegie - "como falar facilmente e interessar pessoas em negócios" ou "como fazer amigos e influenciar pessoas", entre outras... 
Francamente, fiquei com aquela estranha sensação de 'déjà vu'


E para piorar, lembrei-me do 'motivador' do Impulso Jovem, encontrado pelo 'falecido' Miguel Relvas!

Fui-me definitivamente abaixo relativamente ao conceito!


Mas é claro que perante tanto entusiasmo de alguns, admito que possa não ser 'banha da cobra' esta ideia de mudar o mundo dentro de uma sala, mendigando aplausos  de uma assistência ávida e mais ou menos numerosa, com um microfone colado à cara de forma a deixar libertas as mãos para gesticularem tão vigorosamente quanto se possa - como fazia o Miguel Gonçalves do Impulso Jovem do Relvas e os participantes no programa de hoje da TVI...


Admito?

publicado às 23:26

SERVIÇO PÚBLICO - ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE VALONGO

Terá lugar no próximo dia 29 de Abril à hora habitual - ver Edital abaixo - mais uma sessão da Assembleia Municipal de Valongo.


Porque Valongo merece toda a nossa atenção e porque a Democracia não se esgota na sua vertente representativa - se assim fosse, bastaria que lá estivessem os eleitos à 'porta fechada' - é importante a presença e o escrutínio de todos os valonguenses, pese embora a hora tardia a que as sessões costumam terminar, sobretudo para aqueles que no dia seguinte têm de 'vergar a mola'.


publicado às 16:48

A 'EUCALIPTIZAÇÃO' DE VALONGO - II

 

Em 30-12-2012 às 19:52, escrevi aqui sobre a 'eucaliptização de Valongo':

 

"(...) Mas se por enquanto João Paulo Baltazar tem motivos para agradecer a assessoria graciosa de Pedro Panzina, se lhe deve mesmo algumas dicas dadas'on the record' em plena Assembleia Municipal e com a complacência do Presidente deste Órgão que tinha prometido 'tolerância zero'que não cumpriu a rigor, é melhor que vá preparando o cenário para no momento oportuno, atirar borda fora o homem do tribunal eclesiático, pois nós que o conhecemos bem, sabemos de experiência feita e João Paulo Baltazar se ainda não sabe, irá descobri-lo mais depressa do que pensa, que a figura não é uma 'mais valia' para ninguém!


Não o foi para Maria José Azevedo e para a Coragem de Mudar, não o foi para a preservação de um projecto que mesmo minoritário tinha condições para se manter autónomo em relação às dinâmicas partidárias e não o será nunca para Valongo - seja lá qual for a futura configuração de poder que venha a resultar do próximo acto eleitoral.


Pedro Panzina é como os eucaliptos: dá pouca sombra e seca tudo à sua volta. Mas apesar disso, continua a  haver quem arrisque investir na 'eucaliptização' de Valongo. Se for o caso de João Paulo Baltazar, pois que faça bom proveito!"


"Quem me avisa meu amigo não é", deve ter pensado João Paulo Baltazar.

 

E agindo em conformidade, lá prosseguiu no novo formato colaborativo 'assinado verbalmente(!) entre cavalheiros' - no sentido figurado do termo - e que até agora tem beneficiado as duas partes.


Álerta pois valonguenses, porque quando estas duas partes que alegoricamente representaram num passado próximo, o 'Maomé e o toucinho' daquela conhecida frase se resolvem aliar, o mais certo é que seja o Povo a pagar o 'concubinato' - isto para usar uma frase com direitos de autor de 'sua eminência' o Dr. José Pedro Paupério Martins Panzina, membro do Tribunal Eclesiástico do Porto.


Vem aí um novo acto eleitoral e daí que 'sua eminência' que tem dito de outros aquilo de que o 'espelho seu' não se cansa de o acusar, empenhado em acertar contrapartidas para tanta assertividade lhe falte inspiração no período de antes da Ordem do Dia das reuniões de Câmara, também estas, cada vez mais espaçadas.

 

E vem aí também o novo Júri do Concurso Externo - que ainda terá de ser ratificado na Assembleia Municipal - num formato 'segundo uma ideia' de Pedro Panzina e Maria José Azevedo, Júri esse que terá de decidir sobre a vida de muita gente de topo, na macroestrutura da autarquia, sob a batuta do professor Azeredo Lopes, uma personalidade que, ao contrário do que disseram os promotores do 'produto' na reunião de Câmara, está longe de ser consensual, o que à partida seria tudo o que não interessaria para o papel que vai desempenhar.


Continuaremos por cá, atentos e não veneradores, presenciando as séries cada vez mais apuradas de 'flic-flac', até ao estatelanço final de todos os artistas.

 

 



publicado às 20:20

VALONGO - "EX-DONOS" DA CORAGEM DE MUDAR DETERMINAM A COMPOSIÇÃO DO JÚRI DO CONCURSO EXTERNO...

Ainda sobre a 'reunião a jacto' da Câmara de Valongo na passada sexta feira, onde foi aprovada a proposta do executivo a ser presente à Assembleia Municipal, para a constituição do Júri do Concurso Externo visando preencher os lugares do 'topo da pirâmide' na Macroestrutura da Câmara - segundo 'uma ideia' de Pedro Panzina e Maria José Azevedo -  aqui fica um recorte curioso, em que se levanta um pouco a 'ponta do véu' sobre personalidade de Azeredo Lopes (ex-presidente da ERC) e que presidirá a esse mesmo Júri.

 

Há mais informação sobre este professor de Direito na Universidade Católica e que a seu tempo se disponibilizará - uma mais controversa outra menos - mas a verdade, é que tal como quem o propôs, também o professor Azeredo Lopes tem os seus 'telhados de vidro'.


Artigo completo AQUI

publicado às 13:58

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