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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

APANHADOS DE VALONGO E ALFENA - TAKE # 4

Alfena é assim - aliás, Alfena e Valongo são assim!

 

Parafraseando o ditado, "não há negócio da 'Quinta das Telheiras' que não dê em fartura" - neste caso fartura de dúvidas, de jogos de sombra, de recantos esconsos...

 

Tomamos conhecimento (?) informalmente, de que está em marcha - virtual dizemos nós - um 'mega-projecto' para construir uma vasta área de lazer em Alfena, em frente ao Cemitério Paroquial e à margem da rua de S. Vicente.

Na génese desta encenação visando a multiplicação de cruzinhas no laranjal do costume lá para Setembro ou Outubro próximo, estará um acordo apadrinhado pelo ex-unido por Alfena e presidente minoritário de Junta, Rogério Palhau, onde aparece como benemérito o Sr. Sebastião Costa, dono da Quinta das Telheiras.

 

A ver se nos entendemos sobre a definição exacta do termo 'benemerência, que em Alfena assume por vezes significados menos claros!

 

O Sr. Sebastião Costa tinha um projecto urbanístico envolvendo a parte remanescente dos terrenos da Quinta das Telheiras a ser apreciado pela Câmara e no qual estava prevista uma área de cedência destinada à construção da nova Unidade de Saúde.

Houve mesmo uma altura em que as 'candeias chegaram a andar às avessas', devido à tentativa do Sr. Sebastião de empurrar a Unidade de Saúde lá para o 'cu do mundo', mais propriamente, para junto da Salpicarne, com saída para a 'rua da betesga'.

 

Pois bem...

 

Não é que o homem ganhou o braço de ferro, obrigando a Junta a angariar outro 'benemérito' de seu nome (mais conhecido) Toninho do Cabo para protagonizar a milagrosa oferta de 'uma área de terreno em troca de um porco'  e aparece de repente a oferecer o tal terreno em frente ao Cemitério, só que... em regime de concessão temporária!

 

Ele há com cada negócio que não dá mesmo para entender!

Então... e a anterior área de cedência - junto aos chouriços ou noutro sítio qualquer?


Tenho uma pergunta aqui a borbulhar e que não resisto a fazer:


É nas mãos de gente desta que queremos entregar mais uma vez os destinos de Valongo?

Vale a pena pensarmos nisto...

 

 

publicado às 23:39

APANHADOS DE VALONGO E ALFENA - TAKE # 3

 

Ainda sobre a Quinta das Telheiras do amigo Sebastião, os protocolos assumidos e secretos que tem com a Câmara e por último, sobre a explicação atamancada e anedótica do Presidente de Câmara não eleito remetida ao Presidente da Assembleia Municipal, ocorrem-me para além do que já escrevi no post anterior, mais as seguintes questões às quais o herdeiro assumido de Fernando Melo deveria responder, de preferência antes do próximo acto eleitoral:

 

- Porque que carga de água é que a Câmara 'responde' com uma não resposta ao requerimento do deputado municipal e candidato do Partido Socialista juntando um protocolo negociado com a SAGA em 2001  que nada tem a ver com a situação agora levantada?


- Porque é que a Câmara continua a esconder o parecer da CCDR-N  - se é que ele existe - sobre construção de uma área de lazer em zona REN e leito de cheia?


- Porque é que a Câmara omite o protocolo com o Sr. Sebastião Costa sobre a questão concreta do terreno destinado à referida área de lazer, nomeadamente, as contrapartidas em termos de índice de construção e não informa ainda porque razão e com autorização de quem, os camiões da Câmara procederam à deposição de inertes em zona REN e leito de cheia?

 

- Por último, e já que o candidato/presidente de Câmara anexou à 'não resposta' um protocolo de 2001 que se refere à construção da Ponte do Barreiro e da actualmente designada Avenida Padre Nuno Cardoso, seria interessante que nos explicasse também porque é que que não conseguimos vislumbrar no terreno a "renovação urbanística e requalificação das margens do Rio Leça na zona da 'Quinta das Telheiras' em Alfena" - ver o recorte que se segue:

Nota final:

Para o caso do Sr. candidato/presidente de Câmara não conseguir 'chegar lá' sem ajuda, deixo claro que sendo embora informal o conteúdo deste Blog, as questões aqui colocadas sobre este problema, são sempre susceptíveis de ser transformadas em exigência no âmbito da LADA - Lei do Acesso aos Documentos da Administração - sendo que a simples necessidade de invocarmos esse direito para que a Câmara deixe de funcionar como uma espécie de 'organização secreta', em si mesma já é profundamente desprestigiante para o herdeiro de Fernando Melo e diz quase tudo sobre aquilo que nos esperaria no caso de nos enganarmos ao colocar a cruzinha em Setembro ou Outubro próximo.

 

 

 

publicado às 09:22

APANHADOS DE VALONGO E ALFENA - TAKE # 2

 

(...)

 

 

(...)

 

Ora bem...

 

Parece que - mais uma vez à margem da lei - o nosso presidente não eleito tenta trocar as voltas à verdade.

Na explicação atamancada que mandou remeter ao Presidente da Assembleia Municipal na sequência da queixa apresentada pelo candidato do Partido Socialista, João Paulo Baltazar fala na  celebração de um protocolo para a  "(...) implantação no local de um parque de lazer, tendo sido já consultada a CCDRN que, na sequência de várias reuniões técnicas havidas, emitiu já um parecer prévio favorável".


Desta vez tem a companhia do previsível aliado alfenense e actual presidente de Junta, que obviamente vê neste negócio da área de lazer uma oportunidade única de matar com a mesma cajadada dois coelhos - ou três para ser mais preciso:

Constrói um cenário engraçado para posar para a fotografia eleitoral, quer para ele, quer para o herdeiro de Fernando Melo, beneficia o amigo Sebastião, que neste caso dará supostamente um chouriço recebendo em troca um bem nutrido porco e deixará - esta a terceira parte da cajadada - numa posição desconfortável os detentores da actual maioria do executivo da junta e membros dos Unidos por Alfena.

 

Esta última parte até me divertiria, se o assunto não fedesse por todos os poros e se não estivéssemos aqui perante mais um possível estratagema para a troco da cedência do terreno situado à margem da Rua de S. Vicente (em frente ao Cemitério Paroquial de Alfena) - aquele onde foram depositados os camiões e inertes retirados do arranjo do espaço destinado à Urbanização do Toninho do Cabo e também da futura Unidade de Saúde - conseguir passar o índice de construção na área remanescente, do 1,0 previsto no protocolo de 2001, para sabe-se lá quanto.

 

Mas o curioso, é que no caso presente, essa possível cedência do dito terreno nem sequer é feita a título definitivo, mas sim por um período pré-estabelecido! 

 

Caso para perguntar como é que se cede temporariamente um bem e se obtém em troca um ganho definitivo?

 

Este caso tem inúmeras pontas soltas e não é com não respostas ou 'esclarecimentos a fingir' como aquele que foi enviado ao Presidente da Assembleia Municipal a propósito da queixa apresentada pelo candidato do Partido Socialista que o assunto fica esclarecido!

 

A verdade, só a verdade e nada mais do que a verdade, é o que se exige sobre este e outros nebulosos assuntos que poluem Alfena!

publicado às 19:11

APANHADOS DE VALONGO E ALFENA - TAKE # 1

Ora bem...


Valongo não tem de copiar tudo o que se faz no País - ainda que em muitos casos até aconteça ser o País a fazer bem o que aqui  se faz mal - porque Valongo faz desde há 20 anos a esta parte, do direito à diferença no sentido mais negativo do termo,  o seu principal paradigma.

 

Só a título de exemplo, a nossa autarquia pertence ao grupo restrito dos 'fora da lei', um grupo onde as decisões dos Tribunais já transitadas em julgado, são questionadas de forma indirecta, mas nem por isso menos displicente.


Um exemplo concreto:


"Uma vez que o futuro PDM (aquele que há-de sair no próximo século) poderá alterar as regras que determinaram a demolição (três armazéns ilegais pertencentes à 'empresa amiga' Marcelo, Peixoto & Irmão) solicitamos ao Tribunal que se pronuncie".


E pronto, 'bola ao ar' e siga o jogo!


Mas se mal pergunto,  o Tribunal não se pronunciou já há muito e à luz do único contexto em que o deveria fazer, isto é, do actual PDM

É que se todos os criminosos condenados fizessem o mesmo - pedissem ao Juiz que esperasse por uma nova lei a publicar eventualmente num futuro mais ou menos próximo - as cadeias estariam vazias...

 

Mas mesmo nos casos em que não existe sequer margem de manobra para pedir informais 'aclaramentos de sentença' e a autarquia se vê obrigada a reconhecer no imediato, razão aos muitos lesados por prevaricadores que contam com a clara conivência dos serviços camarários e de quem os superintende, lá se lança então mão do argumento ridículo e anedótico de sempre: a falta de meios para proceder às demolições(!).

Como se Valongo não fosse o Concelho dos ajustes directos e como se neste caso, as despesas não fossem pagas por quem é intimado a cumprir a lei e não cumpre e não pela Câmara!

 

Este é apenas um de muitos apontamentos que pretendo desenvolver, nesta época de promessas eleitorais, de juras sobre transparência no exercício do poder, de isenção e tratamento igual de todos os cidadãos.

Em futuras intervenções, trarei aqui outros exemplos de claro compadrio entre a Câmara e alguns cidadãos, que talvez por serem (alegadamente) contribuintes líquidos para as despesas das campanhas dos 'candidatos do regime' conseguem passar pelos intervalos do PDM vigente ou então contornar as mais elementares regras do urbanismo.


Este não é apenas o tempo de fazer promessas. É também - ou principalmente - o tempo de explicar porque se não cumpriram as mil vezes feitas num passado mais ou menos recente!


Valongo e Alfena são, infelizmente, um alfobre inesgotável de casos malcheirosos onde quanto mais mexemos mais nos surpreendemos!

publicado às 22:40

UM ESTADO EM MAU ESTADO - APESAR DO CONSELHO...

Já são estas horas e ainda não sabemos qual é o estado em que se encontrarão todos aqueles conselheiros de Estado e em que estado nos deixarão, depois de aconselharem o mau chefe de Estado sobre o mau estado do Estado.

Em vez do relato do 4.º segredo de Fátima, o único milagre que gostaríamos de ver confirmado pelo marido da vidente ou então pela voz de algum dos velhos aconselhadores - velhos por dentro, obviamente - o único milagre que valia mesmo a pena, seria o do casal de idosos de Boliqueime perceber de uma vez por todas, que tem afinal uma reforma acima da média e que já não precisa de torturar mais o País, já não necessita de continuar a apertar a teta da Pátria, que de tão massacrada começa a dar sinais de colapso e que as pantufas e o sofá são o melhor para eles - mas sobretudo para nós.

 

Corrijo:

 

Afinal a RTP Informação começa agora a mostrar a brigada do caruncho e da naftalina a sair em passo acelerado da capelinha de Belém e parece que ainda não foi desta que conseguiram fazer uma coisa de jeito em prole do País.

O senhor idoso, amigo íntimo dos criminosos do BPN que podia ir em paz e passar ao lado da culpa dos tais amigos, afinal vai continuar a nosso cargo e nós vamos ter de continuar a ouvir os seus relatos sobre as visões da senhora que viu um milagre na pilhagem da Troika e no assalto aos nossos bolsos.

D. Maria e o 'seu caro' companheiro não vão por enquanto e infelizmente, tratar da sua vidinha.

Boliqueime com a sua acolhedora ruralidade vão pois continuar à espera e nós vamos continuar a ansiar por esse momento libertador.

 

(Como prémio de consolação e talvez para lhes ler umas histórias engraçadas, daquelas de adormecer velhotes, nós até estávamos dispostos a oferecer o Vitinho - aquele que fala devagarinho e que faz chegar o soninho. 

E mais: acrescentávamos um coelhinho mauzinho para adicionarem um caldinho, temperarem ao vosso gostinho, juntarem o arrozinho e servirem ao vosso vizinho - àquele de quem não gostam nem um pouquinho e que adorariam ver envenenadinho.

Mas pronto, não quiseram, azarzinho - nosso, do Povozinho!).

 

 

publicado às 00:07

SINAIS DE ÁLERTA NOS ‘SISMÓGRAFOS’ DE VALONGO...

Citando-me a mim próprio:

 

 
 
por: Celestino Neves  
 
Olhar (Im)Parcial
SINAIS DE ÁLERTA NOS ‘SISMÓGRAFOS’ DE VALONGO...
 

 

O 'País Local' vai a votos lá para Outubro, numa altura em que pelas minhas contas, a onda de revolta deverá estar no auge. Daí que, nas manchas alaranjadas deste País anémico e dizimado pelos tubarões da alta finança, já se pressintam as ondas de choque geradas pelo sismo do voto de protesto, que terá efeitos semelhantes a uma guerra: muitos danos colaterais, isto é, pagarão alguns justos governantes, por muitos pecadores - porque em boa verdade há também exemplos de boa governação local de laranja vestida.

Não é infelizmente o caso de Valongo.

Aqui, mais do que em qualquer outro Concelho do País, sente-se esse pânico no 'cento de crise', onde o dinástico sucessor – e continuador - de 20 anos de desvarios de Fernando Melo vai antecipando o 'dia seguinte'.

Valongo faz pandã com a desgraça nacional, com o 'genocídio' de que são vítimas os reformados, com a fome de milhares de crianças que tomam a sua primeira  refeição do dia, apenas quando chegam à escola. 
Aqui, somamo-nos à desgraça da Nação dos sem abrigo que todos os dias recebem novos reforços daqueles a quem os bancos levaram a casa já meia paga.

Aqui, ajudamos a multiplicar os muitos outros que não puderam cobrir a proposta tipo pegar ou largar dos senhorios, respaldados por uma nova lei das rendas feita por quem se esqueceu de que cortando a eito e de olhos fechados, ia seguramente cortar pessoas frágeis, com reformas abaixo do limiar da pobreza, desempregadas, doentes, carentes de quase tudo e a partir de agora, também de um tecto.

Aqui, onde significativas franjas de agregados populacionais têm características de dormitório da grande capital do Norte, somamos a todas as desgraças a desgraça de termos um senhorio chamado Câmara Municipal que descura as suas obrigações, que exorbita na renda que há muito deixou de ser social e que para cúmulo, se esquece também de fazer o que aos senhorios compete: cuidar do seu património para que quem dele usufrui tenha condições minimamente dignas para viver.

Aqui em Valongo, à desgraça que afecta a nação, nós ainda temos de somar a corrupção que herdamos de Melo e a 'prole' que nos entregou para manter e cuja 'gamela  onde manja' é tão pequena como aquela manta, que quando a esticamos para tapar o pescoço, nos deixa os pés na corrente de ar.

Por isso é que Valongo parou faz muito tempo, nas obras públicas - e também nas privadas que deixaram de alimentar as finanças da Câmara através das diversas taxas.

As freguesias, também elas asfixiadas pelas dificuldades,  deixaram de poder contar com os protocolos anuais que celebravam  com a Câmara e que lhes permitiam fazer mais e melhor trabalho de proximidade com menos dinheiro. Disseram-lhes que a Câmara tinha mão de obra capaz de desempenhar essas tarefas, mas a verdade é que se tem, não se nota. (Algumas pequenas obras de fachada e algumas 'primeiras pedras' lançadas neste período, não passam do já habitual folclore pré-eleitoral).

Os valonguenses chegarão pois a Outubro, com a revolta do País a dobrar

E tal como o resto do País, só podem – só podemos - votar em protesto contra o poder distante de Lisboa, sendo que somaremos a esse, o voto contra o poder de proximidade da nossa autarquia, que tem sido tão distante e tão nocivo como aquele.

Não nos faltarão portanto, razões para votarmos de forma diferente daquela que fez maioria nos últimos 20 anos de Melo.
Elas são tão ostensivamente visíveis que até nos fazem doer!


 
 
 
 
Celestino Neves 
 
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publicado às 12:00

A VERDADE, SÓ A VERDADE, NADA MAIS QUE A VERDADE...

Senhora Directora de A Voz de Ermesinde


Recebi hoje o n.º 904 do jornal de que sou assinante há algum tempo e que sempre elogiei pela objectividade, concisão e clareza que demonstra, sobretudo na cobertura dos eventos políticos. Os que me conhecem sabem que sempre achei que os relatos, por exemplo, das reuniões da Câmara Municipal são geralmente de um rigor e de uma seriedade invejáveis, já que não são comuns na imprensa portuguesa, mesmo de âmbito nacional.

Foi, por isso, com natural surpresa que no número que hoje recebi detectei uma falha que, além de infringir o rigor a que o jornal me habituou, sobretudo distorce completamente a realidade do se passou – e isso, sim, é mais grave do que a ausência de algum pormenor relevante. Declaração de interesse: sou deputado Municipal pela Associação Coragem de Mudar.

A questão é esta. Na página 8, é relatada a reunião da Câmara de 18 de Abril, puxando mesmo para título da página o assunto que mais a marcou: “Propaganda política… a escaldar!”. Aí se relata com os pormenores devidos e com o rigor habitual a discussão gerada pelo facto de a Vereadora do PS, Dr.ª Luísa Oliveira, ter apresentado a opinião de um parecer da CNE sobre a impossibilidade das Câmaras de legislarem sobre limitação/proibição de afixação de propaganda política, frisando que tal constituía uma inconstitucionalidade. Depois da tal acesa discussão “quente” (abstenho-me aqui de comentar os argumentos utilizados, o que fiz no documento que entreguei na Assembleia) o Regulamento foi aprovado com os votos do PSD, de dois vereadores da Coragem de Mudar e do Vereador independente Dr. Afonso Lobão.

Relativamente à sessão da Assembleia Municipal do dia 29 de Abril, cujo relato é feito na página 7 do jornal, são salientadas as variadas intervenções dos deputados, nos períodos de antes da ordem do dia e da ordem do dia e, no final do relato desta, está escrito: “Finalmente, o Regulamento de Propaganda e Publicidade, depois de muita discussão e acertos, lá seria aprovado sem oposição”.

Senhora Directora, estará por certo de acordo comigo em que esta informação, conectada com a informação sobre a aprovação do Regulamento na Câmara, da página 8, significa que ele foi aprovado tal como veio da Câmara. Ora, isto é inteiramente errado!

O que aconteceu foi que eu próprio apontei uma inconstitucionalidade e duas ilegalidades no Regulamento e fiz uma proposta no sentido de tais irregularidades graves serem eliminadas. Devo dizer que estas críticas foram previamente discutidas com o Vereador Sérgio Sousa, responsável, como o jornal refere, pela apresentação do Regulamento, e que manifestou a sua concordância de princípio, embora remetendo a última palavra para os deputados do seu partido na Assembleia. Aliás, as críticas estavam contidas num documento de análise do Regulamento que enviei previamente aos colegas da Comissão de Representantes da Assembleia, e ao Sr. Presidente da Câmara, que o encaminhou para o Ver. Sérgio Sousa. Documento esse que entreguei na Assembleia, aquando da discussão, e que fará parte da respectiva acta.

Depois de muita discussão (motivada pelo facto de, apesar de haver concordância do Veredor responsável, haver discordância da líder do PSD na Assembleia), foi elaborada uma proposta de conciliação pelo Duputado Dr. Rogério Palhau, propondo a eliminação do artigo que consituía a inconstitucionalidade e a alteração de outro artigo, de modo a eliminar a ilegalidade mais grave (ficou ainda por eliminar uma outra ilegalidade). Esta proposta, colocada à votação, foi aprovada creio que por unanimidade. Ou seja, o Regulamento aprovado foi-o sem a inconstitucionalidae e sem a ilegalidade mais grave! Isto faz toda a diferença, não lhe parece?

Admito que se trata de questões técnicas não imediatamente claras para não juristas. No entanto, as questões foram vezes sem conta repetidas na discussão. Com alguma atenção ou mesmo, em última análise, com algumas perguntas aos intervenientes, teria sido possível evitar este lapso importante. Que eu solicito que corrija, na próxima edição.

Para melhor informação, junto o documento que entreguei na Assembleia Municipal, sobre o assunto.

 

Aproveito para lhe apresentar, Senhora Directora, os meus melhores cumprimentos.

 

Valongo, 17 de Maio de 2013

João Castro Neves (*)


(*) Líder do grupo municipal e ainda presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Coragem de Mudar

publicado às 11:10

OS 'ANTROPÓFAGOS' DE ALFENA

Ontem, foi dia de reunião pública de Junta e também de 'velório' - no sentido figurado, evidentemente - por um 'morto' que nunca chegou a ser um vivo com muita saúde - o grupo independente Unidos por Alfena.

 

Da saúde periclitante portanto, passou por um período de coma irreversível, até que ontem entrou em 'decomposição' (uma situação preocupante a exigir rápidas medidas a bem da 'saúde pública) com a avocação de competências por parte do presidente (apoiante como se sabe da candidatura de João Paulo Baltazar) em relação a um dos membros, o secretário Sérgio Pinto e a ameaça de fazer o mesmo com os restantes.

 

Numa primeira fase, apeteceu-me dizer (em relação aos UpA): "bem feito! Estão a provar o vosso próprio veneno!"


Mas depois de constatar que apesar de ver tudo a ruir à sua volta, de lhe ter caído ontem em cima 'o Carmo e a Trindade' por causa da 'gestão secreta' da coisa pública na Junta, depois de testemunhar troca de mimos entre o 'grupo do presidente (o próprio e mais um) e os restantes três, com acusações de falsificação de actas e de não partilhar a informação sobre o que anda a ser tratado com a Câmara - onde é que eu já ouvi estas queixas? -  acho que me apetece pegar num RPG (lança granadas foguete para quem não fez a tropa) em cada mão - novamente no sentido figurado - e 'disparar' equitativamente nas duas direcções, reduzindo a escombros as duas divisões do mesmo reduto.

 

Uns e outros, são farinha do mesmo saco!

 

Coabitaram todos na diferença e comungaram do que os 'uniu por Alfena', que como se constata e nós já sabíamos, não era assim tanto, sendo que o cheiro a palco vindo dos lados de Valongo - talvez seja mais o cheiro à manjedoura do costume - lhes fez cair a máscara e vemo-los finalmente como são e nós já os imaginávamos: assanhados devorando-se uns aos outros numa manifestação de canibalismo ou antropofagia primários e repugnantes.

 

Ontem na reunião de Junta, ficamos a saber que daqui para a frente não existirá mais espaço para a abstinência. Esta é a fase do arroto, depois da deglutição do comparsa que se encontre mais a jeito. A lei do mais forte da selva verdadeira passa portanto a vigorar também na 'selva' de Alfena.

 

A gestão da coisa pública segue dentro de momentos - dentro de alguns meses para sermos mais exactos.

 

 

publicado às 17:03

VALONGO - SERVIÇO PÚBLICO

Dia 16 de Maio, quinta feira próxima à hora habitual, reunião pública de Câmara.


A Ordem de trabalhos - disponível AQUI -  tem 21 pontos, mas não é caso para ninguém se assustar, pois só os primeiros 9 têm algum interesse para o público...

publicado às 01:05

ALFENA - 'REI-SOL' UMA VEZ, 'REI-SOL' PARA SEMPRE...


Já aqui tinha escrito sobre o 'Rei-Sol' - que me recorde, a última vez há dias e  sobre uma nova 'configuração em formato camarário'.

Infelizmente, tenho que regressar hoje ao 'formato alfenense' para denunciar o discurso truculento e a ameaça de perseguição a um cidadão alfenense (um dos co-proprietários da Quinta do Bandeirinha) só porque não pactuou (não pactuaram) com a mega tentativa de burla de que foram alvo e que envolveu não apenas o actual presidente de Junta, mas também o seu tesoureiro Luís Garcês, o anterior presidente e parece que próximo candidato dos UpA Arnaldo Soares, o então vereador camarário José Luís Pinto, o mandatário de sempre dos Unidos por Alfena e arquitecto 'honoris causa' Camilo Moreira e ainda o grupo Eusébios, entre outros.


Foi na reunião pública de Junta de hoje.

 

A propósito de uma afirmação de Luis Garcês sobre o actual terreno que está a ser agora, finalmente, intervencionado pela Câmara que "foi uma alternativa que nós (a Junta) conseguimos para as duas hipóteses anteriores, nomeadamente a da Quinta do Bandeirinha que não avançou porque alguém pôs areia na engrenagem" pedi a palavra para 'colocar os pontos nos ii' àcerca desta afirmação.

 

Na resposta, veio de novo ao de cima o 'ADN' de 'Rei-Sol' de Rogério Palhau: "O proprietário da Quinta do Bandeirinha perdeu uma excelente oportunidade de negócio e para além de ter que indemnizar o promotor do empreendimento em tribunal o que conseguiu é que nos próximos 100 anos não terá qualquer hipótese de ali implementar qualquer projecto".

 

É grave esta ameaça!

 

Primeiro: Não é verdade que os co-proprietários tenham indemnizado o grupo Eusébios. Tiveram isso sim, de restituir o sinal nos termos da Lei, uma vez que romperam o contrato. Não houve portanto indemizações!


Segundo: Se eu fosse a pessoa em questão, aquilo que intentaria de imediato, seria uma acção contra o actual presidente de Junta, por ter proferido esta ameça numa reunião pública de Junta, na frente de diversas testemunhas (incluindo uma Jornalista).


O presidente de Junta não tem nada a ver com licenciamentos ou aprovações de projectos.


O Dr. Rogério Palhau é - por enquanto - apenas o presidente do executivo de Alfena - um executivo aliás dividido e em que ele está em minoria.


Será que vai utilizar o tráfico de influências junto da Câmara - valendo-se da sua qualidade de apoiante do PSD nas próximas eleições - para levar por diante esta ameaça de perseguição?

 

Verdadeiramente lamentável esta completa ausência de respeito pelo cargo que desempenha!

É caso para dizer que mereceu o 'tiroteio' que lhe caíu hoje em cima por parte dos Unidos - depois de ter retirado as competências ao vogal Sérgio Pinto.


Mas esse será assunto para aprofundar numa outra altura...

publicado às 00:39

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