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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA E A CÂMARA 'FORA DA LEI'...

E parece que aproveitando a 'boleia' de uma obra há muito anunciada e sucessivamente adiada - porque o calendário eleitoral a isso 'obrigou' - cá temos o ATENTADO AMBIENTAL anexo...

Tudo à boa maneira de sempre, isto é, realizando com uma mão e estragando com a outra, como é habitual em Valongo!

Desta vez não é a desculpa do costume:  "...não sabíamos de nada e a culpa é do empreiteiro". Neste casonão há empreiteiro!


José Ribeiro
12:20 (há 53 minutos)
 
 
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Valongo
Engenheiro Henrique Campos Cunha,

Na sequência de diversos alertas sobre operações de deposição e movimentação de terras nos terrenos confinantes com a Rua de São Vicente e com a Avenida Padre Nuno Maria Cardoso, que fazem parte da Quinta das Telheiras, integram a Reserva Agrícola Nacional e estão em leito de cheia do Rio Leça em Alfena;


Na sequência do facto das referidas operações de deposição e movimentação de terras terem sido realizadas por veículos propriedade da Câmara Municipal de Valongo, conforme fotos retiradas ontem, dia 6 de Maio, durante a tarde (em anexo);


Na sequência do ilícito criminal inscrito no Código Penal e designado por “crime urbanístico”, segundo o qual quem proceder a obra de construção, reconstrução ou ampliação de imóvel que incida sobre via pública, terreno da Reserva Ecológica Nacional, Reserva Agrícola Nacional, bem como do domínio público ou terreno especialmente protegido por disposição legal, consciente da desconformidade da sua conduta com as normas urbanísticas aplicáveis, é punido com pena de prisão até três anos ou multa;


Na sequência das Leis nº 32/2010, de 2 de Setembro e nº 41/2010, de 3 de Setembro, que prevêem que os funcionários ou titulares de cargos políticos (Presidentes das Câmaras Municipais e Vereadores, entre outros) que informem ou decidam favoravelmente processo de licenciamento ou de autorização ou prestem informações falsas sobre as leis ou regulamentos aplicáveis, conscientes da desconformidade da sua conduta com as normas urbanísticas, são punidos com pena de prisão até três anos ou multa, sendo que, se a licença ou autorização incidir sobre via pública, terreno da Reserva Ecológica Nacional, Reserva Agrícola Nacional, bem como, do domínio público ou terreno especialmente protegido por disposição legal, a pena acima referida será agravada até um limite máximo de cinco anos de prisão ou multa;


Tendo em consideração que o referido ilícito criminal de crime urbanístico, existe para eliminar a violação consciente de normas urbanísticas, em troca de vantagens patrimoniais, dado o actual estado de degradação urbanística, desrespeito pelo ambiente e ordenamento do território e também para combater a corrupção que se tem verificado ao longo dos últimos anos nestas áreas, sendo o Concelho de Valongo um dos maus exemplos no país;

Tendo em consideração o facto de os referidos terrenos estarem em pleno leito de cheia do Rio Leça e no domínio hídrico, sendo portante terrenos especialmente protegidos por disposições legais;

Vem o Grupo Municipal do PS Valongo, pelo presente, ao abrigo da alínea g), número 1) do artigo 56º do Regimento da Assembleia Municipal de Valongo, requerer à Câmara Municipal de Valongo, através da Mesa da Assembleia, com carácter urgência a seguinte informação, informando desde já que fará participação do ocorrido ao Ministério Público, dada a natureza e gravidade que pode revestir o crime em causa, bem como dá deste requerimento conhecimento às autoridades competentes para a fiscalização destes casos (CCDR-N, ARH-N, DRAP-N):
 
1 – Quem autorizou as operações de deposição e movimentação de terras nos referidos terrenos, designadamente a utilização de veículos da Câmara Municipal de Valongo, conforme se consegue identificar através das fotos retiradas?

2 – Cópias das autorizações das seguintes entidades para as referidas operações de deposição e movimentação de terras na referida área confinante com as Ruas de São Vicente e Avenida Padre Nuno Maria Cardoso, que integram a RAN, REN e estão em pleno leito de cheia do Rio Leça?
- Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N)
- Administração da Região Hidrográfica do Norte (ARH-N)
- Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAP-N)

3 – Cópia de todos os acordos/protocolos entre a Câmara Municipal de Valongo e os proprietários dos referidos terrenos que integram a Quinta das Telheiras em Alfena?


Com os nossos melhores e mais cordiais cumprimentos,
 
José Manuel Ribeiro 
Grupo Municipal do Partido Socialista de Valongo

publicado às 13:13

CITANDO O BLOG AMIGO 'VALONGO DA LIBERDADE'...

Com a devida vénia ao Blog amigo 'VALONGO DE LIBERDADE' - AQUI - tomei a liberdade de 'roubar' o excelente post que se segue (a repescagem de um assunto que perdurará nas nossas memórias por muito tempo, pela pequenez de certos comportamentos e pela diminuta dimensão humana de algumas figuras pequenas que agora ajudam a formar convenientes maiorias, antes nunca imaginadas).

Outros o recordarão (ao assunto) apenas porque sendo presente à Assembleia Municipal, teve neste Órgão a resposta adequada: reprovado por maioria.


 

publicado às 22:58

VALONGO - 'LÁ VAI REGUEIFA'...

 

E mais uma vez, acho que tenho de guindar 'aqui para cima' este excelente comentário ao meu post em que prometo uma excelente regueifa como prémio:


 

A. da Vicência a 6 de Maio de 2013 às 20:35


Amigo Neves,


Pode encomendar a(s) regueifa(s), eu cá trato do chouriço ou do presunto, só regueifa não é nada, quando muito serve para empurrar aqueles, sem esquecer o indispensável tintol ou brancol, eu cá não sou esquisito, desde que seja do bom, não precisa ser Barca Velha que isso é para quem tem cartão de crédito ilimitado por conta dos tansos do costume, nós.

 

A nossa vitória é certa, não é preciso ser jurisdista, nem ir a Coimbra, basta uma 4ª classe das antigas e são favas contadas.

 

Passemos ao estudo do caso em apreço.

 

A requerente do PIP, segundo a legislação em vigor, no caso em que não seja o único titular da área em questão, está obrigada a identificar todos os prédios abrangidos bem como os respectivos proprietários, juntando as competentes certidões do registo predial.

 

Independentemente de qual venha a ser a decisão final, a Câmara Municipal está obrigada a informar todos esses proprietários de todas as decisões proferidas pelos respectivos serviços, bem como de outras entidades chamadas ao processo.

 

A omissão de informação relevante por parte da requerente obriga a procedimento sancionatório adequado por parte da Câmara Municipal.

 

Mas como, em casos deste jaez, o segredo é a alma da negociata, a Grupo de Malfeitores, SA, com o propósito de ficar detentora de informação privilegiada face aos restantes proprietários, pode, muito bem, ter-se apresentado, falsamente, como única proprietária da área em questão.

 

Comprovada esta falsidade pelos serviços municipais (o que duvidamos, com malfeitores a regra é a conivência) ou por reclamação de algum dos proprietários prejudicados, deve a Câmara Municipal :

 

1. Notificar a requerente para, no mais curto prazo, apresentar aditamento rectificativo com a identificação de todos os prédios abrangidos, bem como dos respectivos proprietários, anexando as devidas certidões do Registo Predial.

 

2. Notificar todos os proprietários, prestando-lhes toda a informação a que têm direito, ou seja, todas as decisões tomadas no âmbito do referido processo.

 

3. Accionar os procedimentos sancionatórios adequados sobre a requerente e/ou projectista por falsas declarações prestadas à Câmara Municipal.

 

Esta seria atitude que a C. M. deveria tomar, assim cumprindo a legislação em vigor, e, tratando por igual todos os munícipes.

Infelizmente, esta não é a prática.


Há munícipes filhos e munícipes enteados, pior, há favorecimento a amigalhaços e a compadres e perseguição aos indiferentes ou aos que apenas querem usufruir dos seus direitos que a lei lhes confere, sem subserviência ou submissão a Suas Excelências, a seus capangas, ou a testas de ferro, feitos "mandatários" ou mandantes de malfeitorias várias.


Os compadres edificam ilegal e clandestinamente onde a lei não permite, com projectos feitos por técnicos municipais, assinados por sócios /testas de ferro, que os próprios apreciam e propõem a respectiva aprovação, construindo cinquenta onde o PDM apenas autoriza dez.


A quem não lhes vai comer à mão, prestam-se a fretes, assinando "de cruz" pareceres martelados para os tribunais; embargam obras com projectos aprovados há vários meses, que há muito deveriam ter a respectiva licença passada, aplicam, sem sentido, elevadas multas, que pagas ou não tens licença de utilização e, sem esta, não podes vender, numa tentativa de impedir o exercício da actividade.


Ou, como no famoso caso dos "16 milhões em dez minutos", o vereador que ainda não era frango, muito menos galo, passou um "papel mágico", capaz de transformar em ouro de lei os penedos, o mato, as árvores, o próprio ribeiro de Junceda e tudo o mais que existisse nos terrenos da Fonte da Prata, ao tal Resende, sobrinho/sócio do narcisista dos recuados, que de autarca de Bouças, passou ao estado de secretário das calçadas marítimas e hidroportuárias, e, ultimamente, segundo notícias, tem andado a mal fazer por S. Mamede Infesta, o tal Resende, dizia eu, na qualidade de comprador, escondeu o dito "papel mágico" dos proprietários vendedores que, aliás, nunca sonharam, sequer, que existisse, para minutos depois, como vendedor, sacar do dito cujo papel mágico, vendendo aos 'banksters' por vinte milhões o que minutos antes havia comprado por quatro milhões.


Pois é, meu Caro Neves, "eles" sabem-na toda.


Abraço do A. da VIcencia
publicado às 21:09

'CURTAS' SOBRE VALONGO, TAKE 3 - O PASQUIM...

 

Ontem escrevi sobre um 'pasquim' chamado Correio do Douro e sobre algumas aparentes ligações perigosas entre este 'amontuado' de papel impresso e a Câmara mais... como é mesmo o antónimo de transparente?

 

Depois de ter feito 'clic' em 'PUBLICAR' ficou-me um pequeno(?) LED a piscar na memória ainda ligada, remetendo-me de forma incontornável para estes 'reacendimentos' cíclicos do dito 'pasquim', sempre coincidentes com períodos eleitorais e foi então que o LED virou luz e me  lembrei que apesar deste País ser uma 'república das bananas' ainda há algumas Instituições a funcionar e legislação que apesar de tudo vai sendo aplicada, sendo que no caso presente, a Instituição é a ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social) junto da qual este jornaleco - para funcionar legalmente - deverá estar obrigatoriamente inscrito.

 

Telefonema feito e dúvida esclarecida: O Correio do Douro tem a sua actividade cancelada desde 2007!

Não pode por isso ser publicado e o seu dono incorre - pelo facto de o estar a editar e distribuir - numa contra-ordenação a iniciar a partir do momento em que dê entrada a queixa que irá ser apresentada.

 

Perguntas relevantes:

 

- Quem paga ao Correio do Douro a edição de 5000 exemplares mensais? 

(E não se venha dizer que é a publicidade que paga a respectiva edição, porque se for essa a 'via de defesa', então teremos de avançar para outro tipo de queixa: É que o 'ranking' deste pasquim intermitente, com uma tiragem do nível acima referido, nunca conseguirá sobreviver à custa da publicidade - se ela for apenas isso, PUBLICIDADE). 

 

- Que tipo de tratamento é que o seu dono e director daria - no caso de não estarmos a falar de um reles pasquim clandestino e ilegal -  a um pedido que lhe viesse a ser endereçado para uma edição (quase) exclusiva por parte de qualquer outra força partidária?

(Será que responderia que o candidato/presidente teria (sempre) a precedência e o direito à (paga) exclusividade?

publicado às 19:09

VALONGO - UMA CANDIDATURA PATROCINADA POR MUITAS... BOAS VONTADES!

Neste tempo de pré-campanha, Valongo continua a ser (infelizmente, digo eu) um motivo incontornável para o conteúdo deste Blog.


 

 

Valongo (a sua autarquia e o seu presidente) tem todos os ingredientes para atrair os 'raios e coriscos' que às vezes me apeteceria transformar em texto, mas que num esforço de contenção que, no meu caso, é mesmo um grande esforço, vou amenizando o mais que posso, vou adiando o máximo que posso, até que concluo que aqueles sobre quem me apetecia 'disparar' ao primeiro movimento que fazem na pocilga onde medram e tentam confundir-se com a lama que lhes serve de 'suporte básico de vida' já não merecem que assobie para o ar, que olhe para o outro lado, que violente mais a minha consciência cívica, continuando a diferir o momento do 'disparo' - porque claramente, quem beneficia desse diferimento, não vai corrigir os comportamentos que o motivam e por isso não merece, nem pelos vistos quer, uma nova oportunidade!

 

 

O candidato do regime, teve todas as possibilidades de se libertar do atoleiro onde o contexto e a 'família política alargada' o mantiveram durante alguns anos, um contexto em que quem controlava as 'válvulas' do fluxo necessário para aguentar a lama no ponto não era ele, mas em que ele já ajudava.

Teve todas as hipóteses de recondicionar o chiqueiro, mas manteve a 'mistura' com a consistência de sempre - por incapacidade, por não ter as password de acesso (que estas 'valvulas' não são umas válvulas quisquer) por outras razões que não vislumbramos?

De qualquer modo, o seu tempo acabou - o tempo para condescendências ou benefícios da dúvida - porque condescender é pactuar e se dúvidas já não tínhamos muitas, agora temos... nenhumas!

 

João Paulo Baltazar apresenta-se aos valonguenses propositadamente desligado do 'agregado familiar' de sempre, espécie de 'híbrido ecológico' a fingir, escondendo porém o comprometedor 'depósito do combustível poluente' e camuflando-se de cores neutras, sem símbolos ou 'setinhas' a apontar para o céu - porque os tempos são de muita revolta e as próximas eleições catalisarão muitos votos de protesto para o lado daqueles que sempre se têm oposto à corja que levou o País até à borda do abismo e só espera pelo momento mais oportuno para nos convencer a dar o fatal passo em frente.

 

Tem com ele - e como sempre - um Órgão que foi ao longo dos mandatos de Fernando Melo, o seu porta-voz oficioso e que incapaz de se manter à tona  liga e desliga ao sabor dos momentos eleitorais: o Correio do Douro.

 

Monolítico, monocolor, monocórdico, pústula execrável a denegrir ainda mais uma imprensa regional onde a maior parte dos actores são outras tantas 'vozes dos donos' e onde as  excepções são raras e por isso honrosas, o Correio do Douro foi alvo de um processo de contra-ordenação instaurado pela Comissão Nacional de Eleições na sequência de uma queixa apresentada por mim À ERC, logo a seguir ao acto eleitoral - reencaminhada para a CNE (por ser a entidade competente) em 18-11-2009 e cuja resposta pode ser vista AQUI.


O Correio do Douro interrompeu durante muito tempo as suas edições, regressando há pouco tempo atrás, talvez chamado pelo novo 'dono' que nem precisa de se assumir, dado o específico conteúdo das suas edições. 

Curioso seria bisbilhotar um pouco a contabilidade do 'pasquim' e ver quem é quem nos seus contratos publicitários. Talvez por aí se comece a levantar um pouco a ponta do véu em relação aos patrocínios de uma certa campanha...

 

E se um dia destes os outros candidatos resolverem obrigar o Correio do Douro a fazer a 'prova dos nove', exigindo tratamento equivalente - neste caso sem pagar?

Só antevejo três saídas possíveis: Ou recusa e arrisca nova queixa à CNE, ou aceita tratar todos por igual e provoca um rombo nas contas, perdendo ainda importância por deixar de ser o porta-voz oficioso do herdeiro, ou por último, pura e simplesmente hiberna de novo, deixando o 'dono' confinado à publicidade própria e ao 'Repórter Valongo'.


Correio do Douro - um 'jornal intermitente' numa banca perto da Câmara de Valongo...

publicado às 11:37

'CURTAS' SOBRE VALONGO (ALFENA) - TAKE 2

 

Câmara de Valongo - contributos para a 'jurisprudência urbanística':

 

Um estudo de caso (case study):


i -   A empresa 'Grupo de Malfeitores, SA', a seguir designada por 'GM, SA' apresenta-se no Serviço Camarário competente  com um PIP (pedido de informação prévia) propondo-se levar a cabo uma vasta operação urbanística englobando uma extensa área de terrenos localizada em Alfena. Apenas para facilitar, vamos 'supor' que a mesma se localiza algures na zona da Fonte da Prata; 

ii -  'GM, SA' intitula-se proprietária de todas as parcelas englobadas no referido PIP;

iii - Em situações normais, a apresentação de um PIP envolve o preenchimento deste formulário e ainda mais este.

 

Questões a considerar para efeitos do estudo:

 

a.  A requerente deve fazer prova relativamente às parcelas envolvidas, da respectiva titularidade e/ou da identificação de outros titulares abrangidos;

b.  A requerente deve pagar as taxas estabelecidas para este tipo de operação:

   bi.  Independentemente de qual venha a ser a decisão dos Serviços;

   bii. Apenas no caso de haver deferimento;

c.  Nos casos em que o requerente não seja o único titular das parcelas, os restantes devem ser informados pelo Serviço camarário relativamente à operação solicitada:

   ci.   Independentemente de qual venha a ser a decisão dos Serviços;

   cii. Apenas no caso de haver deferimento;

d. A omissão de informação relevante por parte do requerente, implicará procedimento sancionatório adequado e/ou comunicação ao Ministério Público, caso se apure culpa grave nessa omissão;

e.  Face às características do PIP, foi chamada a pronunciar-se a CCDR-N , tendo a sua posição implicado na inviabilização da pretendida operação urbanística em questão;

 

- Face aos elementos apresentados, diga descrevendo de forma sucinta, qual terá sido a actuação do Serviço Camarário competente;  

-  Justifique.

 

Nota:  Em futuro post, faremos o resumo dos contributos e a conclusão final. Ao estudo que obtiver a melhor classificação, será atribuída uma Regueifa de Valongo devidamente certificada.

publicado às 18:07

VALONGO - 'MELECA NO VENTILADÔ'?


 

Chegam-me rumores sobre o incómodo que este Blog constitui para o Sr. Almerindo Carneiro, administrador da empresa 'Construções Almerindo Carneiro, SA', actual e única detentora da marca 'SEC - Sociedade de Empreitadas e Construções, SA' ...

Algumas alusões aqui feitas em relação à actual situação social da empresa que tinha a sua sede em Alfena e sobre alguma 'engenharia financeira' à volta do pagamento das dívidas da Câmara de Valongo relacionadas com o PAEL terão mesmo levado o ilustre empresário e conhecido filantropo valonguense a equacionar um processo judicial contra o dono deste espaço privado.

O dito senhor, que soube construir à sua volta uma imagem diáfana de mecenato social, não gosta portanto do que por aqui vou escrevendo, o que é bom, porque se gostasse, eu teria algumas razões para me preocupar!

 

Talvez convenha aqui recordar-lhe, que Fernando Melo também não gostava e já incomodou os Tribunais por razões idênticas e passados alguns meses, lá apertamos a mão na frente da senhora magistrada do Ministério Público, com a presença dos respectivos advogados...

 

(Um Blog é uma espécie de diário e neste, escrevo o que vai na alma, sobre (quase) tudo, sobretudo, sobre a corrupção e actividades afins que minou e ainda mina e destrói por dentro este País e também o nosso Concelho. 

Depois, limito-me a deixá-lo - ao diário - aberto sobre a minha secretária virtual e fico até contente, se muitos amigos e alguns que o não são seguramente, passam por aqui para bisbilhotar e até me dão a honra de citar alguns dos meus post) . 

 

Feito este parêntesis, devo dizer que me incomoda solenemente um certo tipo de 'mecenato' que por aí prolifera, ao bom estilo de alguns países da América Latina, adoptado por certos empresários do nosso País como forma de camuflar actividades menos dignas, mas nunca associei obviamente o senhor Almerindo a esta faceta, porque em boa verdade, não tenho elementos que me permitam por enquanto fazê-lo.

Está evidentemente no seu direito - porque estamos num Estado de Direito - em ajudar a emtupir ainda mais os Tribunais, se isso o realiza como cidadão deste País, mas lançando mão de uma engraçada frase usada pelos nossos irmãos da América do Sul que falam 'portugueis', se quiser 'jogá meleca no ventiladô' esteja à vontade! Afinal, grande parte do paradigma dos ajustes directos de Fernando Melo ainda não 'prescreveu'...

 

Acrescento, aparentemente a 'despropósito', que conheço as razões pelas quais a Coragem de Mudar foi substituída pelo Partido Socialista aquando do famoso acordo para a viabilização do Plano de Saneamento Financeiro (que depois foi pelo cano, quando os bancos deixaram de ter dinheiro para emprestar, dando lugar ao actual PAEL) e elas não tiveram nada a ver com a famosa exigência da 'crucificção' pública de Melo: o sr. consultor eclesiástico e vereador menor de Valongo, agora ex-dono da Coragem de Mudar, até tinha preparada um versão bem mitigada para o papel de Egas Moniz que o senhor idoso teria de assumir publicamente, versão essa que originou mesmo algumas críticas acesas no seio do grupo de apoio aos eleitos, do qual eu faço parte.

 

O cerne da questão que me levou a abordar aqui, muito pela rama a imensa lista dos pagamentos em atrazo da Câmara de Valongo, para dar cumprimento à Lei que regulamenta o PAEL - num PDF 'convenientemente' pouco legível - e publicada AQUI tem a ver com comportamentos menos dignos de alguns empresários em abstracto e não com a SEC especificamente e que a Câmara, não sei se por obrigação legal ou não, mas pelo menos por responsabilidade social deve estar atenta também à salvaguarda dos direitos de muitos trabalhadores a quem aqueles devem dinheiro. Muitos preparam-se para jogar borda fora a sua carga mais preciosa, a força de trabalho - ou já o terão mesmo feito nalguns casos.


Sabemos que naquela altura difícil em que algumas empresas reconhecem que já não têm mais caminho para percorrer, a melhor e mais digna forma de proteger os direitos de todos os credores, incluindo obviamente os trabalhadores, é o processo de falência - antes de qualquer alienação subreptícia de património ou da transferência de créditos para terceiros, mas também sabemos que muito poucos o fazem - infelizmente!

 

Concluindo:

 

A actual situação da empresa Construções Almerindo Carneiro, SA (ou SEC - Sociedade de Empreitadas e Construções, SA) é a que pode ser consultada AQUI


Alguns dos pagamentos constantes da tal imensa lista cujo link coloquei acima, indiciam uma prévia (e talvez muito conveniente) transferência de créditos para o sector bancário, pelo que, quem consultar a lista, apenas encontrará a referência à empresa SEC (ou Construções Almerindo Carneiro) na coluna de Observações.

 

Eu não percebo muito de engenharia financeira nem das múltiplas formas que existem, de contornar a forma demasiado escrutinada dos processos de falência. Não sei bem se é sobre isso que os indícios falam, mas que desconfio, lá isso desconfio...

 

 

 

 

 

 

publicado às 08:51

VALONGO - UMA REUNIÃO A JACTO...

Notícias sobre a reunião pública de Câmara de hoje, mais uma a jacto, daqueles que voam muito depressa...

 

Ficamos a saber que aquela promessa muito badalada de Fernando Melo - o 'mega projecto' de reabilitação do velho quartel dos bombeiros, onde já se gastou um dinheirão em trabalho de gabinete  e no 'embelezamento plástico' da fachada com aquele painel gigante que tanto jeito deu na propaganda eleitoral do regime, mas que de tanto esperar, atacado por chuvas e ventos, por geadas, granizo e sol abrasador, se foi para o ecoponto ou para o aterro, sem honra nem glória.

 

A maquete exposta junto à entrada do edifício feio onde se situa a sede do poder incapaz de ultrapassar a fase de projecto, essa bem 'tentava dizer-nos', cada vez que passávamos por ela, que havia de crescer no quarteirão ao lado, até à escala real...

Nem sei bem se ainda lá está, mas se está, pelo que hoje soubemos, irá também a curto prazo para o caixote do lixo, rendida por um boneco mais simples, se o QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) cabimentar e se a AMA (Agência para a Modernização Administrativa)  estiver interessada em lá instalar uma Loja do Cidadão.

De promessa em promessa a Câmara incapaz de as cumprir, cede o lugar na fila a quem a queira substituir no projecto seguinte.

Ao menos o possível incumprimento deixará de pesar no seu enorme passivo de mentiras.

 

Eu acho - e tenho a vaga sensação de que nem o deveria dizer - que o candidato do regime só teria a ganhar se se demarcasse desse imenso passivo de promessas falhadas de Fernando Melo e da imensa lista de asneiras, de erros e de omissões que caracterizaram o seu nefasto reinado...

 

Ficamos a saber ainda, 'lendo nas entrelinhas' das palavras de João Paulo Baltazar,  que Alfena bem pode sonhar com o esquecido nó do Lombêlho, o qual afinal, 'nem é assim tão importante, dado que os invocados constrangimentos não são afinal significativos'  - esta última parte não ficou nas 'entrelinhas', ficou mesmo nas 'linhas'!

 

Tempo ainda - no meio do 'corre corre' rumo à meta - para nos deliciarmos com mais uma pérola do Senhor Consultor, perdão, consultor é noutro santo lugar, porque aqui, é apenas o menor dos vereadores e daí a necessidade de tamanha produção de pérolas...

 

Disse o senhor vereador menor, que a Câmara deve esquecer a Lei de enquadramento do PAEL - que obriga a publicar a lista de pagamentos em atraso - porque ele tem 'dúvidas sobre a obrigatoriedade dessa publicação'. 


(Sua eminência tem dúvidas, vejam só!).


Aconselha por isso o presidente da Câmara - conselheiro portanto - a que futuramente, 'peça um parecer jurídico antes dessa publicação'.

Fiquei com a vaga sensação de que sugeria de forma sub-reptícia que fosse ele a emitir esse parecer...

 

É sempre divertido ver alguém que fez parte de um projecto de cidadania onde a transparência, a abertura à participação dos cidadãos, a crítica à enquistada opacidade da Câmara eram a marca de água,  passar numa espécie de passe de mágica, para o hemisfério oposto, aquele onde os olhares indiscretos da populaça não conseguem penetrar e onde na penumbra morna do ar condicionado, medra toda a espécie de fungos que destroem em cada dia que passa, um pouco mais da já escassa credibilidade do poder local democrático.

 

Claro que sua eminência foi hoje, simplesmente igual a si próprio e por isso não nos surpreendeu, porque já o sabíamos desde 2009. Deu razão aos muitos que então nos avisavam, de que com ele, a Coragem de Mudar nunca conquistaria a Câmara.

Não sei se aqueles a quem se tenta agora colar terão ou não este aspecto em linha de conta, mas por mim, espero bem que não - por razões óbvias...


PS (apenas para registar um 'fait divers'): Tem sido habitual a presença nas reuniões de Câmara (e ontem lá estava ele novamente) do elemento do grupo dos ex-donos da Coragem de Mudar a quem foi atribuída uma sinecura nos SMAES.

Caso para perguntarmos, se a participação nestas reuniões implica o pagamento da respectiva senha de presença...

 

publicado às 22:11

'CURTAS' SOBRE VALONGO (ALFENA)...

Take 1:


 

Quem disse que a Justiça não funcionava?

Funciona sim senhor e a prova disso, é que o ex-vereador de Alfena, também conhecido por OVI (objecto voador identificado), futuro candidato pelos UpA a presidente de Junta de Alfena, terá sido julgado em data que não consegui precisar - não foi divulgado o 'acontecimento' - e terá sido condenado a trabalho comunitário.

Pior ainda, ou seja, melhor ainda, terá de o prestar mesmo em dias de descanso ou feriados, como foi o caso de ontem, em que foi visto por vários alfenenses a conduzir a carrinha da Junta.

 

Era o dia do trabalhador e presume-se que todos os funcionários estivessem a participar numa qualquer das várias manifestações organizadas pelas Centrais Sindicais, logo indisponíveis para qualquer tipo de trabalho. 

Sobrou portanto o 'condenado' de serviço...

Dura lexsed lex


 

Take 2:

 


Esta reunião teve lugar ontem...

Terá sido com a Direcção da AVA - Associação Viver Alfena, uma emanação (ou um apêndice) dos UpA, dado não se conhecer com exactidão, onde acaba uma e começam os outros (ou vice versa).

 

Os alfenenses esperam que tenha sido mesmo só uma reunião com a AVA e que da mesma não tenha resultado qualquer apoio - tácito ou explícito dos UpA à candidatura do Partido Socialista.

Abrangência sim, mas com alguns limites. Espírito de abertura sim, mas com algumas fronteiras que o percurso do 'querido líder' do UpA impõe que se tenham em conta.

É que onde ele está 'ou já acconteceu, ou está para acontecer'!


PS: Tinha acabado de colocar online este post, quando recebi um SMS não identificado a dar-me conta - alguém que estava mesmo atento - de que o ex-vereador não foi nada condenado, não podendo portanto, estar a cumprir qualquer serviço comunitário.

Mau!

Então em que qualidade é que ele cionduzia num dia feriado, a carrinha da Junta?

Será que assaltou o armário das chaves e pegou nela sem autorização?

 

 

 

publicado às 15:44

O RIGOR MORTIS DO GOVERNO DA NAÇÃO...

 

Esta é de 'cabo de esquadra' e diz tudo sobre a corja que nos governa, melhor dizendo, nos rouba, nos assalta todos os dias - no bolso e na dignidade que temos e a eles lhes falta.


Costuma dizer-se que o Povo tem os governantes que merece. Não concordo!

Eu e mais alguns milhões não votamos nesta gente, mas como manda a democracia (?) pagamos na mesma medida (pela medida grande) que aqueles que votaram e agora torcem as orelhas.

 

O comentário do amigo que me enviou a cópia do Diário da República e os recortes do mesmo que se seguem, dispensam comentários:


 

Finalmente podemos dormir descansados:  

O Governo, através de Carlos Moedas, acaba de recrutar 
2 ESPECIALISTAS EXPERIENTES que, finalmente,

irão redesenhar o mal desenhado memorando de entendimento.


Para que possam avaliar o elevado grau de experiência destes especialistas, anexo os respetivos despachos de nomeação e as sublimes notas curriculares.

 

Agora sim, a Troika que se cuide com estes novos, mas experientes especialistas e hábeis negociadores...

 

Isto só lido...

 

Está escarrapachado no D.R.

 

publicado às 15:09

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