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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

UNIDOS POR ALFENA - 'FACTURAS' EM ATRAZO...

Apesar de todas as tentativas para ultrapassar a situação, continuam por liquidar quase todas as 'NOTAS DE DÉBITO' que enviei aos UpA em 2009. Os autarcas devem ser pessoas de bem e de boas contas e o Dr. Arnaldo Soares garantia que todas as 'dividas' haviam de ser pagas num prazo razoável.

A verdade é que o não foram e não vale vir eventualmente agora dizer que são 'terceiros' os responsáveis pelo pagamento das mesmas, porque em 2009 as transferiu através daquela lamentável operação de 'factoring' para poder rumar a paragens mais altas.

 

Como é do conhecimento geral, correu mal a incursão em Vallis Longus, pelo que, qual filho pródigo da Bíblia, aí está ele de novo - portanto a jeito e com obrigação de assumir os 'calotes'

Sem que o faça, não é correcto - é mesmo inadmissível que o faça - pretender 'reabrir a actividade da empresa', como se não houvesse compromissos e obrigações por regularizar!


Pela segunda vez portanto, inicio nesta data o reenvio de forma faseada, dos 'pagamentos em atraso' na expectativa de que sejam regularizados no mais curto espaço de tempo possível.


 

Factura atrazada n.º 1/2013 - 'serviços convencionados' para o período 2005/2013.

(Nota: Enviarei recibo, após "boa cobrança")


Parcela nº1

(...)

Por isso, em Outubro (2009) vamos continuar como independentes, eventualmente se isso for o que mais interesse. Como se surgir outra solução nós com certeza que, de espírito aberto, vamos discutir essa solução.

Mas quer ser candidato?
Se as pessoas acharem que sim, serei candidato. A ser candidato a alguma coisa é à Junta de Freguesia de Alfena porque acho que quatro anos é pouco. Oito anos já será, eventualmente, o suficiente para mostrar no terreno alguns dos projectos.

(...)


Parcela nº. 2

(...)

Mini-autocarro quebra isolamento
Finalmente, e também no sentido de contribuir para a quebra do isolamento a que muita população está obrigada, a Junta de Freguesia pretende colocar em funcionamento, dentro de dois ou três meses, um serviço de transporte regular. Sem querer substituir-se às companhias de transportes, até porque não teria capacidades para isso, a Junta de Freguesia vai colocar ao serviço da população um mini-autocarro que foi oferecido pelo grupo Trofa Saúde. Arnaldo Soares explica: “Há idosos que passam a semana inteira sem saírem do lugar onde estão porque precisam de ir aos correios ou centro de saúde e tem de alugar táxi porque não há alternativa. Um dos sonhos é com o mini-autocarro duas ou três vezes termos um percurso para as pessoas poderem organizar as suas vidas e fazer esse circuito para quebrar o isolamento”. Ao portalvalongo.net disse que “dentro de dois ou três meses será possível”.

(...)

publicado às 10:43

ALFENA - O COMBOIO DESCENDENTE...


No comboio descendente

Vinha tudo à gargalhada

Uns por verem rir os outros

Os outros sem ser por nada

(...)

Zeca Afonso

 

No percurso do comboio descendente de 2005 até ao presente,  o embuste em que a maioria dos alfenenses embarcaram está mais que claro e não existe nenhuma desculpa para mais uma vez, no próximo dia 29 de Setembro, embarcarem na velha 'máquina a vapor' da linha Régua/Alfena (velha neste caso, como sinónimo de demasiado conhecida) que de novo começa a movimentar-se entre a piscina reguense e a vivenda alfenense, entre a papelaria, os escritórios ou casas dos inquilinos da renda mensal garantida.

 

("Quem cabritos vende e cabras não tem... do Ministério da Educação lhe vem?")

 

O senhor doutor

Irradia simpatia

RSI e muita alegria

Nem parece professor

 

Sabemos ao que vem

Sabemos com quem

Sabemos porquê

E também para quê

 

À primeira falhou

Reforçou na segunda

Até virar a bunda

A quem nele acreditou

 

Arnaldo Soares virou a bunda, mas não aqueceu o lugar onde a sentou, porque os requisitos e o 'caderno de encargos' de Fernando Melo e João Paulo Baltazar eram demasiado exigentes para as suas modestas competências de aprendiz na arte de transformar em ouro as xistosas terras de Valongo.

Esgotadas as suas capacidades para corresponder às expectativas nele depositadas, não teve outro remédio senão regressar, qual filho pródigo, ao seio da família de acolhimento alfenense que abandonou em 2009 e que fazendo jus ao nome, o acolheu mais uma vez de braços abertos.

Envergada uma vez mais a já coçada t-sirt de "independente" - com umas "aspas" enormes - ei-lo de novo, com o requentado e incumprido projecto de 2005 a tiracolo, o plástico sorriso afivelado, a carteira dos trocos para os cafés da angariação ou para ocasional esmola de retorno sugerido (na forma de cruzinha, evidentemente).

Atrelada, traz a tralha do costume: apoio farmacêutico, marketing imobiliário, órfãos da política, garimpeiros da 'Fonte da Prata' e tudo o mais sobre o qual já falamos demais.

 

'Na primeira, quem quer cai, na segunda cai quer quer e na terceira só cai quem é..."

 

Será que alguém é? 

 

 

 

publicado às 10:34

O 'SONO DOS INJUSTOS' - PERTURBAÇÕES INDUZIDAS...

Será que os cães também sonham?

Terá sido isso que aconteceu com o Baltazar, ou pelo contrário, a confidência que disse querer fazer-me (e que identificou no recado que me enviou através da  'madrinha) terá a ver mesmo com as suas ladradelas do costume da 'canzoada de Valongo'?

Ao pedir para que me deslocasse à sua canina residência, além de identificar o assunto, ele ladrava ainda que havia alguns pormenores 'quentes'...

Quem me conhece, sabe que não seria preciso mais para me obrigar a meter rodas ao caminho e me deslocar até ao berço da Pátria.

E sem me comprometer directamente - que o Baltazar é ainda um jovem com alguma imaturidade e a natural instabilidade dos verdes anos e pode ter apenas intuído aquilo que julga ter ouvido - aqui partilho a 'fofoca' ao mesmo preço a que a comprei:

 

- Ora viva, pequenote. Antes de mais aproveito para te dizer que a nossa última conversa foi muito comentada lá por Valongo (o contador de visitas subiu quase até às nuvens no dia em que a publiquei).

- WOOF-WOOF!

- Sim, sim, tínhamos combinado uma espécie de 'cachet' simbólico e eu não me esqueci! Toma lá. Duas doses de biscoito 'limpa dentes' comestível para os manteres bonitos (parêntesis para te dizer que houve vários comentários elogiosos nesse sentido).

- WIHEF!

- Pois, limpa a baba eheheh! Para a próxima, trago-te um osso - artificial, claro - que me foi prometido por um humano teu admirador lá de Alfena.

- WOOF!

- De nada... Mas adiante! conta-me lá aquela do acordo pré-eleitoral CDS-PP e PS  - ou será que percebi mal o recado da tua madrinha?

- WOOF! Vamos com calma, caro padrinho emprestado! O que eu sei, é apenas o que se consta entre a 'canzoada' lá da tua terra! Não é ainda um dado adquirido e antes que comeces a chamar mentirosos aos da minha espécie, eles apenas sabem que o assunto é falado como uma hipótese de trabalho...

- Ai! É impressão minha ou estás a ficar como os políticos humanos - "não me comprometa e se disser que eu disse eu nego"?

- Nada! não nego coisa nenhuma! Apenas deixo claro que o assunto tem sido apenas falado, não havendo por enquanto - e que a 'canzoada' saiba - nada de concreto e muito menos de formal...

 

(Pois... interessante!)

 

- Ahah! Apanhei-te! Agora já afitas as orelhas como eu fiz?

- Loool...

- Diz...

- Nada, nada! Lool é riso em linguagem 'redes sociais'...

- Vocês... Então, é sabido que o CDS-PP não gosta nem um bocadinho do ex 'vice-rei' de Gaia e agora secretário de Estado da Segurança Social - um tal de Marco Aurélio...

- Marco António!

-Seja, António... e tendo sido (o CDS-PP) sistematicamente menosprezado por Melo (e seus sequazes) apesar de lhes ter servido de muleta nos últimos mandatos, não tendo sequer direito a um exíguo cantinho do 'leito conjugal' deste casamento de conveniência, partiu para o divócio e vai avançar com listas separadas...

- Ó pah! e foi para isso que me fizeste vir a Guimarães? Vou ensinar-te a ladrar ao telefone. Ao menos assim poupas-me a viagem...

- WOOF-WOOF! Calma, porque há mais!

- Possas! ficas a 'engonhar'... desenvolve lá então!

- Ladra-se que o tal de Gaia, que entra em todos os jogos do mega tabuleiro de Valongo, inicialmente nem queria o meu homónimo a encabeçar a lista da Câmara. A sua ternurenta preferência parece que ia para a comadre (a actual n.º 2) mas ela é fraquinha no verbo, tem pouco poder de liderança e nenhuma implantação no terreno associativo onde o meu homónimo se movimenta bem. Por isso, o pequeno de Gaia lá engoliu o sapo (porque é que vocês associam sempre o sapo a qualquer coisa desagradável? Eu até gosto e quando encontro um com ar tenrinho... WLAAP!) e assegurou o mesmo n.º 2 à  comadre, impondo no entanto a 'assistência clínica do médico dos pobres' de S. Paio - e que é (ainda) vereador da Maia (parece que ele vale aí uns 500 votos das gentes daquele lugar)... 

- Pois... e o CDS-PP...

- Então, o CDS, que já digeria mal o homem dos 'ajustes directos' e das negociatas...

- Esse era o Melo!

- Achas? Acreditas mesmo que o Melo decidia tudo sozinho nos negócios às escuras?

- Escuros!

- Heim? Ah! pois, às escuras ou escuros, vai tudo dar ao mesmo! Ladrava eu que o CDS-PP já não ia à bola com o meu homónimo, mas agora, ao ver a interposta figura do pequeno de Gaia a mexer de novo nas peças do tabuleiro de Valongo, equaciona seriamente a possibilidade do tal acordo com o PS -  para aumentar as hipóteses de uma rotunda derrota dos homens do Melo e do Marco... António - agora não me enganei! Resta é saber se se juntará a fome com a vontade de comer...

- Interessante! Desculpa lá o descrédito inicial. Afinal, mereceste o gasóleo e a despesa com os biscoitos. Continua à escuta dos ecos da 'canzoada de Valongo' e se houver desenvolvimentos, ladra!

WOOF-WOOF!

- Não era agora... lool


E pronto, fica aqui mais uma 'fofoca' para a análise dos especialistas...

Alexandre Teixeira, líder do grupo municipal do CDS-PP, é um deputado jovem com muitas qualidades e um grande poder de argumentação e que já incomodava bastante o velho senhor (ou o seu vice e agora herdeiro e que quase sempre o substituía nas sessões da Assembleia) mesmo ainda antes do 'casamento' se desfazer.


(E quem me conhece, sabe que politicamente estamos a anos-luz de distância).


A mera hipótese de juntar as suas armas às do 'inimigo de estimação' de JPB - o candidato do Partido da rosa e futuro presidente da Câmara de Valongo - é em si mesma um prenúncio de graves perturbações no sono do herdeiro.

Como dizem os brasileiros, "se correr, o bicho  pega, se ficar, o bicho come", pelo que vai ter de ir mesmo à procura da verdade - onde quer que ela se encontre - e às vezes está bem perto!

Ou não... 


PS: Já depois de publicar, ocorreu-me aqui um diabólico 'cenário' que - não estivesse a coligação do governo no estado em que está - poderia bem ser tentado 'lá por baixo' nos directórios, onde os políticos da craveira de Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa já estão 'descontinuados': o 'remake', desta vez envolvendo o CDS-PP, da fita 2009 com o PSD de Alfena e com Arnaldo Soares.

Será que, por aquilo que eu conheço de alguns bons democratas-cristãos - que ainda os há aqui por Valongo e eu já referi um que por acaso até não é da 'velha guarda' - iriam aceitar pegar no escadote para irem apear os cartazes já afixados, a fim de reforçarem as hostes do herdeiro?

Espero que nem lhes passe isso pela cabeça, porque os Partidos devem ter memória.

O PSD já vimos que não tem, apesar de andar por aí a pagar jantares às 'velhas guardas', as quais - em Alfena pelo menos - deveriam ter bem presente a pulhice de 2009! 

 

publicado às 14:36

O PODER LOCAL - 'QUEM CABRITOS VENDE E CABRAS NÃO TEM'...

 

As autárquicas estão aí à porta e mais uma vez - se não fizermos tudo para o evitar - os cidadãos vão votar de acordo com as cores do 'clube' e eleger em muitos casos, os corruptos do costume, os mentirosos do costume, os vendedores da banha da cobra do costume.

 

Tem sido assim um pouco por todo o lado ao longo dos últimos anos do Poder Local e foi também assim em Valongo com Fernando Melo durante quase 20 anos em que nos tornamos a anedota preferida dos autarcas dos Concelhos vizinhos.

 

Mas foi o contrário disto que aqueles supostos independentes prometerem aos alfenenses em 2005!

 

E qual é o balanço que à escala  de Alfena podemos fazer?

 

Autarcas que 'engordaram' as suas contas bancárias, que multiplicaram o seu património imobiliário, que se tornaram senhorios de muitos alfenenses - a nível particular e dos pequenos negócios - que constroem em contra ciclo com a crise, que apresentam no fundo aquela suspeita prosperidade de quem 'vende cabritos, sem cabras ter'!

E tudo isto se faz sem que às nossas Finanças lhes cheire a nada nem ocorra a quem tem obrigação de combater a corrupção - Inspecção Geral de Finanças por exemplo - averiguar sobre hipotéticas 'heranças' de onde possa emergir tanto  'fulgor financeiro'.

 

Prosperam pois os corruptos e propõem-se continuar a fazê-lo, imersos na impunidade do costume que arruinou este País e nos tornou reféns para as próximas décadas, do verdadeiro sistema de governação mundial, que é o capital financeiro e de que os políticos (os nossos locais incluídos obviamente) são apenas, criminosos e colaboracionistas  'testas de ferro', a face visível do enorme iceberg.

 

Por isso, também os eleitores de Alfena, desprezados ao longo de 20 anos pela Câmara corrupta onde os 'criminosos' - falando (apenas) de crimes urbanísticos - de que temos por aqui alguns 'edificantes' exemplos, tudo têm podido fazer contra todos, conseguindo engordar até à obesidade enquanto a maioria do Povo emagreceu de forma preocupante, devem lembra-se no momento do voto, daquele conhecido aforismo: "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és"!

 

Como tudo seria diferente, se os candidatos a cargos políticos - também no Poder Local - tivessem que apresentar sempre à 'entrada' uma relação dos seus bens próprios, dos respectivos cônjuges e do respectivo agregado familiar, para ser comparada com a situação existente 'à saída'!

 

(Se os virmos à entrada de braços nus, sem nada na manga e vestidos como pessoas honestas e à saída vierem, como o contrabandista da caricatura, com os braços cobertos até aos ombros, de relógios de marca ou de bermudas molhadas pelo mergulho na piscina com que apenas sonhavam ao serem eleitos, isso será obviamente um 'sinal exterior' de... corrupção!).

 

Claro que isto deverá incluir os mandatários políticos e alguns membros das pomposas comissões de honra que os assessoram e suportam na ascensão ao pódio e alguma vigilância também, em relação a situações de 'engorda' inusitada em membros da família alargada durante o período dos respectivos mandatos...

 

publicado às 13:50

SERVIÇO PÚBLICO - REUNIÃO DE CÂMARA

Com uma agenda que já começa a ser habitual, isto é, levezinha quanto baste, que o muito que há para fazer pode esperar melhores dias, tem lugar no próximo dia 20 de Junho às 10:00 horas,  mais uma reunião ordinária da Câmara - 10 horas, Salão Nobre.




publicado às 21:56

'EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS' VALONGUENSES...

A linguagem da política é por vezes demasiado hermética e pouco amigável e nem mesmo a nível do Poder Local que como o nome indica deveria estar mais próximo dos cidadãos, deixa de se fazer sentir esta contingência desagradável.

 

O trabalho que se segue, pretende ser apenas o embrião que espero ver engrossado num futuro próximo com muitas outras colaborações, para um acesso mais democrático às minudências do riquíssimo acervo de expressões idiomáticas valonguenses - uma espécie de versão local do 'dicionário online de português'.


 

O FACILITADOR VALONGUENSE

 

Um manual interpretativo para termos manhosos e ‘expressões idiomáticas’ valonguenses


Bis-coito s.m. O soldo do adjunto do presidente; s.m. repet.+s.m. Coisa impossível (sem viagra).


Corrupção arcaísmo,s.f. Acção de seduzir por dinheiro, presentes etc., levando alguém a afastar-se da rectidão; suborno; conjunto de práticas condenáveis que segundo alguns registos históricos prevaleceram durante muitos anos na Valongo antiga.


Herança: s.f. Bem, direito ou obrigação transmitidos por disposição testamentária ou por via de sucessão; conjunto de sobrinhos, afilhados, amigos e amigos dos amigos e respectiva prole em idade adulta, obrigatoriamente transmissíveis sempre que (em Valongo) o presidente resolva abdicar por cansaço.


Melo-drama s.f. Acontecimento nefasto; ciclo de hibernação de 18 anos; estado de euforia provocado pela ingestão de Barca Velha; adj. m. Predisposição paternal  exacerbada para superproteger a família (incluindo a política).


Relógios s.m.pl. Tipo de remuneração nalgumas sociedades mais desenvolvidas; conjunto de objectos que constituem a prova de um crime e aceites em certos  tribunais.

 

Urbanismo arcaísmo, s.m. Conjunto de medidas técnicas, administrativas, económicas e sociais que visam o desenvolvimento racional e humano das cidades; conjunto de práticas ultrapassadas de que existem alguns registos históricos em Valongo (mas ainda em vigor nalguns Concelhos vizinhos menos evoluídos).

 


(Lista colaborativa e aberta)

 

publicado às 01:21

CONVERSAS IMPROVÁVEIS COM UM CÃO CHAMADO BALTAZAR #1

 

De forma algo inesperada, eis que surge a primeira oportunidade de conversar com o pequenote Baltazar de que falei AQUI há algum tempo atrás.

Guimarães, dia soalheiro, um pedido irrecusável para um passeio no jardim, com o saquinho de plástico no bolso - que afinal não foi necessário porque o pequenote só se aliviou em forma líquida - e lá veio a inevitável conversa sobre Valongo.

 

- Ó pequenote, antes de mais, explica-me lá melhor, porque outro dia ficou-me essa dúvida quando faladraste que sabias tudo o que se passava na Câmara de Valongo, como é que isso é possível a esta distância  - saberes mais sobre Valongo do que eu que moro lá...

- Pois... vocês os humanos, animais ditos ineligentes, inventaram o telefone, o telemóvel, o SMS, o Facebook o e-mail e um belo dia, vem um qualquer Edward Snowden dizer-lhes que tudo isso pode servir para devassar a vossa vida a milhares de quilómetros de distância. Isto já para não faladrarmos naqueles casos caricatos em que vocês conversam no Facebook com uma garota 'topo de gama' que mais tarde descobrem ser afinal um matulão com um focinho mais feio do que o dos meus primos buldogues. Tudo muito tecnológico, mas no fundo pouco fiável e às páginas tantas, vocês já não acreditam em nada e já duvidam de quase tudo.

- Atalha pequenote, resume, porque não temos a tarde toda!

- Então é assim: quando um de nós toma conhecimento de uma coisa que pensa ser do interesse de algum companheiro de longe - ou do seu dono - coloca-a no ar...

- Como assim?

- Ladrando, daaaha! Dependendo da ração que os nossos donos nos tiverem dado, essa mensagem pode chegar... digamos que a 3 ou 4 quilómetros, com o vento de feição. É captada pelos colegas, com um pedido de repetição e assim vai avançando no terreno. Acredita que em território continental pode chegar a todo o lado independentemente da distância. E temos uma vantagem: nós não sabemos mentir. O que ladramos não é susceptível de segundas interpretações e para além do mais, farejamos sempre a veracidade da notícia que vamos colocar no ar antes do primeiro WOOF-WOOF.

 

(Neste ponto, já eu estava literalmente de boca aberta de espanto).

 

- WOOF! Acorda!

- Desculpa, surpreendeste-me. Mas pronto, já percebi a mecânica da coisa e então...

- Então, foi assim que eu há dias soube que uma coisa que tu escreveste sobre uma empresa da tua terra - Alfena - que fechou as portas e despediu os trabalhadores, provocou uma celeuma enorme. 

- A SEC?

Sim, acho que é assim que se chama, que nós não somos muito bons com siglas - e um colega que costumava andar por lá, junto à entrada das antigas instalações aproveitando um ou outro bocadito de frango ou de salpicão que sobrava ou caía no chão quando os trabalhadores do armazém ou do parque de máquinas faziam o intervalo para a bucha da manhã ou da tarde, soube que tu foste um pouco injusto com o dono.

- Como assim?

- Tu escreveste que ele recebeu 1 milhão e tal  de euros e que talvez tivesse ido de bermudas e chinelos para um paraíso fiscal qualquer gozar os rendimentos - o que é isso de paraíso fiscal?

- Passa à frente. Eu depois explico-te.

- OK! Então parece que o homem afinal está cá e até passa por algumas dificuldades. O dinheiro (parte do tal milhão, porque o meu homónimo que manda na Câmara ainda não o pagou todo) transitou através dos Bancos numa operação com um nome estrangeiro que tenho dificuldade em pronunciar - Factoring? - e não se sabe muito bem se foi uma 'operação de trânsito' ou se foi para pagar dívidas, que nós os caninos, de Bancos percebemos pouco e apenas os usamos durante a noite para alçarmos a perna nas suas entradas e dar trabalho à mulher das limpezas que entra antes às 7 da matina para remover com água e lixívia as nossas 'marcas'. 

- Pois, mas o tal senhor foi dos que andou por ali pela Câmara envolvido numa coisa muito feia chamada 'ajustes directos'!

- Sim, sim, é verdade, mas segundo o meu amigo - e isto é o que se comenta entre a canzoada de Valongo - a partir de 2009, uma altura em que vocês realizaram aquela operação chamada eleições para colocarem no mesmo lugar o dono do costume, aquele que gostava de beber uma marca de vinho em que uma única garrafa custa mais que um ano da ração que eu como - eu ainda gostava de perceber porque é que vocês põem marcas nas bebidas para poderem cobrar 375 aéreos por menos de 1 litro...

- Euros! Mas atalha.

Pois... seja euros. Dizia eu, que a partir de 2009 e porque o senhor Almerindo (é o tal senhor da SEC) apoiou um tal Lobo grande...

- Lobão!

- Ah! seja - Lobão, Lobo grande tanto faz - a partir dessa altura, o tal senhor do vinho caro e o meu homónimo cortaram-lhe todos os contratos, apesar de continuarem com a enorme dívida por pagar.

- Quer dizer que  empresa do tal senhor Almerindo deixou de ser 'non grata' na Câmara?

- Exactamente!

- Bem ... agora deixaste-me algo apreensivo. Se calhar fui duro demais com o senhor Almerindo no tal post... Mas a verdade é que ele durante muito tempo andou por ali como os outros a alimentar o sistema!

- Andou, mas essa era a regra e quem não alinhava não 'mamava' - é assim que vocês dizem?

- 'Pera lá Baltazar! Mas o Lobão é aquele que ficou muito comprometido numa reunião de Câmara, quando o vereador pequenote - sem desconsideração para ti - levantou aquela questão de um jantar pago por Fernando Melo à oposição incluído numa verba de cerca de 16 mil euros de refeições mal documentadas que o Tribunal de contas recusou validar!

- Ah! sim, também ouvi ladrar sobre isso, mas nessa altura (do tal jantar) o tal Lobo grande ainda contava ganhar as tais das eleições. Como não ganhou, rapidamente se esqueceu de quem o financiou!

- Resumindo - e para não ser de novo injusto - a SEC (ou os Bancos) receberam como pagamento da divida da Câmara...

- Pelo que me contou o canino de Valongo, cerca de 700 mil euros - agora ladrei bem! - ou seja cerca de 60% do total em dívida. Mas também se sabe que não deve ter vindo a tempo ou não chegou para salvar os postos de trabalho porque a empresa fechou e transferiu o que resta para outro local situado no Concelho da Maia e está a tentar negociar com a parte residual da mão de obra que restou e com a Segurança Social para ver se consegue manter alguma coisa.

- Possas, pequenote!  Mas vendo bem as coisas, nesta aparente injustiça para com o Sr. Almerindo, culpas divididas, quem sai pior nesta 'fotografia' do encerramento da SEC em Alfena,  é afinal a Câmara e...

- Exactamente! A Câmara,  o meu homónimo e o tal do Lobo grande que foi muito pouco solidário com quem quase o ajudou a eleger - o meu amigo valonguense ladrou-me que tinha sido uma diferença de cerca de 800 votos!

- Sim, sim, parece que foi isso. Bem... não queres fazer na relva? Não? Então vamos lá p'ra casa, que já tenho algo para escrever. Vai pensando na próxima inconfidência.

- WOOF!


PS: Foi bom ter esta faladrura com o pequenote Baltazar. Neste caso tratou-se de uma espécie de 'remake' do meu post sobre a SEC. Porque afinal, há muitas pontas escondidas por detrás daquela lista enorme e quase ilegível do pagamento das dívidas da Câmara ao abrigo do PAEL.

Brevemente, voltarei à carga para saber as últimas fofocas da canzoada de Valongo - agora que já percebi a mecânica da coisa... 

 

publicado às 10:35

O 'DÉFICIT' DE VALONGO - CONTRIBUIÇÕES -'TAKE #1

Quem é que, sendo de Valongo e em idade adulta, não se terá sentido já constrangido por mais que uma vez nos últimos meses, perante um diálogo deste tipo com um qualquer amigo 'de fora’?:


“Ai tu és de Valongo? E como é que vai o Fernando Melo?

“Sim sou de Valongo e não sei como vai – Fernando Melo já não está em Valongo!”

“Ai não? Olha que ainda não deu para se notar! Vocês continuam a ser conhecidos pelas piores razões...”

“Ooops”!

 

Urge pois começar já a preparar o dia 29 de Setembro de 2013 – para que Valongo deixe de ser a ‘anedota’ do Grande Porto’, para que a Câmara deixe de ser – agora por razões de conjuntura já não é tanto - uma verdadeira central de negócios e para que um dos ‘pulmões’ do Distrito e da grande urbe deixe de correr o risco de virar – mal a conjuntura alivie – cimento e ferro, ou alcatrão e rotundas, daquelas conduzem a lado nenhum ou então a uma qualquer ‘nova Valongo’ para acompanhar a outra que enferruja e cai aos pedaços aqui bem ao lado.

 

Vamos pois a isso:

 

O documento que se segue é uma lista aberta feita ao ‘correr’ da pena e é um olhar independente de quem conhece um pouco – ou bastante, conforme veremos brevemente – a nossa Câmara e a sua inconveniente e constrangedora opacidade.

Não resultando de qualquer tipo de plágio ou ‘copy-paste’ terá seguramente muitas lacunas, imprecisões ou mesmo alguns erros.

Pode por isso, deve e agradece-se a quem o faça, ser alvo de contribuições ou críticas e pode obviamente ser citado ou transcrito, desde que referida a sua ‘paternidade’.

 

Colectânea de ideias para mudar Valongo - take #1


1. Uma imediata e exaustiva auditoria interna à situação actual da Câmara, incidindo de forma especial nos seguintes pontos:

 

1.1.        Macroestrutura

1.2.        Finanças

1.3.        Recursos Humanos

1.4.        Urbanismo

1.5.        Departamento jurídico

1.6.        Concessões e empresas municipais


2. Suspensão imediata de todos os cargos de nomeação para funções da confiança do presidente e membros dos últimos executivos e investigação detalhada das ligações familiares entre estes e os detentores dessas funções.

 

  2.1. Deverá ser criado para o efeito um grupo de trabalho – não remunerado – coordenado por um especialista externo em Recursos Humanos – da área universitária ou das associações socioprofissionais ou Associação Nacional dos Municípios e em condições que acarretem o menor encargo possível – grupo esse que deve integrar elementos de todas as forças políticas com representação na Assembleia Municipal e um representante da estrutura dos trabalhadores camarários se houver;

  2.2. Todas as imparidades detectadas deverão ser imediatamente corrigidas nos rigorosos limites da lei e tendo em conta a salvaguarda do interesse da Câmara naquilo que possa ter a ver com eventuais acções judiciais;

 

3. Na medida em que a lei o permita, suspensão imediata caso a caso – tendo o cuidado de não criar situações de vazio no assegurar dos respectivos serviços - de todas as concessões externas, seguindo sempre de perto os limites da lei para que o município não corra riscos desnecessários que tenham a ver com acções legais de sustentação duvidosa;


4. Introdução imediata do princípio dos Orçamentos participativos;


5. Realização trimestral e de forma rotativa, de uma reunião pública de Câmara em cada Freguesia;

 

 5.1. Nestas reuniões descentralizadas, no Ponto ‘Antes da Ordem do Dia’ deverá ser concedida a palavra ao respectivo presidente de Junta, que terá um período de 30 minutos, seguidos ou alternados (podendo haver pedidos de esclarecimento pelo meio) para apresentação de problemas relacionados com a sua autarquia;


6. Sem colocar em causa a continuidade dos actuais serviços assegurados pela Câmara às Freguesias, estes deverão ser transferidos para as mesmas de fora faseada e harmónica, com base em protocolos a celebrar anualmente com os respectivos executivos;


7. A gestão de todos os equipamentos sociais, culturais, desportivos ou outros, deverá ser transferida também para as Freguesias, com base em protocolos a realizar caso a caso – as realidades locais não são semelhantes – que possam assegurar os meios capazes de manter um nível de gestão que pelo menos não implique quebras de qualidade;


8. Alteração urgente do Regimento da Câmara, integrando todas as propostas já conhecidas ou outras que venham a surgir – das forças políticas  ou dos cidadãos – com vistas a tornar o funcionamento da Câmara mais transparente, mais amigável e susceptível de trazer um maior número de cidadãos às reuniões de Câmara;


9. Colocação ‘online’ de todos os documentos relevantes para os cidadãos, nomeadamente, Regulamentos, PDM, Actas e outros, procurando ainda intervir a nível da qualidade do sítio da Autarquia na Internet, sobretudo, acabando com a necessidade do uso de software específico;

 

(Sendo o ‘10' um número redondo, parei propositadamente no ‘9’ de modo a deixar em aberto pelo menos uma posição neste incompleto ‘decálogo’ – que pode obviamente passar a ‘bi-decálogo’ - ou mais...).

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 14:35

CÂMARA DE VALONGO - REUNIÕES 'A JACTO' E MUITA 'INOVAÇÃO'...

E lá fui eu à reunião pública e Câmara de hoje, uma 'reunião a jacto' - mais uma - porque a senhazinha dividida por 50 minutos é diferente do que seria se dividida por 2 ou 3 horas!

 

Para mim, que não ganho senha, não deu para o gasóleo, não contando com o eurito no parquímetro - porque o estacionamento gratuito é só para uns certos VIP de Porche...

 

Sobre a reunião, tirando a 'palha' da ementa do costume, dois assuntos com interesse - acrescentados à Ordem de Trabalhos:

 

- A proposta de deliberação sobre o pagamento do subsídio de férias aos trabalhadores em Junho, contra a decisão do governo (que João Paulo Baltazar apoiou de forma entusiástica nas últimas eleições);

- A proposta de deliberação apresentada pelo independente Afonso Lobão, no sentido de suspender as taxas de ocupação de espaço público (vulgo 'taxas de esplanada') durante um período de 2 anos (aquele que se prevê que dure a crise para os que conseguirem sobreviver à mesma).

 

Aprovadas as duas propostas por unanimidade.

 

(Uma pequena nota: Obviamente de acordo com o pagamento do subsídio de férias de acordo com a lei não posso deixar de manifestar publicamente a minha convicção de que João Paulo Baltazar só resolveu fazer 'peito' a Passos Coelho, porque sabe que o governo só respira de forma assistida ligado a uma 'maquina' chamada Cavaco Silva.

Sorte para os trabalhadores da Câmara, que aliás não vão receber nada a que não tenham legalmente direito.).

 

No entanto e como sempre, a reunião para mim, valeu mais pelos 'contextos paralelos':

 

Alguns contactos verdadeiramente improváveis e sobre os quais talvez venha a falar num futuro próximo e por último, um esclarecimento da Sr.ª vice presidente Dr.ª Maria Trindade, que teve a amabilidade de me chamar, vinha eu já a meio das escadas, para criticar (veladamente embora) um post que eu escrevi sobre as suas Ordens de Serviço n.º 3 e 4 GV/MTV/2013, nomeando 'assessores(as)' para as Dr.ªs Sónia Dalila Ferreira Macedo e Eunice Ariana Coelho das Neves, respectivamente.

Segundo esclareceu e eu registei, "essas nomeações não significam mais dinheiro para os funcionários destacados, mas sim mais trabalho" (eu já sabia e nunca disse o contrário) e que "o Sr. presidente nem sequer foi consultado sobre essa decisão" (não sabia, fiquei a saber, mas não precisava. Contudo, obrigado à mesma).

 

Mas há uma certeza que não se alterou com este esclarecimento: trata-se de uma decisão inovadora.

 

A Sr.ª vice presidente concordou e disse até, que gosta de inovar. As beneficiadas com a inovação também terão gostado da distinção - sendo que nem sempre o termo 'inovar' tem conotação positiva!

publicado às 22:55

O PRESIDENTE SEQUESTRADO...


Quem pode afirmar que não está em causa o 'normal funcionamento das Instituições'?
Apenas - pelos vistos - o pior cego de todos, que como diz o Povo, 'é aquele que não quer ver'!

Por Ana Sá Lopes
publicado em 11 Jun 2013 - 05:00 AQUI.

O sequestro do Presidente põe em causa o regular funcionamento das instituições

O Presidente pode demitir o governo se ficar provado o "irregular funcionamento das instituições". Mas o discurso de ontem de Aníbal Cavaco Silva é uma prova cabal do "irregular funcionamento das instituições", de um chefe de Estado sequestrado por um governo e colocado em lugar incerto - embora o seu avatar circule por aí e debite orações sobre as maravilhas da agricultura.

Nas cerimónias do 10 de Junho, o verdadeiro discurso que falou do Portugal de hoje foi feito por Silva Peneda, o presidente do Conselho Económico e Social, escolhido pelo Presidente da República para presidir às comemorações do 10 de Junho. E só isto pode ser um "sinal" de que a cabeça de Cavaco Silva - capaz de escolher um homem como Silva Peneda para aquela função - largou o seu corpo e se juntou à coligação governamental depois de ter sido alvo de eventuais malfeitorias naquela famosa reunião de sábado em Belém a seguir ao Conselho de Ministros.

A calamidade da situação do país foi bem apresentada por Silva Peneda. Numa sociedade que tem os números de desemprego que tem a portuguesa "daqui ao medo é um pequeno passo". Mas o Presidente da República que tinha afirmado, perante Sócrates, que se tinham atingido "os limites dos sacrifícios" fechou os olhos ao mundo à sua volta - e preferiu recordar a literatura neo-realista dos tempos da miséria e da ditadura, como se servisse de grande consolo aos portugueses de 2013 pensar que o país era muito pior e mais miserável nos anos 60, na época em que pontificava em Belém o contra-almirante Américo de Deus Thomaz - que ficou na memória colectiva por, não tendo na realidade nenhum poder face a Salazar, ocupar o seu tempo a fazer discursos estúpidos.

Ao aceitar ser uma espécie de ministro sem pasta do actual governo, Cavaco Silva perdeu o que lhe restava de capacidade para ocupar o cargo de "Presidente de todos os portugueses", no momento mais difícil da vida do país depois da ditadura. Ao explicar que não quer ter nenhum papel político, ainda piorou a situação. Já não há nada a fazer: como disse o primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva relativamente ao Presidente em funções nos anos 90, ainda poderia restar ao governo ajudar o chefe de Estado a acabar o mandato com dignidade. Infelizmente, tal não é possível. O sequestro do Presidente da República é um acontecimento grave e põe em causa o regular funcionamento das instituições democráticas.

publicado às 14:47

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