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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

COISAS DE 'OUTROS TEMPOS' - #4

A este post vou dar um subtítulo:

 

A CÂMARA DE VALONGO E A 'RECRIAÇÃO' DA RODA...

 

 

in Jornal VERDADEIRO OLHAR

Olhar (Im)Parcial

 

A má gestão na C. M. de Valongo só se corrige com uma mudança profunda!
 


"A sabedoria popular diz que o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita, e essa é sem dúvida a situação que se vive na Câmara Municipal de Valongo (...) com resultados que não deixam margem para dúvidas sobre o falhanço total de uma gestão casuística, caracterizada pela falta de rigor e de transparência e sem qualquer estratégia.

(...)"


Assumindo o risco da banalidade  da pergunta, atrevo-me mesmo assim a fazê-la:

- Quem será o misterioso autor da afirmação supra, parte de um artigo de opinião do referido Jornal?

 

Não, não sou eu, mas podia bem ser, porque além de ter publicado neste Jornal mais de 30 artigos de opinião na mesma secção -  'Olhar (im)Parcial' - concordo em absoluto com a mesma.

 

Quem a faz é o presidente da Câmara de Valongo, José Manuel Ribeiro... calma! Nem me deram tempo de acabar! É claro que não se trata de nenhum humilde exercício de autocrítica, mas se não me deixam concluir a frase... se tivessem um pouco mais de calma eu teria podido acrescentar 'era ele então, apenas candidato a presidente da Câmara'...

 

Pois é...

 

A má gestão da Câmara de Valongo, o falhanço total da sua 'gestão casuística caracterizada pela falta de rigor e de transparência e sem qualquer estratégia' é como a 'RODA': pode ser recriada, reiventada não precisa, isto é, pode ser quadrada, redonda ou oval, contudo, sempre e ainda roda - para mal dos nossos pecados...

 

publicado às 20:45

REUNIÃO DE CÂMARA DE VALONGO - 'CONVERSA REDONDA' E... PROBLEMAS DE 'COLUNA VERTEBRAL'...


 

Fui hoje à 'reentré' da Câmara de Valongo - a primeira reunião pública depois das férias - e francamente, não gostei do que pude testemunhar e que aqui partilharei com mais detalhe quando a acta da reunião estiver aprovada e me for fornecida uma cópia certificada.

 

O vereador da CDU Adriano Ribeiro, hoje mais comedido no uso do tempo, foi bem incisivo em relação a alguns aspectos que colocou no período de 'antes da Ordem do Dia', sendo que a principal crítica tem a ver com a ânsia exagerada de protagonismo do presidente que faz com que às vezes confunda a Câmara ele próprio e se esqueça,nos actos oficiais que organiza, que a mesma é composta por 9 vereadores.

Foi o caso da recepção aos ciclistas da União Ciclista de Sobrado, vencedores da Volta a Portugal que ele fez questão de receber no Salão Nobre da Câmara, antes de ir de férias, cerimónia que podia - e devia! - ser integrada numa reunião extraordinária de Câmara.

Não fez isso, preferiu ir para a mesa acompanhado do vereador do desporto e do presidente da Junta de Sobrado/Campo, esquecendo-se de respeitar o protocolo e deixando cá atrás no lugar do público os vereadores que quiseram estar presentes - parece que no momento, apenas Adriano Ribeiro da CDU, uma vez que Nogueira dos Santos do PSD já se tinha ausentado.

 

Uma outra questão - esta sim com uma ENORME RELEVÂNCIA - foi levantada pelo vereador João Paulo Baltazar e tem a ver com uma proposta apresentada por Adriano Ribeiro há cerca de 6 meses, sobre a necessidade de uma rigorosa auditoria à Câmara.

Justificando a questão que levantou com o "quem não deve não teme" João Paulo Baltazar quis saber em que pé está a dita auditoria.

 

Pasmemos então com a resposta do presidente da Câmara - o mesmo que em todas as sessões públicas da sua campanha, sobretudo aquelas mais participadas não se cansou de garantir que seria a primeira coisa que faria, até porque "queria conhecer o ponto de partida, para poder ser responsabilizado pelo ponto de chegada" e que foi mais ou menos a seguinte:

 

"Nós somos uma Câmara intervencionada por força do PAEL e portanto, tudo está sempre sob completo escrutínio. Além disso, temos na Câmara há meses, uma equipa da IGF (Inspecção Geral de Finanças) e no fim veremos. Se acharmos que se justifica a auditoria colocaremos a questão à Câmara. Temos a noção de que sendo os custos de uma auditoria muito elevados, era quase certo de que não apuraríamos nada que não saibamos. Mas eu vou consultar empresas credíveis nesta área e logo que possível, trarei aqui o assunto" - fiz um esforço de memória e acho que o citei quase fielmente...

 

É verdadeiramente inacreditável que se diga uma coisa destas e com esta total ausência de decoro - 'não apuraríamos nada que não saibamos'!

Mas na campanha eleitoral, já o PAEL tinha caído em cima da Câmara e de todos nós, logo, o escrutínio já era o que é agora e apesar disso justificava-se!

 

Parafraseando a conhecida frase, "das duas... duas": ou a 'corrupção e a gestão danosa dos últimos 20 anos' estão tão bem disfarçadas que não são detectáveis, ou então não existem, mas tudo deve ser feito para que a dúvida persista e se evite que o Povo descubra que afinal "o rei ia nu"...

 

Não alinho por nenhuma das hipóteses e arrisco uma terceira:

 

 

José Manuel Ribeiro nunca esteve interessado em partilhar os segredos cabeludos que se escondem nos 'armários dos esqueletos' da Câmara, interessando-lhe isso sim e sobretudo, manter em lume brando o seu mandato, sem fazer demasiadas ondas, que a sua genica como nadador não vai além da zona da rebentação. 

 

Mas se José Manuel Ribeiro sabe mais do que aquilo que filtra para os ouvidos do Povo, então é bom que tenha a noção de que o Povo mais tarde ou mais cedo vai descartar o 'filtro' e vai querer beber directamente na fonte - que a Lei do Acesso aos Documentos Administrativos ainda não foi revogada!

 

Ou foram meras 'girândolas' atiradas para o ar para animar o habitual folclore da campanha,  as acusações sobre a 'corrupção e a gestão danosa dos últimos 20 anos'?

 

E  acima de tudo, é com esta displicência que se trata uma proposta do vereador da CDU - mas aprovada pela Câmara por unanimidade - metendo-a na gaveta, só porque apeteceu ao presidente "não a levar a sério"

 

A última questão relevante - prometo mais detalhes quando tiver a tal da acta - tem a ver com as questões que agendei para o período reservado ao Público e que relembro:

 

- Espaço multiusos sob a A 41 em Alfena;
- Protocolo para o funcionamento da Plataforma Solidária em Alfena;
- Varanda em 'deck' junto ao Leça em Alfena (construída antes das eleições);
- Estacionamento junto aos estabelecimentos comerciais próximos da
rotunda de Alfena (restaurante 'o Teles', 'bibó Porto', 'cafetaria
Gomes', entre outros);
- Sinalização em Alfena (limites territoriais);
- Protocolo para a exploração da cafetaria - onde se situa a conhecida 'Sala da Lareira' (Nova Vila Beatriz) (*)

 

(*) Este último ponto foi deliberadamente omitido por mim, dado que vou transformá-lo num Requerimento para acesso a dois Protocolos: o da dita cafetaria (Vila Beatriz) e o da área de Restauração do Parque Urbano de Ermesinde. Quero compará-los ao detalhe e eventualmente voltar ao assunto em tempo oportuno.

 

- Sobre o espaço multiusos, o presidente (que tinha prometido a inauguração para Abril - ver AQUI) respondeu... nada! "Precisa de instalações sanitárias e talvez lá para o final do ano possa estar pronto".

 

Pois... estou a ver... na altura da 'promessa dos dois meses' os alfenenses não 'mijavam'!

Porque será que Arnaldo Soares anda (agora) tão calado - sobre este e outros assuntos?

 

- Sobre a Plataforma Solidária de Alfena - protocolo entre a Câmara, a Junta de Freguesia e a AVA - esta última entrou em ruptura com a Junta - o presidente respondeu... nada! "O protocolo foi assinado pelas três entidades e a Plataforma vai avançar. Ainda ontem - salvo erro - tivemos uma reunião com a presidente da AVA que se mantém no projecto".

 

Será? E logo com Arnaldo Soares na liderança? Vou esperar para ver...

 

- Sobre a varanda em 'deck' construída no cruzamento das Ruas de S. Vicente e da Várzea, na margem direita do Leça, o vice-presidente confirmou: "Não existe nenhum projecto, até porque se existisse teria de ser acompanhado de autorizações do IEP (Instituto das Estradas de Portugal) e APA (Agência Portuguesa do Ambiente). O dono ameaçou demoli-lo se a Câmara não pagasse. Não vamos pagar, até porque não podemos. O dono deve demoli-lo, até porque se não o fizer terá de ser a Câmara a fazê-lo, imputando-lhe custos".

 

Pois... estou a ver... e já agora, ninguém vai preso? E a Câmara já está assim tão desafogada de finanças que consegue abdicar das multas?

 

- Sobre o estacionamento - e os constrangimentos -  junto ao Restaurante 'O Teles', respondeu ainda o vice-presidente que concordava com as críticas, mas que "ninguém será multado por não respeitar as marcações. Se o carro não cabe, ocupa-se metade do outro. Disse ainda que estava inteiramente de acordo com a possibilidade de se alargar a oferta de estacionamento".

 

- Sobre uma alínea que eu acrescentei já fora dos 3 dias de antecedência que obriga a uma resposta na hora - o terreno municipal localizado mais à frente e resultante de cedências no âmbito daquela Urbanização - terreno que poderia ser utilizado exactamente para aumentar os lugares de estacionamento e para garantir uma saída alternativa para a Rua 1.º de Maio, evitando a ida à rotunda para vir para o centro de Alfena, acabando ainda com os incidentes na passagem privada ali existente, o presidente fez a habitual saída pela 'esquerda baixa': "como a questão foi colocada já depois do prazo dos 3 dias, não será respondida agora".

 

Pois... entretanto, pode ser que o estudo que está a ser feito pelos serviços na sequência do pedido de Arnaldo Soares para que o terreno seja cedido aos Motard's de Alfena, já esteja concluído...

 

- Sobre a sinalização de direcção de Alfena para quem sai da auto-estrada e que deveria ser 'Alfena centro', por exemplo e ainda sobre o sinal indicador de início de Alfena existente já depois da segunda rotunda junto à clínica Veterinária e ao Tavares dos tubos e torneiras - pelos meus cálculos, o Teles deve estar quase no Alto da Maia - o vice-presidente disse... nada! Acha que "tudo está bem, a sinalização deve ser meramente indicativa e sempre foi tratada em colaboração com a Junta".

 

Pois... e isso à partida é garantia de qualidade! Estamos esclarecidos. 

 

Ah! E já agora, o Teles paga as licenças em Valongo ou na Maia?

 

 

publicado às 18:20

COISAS DE 'OUTROS TEMPOS' - #3

 

Será que uma mesma realidade pode ser avaliada pelos mesmos actores de forma completamente antagónica, apenas porque o seu posicionamento face ao poder se alterou - e com isso se terá alterado também a sua acuidade visual?

 

Pelos vistos pode, como se depreende do recorte seguinte.

 

Quem é que nunca ouviu pelo menos uma vez a conhecida rábula da saudosa Ivone Silva, 'Olívia empregada e Olívia patroa'?


FONTE: Correio da Manhã

Valongo - PS acusa câmara municipal de criar “faroeste urbanístico”

O PS de Valongo considerou hoje que a câmara local “está de novo a reforçar uma imagem de autêntico ‘faroeste urbanístico’” naquele concelho, prometendo avançar com queixas para o Ministério Público e a Polícia Judiciária.

Em comunicado enviado hoje à Agência Lusa, o presidente do PS de Valongo insurge-se contra o “pedido de alteração do uso do solo para terrenos sitos no município de Valongo, no âmbito da revisão do Plano Director Municipal”, que será discutido já esta quinta feira pelo executivo municipal, numa reunião “à porta fechada”.

José Manuel Ribeiro refere que “a proposta que o presidente da Câmara Municipal de Valongo estranhamente inscreveu” para esta reunião abrange “uma área muito considerável, cerca de 125 hectares, e que está integrada em área florestal e em reserva ecológica nacional, de acordo com o actual PDM”.

O dirigente socialista, também deputado municipal, acrescenta que a possível desclassificação destes terrenos, situados junto a um nó da A41, “não é considerada na proposta construída pelo Gabinete de Revisão do PDM” e hoje apresenta na reunião da Comissão de Acompanhamento da Revisão do PDM de Valongo.

(...)

“O PS vai votar contra esta proposta”, anuncia o mesmo dirigente, e “denunciar esta grave e preocupante situação à Policia Judiciária e ao Ministério Público, para que actuem de imediato, dado o risco de podermos estar confrontados com crimes de tentativa de corrupção, peculato e participação económica em negócio”.

(...)


PS: Entre a "Olívia empregada" e a "Olívia patroa" na versão José Manuel Ribeiro, alguém consegue encontrar na actual configuração do presidente da Câmara de Valongo, pontos de contacto entre a posição expressa como líder concelhio do PS e a que actualmente defende para a viabilização do mega processo de corrupção do 'garimpo de Alfena' envolvendo a Novimovest, o seu amigo Jaime Resende e ainda o ex-vereador de Fernando Melo, José Luís Pinto?

Eu também não...

 

publicado às 13:33

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