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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO – DAS TERRAS DA MAIA A ‘subúrbio’ DA GRANDE METRÓPOLE INVICTA (1836 – 2017)

Captura de ecrã 2017-11-29, às 12.10.26.png

 

Agora que as comemorações bacocas de uma efeméride que de nobre não tem nada já terminaram,  impõe-se que regresse a um tema que já aqui abordei, mas sobre o qual muitos persistem em laborar em erro.

 

(Apesar de tudo, algumas das pessoas envolvidas merecem-me suficiente respeito para lhes ter dado este tempo)... 

 

O artigo do Jornal A Voz de Ermesinde que coloco abaixo explica de forma notável como a narrativa construída e alimentada pelo actual presidente da Câmara não passa de uma lamentável mistificação histórica.

Valongo é o que é,  muito por força das circunstâncias que levaram a que as coisas fossem o que foram em 1836 - uma notável e dinâmica região das Terras da Maia - um lamentável subúrbio, onde existem coisas bonitas sim, onde existe património relevante sim (mas muito mal preservado no entanto), onde existe gente dinâmica e empreendedora sim, mas onde tem existido sempre também uma corrupção bem acima da 'média nacional' e onde o 'ranking' actual, apesar de tudo o que possa ser dito em sentido contrário, nos continua a envergonhar.

 

Portanto, falar com pompa e circunstância do Concelho de Valongo, induzir nas nossas crianças (as escolas foram chamadas a participar nos vários eventos e a contribuírem para colocar numa alegada 'cápsula do tempo' seja lá o que isso queira significar) os enganos e as mentiras históricas que lhes andam a ser impingidos é, no mínimo, profundamente lamentável.

 

(E claro, alguns professores que sabem até melhor do que eu como é que Valongo nasceu e 'prosperou' e o que verdadeiramente se passou, assistiram na plateia impávidos e serenos à disseminação da mentira junto dos seus educandos. Porque será?).

 

Finalmente, sobre a condecoração de 80 'valonguenses ilustres' inserida no programa das comemorações...

 

- Que comissão decidiu sobre isso?

- Quais os critérios?

- Que 'cambalhotas' teve de dar o actual presidente para acolher alguns dos nomes - ou não teve mesmo de as dar?

 

(É que há nomes na lista que dão até alguma vontade de rir. Estranho mesmo que se tenham esquecido de Marco António Costa, esse expoente máximo da social-democracia e que também governou Valongo!).

 

Um destes dias, Alfena e Ermesinde - que sempre tiveram mais a ver com a Maia do que com esta mentira que nos impingiram, vão ter de pensar seriamente no seu posicionamento relativamente ao futuro que nos têm vindo a adiar.

 

(Devido a uma troca de nomes e fotografias, o artigo que se segue não é da autoria de Arnaldo Mamede mas sim de Ricardo Ribeiro.

Ambos colaboravam à altura com a Voz de Ermesinde, daí a troca dos nomes e foto anexa e ambos integram a Associação Al Henna de cuja Direcção também faço parte).

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Captura de ecrã 2017-11-29, às 12.02.20.png

Clicar neste 'link' para ler o artigo na íntegra (pág.12)

 

 

 

publicado às 11:14

VALONGO DA MAIORIA ABSOLUTA E DAS ABSOLUTAS ARBITRARIEDADES...

O comentário que se segue, do meu amigo Arnaldo Mamede e que me foi deixado aqui no Blog a propósito da 'ponte suspensa' de Cabeda, merece ser trazido 'cá para cima', em forma de post...

 

Pelos vistos a Câmara 'cinco estrelas' onde tudo é transparente e onde os munícipes estão sempre em primeiro lugar, continua a fazer de conta que em Portugal não existe propriedade privada de terrenos.

Mas pior do que isso é dar indicações a terceiros - EDP, BeWater, por exemplo - de que o "caminho é por aqui e podem abrir à vontade"!

 

Por aqui porra nenhuma! Façam o vosso trabalho em condições e aprenda a olhar para as plantas topográficas que existem, com olhos (e com vontade) de ver, antes de darem autorização para abrir valas, demolir marcações, instalarem infra-estruturas!

 

Claro que o Mamede até tentou falar com o responsável da fiscalização da Câmara para obter explicações sobre o atentado mas está quieto é o falas!

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publicado às 12:11

A PONTE SUSPENSA DE ALFENA...

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A ‘novela’ de mau-gosto envolvendo a construção da ponte de Cabeda (Rua de S. Vicente) em Alfena está começar a azedar (ou a feder)!

 

Ao que parece, os terrenos por estas bandas costumam ter donos.

(A Câmara de Valongo pelos vistos pensava que não...).

Vai daí, resolveu começar uma obra numa via estruturante sem cuidar da planificação – se o tivesse feito teria descoberto um dono com quem teria previamente que negociar – e como se costuma dizer, “deu com os burros na água” - que ali e por estas alturas de seca intensa é pouca ou nenhuma. Mesmo assim, os "burros" não há maneira de se desatascarem...

 

O pior (para os alfenenses) é que os tempos da Justiça não são os tempos da Câmara nem dos cidadãos que diariamente perdem a paciência com os desvios que têm de fazer, isto já para não falar no pequeno comércio e outras actividades que se têm mantido numa espécie de enclave a ver passar os comboios lá em cima, os aviões ainda mais em cima e os autocarros ali ao lado...

 

O assunto é demasiado sério para se brincar com ele.

Por isso, o pequeno texto que se segue é (apenas) uma espécie de 'manual de instruções' para desmontar a 'bomba-relógio' que a Câmara tem nas mãos...

 

Em Cabeda a ponte está suspensa

(A ‘novela’ não, essa continua intensa)

Por isso e para distender a tensão

Evitando uma perigosa explosão

Liguem de uma vez as pontas da dita

À Rua (de S. Vicente) que espera aflita

Alfena tem (no tempo) uma ponte suspensa

Pois que (por cabos) a tenha suspensa

E cortem de uma vez a maldita fita!

 (Parece que saiu meio rimado mas não foi propositado...)

 

 

publicado às 22:51

ALFENA E A 'CAIXA DE PANDORA'...

 

Breve e prévia 'declaração de interesses':

 

- Não estou de nenhum modo envolvido em nenhuma disputa partidária nem nada que o pareça;

- Na última campanha eleitoral autárquica critiquei publicamente a candidatura alfenense do PS por causa de algumas críticas populistas que foram feitas - com fotografias e tudo - atribuindo ao executivo da Junta de Freguesia a responsabilidade por reparar passeios, tapar buracos, limpar terrenos, etc., etc.

Essa responsabilidade cabe como sempre coube à Câmara cujo anterior e actual presidente apoiou esses seus candidatos em Alfena;

 

(A candidatura dos Unidos por Alfena - UpA - não me desmentiu então, nem rejeitou esse meu "apoio" que alguns consideravam favorecer a candidatura do PSD ao Município!!!!).

 

Posto isto... 

 

(Créditos das fotos a Jorge Moutinho, na sua página do Facebook).

 

Captura de ecrã 2017-11-18, às 11.44.49.png

 

Tenho vindo a constatar o envolvimento da Junta em tarefas que são da competência da Câmara e como habitante de uma Cidade a quem a Câmara tem tratado como 'gata borralheira' no que toca a dotações orçamentais e investimentos de qualquer tipo e isso preocupa-me.

A limpeza compulsiva e/ou pequenas reparações em espaços/terrenos privados obedece a regras e procedimentos de carácter administrativo - para que os custos  resultantes dessas operações possam ser imputados aos incumpridores, inclusive com um agravamento de 25%. 

 

Duvido que qualquer substituição das funções da Câmara por parte da Junta sem que para tal tenha qualquer delegação de competências, possa alguma vez ser devidamente ressarcida.

 

Se a Junta de Freguesia de Alfena quer realmente defender o erário público obrigando os incumpridores vários a suportarem os custos do seu desleixo só pode juntar-se a quem há muito tem batalhado para que a Câmara - seja PS, PSD ou de qualquer outra cor - cumpra as suas obrigações.

 

(A não ser que a ideia seja exactamente a de avançar por uma assumpção irregular de funções que depois possibilite ao(s) incumpridor(es) a recusa liminar de qualquer custo que lhes venha a ser imputado. Mas confesso que me custa a acreditar em tanto calculismo...).

 

Mas que esta prática - a prosseguir - é uma espécie de 'caixa de Pandora' muito perigosa, lá isso é!

publicado às 11:07

NÃO GOSTO DE CHUVA OU FRIO EM AGOSTO.PONTO!

Captura de ecrã 2017-11-11, às 19.55.44.png

 

Do Marcelo eu gosto tanto como, aposto, gostamos de ter chuva e frio em Agosto.

 

Torra-se-me a paciência ver tanta sapiência, tanta palavrosa beneficência  prodigalizadas a esmo e ao preço da uva mijona...

 

Ele é 'aqui, além e acoli', em contexto biquíni ou em passo encenado e apressado – “já é uma da manhã e ainda tenho uma distribuição de abraços ali ao lado” - prodigalizando afectos e ‘abreijos’ ao Povo destroçado por esta ou aquela concreta, pequena ou grande desgraça e deles tão necessitado...

 

E foram tantas as frentes em que teve de se desdobrar que até se tem esquecido de despachar - sim, um presidente republicano despacha!

Os incêndios, as discotecas encerradas por servirem música contrafeita e genuína bordoada em doses igualmente exageradas, os desavindos do PSD e o 'cafuné' de emergência ao Santana Lopes, enfim...

 

Não gosto "sua magestade el-Rei Marcelo", porque não sendo finge sê-lo - monarca absoluto, el-Rei da traquitana de Lisboa e dos Algarves e de todos os alarves que se  sentem (por ele) representados - nem me incluo no grupo de 'todos os portugueses' do seu já gasto cartão de visitas institucional. 

 

Não gosto de Marcelo ponto.

 

Associo-o inevitavelmente à canção “já fui ao Brasil” e onde ele já foi mil vezes mil, não comigo - credo! - mas com Ricardo Salgado.

 

 

Não gosto do seu sorriso embevecido enquanto lhe saem, quase espontâneas, as múltiplas  e ‘orgásticas epifanias’ ao imaginar-se o centro do mundo ou de um bananal qualquer onde (só) faltam as maravilhas para que as 'Alices' que habitam em todos nós se sintam felizes.

 

Não gosto do Marcelo por encarnar no pior sentido esta descrição do Grande Fernando Pessoa - «O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente» - Marcelo é assim mesmo não sentindo dor!

 

Gosto tanto de Marcelo como do vinho a martelo, como da marmelada feita sem marmelo, como de ir a Marrocos e não andar de camelo.

 

Não gosto.Ponto final!

 

_______________________________

PS: Ah! E também não gostei nada de ler isto:

Captura de ecrã 2017-11-11, às 20.23.14.png

 

 

publicado às 15:20

ALFENA E O SEU 'PARQUE VALE DO LEÇA' - PROMESSA FEITA TEM DE SER PROMESSA HONRADA!

20171106_171557_001.jpg

 

O Parque Vale do Leça é já e indiscutivelmente uma grande mais-valia para Alfena!

 

Pena que o estado (ainda) visivelmente embrionário do projecto se arraste por demasiado tempo à espera do cumprimento da palavra dada e (ainda) não honrada pela Câmara constituindo um claro 'handicap' - perdoem-me o estrangeirismo - à plena fruição do espaço por parte dos cidadãos.

 

- Falta concluir/melhorar alguns acessos;

- Falta impedir/limitar o acesso de viaturas automóveis ao espaço - alguns abusos já detectados aconselham atenção a este aspecto;

- Falta iniciar a recuperação do velho moinho e respectivo canal;

- Falta rever/ampliar o projecto de arborização;

- Falta instalar - para 'começo de conversa' - algum equipamento de lazer e conforto;

- Falta instalar (pelo menos) um ponto de fornecimento de água potável; 

- Falta começar também a mover o olhar para Sul, para os lados de Ermesinde, que o Leça não para em Alfena e o espaço multiusos como primeira etapa, está ali tão perto e ao alcance de qualquer míope..

 

- Etc., etc., etc.

 

Apesar de todas estas lacunas e promessas por cumprir, é já um enorme prazer presenciar em certas alturas do dia as dezenas de pessoas que por ali vão passeando, correndo (ou 'manquitando' de forma mais ou menos evidente como é o meu caso) fruindo o espaço, cada um à sua maneira e da forma que pode ou melhor lhe convém.

 

E é em atenção a todos e também aos muitos que seguramente virão quando o local se assumir como um verdadeiro e condigno tributo de Alfena ao seu Leça, que o que falta fazer tem de ser feito!

 

publicado às 22:58

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