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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO DO NOSSO DESENCANTO...

Dizem que o Poder Local Democrático foi uma das grandes conquistas do 25 de Abril de 1974 e dizem bem - digo eu e a esmagadora maioria dos portugueses!

Mas que há excepções, lá isso há.

 

 

E como em tudo na vida em que não há regra sem excepção Valongo é a lamentável excepção...

 

A última maioria absoluta dada pelos valonguenses ao PS, reforçando de forma significativa a anterior e tangencial maioria relativa, longe de assentar no reconhecimento dos méritos de José Manuel Ribeiro e da sua gestão, assentam no estado de absoluta desgraça em que caiu o PSD Nacional reforçado em Valongo pela absoluta nulidade de (quase) todos os seus candidatos em 2017.

Sobre a restante oposição nem vale a pena falar porque ao longo de 4 anos do mandato anterior andou a olhar para os respectivos umbigos e a favorecer - pela omissão pelo menos - o nepotismo, a arrogância, o 'amiguismo', a gestão orientada para a 'estratégia pessoal futura' do presidente.

Vozes críticas - a minha era uma delas - nunca foram especialmente acolhidos ou apoiados, nem na Câmara nem na Assembleia e os atentados à Liberdade, nomeadamente à Liberdade de expressão, de que o meu Julgamento por causa de ""difamar"" José Manuel Ribeiro foi o lamentável sinal (mais que) visível, não mereceram especial atenção ou apoio por parte dessa oposição.

 

(Uma excepção que seria injusto não destacar, foi a atitude do então vereador da CDU, Adriano Ribeiro, que sempre fez questão de me manifestar o seu apoio e assistiu a quase todas as sessões de julgamento).

 

Nem sequer na Assembleia Municipal, Órgão do Poder Deliberativo a que eu pertencia se levantaram vozes contra o abuso de poder do presidente do Órgão executivo - vozes significativas e consequentes pelo menos...

E até mesmo quando fui absolvido  e o presidente - por contraposição dos argumentos aduzidos - foi literalmente arrasado pelo Tribunal da Relação do Porto nem isso mereceu qualquer tomada de posição por parte dos meus pares.

 

Pois bem...

 

Hoje é dia de Assembleia Municipal - às 21 horas no Salão Nobre da Câmara

 

O seu presidente é o mesmo e a lamentável (e voluntária) abdicação relativamente às suas especiais e importantes prerrogativas como 'primeira figura' do Município persiste, na senda do anterior mandato, sem que isso pareça incomodar muito o conjunto dos restantes deputados municipais - logo veremos se tenho inteira razão...

 

- A Assembleia Municipal continua a não ter uma área própria e (devidamente) destacada no sítio do Município;

- Ao contrário da actualização dos eleitos para a Câmara em 2017 - com fotos 'bonitinhas' e tudo, no que toca à Assembleia Municipal - e mesmo assim lá muito escondidas - o que aparecem é a mensagem do presidente e a relação dos eleitos em 2013 (com o meu nome e 6.º lugar)...

 

Parafraseando alguém de cujo nome não me recordo, "quando abdicamos dos nossos Direitos, abdicamos igualmente dos nossos Deveres" e Dr. Abílio Vilas Boas Ribeiro, presidente da Assembleia Municipal de Valongo, como 'primeira figura' do Município nem uns nem outros estão disponíveis!

 

AMV_1.png

AMV_2.png

 

 

publicado às 10:16

A LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ E O 'DINHEIRO SUJO' RESULTANTE DA MESMA...

Captura de ecrã 2018-02-10, às 14.56.16.png

 

Lamento, mas é assim que eu penso...

Se alguém me ofende de forma suficientemente relevante e injustificada que um bom 'par de estalos' com testemunho público não consiga resolver - no sentido figurado do termo, porque já não me atrevo a dá-los no sentido literal - então recorrerei à Justiça. 

 

(No meu caso é - mesmo - uma hipótese meramente académica a que até agora nunca considerei necessário recorrer).

 

Litigar judicialmente e de forma (aparentemente) injustificada baseado no 'diz que disse' dos falsos amigos que, vá-se lá saber porquê adoram alimentar uma boa intriga sem antes explicar publicamente e de olhos nos olhos as razões porque o fazemos, é algo que nunca farei e só de  pensar no ditado "nunca digas dessa água nunca beberei" já sinto uma espécie de urticária.

 

Mas mais estranho ainda é 'alguém litigar judicialmente contra outro alguém' por causa de uma alegada 'difamação' - no fundo por esse 'outro alguém' usar um direito inalienável que é a Liberdade de expressão - e, bem ou mal para o caso não interessa, ganhar o litígio ficando em silêncio a fruir os resultados práticos e monetários dessa causa.

 

Admito que quem perde uma acção não fique com muita vontade de falar do assunto - não é assim, José Manuel Ribeiro, presidente da Câmara de Valongo? - mas quem ganha um processo contra um 'difamador' deveria falar no mesmo - até porque, segundo a sua óptica, se 'fez justiça'!

 

(A não ser que o 'justiçado' se sinta tão mal, mas mesmo tão mal com a sua consciência  e com a total ausência de justificações para a litigância encetada que tenha vergonha de falar no assunto)... 

 

Para bom entendedor / a bon entendeur / to a good understanding / к хорошему пониманию...

publicado às 14:04

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