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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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PJ INTERROMPE PROCESSO DE "FOSSILIZAÇÃO" EM ALFENA...

Ainda a propósito da notícia do JN acerca das buscas da PJ na Junta de freguesia de Alfena, chegou a altura - assentada já um pouco a "poeira" que então se levantou - de repescar o título da mesma:

Pelo prestígio do próprio Jornal, do qual além do mais me confesso leitor mais ou menos fiel, nunca me passou sequer pela cabeça, que pudesse existir da parte do JN algum interesse em minimizar o impacto da referida notícia - diria até que antes pelo contrário - mas o que é facto é que esse efeito existiu objectivamente e pior do que isso, beneficiou os presumíveis responsáveis pelas eventuais ilegalidades que são alvo da investigação noticiada.

Como já tive oportunidade de dizer, apesar de algumas situações surrealistas a que por vezes assistimos, envolvendo a nossa Justiça, não é minimamente crível que um Juiz pudesse sequer aceitar discutir - quanto mais autorizar - uma busca daquele género, envolvendo o encerramento de uma autarquia com a suspensão do atendimento público, a recolha para análise posterior, de diverso equipamento informático e vários dossiers, (apenas) para aceder a um insignificante "protocolo sobre cedência de uma carrinha"contido em duas páginas A4 mal cheias!

Mas pior que isso - e aqui o meu JN não fica tão bem na fotografia, como um leitor fiel gostaria que ficasse - é que a referida notícia foi redigida até à meia noite do mesmo dia das buscas e da recolha dos computadores e informação diversa que duraram até ao final da tarde e não tendo a PJ promovido nenhuma conferência de imprensa no final - até porque o "material" recolhido não podia ainda ter sido nem sequer sumariamente, analisado - o título carece de rigor e de consistência, deficiências a que o próprio corpo da notícia dá sequência e aprofunda mesmo.

É óbvio, que se o meu JN quiser investigar melhor este assunto - como aliás, no seu próprio interesse se impõe que faça - descobrirá que neste caso aparentemente banal e alegadamente empolado por uma oposição complicativa, verificará que excepcionalmente, "a montanha não terá parido um rato": No mínimo, terá ocorrido um "desabamento" controlado, na sequência do qual, terão ficado expostos alguns "esqueletos" que foram levados para posterior e mais aprofundada análise.

Parece no entanto existir por aí (no nosso burgo e não só) quem não goste muito do termo "esqueletos no armário". Segundo eles, a frase em si mesma induzirá logo à partida a ideia da prática de um qualquer crime...

Ora bem... A esses, lamento muito se os surpreendo, mas é nesse mesmo sentido que eu a aplico: A prática reiterada de vários crimes, com contornos e dimensões diversas, os quais merecem ser convenientemente investigados e punidos.

Por isso e pese embora a "absolvição em primeira instância" da Junta de freguesia de Alfena - por parte do JN - segue-se inevitavelmente o "recurso" para a "Justiça de Direito" - antes que os "esqueletos" virem fósseis...

publicado às 17:25

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