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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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"BANHA DA COBRA"...

 

 


 Neste artigo, começo por falar - como abaixo se constata - de vendedores de banha de cobra e concluirei - como também se  verá - com uma breve mas relevante referência aos chamados... falta-me o termo, daí a figura...

Em política - incluindo a que se faz a nível local - as promessas costumam dar votos, mas quando o seu incumprimento se vai arrastando no tempo, quando aquilo que é prometido começa a não bater certo com o que vamos vendo em termos concretos, então o que é mais natural é que os incumpridores - os tais vendedores de "banha da cobra", sejam penalizados.

Aconteceu agora no contexto do País, com José Sócrates, porque a partir de uma certa altura, o Povo começou a constatar que apesar das inegáveis "qualidades" da personagem, capaz de vender uma ideia disparatada, com a mesma facilidade com que venderia um autocarro da Carris ao primeiro incauto com aspecto endinheirado que lhe aparecesse pela frente, o nível de incumprimentos começou a ser demasiado elevado e o número de incautos começou a cair a pique.

Há-de seguramente acontecer também com o embuste em que se transformou o "projecto" UpA relativamente à nossa cidade de Alfena.

E há-de pelas mesmas razões, chegar o tempo em que Arnaldo Soares deixará de interessar aos "grandes investidores que suportaram os custos do seu "upgrade" para vereador - "pode enganar uma pessoa por muito tempo, algumas por algum tempo, mas não conseguirá enganar todas pelo tempo todo" ...

Sim, porque toda a gente vai chegar à conclusão - os mais atentos já chegaram há muito - que afinal a "banha da cobra" não cura nenhum tipo de maleitas:

O Hospital Privado de Alfena está ali, construído, com abertura anunciada já por diversas vezes, mas ainda entaipado e à espera de melhores dias - talvez porque em Alfena e arredores não existam trabalhadores em número suficiente para preencherem o seu quadro de pessoal...

A CHRONOPOST lá vai avançando no terreno entretanto desclassificado. Como toda a gente se recordará, a obra arrancou com a justificação de que a referida empresa precisava de "engordar e esticar os braços" - coisa que aqui junto à Rotunda não conseguia fazer - e agora afinal, já consta por aí que está mas é a pensar em "emagrecer", o que equivale a dizer que as razões que levaram a Câmara a excepcionar os terrenos da nova instalação de cumprirem o PDM, talvez já nem existam. Sim porque aquela plataforma logística foi justificada especificamente com o interesse relevante em manter a CHRONOPOST em Alfena!

Portanto o Dr. Arnaldo Soares foi para Valongo com uma missão específica (em termos da defesa dos interesses do "grande capital") e a verdade é que não está a dar conta do recado!

Ora como a sua queda geraria inevitavelmente um "efeito dominó" relativamente aos UpA, eis que começa a ganhar corpo uma espécie de novo slogan e alguns papagaios bem adestrados para o repetir até perderem a voz - veja-se o "fórum" da Voz de Ermesinde e a campanha "Os UpA para Valongo já!".

Ou seja, em vez de se correr o risco de "downgrade" de Arnaldo Soares, porque não tentar o "upgrade" dos UpA?

Como diz o Povo, "com papas e bolos - e às vezes com porco no espeto - se enganam os tolos"...

E agora a tal referência relevante a dois outros subtipos:

No meio deste diabólico processo de negócios escuros, de miríficos e enganadores projectos de desenvolvimento, em que os que mais prometem ganham votos numa determinada fase mais ou menos longa, conforme a sua estaleca para aguentarem o máximo que possam um discurso minimamente "coerente", existem dois outros tipos de "promotores de desenvolvimento" - os donos da banha da cobra (os homens do capital) e aqueles que eu defino através da fotografia que já referi.

Uns e outros, têm vidas mais ou menos efémeras, mas a verdade é que ainda que os projectos mais ou menos vistosos não cheguem sequer a sair da fase virtual, todos ficam a ganhar - na proporção directa em que o interesse público perde.

publicado às 15:45

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