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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

COMECEM A TRABALHAR, PORRA! ALFENA MERECE...

 


Não! Não vou voltar à questão da "paternidade"da nossa querida cidade, bem esclarecido que ficou (eu acho) esse assunto numa das minhas publicações anteriores - apesar de ter havido alguém que parece ter entendido que eu estaria a defender a extinção daquele avezinha simpática que é o cuco e cujo canto se ouve cada vez menos por estes lados...

Nada disso! Apenas não estou de acordo com o seu método para dar continuidade espécie, à custa do trabalho dos outros e nada mais...

A verdade é que a nossa cidade, qual donzela, mudou de estado civil, mas ao contrário das donzelas de antigamente que quando casavam tinham direito a levar dote, a nossa continua na mesma, com o mesmo enxoval, na casa de sempre, dentro das fronteiras de sempre - corrijo - naquelas que alguém de forma ainda não totalmente esclarecida lhe impôs há uns anos atrás.

E apesar do quase apelo às armas feito naquela famosa Assembleia de Freguesia, em que nos diziam ser urgente uma tomada de posição, não se vislumbram por enquanto, quaisquer resultados práticos.

E também, ao contrário das ditas donzelas de antigamente, para quem a mudança de estado civil significava uma espécie de libertação de uma tutela quase sempre demasiado controladora, a nossa querida cidade continua com os maus gestores de sempre, que mesmo sem usarem aquele minúsculo bigodinho sob o nariz daquele compatriota de Angela Merkel que deixou de importunar o mundo em 1945, se baseiam em métodos às vezes demasiado semelhantes para tentarem afastar da coisa pública aqueles que no seu dizer "só estorvam"...

Claro que neste caso, "estorvar" é tentar escrutinar, questionar, exercer o direito de oposição ou de simples cidadania.

"Estorvar" é ter projectos diferentes ou o simples condão de conseguir ver - e dizê-lo bem alto - que "o Rei vai nu", o que nas suas mentes formatadas para uma época de má memória que em Portugal, já ficou para trás há quase 40 anos,  é uma espécie de crime de lesa Pátria!

E não vão ser as entrevistas conseguidas aqui ou ali, dizendo que Alfena precisa disto e daquilo, de mais este ou aquele mega investimento (leia-se negociata especulativa), de mais - de muito mais - empregos do que aqueles que foram prometidos e  continuam em standby, que vão alterar o marasmo e a estagnação que se vive na nossa cidade...

Do que a nossa cidade precisa mesmo, é de gente que fale menos e faça mais, de gente que saiba separar o interesse público do privado - ainda que não seja crime nenhum ganhar dinheiro fazendo negócios - sobretudo, se estes não beliscarem a legalidade, a transparência e as boas práticas da gestão da coisa pública.

Do que Alfena precisa,  é que os UpA comecem a cumprir o seu programa eleitoral!

(Mas isso já ela precisava enquanto era uma simples e singela vila, para passar a ser uma simples e singela cidade).

E o melhor é começarem já, não vá alguém lembrar-se de lhes fazer - pelo menos a alguns - o mesmo que aos Governadores Civis...

 

publicado às 22:32

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