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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA - CASA DE CHÁ DE S. LÁZARO

Caso para dizer: "de concurso em concurso, até ao encerramento final" - ou então, à concessão a custo zero!

O último concessionário, pagava - chegou a pagar? - 600 euros, mas não aguentou muito tempo e rescindiu o contrato, assumindo assegurar o funcionamento do espaço até existir novo interessado.

Na reunião pública de quarta feira passada, foi iniciado novo procedimento concursal, com uma base de licitação mínima de 500 euros.

Veremos no que dá, mas estes valores também não são muito preocupantes, porque a verdade, é que em relação a contratos anteriores, foram chegando ecos de dívidas acumuladas por diversos concessionários que por ali foram passando e que ninguém sabe muito bem se chegaram a ser regularizadas - ou pelo menos na sua totalidade.

Talvez excluindo aquela parte mais negativa que tem a ver com o facto deste tipo de concessões poder servir para pagar favores políticos, o mais importante seja mesmo que o espaço funcione e tenha alguma utilidade para quem ali vai esporádica ou diariamente fruir um pouco da calma do lugar e se a única forma de assegurar esse funcionamento tiver de ser através da gestão directa, há sempre formas de o fazer desde que se garanta a necessária transparência que sempre deve existir em tudo que seja um serviço público...

É que o encerramento conduz necessariamente a uma menor frequência do espaço circundante, à degradação da própria infra-estrutura e ao potenciar das situações de vandalismo - a não ser que a GNR passe a incluir aquele local nos seus roteiros preferenciais, nem que tenha de abdicar um pouco de uma das suas atribuições também preferenciais e que é a "caça à multa"...

publicado às 15:40

2 comentários

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    cneves 09.09.2011

    Viva, Caro amigo Sr. Silva Pereira,
    Como sempre, o seu comentário vai direitinho ao cerne da questão: A do urbanismo feito à medida. À medida não do interesse público, mas sim do clientelismo que dá votos.
    Prometem-se e desenham-se mega empreendimentos - como o da actual e mal designada "zona industrial de Alfena", anunciam-se investidores que não passam de criações virtuais para dar mais realismo ao "jogo", inventa-se até um hotel - evidentemente, também ele virtual - e no fundo, o que é que resta de tudo isto? Um espaço semi aproveitado , onde o que se destaca não são os espaços comerciais "vivos", mas sim os que morreram à nascença ou nem viram a luz do dia. Entretanto, o "desenhador de meia tigela" continua a pavonear-se por aí, quem sabe, a preparar-se para ser de novo o mandatário político do UpA nas próximas eleições. Há que apelide um dos elementos deste executivo, de "coveiro mor"...
    Contra minha vontade, tenho que me colocar do lado da figura: Porquê atribuir-lhe o título apenas a ele? Coveiros e ao mesmo nível - coveiros do desenvolvimento de Alfena - são todos eles!
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