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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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VALONGO - "FOI ABRIR E FECHAR" E NEM SERÁ PRECISO "TIRAR OS PONTOS"...

De acordo com o anunciado, teve hoje lugar a cirurgia, perdão a reunião pública da Câmara de Valongo.

Eu disse cirurgia, porque sem querer, "fugiu-me a boca para a verdade": aquilo foi deitar o "projecto de cadáver" em cima da mesa e mesmo sem anestesia, abrir e fechar logo de seguida - perdoe-se-me a comparação algo macabra.

Pretendia a Câmara aprovar o "novo" Plano de Saneamento Financeiro e o empréstimo de 25 milhões de Euros que lhe está associado, dado que a primeira versão foi devolvida pelo Tribunal de Contas, que como muito bem disse o Dr. Afonso Lobão do Partido Socialista, "não foi em cantigas".

E se tinha pressa a maioria, em que se fizesse essa aprovação! É que os mesmos documentos deveriam estar prontos a tempo de serem submetidos a ratificação da Assembleia Municipal já agendada para o próximo dia 27.

Apesar da onda de calor um pouco inusitada para esta altura do ano, a verdade é que hoje se abateu sobre os quatro vereadores "que trabalham" uma avalanche - também ela "inusitada" - resultante da confluência das duas correntes que integram os cinco Vereadores que "só estorvam" e em resultado dessa conjugação, o Plano de Saneamento e tudos os pontos com ele relacionados, tiveram de ser retirados da Ordem de trabalhos.

E perguntar-se-ão os valonguenses menos atentos ao estado terminal em que a nossa Câmara se encontra: E agora?

Pois bem! Agora existem entre algumas outras, duas soluções possíveis - isto, porque independentemente de algumas discrepâncias constantes do Plano que não escaparam à lupa do Tribunal de Contas e que terão de ser corrigidas, o problema já não reside no dito documento:

Primeira: Como lhe chamou por analogia um dos nossos Vereadores, um "governo de salvação municipal";

Segunda (e por exclusão da primeira): A queda da Câmara e a realização de eleições intercalares;

Obviamente, qualquer destas possíveis soluções, deve excluir o "contributo" da figura tutelar (Fernando Melo) que nos conduziu a esta situação dramática.

Registamos - sem agradecer - o "esforço" que exigiu de si próprio ao longo de quase 18 anos de progressivos desmandos e o melhor serviço público que agora lhe pedimos encarecidamente para nos prestar, é que compre um par de pantufas confortáveis e um robe bem fofinho - que se aproximam seguramente dias de inverno rigoroso - no sentido figurado e também no literal - sendo que quanto ao primeiro, está completamente contra-indicado o paradigma que ele escolheu para Valongo!

Hoje Valongo ganhou alguma da sua dignidade, ao provar à maioria autárquica mais pequena do País, que quer deixar de fazer parte do anedotário do poder local. Valongo hoje falou mais alto - mais alto do que a insensatez de quem a tem governado até aqui!

publicado às 14:38

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