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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

JÁ QUE NADA FAZEM AO MENOS FALEM-NOS... MAS COM VERDADE, PORRA!

De um alfenense preocupado com os problemas da nossa cidade e sobretudo - tal como eu procuro fazê-lo - atento em relação às responsabilidades de quem a governa e que, com os seus actos ou omissões, contribui para o actual estado perfeita indigência da nossa autarquia - " milhões" de promessas por cumprir, "dezenas de milhões" de projectos que ocupam "milhares" de gavetas da casa/sede do poder local a ganhar bolor e a serem devorados pelas traças, porque o dinheiro não chega para tudo e as bolas de naftalina apesar de tudo e devido à quantidade necessária, ainda ficam caras - recebi o trabalho que se segue. Excelente contributo aliás e um exemplo daquilo que deve ser o pleno exercício de uma Cidadania responsável.

Diz-me que prefere por enquanto manter o anonimato, porque tendo apoiado este pseudo projecto dos Unidos por Alfena, ainda não se sente  preparado para o assumir publicamente e pede-me que pondere a publicação do resultado de uma tarde de mau tempo que o reteve em casa no último fim de semana e que lhe possibilitou a elaboração desta excelente - digo eu - reflexão. 

Foi aliás, mais um alfenense que tal como eu, não foi em magustos para "encher pneus" e optou por trabalhar em prol da Comunidade - sim, que o texto que reproduzo a seguir com todo o gosto, é um excelente trabalho a merecer toda a nossa atenta ponderação.


Porque sei que o «Amigo» é uma pessoa atenta e interventiva e tem uma  «montra» magnífica, visitada por muita gente, deixo aqui um pequeno  contributo que elaborei este fim-de-semana (passado em casa devido o  mau tempo) depois de ter lido um comunicado recente da junta de  freguesia e que pela 1ª vez me suscitou dúvidas. Eis o resultado da  minha pequena e humilde investigação... e desculpe o anonimato mas  tenho alguns receios e vergonha de me expor...

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 "JÁ QUE NADA FAZEM AO MENOS FALEM-NOS... MAS COM VERDADE, PORRA!"

Não gosto que me enganem!

Também não gosto que me façam «passar por parvo»...

Mas que me façam estas duas coisas em simultâneo e de forma  repetida... alto lá!!!

Moro em Alfena há alguns anos, não muitos, mas os suficientes para merecer ser tratado com respeito. E igual tratamento merece a minha inteligência, que não é maior nem menor que a do comum dos Alfenenses.

Ajudei, em consciência e com o meu voto, a eleger as pessoas que  actualmente governam a Junta de Freguesia.

Não ando nem mais, nem menos atento, ao que me rodeia do que outros, vou ouvindo, vou lendo e de vez em quando até troco umas impressões sobre aquilo que se passa na freguesia... embora deva confessar que a paciência para aturar os políticos nestes dias já não ande pelo melhor, o que de resto é compreensível, não?

Confesso que tenho andado um pouco alheado daquilo que se passa na freguesia, mas também não tenho notado grandes diferenças em relação aos últimos anos. No entanto, há uns dias quando fui tomar café, passei os olhos por uma folha A4 que continha um texto da «autoria» da Junta de Freguesia da nossa cidade de Alfena.

O tema abordado é um tema sensível nos dias de hoje. O apoio aos mais carenciados e as políticas sociais desenvolvidas. E na nossa terra este fenómeno não deve ser excepção com aquilo que se passa com o País. Mas o tal «texto» zurzia de forma veemente em 2 Vereadores.

Tudo isto porque, de acordo com o referido texto da Junta de Freguesia, a Câmara tinha impedido a Junta de utilizar um  edifício/escolar em Cabeda na prossecução das suas políticas sociais, e no apoio aos mais carenciados. Confesso que fiquei indignado... se calhar como a maioria dos Alfenenses!

Nos dias seguintes as mensagens no «cibermundo», sucediam-se...

Nas páginas de alguns «movimentos» no Facebook lá vinham as publicações... as indignações, as críticas, as revoltas e as irritações.

Como não gosto muito de embarcar nestas «ondas» sem saber de tudo, lá fiz um pouco de investigação caseira... daquelas que qualquer um de nós pode fazer. Peguei no meu computador e lá encontrei uma Acta da Câmara Municipal onde, entre outros assuntos, era decidida a cedência da "tal escola" referida no comunicado da Junta de Freguesia de Alfena. A data da Acta é de... 8 de Outubro de... 2010!

Aquela decisão mereceu a aprovação UNÂNIME de todos os Vereadores presentes na reunião. Consta da referida Acta a presença do Sr. Vereador Arnaldo Pinto Soares, representante de Alfena na Câmara de Valongo. Logo, não entendo a indignação dos Senhores da Junta de Freguesia de Alfena.

Primeiro porque o assunto em causa já foi decidido há mais de um ano e não mereceu até agora qualquer reparo, e se o assunto era assim tão grave porquê tanto tempo para mostrar tamanha indignação?

Em segundo, porque teve a concordância, e bem diga-se (na minha opinião), do Sr. Vereador Arnaldo Pinto Soares que como todos sabemos, tem uma cumplicidade extrema com a actual Junta de Freguesia de Alfena, logo, continuo a não entender os motivos expostos no comunicado. A minha concordância é  extensiva a todos os Vereadores, até os da oposição, que também, e bem, votaram a favor!

Na minha opinião, temas tão sensíveis como este, não deveriam servir para se andar na praça pública a fazer política.

Mas quando estes temas tenham de ser explorados e falados na tal praça pública, ao menos que o sejam com rigor e com sinceridade.

As pessoas mais carenciadas não valem apenas pelo seu voto, nem merecem ser tratadas como meros objectos ou números na luta política ou como argumentos eleitoralistas de conveniência conjuntural.

Este comunicado merece por isso a minha reprovação e indignação.

A bem da informação deixo o "tal" link da Acta em causa para que todos  

possam ler e confirmar:  

http://www.cm-valongo.pt/documentos/ACTA-MODELO-08-10-2010.pdf

Caso este meu modesto contributo mereça a sua atenção e concordância, pedia o favor de o divulgar na medida do seu entendimento e de acordo com os seus critérios.


 

Um abraço,

(anónimo)

publicado às 19:02

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