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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA E OS SEUS LIMITES - ACÇÕES E OMISSÕES...

Na sessão pública do passado dia 30, organizada pela Associação AL HENNA, ficou a pairar por alguns momentos no ar e nas mentes de alguns presentes, uma frase aparentemente inócua do nosso presidente, que por não corresponder por um lado, inteiramente à verdade e por outro visa aparentemente "branquear" responsabilidades de um dos dinamizadores do projecto UPA, não pode - não deve - ser deixada sem o devido esclarecimento. Por diversas vezes escrevi sobre o assunto - por exemplo AQUI:

Portanto, a "preocupação" com os limites não surgiu apenas há ano e meio! já muito antes o problema tinha adquirido características de "bomba relógio" prestes a estoirar, tanto assim que de forma completamente impreparada e apenas para vender a ideia de que se estava a fazer alguma coisa, foi convocada aquela surreal Assembleia de Freguesia para "rectificar as plantas (...)" (redacção depois corrigida para ratificar as plantas(?), como se esse fosse um poder do Órgão AF e como se dessa "ratificação" pudesse resultar algo de substantivo para Alfena.

Na Sessão da Assembleia de Freguesia onde foi apresentada a proposta que se segue - e que obviamente foi rejeitada por "maioria absolutamente inadequada e insensata", quase "tememos" que fosse decidido organizar uma "expedição armada" até Lisboa, à sede da CAOP, para repor a verdade histórica sobre os ditos limites.

Os mais sensatos ainda tentaram fazer ver ao homem de leis e ao seu "exército" apressadamente mobilizado para defender uma estratégia que nem ele próprio sabia muito bem explicar qual iria ser, que não era daquela forma que se resolveria coisa alguma. A proposta da criação de um grupo de trabalho agregando peritos na matéria, e obviamente alguns "Homens Velhos" do burgo - e sobretudo, as outras Freguesias envolvidas, as quais, por razões óbvias, nunca deveriam ser mantidas à margem do processo, antes deveriam participar em todas as fases do mesmo - não passou portanto. 

Que não, que o problema teria de ser resolvido ali e naquele dia(?). Proposta chumbada e ponto final!

Ficou apesar de tudo para "memória futura", o documento que a insensatez não quiz valorizar:

 

 

Perante o indesculpável "autismo político", não restava outra solução senão que outros arregaçassem as mangas para fazer o trabalho de casa, sem direito a "senhas de presença" para as múltiplas reuniões, sem remuneração das "horas extra" para o trabalho de pesquisa, sem subsídios para as solas gastas nas inúmeras "caminhadas pelos limites", sem que alguém tivesse na mira qualquer tipo de promoção de projectos pessoais. E conseguiram - conseguimos - concretizá-lo com o êxito que já foi reconhecido por todos, mesmo por aqueles a quem esse êxito possa eventualmente pesar nas respectivas consciências.

A AL HENNA apresentou na sessão pública do passado dia 30 uma importante contribuição que quiçá, poderá representar o ponto de partida para a solução consensual que sempre foi considerada como a única solução possível.

Mas foi um trabalho deste tipo que foi recusado pela "maioria absoluta", na Assembleia de Freguesia de 14-10-2010, e que consta do recorte acima apresentado!

Quem sabe se não terá sido essa insensata decisão o embrião para o "nascimento" da Associação AL HENNA... Alfena exigia que se fizesse algo mais do que lutar contra "moinhos de vento"!

E a prova dessa "luta" inconsequente, está bem à vista de todos na total falta de iniciativa por parte da Junta de Freguesia em relação a este assunto e na completa ausência de uma atitude proactiva juntos dos seus pares e fundamentalmente, junto da Câmara, que poderia e deveria ter sido chamada a intermediar o processo - obviamente com elementos de informação concretos que cabia à Junta de Alfena apresentar!

Mas pronto, não foi isso que aconteceu e agora também não interessa muito "chorar sobre o leite derramado". O trabalho está quase todo feito, é público e tem autores que estão disponíveis para colaborar e na medida do possível, ajudar a mediar.

Um último comentário apenas para dizer, que tal como costumo criticar - de forma às vezes algo contundente - também sei reconhecer quando as atitudes o justificam.

Foi bom termos constatado no dia 30 a presença de alguns elementos dos UPA, com destaque para o Presidente da Junta e Presidente da Assembleia de Freguesia, que intervieram de uma forma correcta, assertiva - enquadrando-se aliás na tónica geral das restantes intervenções.

O comboio está em movimento, mas também não vai assim ainda tão rápido, que não possa ser apanhado por todos os interessados! 

 

 

 

 

publicado às 00:21

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