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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

MIGUEL RELVAS - QUEM O OUVE, NÃO É SURDO...

 

 

Sempre que o homem fala, diga o que disser, seja qual for a asneira que solte a propósito de tudo e de nada, seja para reforçar o que disse Passos Coelho sobre as virtualidades da emigração dos professores ou outro qualquer dislate que se lembre de soltar, uma sensação de bem estar e de tranquilidade invade-nos sobe por nós acima e temos a vaga impressão de escutarmos violinos, harpas e oboés.

 

Toda a prévia animosidade contra a figura, de repente nos abandona, quando nos damos conta que afinal, nós que já não vamos para novos, felizmente ainda não temos nenhuma perda de audição. Só este facto por si só, compensa-nos completamente do sacrifício de termos de suportar o "ministro da informação" a perorar.


Claro que também não nos surpreende por aí além, porque como só costuma falar em ambientes protegidos (onde não há moscas) quando diz alguma coisa, é inevitável que saia asneira.

A de hoje foi a de que a RTP - em relação à qual já não foi tão peremptório quanto à sua privatização -  para o ano deixará de ter publicidade.


Vimos - ou terá sido impressão nossa? - perpassar pelos rostos de Pinto Balsemão, Miguel Pais do Amaral e outros presentes, um sorriso de descompressão. Eles que até já andavam a batalhar contra a privatização, porque aí teriam de se bater de igual para igual e repartir o cada vez (dizem) mais magro bolo feito da "massa" que torna o produto final que o consumidor adquire, substancialmente mais pesado: a Publicidade.


O pior, dizemos nós, é que uma RTP pública sem publicidade, representa pior qualidade de serviço público e mesmo assim, mais peso para os nossos impostos destinados a alimentar o Canal. Eu acho no entanto, que Isabel dos Santos ainda vai convencer Miguel Relvas a pensar melhor no assunto e a prosseguir tal como "estava combinado". Afinal, é uma oportunidade de ouro que tem para se libertar de uma parte dos "diamantes de sangue" e dos petrodólares que dão demasiado nas vistas se não forem escondidos por detrás destes investimentos estratégicos.


E pode até ser que isso nem prejudique muito a SIC ou a TVI: talvez a nova "delegação" da TPA1 (Televisão Pública de Angola) em Portugal resolva fazer apenas publicidade de conteúdo meramente nacional (angolano).

publicado às 21:47

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