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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

FERNANDO MELO - O DINHEIROSAURUS LOURINHANENSIS...

O nosso Concelho continua a servir de fonte de inspiração para muito do que se vai escrevendo e dizendo na comunicação social - graças a Fernando Melo, a quem nunca conseguiremos retribuir devidamente o relevante serviço que presta ao Concelho por este tipo de visibilidade que lhe consegue proporcionar. 

É verdade, que às vezes - quase sempre - não são os motivos mais recomendáveis a inspirarem os fazedores de notícias. É verdade!

Mas manter durante tanto tempo Valongo no top-ten das notícias, é obra que não deveremos deixar de assinalar.

E depois, Melo tem aquela habilidade nata para trocar as voltas aos jornalistas, desviando-lhes a atenção dos problemas candentes que a Câmara enfrenta, atirando-lhes - como quem lança o isco ao peixe que se pretende pescar - a notícia cabeluda, mas relativamente irrelevante, escabrosa, mas incomparavelmente menos trágica do que uma Câmara a afundar-se.

Um exemplo:

Andavam os jornalistas a escrever sobre Valongo, um Concelho à nora e Melo, subrepticiamente, pela mão de um dos muitos assessores, com a subtileza que o caracteriza, resolve plantar a notícia da contratação da ex-esposa do filho, sugerindo um título - nitidamente para despistar do outro bem mais incómodo, sobretudo em momento de perfeito sufoco financeiro: Valongo, uma Câmara à Nora!

Perfeito e subtil o engodo, delicioso o trocadilho, com o sabor e a consistência certos para os jornalistas morderem!

Deixamos imediatamente de ler e ouvir falar de Valongo, um Concelho à nora, para passarmos a ouvir e a ler sobre Valongo, uma Câmara à Nora - neste caso, à ex-Nora!

Por isso é que eu não embarco assim tão facilmente naquela de que o homem está senil, que já não diz coisa com coisa, que já só se mantém direito na cadeira durante as reuniões, porque esta tem costas adesivas!

Para mim, aquilo é pura encenação, para adormecer os opositores, levando-os a pensar "se calhar é melhor aguentá-lo neste estado em que já não incomoda muito - embora gaste bastante - do que ter que apanhar com outro mais vivaço e que dê mais luta".

Puro embuste, digo eu, pois por detrás daquele ar de inofensivo dino - sim porque a maioria deles não passaram de dóceis herbívoros - pode bem estar (ainda) um perigosíssimo Espinossauro , embora eu me incline mais para uma outra variante da espécie o Dinheirosauros lourinhanensis, devido às preferências alimentares que evidencia.

 

publicado às 22:25

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