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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

INSÓLITO? TALVEZ NÃO...

Foto: Ursula Zangger/A Voz de Ermesinde

Por razões absolutamente desconhecidas e incontornáveis, a Câmara de Valongo readquiriu (episodicamente imaginamos nós) a sua maioria absoluta!

Nem mais, sem ter trabalhado para tal, sem a ter merecido, sem sequer precisar dela dados os assuntos em agenda, viu-se numa situação que lhe daria certamente muito jeito em momentos da tomada de decisões mais relevantes do que aquelas que aquelas que hoje foram tomadas.

Na fotografia junta, as três cadeiras vagas, os três copos vazios e a respectiva garrafa de água do Luso mantiveram-se assim durante toda a sessão - sem nenhuma explicação, sem nenhum telefonema a inventar uma avaria no carro, sem invocação sequer da mais que esfarrapada desculpa da doença de última hora...

E essas três cadeiras, valeram nas últimas eleições um certo número de votos de valonguenses, que deveriam merecer mais respeito por parte do PS, porque foram esses votos e mais os da restante oposição - que não teve nenhuma avaria no carro, nem nenhuma doença de última hora - que retiraram a maioria absoluta a Fernando Melo!

Hoje Melo só não demonstrou alegria mais esfusiante, porque a maioria absoluta ocasional não lhe serviu para grande coisa...

 

publicado às 14:42

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